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Dado os mapas de Karnaugh 1, 2 e 3 nos quais as variáveis de entrada são A, B, C e D. Relacionando os mapas de Karnaugh com suas correspondes expressões Booleanas, onde Y é a variável de saída.

Expressão Booleana I: !$ Y = \overline{A}B + BC !$
Expressão Booleana II: !$ Y = A \overline{C} !$
Expressão Booleana III:!$ Y = AB + B \overline{C} !$
Marque a alternativa que corretamente relaciona os mapas às suas respectivas expressões Booleanas.
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A giardíase apresenta um aspecto clínico diverso, que varia desde indivíduos assintomáticos até pacientes sintomáticos que podem apresentar um quadro de diarreia aguda e autolimitante, ou um quadro de diarreia persistente. Qual é o método de escolha para o diagnóstico de cistos de giardíase em pacientes com fezes não diarréicas?
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Os códigos de espalhamento são muito usados em transmissões digitais, principalmente em WLANs, uma vez que, pelo fato de espalharem o sinal na frequência, proporcionam uma série de vantagens que melhoram consideravelmente a performance de transmissão. Diante do exposto, analise
I. Imunidade com relação a ruídos e interferências.
II. Imunidade a distorções devido a multipercursos.
III. Imunidade a interferências e desvanecimentos de banda larga.
IV. Diversos usuários podem compartilhar a mesma banda de frequência, com alta interferência.
V. Utilizados para criptografação dos sinais.
Estão corretos somente os itens
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Qual o melhor método para o diagnóstico laboratorial da parasitismo por Enterobius vermicularis?
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Preencha as lacunas no parágrafo abaixo, em seguida marque a alternativa correta.
Brainstorming é a mais das técnicas de geração de e foi originalmente desenvolvida por Osborn, em 1938. Em inglês quer dizer “tempestade ”. Soluções criativas e inovadoras para os problemas, rompendo com paradigmas estabelecidos, são alcançados com a utilização do Brainstorming.
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Texto I para a questão
O novo inimigo do clima
Pela primeira vez, buraco na camada de ozônio é ligado a mudanças climáticas.
Para ambientalistas e pesquisadores preocupados com as mudanças climáticas, o Judas dos últimos sábados de Aleluia foram os gases-estufa. Controlar sua emissão é a única forma de impedir que o clima atinja patamares incontroláveis. Mas a edição de hoje da revista “Science” traz um novo obstáculo à tona. A circulação atmosférica e o índice de chuvas também são influenciados pelo buraco da camada de ozônio – um problema já dado como resolvido, com a proibição, respeitada internacionalmente, da produção industrial de compostos químicos que aumentariam a abertura da camada protetora do planeta.
Segundo um estudo da Universidade de Columbia, de Nova York, os efeitos provocados pelo buraco da camada de ozônio sobre a Antártica podem aumentar em até 10%, a pluviosidade em diversos pontos do Hemisfério Sul – incluindo o Centro-Sul do Brasil, no trecho que se estende até Brasília. Os pesquisadores, porém, ainda consideram leviano usar este fenômeno para explicar recentes desastres climáticos, como a tempestade na Região Serrana, em janeiro.
Ainda de acordo com os autores da pesquisa, o buraco na camada de ozônio provocou uma mudança na direção dos ventos que passavam pela Antártica. Uma área marcada pela menor umidade, que existia mais ao norte do continente gelado foi deslocada para o sul. Com isso, uma região sobre este cinturão seco e próximo ao Equador ficou exposta a chuvas.
Esta é a primeira vez que um levantamento relaciona o buraco na camada de ozônio às mudanças climáticas.
– O buraco sequer é mencionado no sumário para formuladores de políticas públicas escrito pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, da ONU) – destaca Lourenzo Polvani, coautor da pesquisa da Universidade de Columbia. – Mostramos, no entanto, que a camada de ozônio tem muito impacto no sistema do clima. É um jogador que deve ser observado.
Autora principal do levantamento, Sarah Kang também se admira com a relação em cadeia provocada pelo buraco.
– É realmente impressionante que o buraco na camada de ozônio, localizado tão alto na atmosfera sobre a Antártica (a até 30 quilômetros de distância) possa ter um impacto sobre os trópicos, aumentando o nível de chuvas por lá. É um efeito dominó – compara a pesquisadora.
Polvani e Sarah atribuíram ao buraco as mudanças na circulação atmosférica observadas no Hemisfério Sul durante a segunda metade do século passado. Com isso, os acordos internacionais para mitigar as mudanças climáticas não farão sentido se ficarem restritos ao controle das emissões de carbono. O ozônio, a partir de agora terá de ser considerado.
