Foram encontradas 50 questões.
o que provavelmente já me salvou a vida algumas vezes, mas
não pense que minhas relações com ele são uma maravilha. A
cada aperfeiçoamento no funcionamento da caranguejola, tenho
um motivo para sobressalto, até me acostumar com a novidade
e passar a dominá-la também. Uma delas é um novo e infernal
corretor automático de texto.
Ao perceber que as teclas estão sendo acionadas para formar
determinada palavra, o corretor, ligeiro que nem raposa, antecipase
e termina de escrevê-la por mim. Não sei se, com isso, está
apenas querendo se exibir ou se acha que errarei na grafia e
oferece-se para completá-la. Até aí tudo bem. Só que, ao fazer
isso, ele se atrapalha com os acentos, escreve o que não é para
escrever e me obriga a teclar retrocessos e humilhá-lo com uma
correção mecânica, o que faço com sádico prazer.
Se quero me referir, por exemplo, ao grande sambista do
Estácio Alcebiades Barcellos, co-autor de "Agora é Cinza", inventor
do surdo e mais conhecido como Bide, ele intromete um
cretiníssimo circunflexo e transforma Bide em Bidê. O arquiteto
francês Le Corbusier torna-se Lê Corbusier. (...)
(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 16.11.2009)
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consideramos os tempos modernos? A resposta transcende em
muito o progresso da ciência, da tecnologia, do capitalismo e da
democracia.
O passado remoto foi repleto de cientistas brilhantes, de matemáticos,
de inventores, de tecnólogos e de filósofos políticos.
Centenas de anos antes do nascimento de Cristo, os céus haviam
sido mapeados, a grande biblioteca de Alexandria fora construída
e a geometria de Euclides era ensinada. A demanda por inovações
tecnológicas para fins bélicos era tão insaciável quanto atualmente.
Carvão, óleo, ferro e cobre estiveram a serviço dos seres humanos
por milênios, e as viagens e comunicações marcaram os primórdios
da civilização conhecida.
A ideia revolucionária que define a fronteira entre os tempos
modernos e o passado é o domínio do risco: a noção de que o
futuro é mais do que um capricho dos deuses e de que homens e
mulheres não são passivos ante a natureza. Até os seres humanos
descobrirem como transpor essa fronteira, o futuro era um espelho
do passado ou o domínio obscuro de oráculos e adivinhos que detinham
o monopólio sobre o conhecimento dos eventos previstos.
(Peter L. Bernstein, Desafio aos Deuses)
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consideramos os tempos modernos? A resposta transcende em
muito o progresso da ciência, da tecnologia, do capitalismo e da
democracia.
O passado remoto foi repleto de cientistas brilhantes, de matemáticos,
de inventores, de tecnólogos e de filósofos políticos.
Centenas de anos antes do nascimento de Cristo, os céus haviam
sido mapeados, a grande biblioteca de Alexandria fora construída
e a geometria de Euclides era ensinada. A demanda por inovações
tecnológicas para fins bélicos era tão insaciável quanto atualmente.
Carvão, óleo, ferro e cobre estiveram a serviço dos seres humanos
por milênios, e as viagens e comunicações marcaram os primórdios
da civilização conhecida.
A ideia revolucionária que define a fronteira entre os tempos
modernos e o passado é o domínio do risco: a noção de que o
futuro é mais do que um capricho dos deuses e de que homens e
mulheres não são passivos ante a natureza. Até os seres humanos
descobrirem como transpor essa fronteira, o futuro era um espelho
do passado ou o domínio obscuro de oráculos e adivinhos que detinham
o monopólio sobre o conhecimento dos eventos previstos.
(Peter L. Bernstein, Desafio aos Deuses)
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que não deveria causar maior surpresa nem revolta. Franceses
deliciam-se com cavalos e rãs, chineses devoram tudo o que se
mexe - aí inclusos escorpiões e gafanhotos - e boa parte das
coisas que não se mexem também. Os papuas da Nova Guiné,
até algumas décadas atrás, fartavam-se no consumo ritual dos
miolos de familiares mortos. Só pararam porque o hábito estava
lhes passando o kuru, uma doença neurológica grave.
Nosso consolidadíssimo costume de comer vacas configura,
aos olhos dos hinduístas, nada menos do que deicídio.
A não ser que estejamos prontos a definir e impor um universal
alimentar, é preciso tolerar as práticas culinárias alheias, por mais
exóticas ou repugnantes que nos pareçam.
(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 14.11.2009)
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que não deveria causar maior surpresa nem revolta. Franceses
deliciam-se com cavalos e rãs, chineses devoram tudo o que se
mexe - aí inclusos escorpiões e gafanhotos - e boa parte das
coisas que não se mexem também. Os papuas da Nova Guiné,
até algumas décadas atrás, fartavam-se no consumo ritual dos
miolos de familiares mortos. Só pararam porque o hábito estava
lhes passando o kuru, uma doença neurológica grave.
Nosso consolidadíssimo costume de comer vacas configura,
aos olhos dos hinduístas, nada menos do que deicídio.
A não ser que estejamos prontos a definir e impor um universal
alimentar, é preciso tolerar as práticas culinárias alheias, por mais
exóticas ou repugnantes que nos pareçam.
(Hélio Schwartsman, Folha de S.Paulo, 14.11.2009)
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Sabendo-se que em 1 hectare de floresta de eucalipto foram obtidas 500 toras iguais com 6,0 m de comprimento, diâmetro da base de 50,0 cm e diâmetro do topo de 40,0 cm e considerando-se que o índice de aproveitamento de madeira serrada é de 50%, qual é, aproximadamente, o volume final de madeira obtido? (considere !$ \pi !$ = 3,1416).
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É instrumento da Política Nacional de Recursos Hídricos, de acordo com Lei Federal n.º 9.433, de 8 de janeiro de 1997:
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Qual dos tipos vegetacionais relacionados a seguir foi subdividido em cinco formações ordenadas segundo hierarquia topográfica, que refletem fisionomias diferentes, de acordo com as variações ecotípicas resultantes de ambientes distintos, que variam de 1 ºC para cada 100 m de altitude?
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Na elaboração do EIA/RIMA, utiliza-se, frequentemente, uma matriz bidimensional que relaciona as ações do empreendimento às magnitudes dos possíveis impactos ambientais previstos. Como é conhecida essa matriz?
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Qual medida de recuperação pode ser adotada para uma área degradada em que sua resiliência foi mantida, dadas as características do dano ambiental?
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