Foram encontradas 259 questões.
Determinada empresa tem 11 funcionários e resolveu sortear entre eles uma viagem no final do ano. A regra para o sorteio consiste em distribuir entre eles, aleatoriamente, uma ficha numerada, com os números inteiros de 2 a 12. Posteriormente serão lançados dois dados perfeitos, ao mesmo tempo, e será verificada a soma dos números das faces voltadas para cima. O ganhador será o funcionário que tiver a ficha com o número coincidente com essa soma. Marcos está com a ficha de número 2, Renata com a de número 4, Beatriz com a de número 8, Fernando com a de número 10 e João com a de número 12.
Considerando essa situação hipotética, assinale a alternativa que indica a (o) funcionária(o) com maior probabilidade de ganhar o prêmio.
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Ao comprar uma calça e um par de tênis, que juntos custavam R$ 620,00, Miguel conseguiu o desconto de 25% no preço do par de tênis e de 20% no preço da calça. Ele percebeu que, após os descontos, os valores pagos pelos dois produtos ficaram iguais.
Considerando essa situação hipotética, assinale a alternativa correta.
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Texto 1
Escravos sem correntes: trabalhadores resgatados relatam ameaças, moradias insalubres e água dividida com animais
G1 analisou 33.475 páginas de 315 relatórios de fiscalização dos anos de 2016 e 2017. Depoimentos mostram condições degradantes às quais estão sujeitos trabalhadores libertados pelos auditores fiscais no País.
Dívidas impagáveis, ameaças veladas, água dividida com animais, jornadas extenuantes sem descanso, moradias insalubres, falta de equipamentos de proteção e de kits de primeiros socorros. Os relatos de trabalhadores resgatados no País reúnem vários elementos que mostram como se configura o trabalho análogo ao de escravos nos dias de hoje.
Um levantamento exclusivo feito pelo G1 analisou 315 relatórios de fiscalização obtidos via Lei de Acesso à Informação. Foram analisadas 33.475 páginas que contêm a descrição do local e da situação verificada in loco pelos grupos de fiscalização, bem como as infrações aplicadas, fotos, depoimentos dos trabalhadores e documentos diversos, como recibos e guias trabalhistas.
Das 315 fiscalizações analisadas (de janeiro de 2016 a agosto de 2017), 117 acabaram com ao menos um trabalhador resgatado.
Fazenda em Itupiranga (PA) – trabalhador de 36 anos de idade – resgatado em novembro de 2016
“Eu fiquei sabendo que precisavam de trabalhadores na fazenda e fui para lá com meu irmão. Fomos de carona. Chegamos à fazenda e procuramos o gerente. Fomos contratados para fazer todo tipo de serviço, como roçar pasto, arrumar cerca, aplicar veneno. O gerente disse que pagaria R$ 800 por mês livre, mas desconta do salário as coisas que eu peço para trazer, como sabão, pasta de dente, fumo, isqueiro, botina. Nunca vi a nota fiscal desses produtos. Acho caro o valor dos produtos que são descontados. É o gerente quem paga o salário. Eu recebo todo dia 2 do mês, em dinheiro. Assino um recibo de salário, mas não fico com nenhuma via.”
Disponível em: <https://g1.globo.com/economia/noticia/escravos-semcorrentes-trabalhadores-resgatados-relatam-ameacas-moradias-insalubrese-agua-dividida-com-animais.ghtml>. Acesso em: 9 jan. 2018 (fragmento), com adaptações.
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Texto 2
O sniper
O sniper é um atirador de elite, de incrível habilidade,
capaz de acertar alvos fixos ou móveis a grandes distâncias.
Para desenvolver sua técnica, esse tipo de soldado costuma
treinar horas a fio com fuzis de alta precisão, além de
estudar fundamentos de balística. O sniper também se
especializa em camuflagem, ocultação, observação,
infiltração em terreno inimigo e disparo em várias
condições – em pleno sol, à noite, com ventos fracos ou
fortes, chuva e neve. Suas principais defesas são a
camuflagem e a ocultação, pois deve atirar sem que seja
notado. A técnica de camuflagem compreende a criação de
vestimentas improvisadas pelo próprio sniper, chamadas de
ghillie suit (“roupas de garoto”, no dialeto escocês).
