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Foram encontradas 355 questões.

3482216 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Texto

CAINDO AS FICHAS

Carlos Heitor Cony

Não dá para entender: uma coisa tão simples (e tão necessária) como a folha corrida, para se obter um emprego ou uma missão, ainda está sendo discutida em vários níveis, na política e no âmbito da Justiça.

Descobriu-se o que mais ou menos todos sabiam: são inúmeros os cidadãos com contas a prestar, inclusive na polícia, que se elegem para os cargos públicos. Há nas Assembléias Legislativas dezenas de deputados que não conseguiriam emprego nem para zelador de prédio residencial, uma vez que os condôminos e o síndico exigem a folha corrida dos candidatos à vaga.

É evidente que, no setor político, muitos processos e ações judiciais são macetados pelos interesses locais e pessoais da própria política, na base de acusações muitas vezes sem provas. Mas são exceções. No geral, quem tem folha suja fez por onde, em grau que nem sempre se pode precisar. Mas onde há fumaça há fogo.

A morosidade da Justiça, em si, é também responsável pelo esclarecimento a que os eleitores têm direito. Pode parecer uma truculência legal, mas quem está com ação “sub judice” pode perfeitamente esperar outra oportunidade para tentar a vida pública. Por melhores que sejam suas intenções e qualidades, sempre ficará aquilo que o povo chama de “rabo preso”.

É impressionante o número de escândalos que, ao explodirem, revelam que os responsáveis são figuras manjadas das delegacias e dos foros espalhados por todo o país. Crimes de toda espécie, inclusive uma grande margem de crimes comuns, que nada têm a ver com o processo político.

Uma candidatura, seja para que cargo for, deve ser o início de uma escalada para instalar a transparência em nossa vida pública. E quem não deve nada tem a temer.

Folha de São Paulo em 9/03/10

“Por melhores que sejam suas intenções e qualidades, sempre ficará aquilo que o povo chama de ‘rabo preso’ (...)”

O uso da aspas na expressão rabo preso NÃO indica que o autor

 

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3482215 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Texto

CAINDO AS FICHAS

Carlos Heitor Cony

Não dá para entender: uma coisa tão simples (e tão necessária) como a folha corrida, para se obter um emprego ou uma missão, ainda está sendo discutida em vários níveis, na política e no âmbito da Justiça.

Descobriu-se o que mais ou menos todos sabiam: são inúmeros os cidadãos com contas a prestar, inclusive na polícia, que se elegem para os cargos públicos. Há nas Assembléias Legislativas dezenas de deputados que não conseguiriam emprego nem para zelador de prédio residencial, uma vez que os condôminos e o síndico exigem a folha corrida dos candidatos à vaga.

É evidente que, no setor político, muitos processos e ações judiciais são macetados pelos interesses locais e pessoais da própria política, na base de acusações muitas vezes sem provas. Mas são exceções. No geral, quem tem folha suja fez por onde, em grau que nem sempre se pode precisar. Mas onde há fumaça há fogo.

A morosidade da Justiça, em si, é também responsável pelo esclarecimento a que os eleitores têm direito. Pode parecer uma truculência legal, mas quem está com ação “sub judice” pode perfeitamente esperar outra oportunidade para tentar a vida pública. Por melhores que sejam suas intenções e qualidades, sempre ficará aquilo que o povo chama de “rabo preso”.

É impressionante o número de escândalos que, ao explodirem, revelam que os responsáveis são figuras manjadas das delegacias e dos foros espalhados por todo o país. Crimes de toda espécie, inclusive uma grande margem de crimes comuns, que nada têm a ver com o processo político.

Uma candidatura, seja para que cargo for, deve ser o início de uma escalada para instalar a transparência em nossa vida pública. E quem não deve nada tem a temer.

Folha de São Paulo em 9/03/10

O uso de expressões de senso comum pelo autor

I. disfarça a falta de argumentos mais contundentes.

II. aproxima o leitor, ao incorporar fórmulas de domínio público.

III. persuade o interlocutor, ao se assumir a voz dos defensores da ficha limpa.

IV. apresenta-se como uma adequação da linguagem ao gênero textual em questão.

Estão corretas as afirmativas:

 

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3482214 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Texto

CAINDO AS FICHAS

Carlos Heitor Cony

Não dá para entender: uma coisa tão simples (e tão necessária) como a folha corrida, para se obter um emprego ou uma missão, ainda está sendo discutida em vários níveis, na política e no âmbito da Justiça.

