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Foram encontradas 165 questões.

A banca do distinto

Não fala com pobre
Não dá mão a preto
Não carrega embrulho
Pra que tanta pose, doutor?
Pra que esse orgulho?

A bruxa que é cega esbarra na gente
A vida estanca
O enfarto te pega, doutor
Acaba essa banca

A vaidade é assim, põe o tonto no alto, retira a escada
Fica por perto esperando sentada
Mais cedo ou mais tarde ele acaba no chão
Mais alto o coqueiro, maior é o tombo do tonto
Afinal todo mundo é igual quando o tombo termina
Com terra em cima e na horizontal.

BLANCO, Billy. Disponível em: https://www.letras.mus.br/billy-blanco/392910/. Acesso em: 20
mar. 2022.

Escrita na década de 1950, essa letra de samba tem como tema central a

 

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A banca do distinto

Não fala com pobre Não dá mão a preto Não carrega embrulho Pra que tanta pose, doutor? Pra que esse orgulho?

A bruxa que é cega esbarra na gente A vida estanca O enfarto te pega, doutor Acaba essa banca

A vaidade é assim, põe o tonto no alto, retira a escada Fica por perto esperando sentada Mais cedo ou mais tarde ele acaba no chão Mais alto o coqueiro, maior é o tombo do tonto Afinal todo mundo é igual quando o tombo termina Com terra em cima e na horizontal.

BLANCO, Billy. Disponível em: https://www.letras.mus.br/billy-blanco/392910/. Acesso em: 20 mar. 2022.

Nos versos “A vaidade é assim, põe o tonto no alto, retira a escada / Fica por perto esperando sentada”, a figura de linguagem predominante é o(a)

 

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O domínio da norma culta de nada vai adiantar a uma pessoa que não tenha todos os dentes, que não tenha casa decente para morar, água encanada, luz elétrica e rede de esgoto. O domínio da norma culta de nada vai servir a uma pessoa que não tenha acesso às tecnologias modernas, aos avanços da medicina, aos empregos bem remunerados, à participação ativa e consciente nas decisões políticas que afetam sua vida e a de seus concidadãos. O domínio da norma culta de nada vai adiantar a uma pessoa que não tenha seus direitos de cidadão reconhecidos plenamente, a uma pessoa que viva numa zona rural onde um punhado de senhores feudais controlam extensões gigantescas de terra fértil, enquanto milhões de famílias de lavradores sem-terra não têm o que comer. Achar que basta ensinar a norma culta a uma criança pobre para que ela “suba na vida” é o mesmo que achar que é preciso aumentar o número de policiais na rua e de vagas nas penitenciárias para resolver o problema da violência urbana.

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. São Paulo: Loyola, 2007 (fragmento).

A repetição da expressão “O domínio da norma culta de nada vai adiantar a uma pessoa...” é um recurso coesivo que

 

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2157064 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Me chamem de velha

Desde que a juventude virou não mais uma fase da vida, mas uma vida inteira, temos convivido com essas tentativas de tungar a velhice também no idioma. Vale tudo. Asilo virou casa de repouso, como se isso mudasse o significado do que é estar apartado do mundo. Velhice virou terceira idade e, a pior de todas, “melhor idade”.

Chamar de idoso aquele que viveu mais é arrancar seus dentes na linguagem. Velho é uma palavra com caninos afiados – idoso é uma palavra banguela. Velho é letra forte. Idoso é fisicamente débil, palavra que diz de um corpo, não de um espírito. Idoso fala de uma condição efêmera, velho reivindica memória acumulada. Idoso pode ser apenas “ido”, aquele que já foi. Velho é – e está.

Basta evocar a literatura para perceber a diferença. Alguém leria um livro chamado “O idoso e o mar”? Não. Como idoso o pescador não lutaria com aquele peixe. Imagine então essa obra-prima de Guimarães Rosa, do conto “Fita Verde no Cabelo”, submetida ao termo “idoso”: “Havia uma aldeia em algum lugar, nem maior nem menor, com velhos e velhas que velhavam…”.

Velho é uma conquista. Idoso é uma rendição.

BRUM, Eliane. Disponível em: https://geledes.org.br. Acesso em: 02 mar. 2022.

No primeiro parágrafo, o uso da palavra “tungar” revela a estratégia argumentativa de

 

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2157063 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Enunciado 2157063-1

Pai Nosso que estás nos céus Neste dia 19 de abril Nos livre das professoras e professores que pintam seus alunos com canetinhas hidrocor Nos livre das escolas que colocam cocares de papel nas crianças Pai Nosso, que estás nos céus Não deixem as professoras ensinarem para as crianças que o Dia do Índio é uma homenagem aos povos originários Mantenha longe de Nós aqueles que repetem as palavras: Índio, Oca, Tribo, Selvagem, Pureza e Exótico Afaste de Nós os bu-bu-bu feito com a mão na boca Senhor, perdoem aqueles que por desconhecimento nos fazem uma imagem estereotipada Mas livre-os do desconhecimento e do preconceito que os fazem acreditar que ainda somos os indígenas de 1500 Amém!

BANIWA, Denilson. Disponível em: https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2019/04/19/. Acesso em: 23 mar. 2022 (adaptado).

