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382049 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Texto I para a questão

O novo inimigo do clima

Pela primeira vez, buraco na camada de ozônio é ligado a mudanças climáticas.

Para ambientalistas e pesquisadores preocupados com as mudanças climáticas, o Judas dos últimos sábados de Aleluia foram os gases-estufa. Controlar sua emissão é a única forma de impedir que o clima atinja patamares incontroláveis. Mas a edição de hoje da revista “Science” traz um novo obstáculo à tona. A circulação atmosférica e o índice de chuvas também são influenciados pelo buraco da camada de ozônio – um problema já dado como resolvido, com a proibição, respeitada internacionalmente, da produção industrial de compostos químicos que aumentariam a abertura da camada protetora do planeta.

Segundo um estudo da Universidade de Columbia, de Nova York, os efeitos provocados pelo buraco da camada de ozônio sobre a Antártica podem aumentar em até 10%, a pluviosidade em diversos pontos do Hemisfério Sul – incluindo o Centro-Sul do Brasil, no trecho que se estende até Brasília. Os pesquisadores, porém, ainda consideram leviano usar este fenômeno para explicar recentes desastres climáticos, como a tempestade na Região Serrana, em janeiro.

Ainda de acordo com os autores da pesquisa, o buraco na camada de ozônio provocou uma mudança na direção dos ventos que passavam pela Antártica. Uma área marcada pela menor umidade, que existia mais ao norte do continente gelado foi deslocada para o sul. Com isso, uma região sobre este cinturão seco e próximo ao Equador ficou exposta a chuvas.

Esta é a primeira vez que um levantamento relaciona o buraco na camada de ozônio às mudanças climáticas.

– O buraco sequer é mencionado no sumário para formuladores de políticas públicas escrito pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, da ONU) – destaca Lourenzo Polvani, coautor da pesquisa da Universidade de Columbia. – Mostramos, no entanto, que a camada de ozônio tem muito impacto no sistema do clima. É um jogador que deve ser observado.

Autora principal do levantamento, Sarah Kang também se admira com a relação em cadeia provocada pelo buraco.

– É realmente impressionante que o buraco na camada de ozônio, localizado tão alto na atmosfera sobre a Antártica (a até 30 quilômetros de distância) possa ter um impacto sobre os trópicos, aumentando o nível de chuvas por lá. É um efeito dominó – compara a pesquisadora.

Polvani e Sarah atribuíram ao buraco as mudanças na circulação atmosférica observadas no Hemisfério Sul durante a segunda metade do século passado. Com isso, os acordos internacionais para mitigar as mudanças climáticas não farão sentido se ficarem restritos ao controle das emissões de carbono. O ozônio, a partir de agora terá de ser considerado.

No Ártico, ozônio teve redução recorde.

Localizada na estratosfera, logo acima da troposfera (cujo início é na superfície terrestre), a camada de ozônio absorve boa parte dos raios ultravioleta emitidos pelo sol. Durante a última metade do século XX, o uso em larga escala de compostos químicos pelo homem, especialmente aerossóis contendo clorofluorcarbono (CFC), provocaram danos significativos na camada a tal ponto que um buraco sobre a Antártica foi descoberto em meados da década de 80.

Com o protocolo de Montreal, assinado em 1989 e que agora conta com a assinatura de 196 países, a produção global de CFC foi cancelada. A iniciativa já colhe frutos: na década passada a destruição da camada foi quase totalmente interrompida. Espera-se que a sua recuperação prossiga até meados do século, quando o buraco deve enfim ser fechado.

A comunidade internacional, portanto já via o buraco como um problema resolvido. Mas, de acordo com o estudo de Polvani e Sarah, mesmo quando coberto, ele provocará um impacto considerável no clima.

A dupla tirou suas conclusões baseada na construção de dois modelos: um em que projetaram a evolução da abertura na camada de ozônio; outro onde analisaram eventos climáticos das últimas décadas no Hemisfério Sul. A associação entre os resultados permitiu-os responsabilizar o ozônio por algumas das mudanças do clima observadas naquela região – com uma contribuição menor dos gases-estufa.

A camada de ozônio não inspira preocupação apenas na Antártica. No início do mês, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgou que aquele escudo natural sofreu uma redução recorde de 46% sobre o Ártico entre o fim de 2010 e março deste ano.