No Ártico, ozônio teve redução recorde.
Localizada na estratosfera, logo acima da troposfera (cujo início é na superfície terrestre), a camada de ozônio absorve boa parte dos raios ultravioleta emitidos pelo sol. Durante a última metade do século XX, o uso em larga escala de compostos químicos pelo homem, especialmente aerossóis contendo clorofluorcarbono (CFC), provocaram danos significativos na camada a tal ponto que um buraco sobre a Antártica foi descoberto em meados da década de 80.
Com o protocolo de Montreal, assinado em 1989 e que agora conta com a assinatura de 196 países, a produção global de CFC foi cancelada. A iniciativa já colhe frutos: na década passada a destruição da camada foi quase totalmente interrompida. Espera-se que a sua recuperação prossiga até meados do século, quando o buraco deve enfim ser fechado.
A comunidade internacional, portanto já via o buraco como um problema resolvido. Mas, de acordo com o estudo de Polvani e Sarah, mesmo quando coberto, ele provocará um impacto considerável no clima.
A dupla tirou suas conclusões baseada na construção de dois modelos: um em que projetaram a evolução da abertura na camada de ozônio; outro onde analisaram eventos climáticos das últimas décadas no Hemisfério Sul. A associação entre os resultados permitiu-os responsabilizar o ozônio por algumas das mudanças do clima observadas naquela região – com uma contribuição menor dos gases-estufa.
A camada de ozônio não inspira preocupação apenas na Antártica. No início do mês, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgou que aquele escudo natural sofreu uma redução recorde de 46% sobre o Ártico entre o fim de 2010 e março deste ano.
A OMM atribuiu o fenômeno à persistência de CFC na atmosfera e ao inverno muito frio na estratosfera. Junto ao motivo veio um alerta aos países nórdicos:
“Como a elevação do sol vai aumentar nas próximas semanas, as regiões afetadas pelo buraco na camada de ozônio terão que vigiar as radiações ultravioletas que serão superiores ao normal”, advertiu a organização em comunicado.
A redução é ainda mais preocupante porque, no Ártico, ela não é um fenômeno frequente como no Sul – na Antártica, o mesmo episódio ocorre todos os anos, sempre no inverno e na primavera, também devido às temperaturas baixas da estratosfera.
(Jornal “O Globo” / Ciência – sexta-feira, 22 de abril de 2011)
De acordo com o conteúdo do texto, classifique as afirmativas em Verdadeiras (V) ou Falsas (F). Depois, assinale a alternativa que completa correta e respectivamente, de cima para baixo, os parênteses.
( ) O buraco na camada de ozônio foi, efetivamente, o responsável pelas alterações climáticas tanto no Hemisfério Norte quanto no Hemisfério Sul, na década passada.
( ) A atribuição dos efeitos provocados pelo buraco na camada de ozônio aos recentes desastres climáticos mundiais parece ser uma imprudência.
( ) A camada de ozônio não é preocupação apenas de uma região do Planeta Terra.
( ) É absurdo achar que o buraco na camada de ozônio, localizado até 30 km, na atmosfera, possa aumentar o nível de chuvas sobre os trópicos.
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Que achado laboratorial é encontrado num quadro de anemia hemolítica?
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Observe as assertivas abaixo e preencha as lacunas
“A execução de vôos no território nacional é de competência de organizações do Governo e de Empresas Privadas que estão habilitadas a executar este tipo de serviços.
A habilitação para execução de vôos é conferida por meio de inscrição específica no Ministério , desde que a empresa comprove condições técnicas para sua execução. Cada Cobertura Aerofotogramétrica realizada depende de prévia concessão de licença junto ao Ministério , onde devem ser informados a localização e limite da área a ser levantada.” Indique a opção com a sequência correta.
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A questão refere-se ao texto a seguir:
Um Engenheiro Agrimensor mediu uma área, com uma Estação Total, partindo de um marco RN do IBGE. No processamento dos dados, como o marco de partida só tinha referência de nível, procedeu-se os cálculos, partindo de coordenadas cartesianas arbitrárias. Após o processamento dos dados coletados, obtiveram-se as coordenadas dos vértices da área que são: X1, Y1 (100 m, 400 m); X2, Y2 (600 m, 800 m); X3, Y3 (900 m, 300 m); e, X4, Y4 (500 m, 100 m).
Qual é o nome do método analítico para o cálculo de área na topografia mais utilizado em programas de computador?
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Qual dessas sulfonamidas possui baixa absorção quando administrado por via oral e, portanto, ativos no lúmen intestinal?
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