Para escrever o poema da campanha, o autor se vale de um recurso intertextual que

 

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2157062 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Como o empreendedorismo surge nesse contexto de novas formas de trabalho e sua reorganização na atualidade, com o surgimento de novas tecnologias e por que o chama de "mito"?

Essa proposta, digamos, de "empresariamento" da nossa vida, só existe por uma conjugação de fatores.

Primeiro: há um desemprego estrutural de grande proporção em escala global, ainda que ele seja diferenciado entre os países. No Brasil, se formos contabilizar o desemprego, mais desalento, mais subutilização, nós chegamos a 28 milhões de trabalhadores. Se acrescentarmos a informalidade, esses dados explodem.

Em uma sociedade na qual o desemprego, o subemprego e a precarização são imensos, há um chão social que permite que o empreendedorismo ganhe força.

Segundo: isso ocorre em um ideário neoliberal. Um mundo onde a desregulamentação do trabalho, a perda de direitos sociais, é um “modus operandi” das corporações. É preciso desregulamentar o trabalho e reduzir os custos.

E isso se dá em um momento em que o mundo tecnológico vive uma impulsão profunda. A cada momento, a cada dia, a cada segundo, um novo invento. Não importando se esse invento tem um sentido humano social ou não. O que importa é que ele seja uma vantagem de um grupo de corporações em relação à outra.

E o terceiro elemento: o Estado vem cada vez mais se desobrigando de qualquer tipo de seguridade social, desde o fracasso do Estado de bem-estar social na Europa e dos Estados do tipo keynesiano em várias partes do mundo.

Nesse momento é que ganha corpo a ideia falaciosa, mistificadora, do empreendedor. É uma das poucas alternativas que o mundo do trabalho oferece frente à corrosão dos direitos e garantias sociais. É isso ou o desemprego completo.

É por isso que o empreendedorismo é poderoso ideologicamente, porque é isso ou nada. Ao mesmo tempo, a maioria expressiva dos empreendedores vive aos solavancos.

Entrevista com o sociólogo Ricardo Antunes, em 14 set. 2019. Disponível em: https://uol.com.br/

empregos-e-carreiras. Acesso em: 02 abr.2022.

A afirmação que apresenta um ponto de vista oposto ao defendido pelo entrevistado é

 

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2157061 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Como o empreendedorismo surge nesse contexto de novas formas de trabalho e sua reorganização na atualidade, com o surgimento de novas tecnologias e por que o chama de "mito"?

Essa proposta, digamos, de "empresariamento" da nossa vida, só existe por uma conjugação de fatores.

Primeiro: há um desemprego estrutural de grande proporção em escala global, ainda que ele seja diferenciado entre os países. No Brasil, se formos contabilizar o desemprego, mais desalento, mais subutilização, nós chegamos a 28 milhões de trabalhadores. Se acrescentarmos a informalidade, esses dados explodem.

Em uma sociedade na qual o desemprego, o subemprego e a precarização são imensos, há um chão social que permite que o empreendedorismo ganhe força.

Segundo: isso ocorre em um ideário neoliberal. Um mundo onde a desregulamentação do trabalho, a perda de direitos sociais, é um “modus operandi” das corporações. É preciso desregulamentar o trabalho e reduzir os custos.

E isso se dá em um momento em que o mundo tecnológico vive uma impulsão profunda. A cada momento, a cada dia, a cada segundo, um novo invento. Não importando se esse invento tem um sentido humano social ou não. O que importa é que ele seja uma vantagem de um grupo de corporações em relação à outra.

E o terceiro elemento: o Estado vem cada vez mais se desobrigando de qualquer tipo de seguridade social, desde o fracasso do Estado de bem-estar social na Europa e dos Estados do tipo keynesiano em várias partes do mundo.

Nesse momento é que ganha corpo a ideia falaciosa, mistificadora, do empreendedor. É uma das poucas alternativas que o mundo do trabalho oferece frente à corrosão dos direitos e garantias sociais. É isso ou o desemprego completo.

É por isso que o empreendedorismo é poderoso ideologicamente, porque é isso ou nada. Ao mesmo tempo, a maioria expressiva dos empreendedores vive aos solavancos.

Entrevista com o sociólogo Ricardo Antunes, em 14 set. 2019. Disponível em: https://uol.com.br/

empregos-e-carreiras. Acesso em: 02 abr.2022.

No fragmento “há um desemprego estrutural de grande proporção em escala global, ainda que ele seja diferenciado entre os países.”, a oração sublinhada expressa ideia de

 

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2151249 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

A Cartilha de Segurança para Internet do CERT.br, no fascículo que versa sobre “Códigos Maliciosos”, recomenda que se evite executar, simultaneamente, diferentes antivírus, pois eles podem

 

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2151248 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Firewall, Windows Update, Antivírus, Antispyware e Segurança de Internet são algumas das ferramentas que realizam a proteção de um sistema computacional. Para verificar a segurança e a integridade do Windows 10 (versão 2021), deve-se executar a sequência:

 

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2151247 Ano: 2022
Disciplina: Direito Digital
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Uma das funções da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei nº 13.709/2018) é garantir que

 

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