A OMM atribuiu o fenômeno à persistência de CFC na atmosfera e ao inverno muito frio na estratosfera. Junto ao motivo veio um alerta aos países nórdicos:

“Como a elevação do sol vai aumentar nas próximas semanas, as regiões afetadas pelo buraco na camada de ozônio terão que vigiar as radiações ultravioletas que serão superiores ao normal”, advertiu a organização em comunicado.

A redução é ainda mais preocupante porque, no Ártico, ela não é um fenômeno frequente como no Sul – na Antártica, o mesmo episódio ocorre todos os anos, sempre no inverno e na primavera, também devido às temperaturas baixas da estratosfera.

(Jornal “O Globo” / Ciência – sexta-feira, 22 de abril de 2011)

O tom predominante na reportagem pode ser identificado como

 

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382046 Ano: 2011
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Considere o mapa de memória abaixo, que utiliza o método First Fit, no qual foi inserido o processo P6 de 1MB. A afirmação: “Se inserirmos em seguida o processo P7 de 2MB, ele seria inserido na Área Livre 1” é falsa. Para que seja verdadeira é necessário que a frase seja reescrita da seguinte forma: “se inserirmos em seguida o processo p7 de 2MB, ele seria inserido na ...”

P1
P2

Área livre 1 = 2MB

P3
Área livre 2 = 1MB
P4

Área livre 3 = 4MB

P5

Área livre 4 = 5MB

 

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381778 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Texto IV para a questão

Tsunami

No Japão, os quebra- mares construídos para conter as ondas gigantes não deram nem para o começo. E a maior parte das casas não estava pronta para resistir à força das águas. “Faltam investimentos”, diz o professor Synolakis. ele, pouco foi feito o desastre na Indonésia, em 2004, deixou 230 mil vítimas. Os principais problemas são a falta de mapeamento de quais áreas podem ser atingidas e o número limitado de tsunamógrafos – seu nome sugere, são os aparelhos que medem a frequência e o tamanho das ondas.

Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.

Para aliviar as tragédias, o aviso precisa ser rápido e eficaz. Na Indonésia, em 2004, muitos dos 230 mil mortos não chegaram a ver o alerta emitido pela televisão local. A razão: eles viviam em vilas sem energia elétrica. Mas em muitos casos não há sequer tempo para divulgar a informação: um tsunami formado perto da costa pode chegar a ela em menos de 10 minutos. No caso recente do Japão, o problema de comunicação foi agravado porque o terremoto havia sido tão forte que cortou até a internet.

Outra medida necessária é investir em uma arquitetura antitsunami. Um bom exemplo é o dos templos islâmicos na Indonésia, que passaram ilesos pela avalanche de ondas. Suas grandes colunas circulares, que sustentavam os andares superiores, permitiram que a água fluísse livremente. Moral da história: se não pode vencê-lo, adapte-se a ele.

(Superinteressante – 04/2011) 24)

No período introduzido pela conjunção “e” indica, no texto

 

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381769 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

No que tange a linhas de transmissão, encontre a combinação e assinale a sequência correta.

( 1 ) Efeito Corona

( 2 ) Efeito Ferrantti

( 3 ) Fenômenos de Ferro-Ressonância

( 4 ) Pára-raios

( ) Descargas parciais em torno dos condutores de uma linha de transmissão, que conduzem à ionização e à ruptura elétrica do ar ao redor do condutor. Normalmente não se observa sua ocorrência em linha com tensão de operação abaixo de 230kV.

( ) Mais presente em linhas de transmissão de longa distância.

( ) Presente em todas as linhas de transmissão.

( ) Na maioria dos casos, são ligados à interrupção de um ou mais condutores de linha, seja após um acidente ou à interrupção incompleta de um dispositivo de manobra.

 

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381433 Ano: 2011
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Que tipo de preparação farmacêutica é constituído por uma dispersão de um sólido em um líquido?

 

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381270 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Texto IV para a questão

Tsunami

No Japão, os quebra- mares construídos para conter as ondas gigantes não deram nem para o começo. E a maior parte das casas não estava pronta para resistir à força das águas. “Faltam investimentos”, diz o professor Synolakis. ele, pouco foi feito o desastre na Indonésia, em 2004, deixou 230 mil vítimas. Os principais problemas são a falta de mapeamento de quais áreas podem ser atingidas e o número limitado de tsunamógrafos – seu nome sugere, são os aparelhos que medem a frequência e o tamanho das ondas.

Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.

Para aliviar as tragédias, o aviso precisa ser rápido e eficaz. Na Indonésia, em 2004, muitos dos 230 mil mortos não chegaram a ver o alerta emitido pela televisão local. A razão: eles viviam em vilas sem energia elétrica. Mas em muitos casos não há sequer tempo para divulgar a informação: um tsunami formado perto da costa pode chegar a ela em menos de 10 minutos. No caso recente do Japão, o problema de comunicação foi agravado porque o terremoto havia sido tão forte que cortou até a internet.

Outra medida necessária é investir em uma arquitetura antitsunami. Um bom exemplo é o dos templos islâmicos na Indonésia, que passaram ilesos pela avalanche de ondas. Suas grandes colunas circulares, que sustentavam os andares superiores, permitiram que a água fluísse livremente. Moral da história: se não pode vencê-lo, adapte-se a ele.

(Superinteressante – 04/2011) 24)

“Mas a pedra maior no caminho é a falta de informação, como no desastre das ilhas Samoa, em 2009, que deixou 189 vítimas. Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles. O correto teria sido caminhar até os terrenos altos nas redondezas e esperar o aguaceiro passar.” Sobre o trecho acima considere as afirmativas a seguir e assinale a opção correta.

I. Em “... que deixou 189 vítimas.” o “que” tem a função de sujeito simples.

II. Em “Muitas tentaram fugir de carro e, com o trânsito, morreram afogadas dentro deles.” os vocábulos “muitas” e “afogadas” estão diretamente ligados ao vocábulo “vítimas”.

III. O termo “muitas” indica indeterminação do sujeito.

IV. A locução verbal “teria sido” tem mantido o mesmo tempo verbal substituindo-a por “era”.

 

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380646 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir sobre os dispositivos componentes de um sistema de drenagem pluvial. Indique a opção com a sequência correta.

( ) As sarjetas são projetadas em função de características locais, como por exemplo, declividade da rua e tipo de pavimentação.

( ) As bocas de lobo captam as águas das sarjetas, encaminhando-as aos poços de visita ou caixas de passagem.

( ) Os tubos de ligação que levam as águas às galerias ou canais tem diâmetro mínimo usualmente padronizado de 150 mm.

( ) A construção de poços de visita é necessária somente quando há modificação nas seções das canalizações.

 

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380479 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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O sistema de formas compreende as formas, o escoramento, o cimbramento e os andaimes, incluindo seus apoios, bem como as uniões entre os diversos elementos. Classifique cada afirmativa a seguir com verdadeiro (V) ou falso (F) e assinale a sequência correta: “O sistema de formas deve ser projetado e construído de modo a ter...”

( ) boa resistência à ação de fatores ambientais durante o processo de construção.

( ) resistência a cargas da estrutura auxiliar.

( ) resistência aos efeitos dinâmicos acidentais produzidos pelo lançamento e adensamento do concreto.

( ) resistência às cargas das partes da estrutura permanente a serem suportadas pela estrutura auxiliar até que o concreto atinja as características estabelecidas pelo projeto estrutural.

( ) rigidez suficiente para assegurar que as tolerâncias especificadas para a estrutura sejam satisfeitas e a integridade dos elementos estruturais não seja afetada.

 

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380471 Ano: 2011
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Qual é a característica farmacológica única das cefalosporinas de quarta geração?

 

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380006 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Texto I para a questão

O novo inimigo do clima

Pela primeira vez, buraco na camada de ozônio é ligado a mudanças climáticas.

Para ambientalistas e pesquisadores preocupados com as mudanças climáticas, o Judas dos últimos sábados de Aleluia foram os gases-estufa. Controlar sua é a única forma de impedir que o clima atinja patamares incontroláveis. Mas a edição de hoje da revista “Science” traz um novo obstáculo à tona. A circulação atmosférica e o índice de chuvas também são influenciados pelo buraco da camada de ozônio – um problema já dado como resolvido, com a proibição, respeitada internacionalmente, da produção industrial de compostos químicos que aumentariam a abertura da camada protetora do planeta.

Segundo um estudo da Universidade de Columbia, de Nova York, os efeitos provocados pelo buraco da camada de ozônio sobre a Antártica podem aumentar em até 10%, a em diversos pontos do Hemisfério Sul – incluindo o Centro-Sul do Brasil, no trecho que se estende até Brasília. Os pesquisadores, porém, ainda consideram leviano usar este fenômeno para explicar recentes climáticos, como a tempestade na Região Serrana, em janeiro.