Descobriu-se o que mais ou menos todos sabiam: são inúmeros os cidadãos com contas a prestar, inclusive na polícia, que se elegem para os cargos públicos. Há nas Assembléias Legislativas dezenas de deputados que não conseguiriam emprego nem para zelador de prédio residencial, uma vez que os condôminos e o síndico exigem a folha corrida dos candidatos à vaga.

É evidente que, no setor político, muitos processos e ações judiciais são macetados pelos interesses locais e pessoais da própria política, na base de acusações muitas vezes sem provas. Mas são exceções. No geral, quem tem folha suja fez por onde, em grau que nem sempre se pode precisar. Mas onde há fumaça há fogo.

A morosidade da Justiça, em si, é também responsável pelo esclarecimento a que os eleitores têm direito. Pode parecer uma truculência legal, mas quem está com ação “sub judice” pode perfeitamente esperar outra oportunidade para tentar a vida pública. Por melhores que sejam suas intenções e qualidades, sempre ficará aquilo que o povo chama de “rabo preso”.

É impressionante o número de escândalos que, ao explodirem, revelam que os responsáveis são figuras manjadas das delegacias e dos foros espalhados por todo o país. Crimes de toda espécie, inclusive uma grande margem de crimes comuns, que nada têm a ver com o processo político.

Uma candidatura, seja para que cargo for, deve ser o início de uma escalada para instalar a transparência em nossa vida pública. E quem não deve nada tem a temer.

Folha de São Paulo em 9/03/10

Pela leitura do texto, conclui-se que a exigência da folha corrida

 

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3482213 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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De acordo com as abordagens de desenho departamental, segundo Idalberto Chiavenato, é correto afirmar que

 

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3482212 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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Com relação ao processo decisório, analise as afirmativas abaixo.

I. O estado da natureza são as condições de incerteza, risco ou certeza que existem no ambiente de decisão que o tomador de decisão deve enfrentar.

II. O tomador de decisão sempre é influenciado pela situação em que está envolvido, pelos seus valores pessoais e o envolvimento social, bem como pelas forças políticas e econômicas que estão presentes.

III. O ambiente de risco, comum no nível intermediário das organizações, ocorre quando não se pode predizer os resultados das alternativas com certeza, mas apenas com uma certa probabilidade.

IV. Decisões não programadas são as decisões rotineiras utilizadas para resolver problemas cotidianos e repetitivos que ocorrem regularmente e que podem receber respostas padronizadas.

Assinale a alternativa INCORRETA

 

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3482211 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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Em relação às abordagens tradicional e moderna da administração de recursos humanos, segundo Idalberto Chiavenato, é INCORRETO afirmar que na abordagem

 

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3482210 Ano: 2010
Disciplina: Administração Geral
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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No que se refere à utilização do método da análise SWOT como ferramenta de planejamento estratégico, assinale a opção INCORRETA

 

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3482209 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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Assinale as afirmativas sobre a administração direta e indireta

I. Administração Indireta do Estado é o conjunto de pessoas administrativas que, vinculadas à respectiva Administração Direta, têm o objetivo de desempenhar as atividades administrativas de forma desconcentrada.

II. Administração Direta é o conjunto de órgãos que integram as pessoas federativas, aos quais foi atribuída a competência para o exercício, de forma descentralizada, das atividades administrativas do Estado.

III. Somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública e de sociedade de economia mista.

IV. A lei de criação da autarquia deve ser da iniciativa privativa do Chefe do Executivo.

V. Também instituídas sobre a forma de autarquia, as agências executivas distinguem-se das agências reguladoras por não terem a função precípua de exercer controle sobre particulares prestadores de serviços públicos.

Assinale a(s) alternativa(s) verdadeira(s)

 

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3482208 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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A qualificação dada à autarquia ou fundação pública que celebre contrato de gestão com o órgão da Administração Direta a que se acha vinculada, para a melhoria da eficiência e redução de gastos refere-se à(às)

 

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3482207 Ano: 2010
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
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O Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais é uma

 

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