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Foram encontradas 355 questões.

3482226 Ano: 2010
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Quanto à redação oficial, é correto afirmar que o (as)

 

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3482225 Ano: 2010
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Com relação ao uso dos pronomes de tratamento numa redação oficial, numere a segunda coluna de acordo com a primeira:

1) Vossa Senhoria

2) Vossa Excelência

3) Vossa Eminência

4) Vossa Magnificência

( ) para cardeais.

( ) para reitores.

( ) para o Presidente da República.

( ) para vereadores.

A ordem correta é

 

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3482224 Ano: 2010
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

As comunicações oficiais devem se pautar sempre no aspecto da língua e ser redigidas com linguagem , já que o emissor é sempre o Serviço Público e cuidar para que a mensagem seja para que o texto transmita um máximo de informações com um mínimo de palavras.

As palavras que completam as lacunas do texto são:

 

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3482223 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Enunciado 3562104-1

Hoje em Dia (MG), 09/04/2010

Como estratégia argumentativa, a charge acima NÃO

 

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3482222 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Enunciado 3562103-1

Hoje em Dia (MG), 09/04/2010

O índice apresentado nos dois quadros da charge foi corretamente interpretado em:

 

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3482221 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Texto

CAINDO AS FICHAS

Carlos Heitor Cony

Não dá para entender: uma coisa tão simples (e tão necessária) como a folha corrida, para se obter um emprego ou uma missão, ainda está sendo discutida em vários níveis, na política e no âmbito da Justiça.

Descobriu-se o que mais ou menos todos sabiam: são inúmeros os cidadãos com contas a prestar, inclusive na polícia, que se elegem para os cargos públicos. Há nas Assembléias Legislativas dezenas de deputados que não conseguiriam emprego nem para zelador de prédio residencial, uma vez que os condôminos e o síndico exigem a folha corrida dos candidatos à vaga.

É evidente que, no setor político, muitos processos e ações judiciais são macetados pelos interesses locais e pessoais da própria política, na base de acusações muitas vezes sem provas. Mas são exceções. No geral, quem tem folha suja fez por onde, em grau que nem sempre se pode precisar. Mas onde há fumaça há fogo.

A morosidade da Justiça, em si, é também responsável pelo esclarecimento a que os eleitores têm direito. Pode parecer uma truculência legal, mas quem está com ação “sub judice” pode perfeitamente esperar outra oportunidade para tentar a vida pública. Por melhores que sejam suas intenções e qualidades, sempre ficará aquilo que o povo chama de “rabo preso”.

É impressionante o número de escândalos que, ao explodirem, revelam que os responsáveis são figuras manjadas das delegacias e dos foros espalhados por todo o país. Crimes de toda espécie, inclusive uma grande margem de crimes comuns, que nada têm a ver com o processo político.

Uma candidatura, seja para que cargo for, deve ser o início de uma escalada para instalar a transparência em nossa vida pública. E quem não deve nada tem a temer.

Folha de São Paulo em 9/03/10

“Há nas Assembleias Legislativas dezenas de deputados QUE não conseguiriam emprego nem para zelador de prédio residencial (...)”

O valor sintático da palavra QUE, destacada acima, é o mesmo que na frase:

 

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3482220 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Texto

CAINDO AS FICHAS

Carlos Heitor Cony

Não dá para entender: uma coisa tão simples (e tão necessária) como a folha corrida, para se obter um emprego ou uma missão, ainda está sendo discutida em vários níveis, na política e no âmbito da Justiça.

Descobriu-se o que mais ou menos todos sabiam: são inúmeros os cidadãos com contas a prestar, inclusive na polícia, que se elegem para os cargos públicos. Há nas Assembléias Legislativas dezenas de deputados que não conseguiriam emprego nem para zelador de prédio residencial, uma vez que os condôminos e o síndico exigem a folha corrida dos candidatos à vaga.

É evidente que, no setor político, muitos processos e ações judiciais são macetados pelos interesses locais e pessoais da própria política, na base de acusações muitas vezes sem provas. Mas são exceções. No geral, quem tem folha suja fez por onde, em grau que nem sempre se pode precisar. Mas onde há fumaça há fogo.

A morosidade da Justiça, em si, é também responsável pelo esclarecimento a que os eleitores têm direito. Pode parecer uma truculência legal, mas quem está com ação “sub judice” pode perfeitamente esperar outra oportunidade para tentar a vida pública. Por melhores que sejam suas intenções e qualidades, sempre ficará aquilo que o povo chama de “rabo preso”.

É impressionante o número de escândalos que, ao explodirem, revelam que os responsáveis são figuras manjadas das delegacias e dos foros espalhados por todo o país. Crimes de toda espécie, inclusive uma grande margem de crimes comuns, que nada têm a ver com o processo político.

Uma candidatura, seja para que cargo for, deve ser o início de uma escalada para instalar a transparência em nossa vida pública. E quem não deve nada tem a temer.

Folha de São Paulo em 9/03/10

NÃO há correlação entre o termo sublinhado e a posição assumida pelo autor em:

 

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3482219 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Texto

CAINDO AS FICHAS

Carlos Heitor Cony

Não dá para entender: uma coisa tão simples (e tão necessária) como a folha corrida, para se obter um emprego ou uma missão, ainda está sendo discutida em vários níveis, na política e no âmbito da Justiça.