Colocadas sobre o uniforme, imitam, em seus padrões, as
folhagens, as tonalidades da areia e rochas do deserto ou
mesmo o branco imaculado da neve.
GILMORE, A. C. As duas mortes de Osama Bin Laden. São Paulo: Edições Pavana, 20
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Embora muitas vezes seja lido como ficção, o novo jornalismo não é ficção. Ele é, ou deveria ser, tão fidedigno quanto a mais fidedigna reportagem, embora busque uma verdade mais ampla que a obtida pela mera compilação de fatos passíveis de verificação, pelo uso de aspas e observância dos rígidos princípios organizacionais à moda antiga.
Talese, GAY. Fama & Anonimato. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
Quanto ao “novo jornalismo”, citado no trecho apresentado, é correto afirmar que se trata de um gênero de texto
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Enquanto o setor empresarial, em sua grande maioria, apoiava as reformas liberais do Estado, o significado dominante atribuído à responsabilidade social e empresarial e às práticas de ação social empresarial foi incorporado como uma forma de compensar os efeitos negativos dessas reformas (...). Um dos problemas dessas ações é que elas retiram da arena política e pública os conflitos distributivos e as demandas coletivas por cidadania e igualdade. Distanciada de uma cidadania fundada na garantia de direitos, a noção de cidadania sugerida pela significação atribuída à responsabilidade social, uma vez reduzida a prática da ação social empresarial, está sujeita a decisões particulares e à intervenção pulverizada, ao arbítrio das preferências privadas de financiamento (...).
ASHLEY, Patrícia Almeida. Revisitando a responsabilidade social em grandes empresas de Londrina e região: a percepção e a prática do período 2000-2003. In: Ética e responsabilidade social nos negócios. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2005, p. 138–155 (fragmento), com adaptações.
Considerando o fragmento do texto apresentado, assinale a alternativa correta.
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- AAA: Autenticação, Autorização e AuditoriaIAM: Gerenciamento de Identidade e Acesso
- Controle de AcessoControle de Acesso Lógico
- GestãoPolíticas de Segurança de InformaçãoBoas Práticas em Segurança da Informação
- GestãoSGSIISO 17799
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Texto 2
O sniper
O sniper é um atirador de elite, de incrível habilidade,
capaz de acertar alvos fixos ou móveis a grandes distâncias.
Para desenvolver sua técnica, esse tipo de soldado costuma
treinar horas a fio com fuzis de alta precisão, além de
estudar fundamentos de balística. O sniper também se
especializa em camuflagem, ocultação, observação,
infiltração em terreno inimigo e disparo em várias
condições – em pleno sol, à noite, com ventos fracos ou
fortes, chuva e neve. Suas principais defesas são a
camuflagem e a ocultação, pois deve atirar sem que seja
notado. A técnica de camuflagem compreende a criação de
vestimentas improvisadas pelo próprio sniper, chamadas de
ghillie suit (“roupas de garoto”, no dialeto escocês).
Colocadas sobre o uniforme, imitam, em seus padrões, as
folhagens, as tonalidades da areia e rochas do deserto ou
mesmo o branco imaculado da neve.
GILMORE, A. C. As duas mortes de Osama Bin Laden. São Paulo: Edições Pavana, 20
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Texto 3
Novos surtos em São Paulo e no Rio revertem uma década de queda nos casos de hepatite A
Há uma década, novos casos de hepatite A vêm
diminuindo no Brasil, mas dois surtos recentes nas duas
maiores cidades do País reverteram a tendência de queda na
incidência da infecção, que pode matar.
Em 2017, somente a cidade de São Paulo contabilizou
694 casos – um terço do registrado em todo o País em 2015.
Já o Rio de Janeiro relatou um aumento súbito de hepatite
A no final do ano, a maioria no Vidigal. Foram 119 pessoas
infectadas na capital fluminense – no ano anterior, houve
apenas 10 registros. O aumento nos casos da doença, que
ataca o fígado, vinha sendo observado desde 2016 em
diferentes países.
