Magna Concursos

Foram encontradas 80 questões.

1342511 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

É a conduta mais indicada nos casos de lesões cervicais a nível de cartilagem cricoide, acompanhada de hematoma em expansão e odinofagia

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1342502 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

A função plaquetária é melhor avaliada pelo

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1342405 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre a antibioticoterapia profilática no pós-operatório é incorreto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1342397 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

O procedimento de cricotireoidostomia não está indicado nos casos de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1342231 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Indique a opção que completa corretamente a assertiva a seguir.

“A patologia congênita mais frequente no pescoço é o ...”

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1341961 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

O intervalo entre a primeira e a segunda etapa reconstrutiva, nos casos de anomalias congênitas de orelha, deve ser de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1341753 Ano: 2011
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

É o sintoma mais frequente nos casos de hiperparatireoidismo primário.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1317034 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Texto IV para a questão

Tsunami

No Japão, os quebra- mares construídos para conter as ondas gigantes não deram nem para o começo. E a maior parte das casas não estava pronta para resistir à força das águas. “Faltam investimentos”, diz o professor Synolakis. ele, pouco foi feito o desastre na Indonésia, em 2004, deixou 230 mil vítimas. Os principais problemas são a falta de mapeamento de quais áreas podem ser atingidas e o número limitado de tsunamógrafos – seu nome sugere, são os aparelhos que medem a frequência e o tamanho das ondas.

Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.

Para aliviar as tragédias, o aviso precisa ser rápido e eficaz. Na Indonésia, em 2004, muitos dos 230 mil mortos não chegaram a ver o alerta emitido pela televisão local. A razão: eles viviam em vilas sem energia elétrica. Mas em muitos casos não há sequer tempo para divulgar a informação: um tsunami formado perto da costa pode chegar a ela em menos de 10 minutos. No caso recente do Japão, o problema de comunicação foi agravado porque o terremoto havia sido tão forte que cortou até a internet.

Outra medida necessária é investir em uma arquitetura antitsunami. Um bom exemplo é o dos templos islâmicos na Indonésia, que passaram ilesos pela avalanche de ondas. Suas grandes colunas circulares, que sustentavam os andares superiores, permitiram que a água fluísse livremente. Moral da história: se não pode vencê-lo, adapte-se a ele.

(Superinteressante – 04/2011) 24)

Há lacunas no texto em que foram retirados conectivos responsáveis pela coesão. Tal coesão pode ser estabelecida de forma correta, respectivamente, por

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1312437 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Texto III para a questão

Tsunami. Terremoto. Crise nuclear. Veio tudo de uma vez para os japoneses. Um tremor de 9.0 na escala Richter sacudiu o Japão em 11 de março, e o país já contava quase 9 mil mortos até o fechamento desta edição. Outras 13 mil pessoas ainda estavam desaparecidas.

A catástrofe chamou a atenção de todo o mundo não só pelas vidas perdidas e pelos dramáticos esforços de resgate. O Japão é um dos países mais bem preparados para enfrentar desastres naturais, e ainda assim foi devastado pela força da natureza. Um sinal de que nenhum país está a salvo.

Em 2010, desastres naturais mataram pelo menos 234 mil pessoas e afetaram quase outras 200 milhões no mundo. Nenhum especialista é capaz de dizer se esse número vai diminuir ou aumentar daqui para a frente, mas já se sabe que a intensidade das catástrofes vai crescer. O aquecimento global fará a temperatura subir - ela será até 3,5º C mais alta até 2035, segundo a Agência Internacional de Energia. Isso significa mais secas, enchentes, erupções, furacões destruidores e até terremotos. E, sim, pode existir uma ligação entre esses fenômenos e a ação humana.

(Superinteressante – 04/2011 fragmento)

Associe as duas colunas relacionando o vocábulo à regra que justifica o uso do acento gráfico correspondente.

( 1 ) país

( 2 ) já

( 3 ) catástrofe

( 4 ) fará

( ) Acentuam-se todas as palavras proparoxítonas.

( ) Acentuam-se as oxítonas terminadas em: a, as, e, es, o, os, em, ens.

( ) São acentuados os monossílabos tônicos terminados em: a, as, e, es, o, os.

( ) Quando a segunda vogal do hiato for i ou u tônicos, acompanhados ou não de s, haverá acento.

A sequência correta desta classificação, de cima para baixo, é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
573603 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
Provas:

Texto IV para a questão

Tsunami

No Japão, os quebra- mares construídos para conter as ondas gigantes não deram nem para o começo. E a maior parte das casas não estava pronta para resistir à força das águas. “Faltam investimentos”, diz o professor Synolakis. ele, pouco foi feito o desastre na Indonésia, em 2004, deixou 230 mil vítimas. Os principais problemas são a falta de mapeamento de quais áreas podem ser atingidas e o número limitado de tsunamógrafos – seu nome sugere, são os aparelhos que medem a frequência e o tamanho das ondas.

Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.

Para aliviar as tragédias, o aviso precisa ser rápido e eficaz. Na Indonésia, em 2004, muitos dos 230 mil mortos não chegaram a ver o alerta emitido pela televisão local. A razão: eles viviam em vilas sem energia elétrica. Mas em muitos casos não há sequer tempo para divulgar a informação: um tsunami formado perto da costa pode chegar a ela em menos de 10 minutos. No caso recente do Japão, o problema de comunicação foi agravado porque o terremoto havia sido tão forte que cortou até a internet.

Outra medida necessária é investir em uma arquitetura antitsunami. Um bom exemplo é o dos templos islâmicos na Indonésia, que passaram ilesos pela avalanche de ondas. Suas grandes colunas circulares, que sustentavam os andares superiores, permitiram que a água fluísse livremente. Moral da história: se não pode vencê-lo, adapte-se a ele.

(Superinteressante – 04/2011) 24)

O 2º § inicia-se com uma expressão intertextual fazendo uma referência ao texto poético de Carlos Drummond de Andrade “No meio do caminho havia uma pedra / havia uma pedra no meio do caminho”. No texto em questão é correto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas