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346585 Ano: 2011
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Marque a alternativa que representa a principal função da Apolipoproteína-C-I (Apo-C-I) presente em algumas lipoproteínas.

 

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346575 Ano: 2011
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Assinale, a seguir, uma característica química dos anestésicos parenterais.

 

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345446 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Preencha as lacunas a seguir e, em seguida, assinale a alternativa correta.

“O valor de ponderação das resistências no Estado Limite Último (ELU) para o é de 1,2 e para o é de 1,0, em condições excepcionais.”

 

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345441 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

No que tange aos teoremas de circuitos, encontre a combinação e assinale a sequência correta.

( 1 ) Teorema de Norton

( 2 ) Teorema de Thevenin

( 3 ) Teorema da Máxima Transferência de Potência

( 4 ) Teorema da Superposição

( ) Tem relação com máxima transferência de potência.

( ) No seu circuito equivalente, há fonte de corrente.

( ) Tem relação com a propriedade da linearidade.

( ) Tem relação com o Teorema de Thevenin.

 

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345351 Ano: 2011
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Preciso saber há quanto tempo a máquina está no ar. Em quais das opções a seguir posso identificar essa informação?

I. cat / proc / online

II. uptime

III. uname –r

IV. top

 

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345347 Ano: 2011
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Assinale a alternativa que corresponde, segundo a farmacopéia brasileira, aos 3 métodos diferentes para a determinação da temperatura de fusão de substâncias.

 

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345343 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Uma das técnicas de controle de velocidade de um motor de indução com rotor bobinado é a inserção de uma resistência em serie com o rotor. Para esta técnica podemos afirmar que

 

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345330 Ano: 2011
Disciplina: Farmácia
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Observe a descrição a seguir “um cilindro, com 20cm de diâmetro e 4 cm de espessura, gira em torno de seu eixo, à velocidade de rotação de 20rpm. O cilindro contém várias lâminas, que recolhem os comprimidos em cada rotação, levando-os a uma altura pré-fixada, de onde caem repetidamente, após cada rotação”. Essa descrição refere-se a que tipo de aparelho?

 

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345277 Ano: 2011
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre o padrão de comunicação RS-485 é correto afirmar que

 

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345275 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR
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Texto I para a questão

O novo inimigo do clima

Pela primeira vez, buraco na camada de ozônio é ligado a mudanças climáticas.

Para ambientalistas e pesquisadores preocupados com as mudanças climáticas, o Judas dos últimos sábados de Aleluia foram os gases-estufa. Controlar sua emissão é a única forma de impedir que o clima atinja patamares incontroláveis. Mas a edição de hoje da revista “Science” traz um novo obstáculo à tona. A circulação atmosférica e o índice de chuvas também são influenciados pelo buraco da camada de ozônio – um problema já dado como resolvido, com a proibição, respeitada internacionalmente, da produção industrial de compostos químicos que aumentariam a abertura da camada protetora do planeta.

Segundo um estudo da Universidade de Columbia, de Nova York, os efeitos provocados pelo buraco da camada de ozônio sobre a Antártica podem aumentar em até 10%, a pluviosidade em diversos pontos do Hemisfério Sul – incluindo o Centro-Sul do Brasil, no trecho que se estende até Brasília. Os pesquisadores, porém, ainda consideram leviano usar este fenômeno para explicar recentes desastres climáticos, como a tempestade na Região Serrana, em janeiro.

Ainda de acordo com os autores da pesquisa, o buraco na camada de ozônio provocou uma mudança na direção dos ventos que passavam pela Antártica. Uma área marcada pela menor umidade, que existia mais ao norte do continente gelado foi deslocada para o sul. Com isso, uma região sobre este cinturão seco e próximo ao Equador ficou exposta a chuvas.

Esta é a primeira vez que um levantamento relaciona o buraco na camada de ozônio às mudanças climáticas.

– O buraco sequer é mencionado no sumário para formuladores de políticas públicas escrito pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, da ONU) – destaca Lourenzo Polvani, coautor da pesquisa da Universidade de Columbia. – Mostramos, no entanto, que a camada de ozônio tem muito impacto no sistema do clima. É um jogador que deve ser observado.

Autora principal do levantamento, Sarah Kang também se admira com a relação em cadeia provocada pelo buraco.

– É realmente impressionante que o buraco na camada de ozônio, localizado tão alto na atmosfera sobre a Antártica (a até 30 quilômetros de distância) possa ter um impacto sobre os trópicos, aumentando o nível de chuvas por lá. É um efeito dominó – compara a pesquisadora.

Polvani e Sarah atribuíram ao buraco as mudanças na circulação atmosférica observadas no Hemisfério Sul durante a segunda metade do século passado. Com isso, os acordos internacionais para mitigar as mudanças climáticas não farão sentido se ficarem restritos ao controle das emissões de carbono. O ozônio, a partir de agora terá de ser considerado.

No Ártico, ozônio teve redução recorde.

Localizada na estratosfera, logo acima da troposfera (cujo início é na superfície terrestre), a camada de ozônio absorve boa parte dos raios ultravioleta emitidos pelo sol. Durante a última metade do século XX, o uso em larga escala de compostos químicos pelo homem, especialmente aerossóis contendo clorofluorcarbono (CFC), provocaram danos significativos na camada a tal ponto que um buraco sobre a Antártica foi descoberto em meados da década de 80.

Com o protocolo de Montreal, assinado em 1989 e que agora conta com a assinatura de 196 países, a produção global de CFC foi cancelada. A iniciativa já colhe frutos: na década passada a destruição da camada foi quase totalmente interrompida. Espera-se que a sua recuperação prossiga até meados do século, quando o buraco deve enfim ser fechado.

A comunidade internacional, portanto já via o buraco como um problema resolvido. Mas, de acordo com o estudo de Polvani e Sarah, mesmo quando coberto, ele provocará um impacto considerável no clima.

A dupla tirou suas conclusões baseada na construção de dois modelos: um em que projetaram a evolução da abertura na camada de ozônio; outro onde analisaram eventos climáticos das últimas décadas no Hemisfério Sul. A associação entre os resultados permitiu-os responsabilizar o ozônio por algumas das mudanças do clima observadas naquela região – com uma contribuição menor dos gases-estufa.

A camada de ozônio não inspira preocupação apenas na Antártica. No início do mês, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) divulgou que aquele escudo natural sofreu uma redução recorde de 46% sobre o Ártico entre o fim de 2010 e março deste ano.

A OMM atribuiu o fenômeno à persistência de CFC na atmosfera e ao inverno muito frio na estratosfera. Junto ao motivo veio um alerta aos países nórdicos:

“Como a elevação do sol vai aumentar nas próximas semanas, as regiões afetadas pelo buraco na camada de ozônio terão que vigiar as radiações ultravioletas que serão superiores ao normal”, advertiu a organização em comunicado.

A redução é ainda mais preocupante porque, no Ártico, ela não é um fenômeno frequente como no Sul – na Antártica, o mesmo episódio ocorre todos os anos, sempre no inverno e na primavera, também devido às temperaturas baixas da estratosfera.

(Jornal “O Globo” / Ciência – sexta-feira, 22 de abril de 2011)

Em “Segundo um estudo da Universidade de Columbia (…) os efeitos provocados…”, a palavra sublinhada tem valor semântico de

 

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