Descobriu-se o que mais ou menos todos sabiam: são inúmeros os cidadãos com contas a prestar, inclusive na polícia, que se elegem para os cargos públicos. Há nas Assembléias Legislativas dezenas de deputados que não conseguiriam emprego nem para zelador de prédio residencial, uma vez que os condôminos e o síndico exigem a folha corrida dos candidatos à vaga.

É evidente que, no setor político, muitos processos e ações judiciais são macetados pelos interesses locais e pessoais da própria política, na base de acusações muitas vezes sem provas. Mas são exceções. No geral, quem tem folha suja fez por onde, em grau que nem sempre se pode precisar. Mas onde há fumaça há fogo.

A morosidade da Justiça, em si, é também responsável pelo esclarecimento a que os eleitores têm direito. Pode parecer uma truculência legal, mas quem está com ação “sub judice” pode perfeitamente esperar outra oportunidade para tentar a vida pública. Por melhores que sejam suas intenções e qualidades, sempre ficará aquilo que o povo chama de “rabo preso”.

É impressionante o número de escândalos que, ao explodirem, revelam que os responsáveis são figuras manjadas das delegacias e dos foros espalhados por todo o país. Crimes de toda espécie, inclusive uma grande margem de crimes comuns, que nada têm a ver com o processo político.

Uma candidatura, seja para que cargo for, deve ser o início de uma escalada para instalar a transparência em nossa vida pública. E quem não deve nada tem a temer.

Folha de São Paulo em 9/03/10

A reescrita da frase destacada abaixo alterou seu sentido em:

 

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3482218 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Texto

CAINDO AS FICHAS

Carlos Heitor Cony

Não dá para entender: uma coisa tão simples (e tão necessária) como a folha corrida, para se obter um emprego ou uma missão, ainda está sendo discutida em vários níveis, na política e no âmbito da Justiça.

Descobriu-se o que mais ou menos todos sabiam: são inúmeros os cidadãos com contas a prestar, inclusive na polícia, que se elegem para os cargos públicos. Há nas Assembléias Legislativas dezenas de deputados que não conseguiriam emprego nem para zelador de prédio residencial, uma vez que os condôminos e o síndico exigem a folha corrida dos candidatos à vaga.

É evidente que, no setor político, muitos processos e ações judiciais são macetados pelos interesses locais e pessoais da própria política, na base de acusações muitas vezes sem provas. Mas são exceções. No geral, quem tem folha suja fez por onde, em grau que nem sempre se pode precisar. Mas onde há fumaça há fogo.

A morosidade da Justiça, em si, é também responsável pelo esclarecimento a que os eleitores têm direito. Pode parecer uma truculência legal, mas quem está com ação “sub judice” pode perfeitamente esperar outra oportunidade para tentar a vida pública. Por melhores que sejam suas intenções e qualidades, sempre ficará aquilo que o povo chama de “rabo preso”.

É impressionante o número de escândalos que, ao explodirem, revelam que os responsáveis são figuras manjadas das delegacias e dos foros espalhados por todo o país. Crimes de toda espécie, inclusive uma grande margem de crimes comuns, que nada têm a ver com o processo político.

Uma candidatura, seja para que cargo for, deve ser o início de uma escalada para instalar a transparência em nossa vida pública. E quem não deve nada tem a temer.

Folha de São Paulo em 9/03/10

NÃO há presença de registro informal da linguagem em:

 

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3482217 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Texto

CAINDO AS FICHAS

Carlos Heitor Cony

Não dá para entender: uma coisa tão simples (e tão necessária) como a folha corrida, para se obter um emprego ou uma missão, ainda está sendo discutida em vários níveis, na política e no âmbito da Justiça.

Descobriu-se o que mais ou menos todos sabiam: são inúmeros os cidadãos com contas a prestar, inclusive na polícia, que se elegem para os cargos públicos. Há nas Assembléias Legislativas dezenas de deputados que não conseguiriam emprego nem para zelador de prédio residencial, uma vez que os condôminos e o síndico exigem a folha corrida dos candidatos à vaga.

É evidente que, no setor político, muitos processos e ações judiciais são macetados pelos interesses locais e pessoais da própria política, na base de acusações muitas vezes sem provas. Mas são exceções. No geral, quem tem folha suja fez por onde, em grau que nem sempre se pode precisar. Mas onde há fumaça há fogo.

A morosidade da Justiça, em si, é também responsável pelo esclarecimento a que os eleitores têm direito. Pode parecer uma truculência legal, mas quem está com ação “sub judice” pode perfeitamente esperar outra oportunidade para tentar a vida pública. Por melhores que sejam suas intenções e qualidades, sempre ficará aquilo que o povo chama de “rabo preso”.

É impressionante o número de escândalos que, ao explodirem, revelam que os responsáveis são figuras manjadas das delegacias e dos foros espalhados por todo o país. Crimes de toda espécie, inclusive uma grande margem de crimes comuns, que nada têm a ver com o processo político.

Uma candidatura, seja para que cargo for, deve ser o início de uma escalada para instalar a transparência em nossa vida pública. E quem não deve nada tem a temer.

Folha de São Paulo em 9/03/10

Da leitura dos 3º e 4º parágrafos, pode-se concluir que o (a)

 

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