“Ainda em 2016, diversos países começaram a
registrar casos de hepatite A. Começou na Inglaterra,
depois foi para Holanda, Escandinávia, França e foi se
espalhando”, afirma Estevão Portela Nunes, vice-diretor de
serviços clínicos do Instituto Nacional de Infectologia
Evandro Chagas (INI), da Fiocruz.
Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/geral-42629636. Acesso em: 9 jan. 2017, com adaptações
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Texto 1

A cena apresentada pertence ao filme Jeca Tatu, estrelado pelo ator e diretor brasileiro Mazzaropi. O personagem foi criado por Monteiro Lobato em sua obra Urupês, que contém 14 histórias baseadas no trabalhador rural paulista e simboliza a situação do caipira brasileiro, abandonado pelos poderes públicos às doenças, ao atraso econômico, educacional e à indigência política.
Texto 2
Prolongamento das campanhas sanitárias, as expedições científicas do Instituto Oswaldo Cruz, no início do século 20, permitiram um maior conhecimento das moléstias que assolavam o País e possibilitaram a ocupação e a integração do interior brasileiro ao litoral, mais desenvolvido. O Brasil é um país doente, diziam os pesquisadores de Manguinhos. E provavam. O retrato sem retoques da miséria, da desnutrição e das moléstias de nosso povo, apresentado por eles em seus relatórios, vinha jogar por terra o idealismo romântico de nossos intelectuais, influenciando o movimento realista que surgia.
Essa influência se fez sentir em maior grau em Monteiro Lobato. Seu contato com as pesquisas de Manguinhos levaram o criador de Emília, integrante da célebre turma do Sítio do Picapau Amarelo, a alterar completamente a concepção de um de seus famosos personagens, o Jeca Tatu, e engajar-se em uma campanha pelo saneamento do País: “O Jeca não é assim: está assim, e podemos mudar sua realidade.”
Esse nome se generalizou no País todo como sinônimo de caipira, homem do interior muitas vezes acusado de preguiça, ignorância e acomodação. No prefácio à quarta edição de Urupês, em 1918, Lobato declarou: “Eu ignorava que eras assim, meu caro Jeca, por motivo de doenças tremendas. Está provado que tens no sangue e nas tripas todo um jardim zoológico da pior espécie. É essa bicharia cruel que te faz papudo, feio, molenga, inerte.”
Indignado com a situação da saúde no País, lançou-se em uma vigorosa campanha jornalística em favor do saneamento. Denunciou, sem medir as palavras, a realidade nacional, em que, à época, 17 milhões de pessoas sofriam com ancilostomose, três milhões com Chagas, dez milhões com malária e outros tantos com bócio, o popular “papo”.
Investiu contra os falsos patriotas que o criticaram por expor nossa miséria. Associou a questão sanitária à economia do País. Criticou os bacharéis e políticos, atribuindo-lhes a situação caótica do Brasil. Censurou o descaso de nossas elites, e é impressionante a atualidade de algumas de suas críticas. Denunciou fraudes nos produtos consumidos pela população e ironizou os poucos recursos concedidos à saúde pública. A campanha acabou forçando o governo a dar atenção ao problema, e o código sanitário foi remodelado, transformado em lei.
Mas Lobato achava necessário mobilizar não apenas as elites que seus artigos jornalísticos alcançavam. Igualmente importante seria alertar e educar o povo, principal vítima da falta de saneamento. Escreveu então Jeca Tatu - a ressurreição, mais conhecido como Jeca Tatuzinho, que serviu de inspiração para uma história em quadrinhos divulgada em todo o País por meio do Almanaque Biotônico Fontoura. Nessa narrativa, Jeca, considerado preguiçoso, bêbado e idiota por todos, descobria que sofria de amarelão, nome popular da ancilostomose. Tratava-se e transformava-se em um fazendeiro rico.
Disponível em: http://www.invivo.fiocruz.br/cgi/cgilua.exe/sys/ start.htm?infoid=1035&sid=7. Acesso em: 8 jan. 2018, com adaptações.
Leia o texto para responder à questão.
O trecho sublinhado no texto 2 (linhas 13 e 14) está isolado pela pontuação e exerce a função sintática deProvas
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