Ainda de acordo com os autores da pesquisa, o buraco na camada de ozônio provocou uma mudança na direção dos ventos que passavam pela Antártica. Uma área marcada pela menor umidade, que existia mais ao norte do continente gelado foi deslocada para o sul. Com isso, uma região sobre este cinturão seco e próximo ao Equador ficou exposta a chuvas.

Esta é a primeira vez que um levantamento relaciona o buraco na camada de ozônio às mudanças climáticas.

– O buraco sequer é mencionado no sumário para formuladores de políticas públicas escrito pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, da ONU) – destaca Lourenzo Polvani, coautor da pesquisa da Universidade de Columbia. – Mostramos, no entanto, que a camada de ozônio tem muito impacto no sistema do clima. É um jogador que deve ser observado.

Autora principal do levantamento, Sarah Kang também se admira com a relação em cadeia provocada pelo buraco.

– É realmente impressionante que o buraco na camada de ozônio, localizado tão alto na atmosfera sobre a Antártica (a até 30 quilômetros de distância) possa ter um impacto sobre os trópicos, aumentando o nível de chuvas por lá. É um efeito dominó – compara a pesquisadora.

Polvani e Sarah atribuíram ao buraco as mudanças na circulação atmosférica observadas no Hemisfério Sul durante a segunda metade do século passado. Com isso, os acordos internacionais para mitigar as mudanças climáticas não farão sentido se ficarem restritos ao controle das emissões de carbono. O ozônio, a partir de agora terá de ser considerado.

No Ártico, ozônio teve redução recorde.

Localizada na estratosfera, logo acima da troposfera (cujo início é na superfície terrestre), a camada de ozônio absorve boa parte dos raios ultravioleta emitidos pelo sol. Durante a última metade do século XX, o uso em larga escala de compostos químicos pelo homem, especialmente aerossóis contendo clorofluorcarbono (CFC), provocaram danos significativos na camada a tal ponto que um buraco sobre a Antártica foi descoberto em meados da década de 80.

Com o protocolo de Montreal, assinado em 1989 e que agora conta com a assinatura de 196 países, a produção global de CFC foi cancelada. A iniciativa já colhe frutos: na década passada a destruição da camada foi quase totalmente interrompida. Espera-se que a sua recuperação prossiga até meados do século, quando o buraco deve enfim ser fechado.

A comunidade internacional, portanto já via o buraco como um problema resolvido. Mas, de acordo com o estudo de Polvani e Sarah, mesmo quando coberto, ele provocará um impacto considerável no clima.

A dupla tirou suas conclusões baseada na construção de dois modelos: um em que projetaram a evolução da abertura na camada de ozônio; outro onde analisaram eventos climáticos das últimas décadas no Hemisfério Sul. A associação entre os resultados permitiu-os responsabilizar o ozônio por algumas das mudanças do clima observadas naquela região – com uma contribuição menor dos gases-estufa.

A camada de ozônio não inspira preocupação apenas na Antártica. No início do mês, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgou que aquele escudo natural sofreu uma redução recorde de 46% sobre o Ártico entre o fim de 2010 e março deste ano.

A OMM atribuiu o fenômeno à persistência de CFC na atmosfera e ao inverno muito frio na estratosfera. Junto ao motivo veio um alerta aos países nórdicos:

“Como a elevação do sol vai aumentar nas próximas semanas, as regiões afetadas pelo buraco na camada de ozônio terão que vigiar as radiações ultravioletas que serão superiores ao normal”, advertiu a organização em comunicado.

A redução é ainda mais preocupante porque, no Ártico, ela não é um fenômeno frequente como no Sul – na Antártica, o mesmo episódio ocorre todos os anos, sempre no inverno e na primavera, também devido às temperaturas baixas da estratosfera.

(Jornal “O Globo” / Ciência – sexta-feira, 22 de abril de 2011)

Relacione a segunda coluna de acordo com a primeira, estabelecendo a correspondência entre os encontros consonantais e vocálicos com as palavras que os contêm e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( 1 ) Climáticas

( 2 ) Edição

( 3 ) Meados

( 4 ) Sofreu

( ) Ditongo nasal decrescente.

( ) Hiato.

( ) Ditongo oral decrescente.

( ) Encontro consonantal.

 

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