Foram encontradas 60 questões.
Classifique, do nível menos abrangente (1) para o mais abrangente (5), os tipos de planejamento educacional.
( ) Planejamento geral das atividades de uma escola.
( ) Planejamento de aula.
( ) Planejamento de um sistema educacional.
( ) Planejamento de unidade didática de ensino.
( ) Planejamento de currículo.
( ) Planejamento de aula.
( ) Planejamento de um sistema educacional.
( ) Planejamento de unidade didática de ensino.
( ) Planejamento de currículo.
A sequência correta dessa classificação é
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Associe as colunas relacionando os tipos de avaliação às suas funções.
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Modalidades
(1) Avaliação diagnóstica
(2) Avaliação formativa
(3) Avaliação somativa
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Funções
(...) Aferir o nível de aproveitamento ou rendimento apresentados no ano.
(...) Aperfeiçoar o processo ensino-aprendizagem.
(...) Fornecer dados iniciais para que o planejamento seja ajustado.
(...) Identificar e caracterizar as dificuldades/facilidades da aprendizagem.
(...) Informar sobre os resultados alcançados durante o desenvolvimento
das atividades. |
A sequência correta dessa associação é
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Leia o fragmento de um texto publicado em agosto de 1957 pelo escritor mineiro João Guimarães Rosa.
“Inconfidente, brasileira, paulista, emboaba, lírica e sábia, lendária, épica, mágica, diamantina, aurífera, ferrífera, ferrosa, férrica, balneária, hidromineral, jê, puri, acroá, goitacá, goianá, cafeeira, agrária, barroca, luzia, árcade, alpestre, rupestre, campestre, de el-rei, das minas, do ouro das minas, das pretas minas, negreira, mandingueira, moçambiqueira, conga, dos templos, santeira, quaresmeira, processional, granítica, de ouro em ferro, siderúrgica, calcárea, das perambeiras, serrana bela, idílica, ilógica, translógica, supralógica, intemporal, interna, leiteira [...] Minas.”
(Disponível em: <http://acervo.revistabula.com/posts/web-stuff/ai-esta-minas-a-mineiridade>. Acesso em: 20 mar. 2017 - Adaptado).
Avalie as afirmativas sobre esse fragmento de texto.
I – O texto é destituído de elementos coesivos, porém é coerente, se considerarmos que tem como fio condutor algumas características de Minas Gerais.
II – O receptor do texto busca interpretá-lo, mas ainda que assuma uma atitude de cooperação, não consegue estabelecer elos coesivos, pela ausência de informações.
III – O leitor consegue produzir sentidos e estabelecer a coerência necessária para a compreensão do texto, a partir dos elementos existentes.
IV – O leitor, em seu trabalho para produzir sentido, deve levar em conta o vocabulário, os recursos sintáticos e a associação a fatos históricos, entre outros aspectos.
Está correto apenas o que se afirma em
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O texto a seguir refere-se à questão.
Planejar para mim significa preencher formulários, vários formulários. O que importa mesmo é a minha prática. [...] Na época que eu entrei na faculdade o pessoal que era bom em matemática no colégio ia fazer engenharia. [...] Acho que a engenharia, como o direito e a medicina, tem que ter um talento para a coisa também. [...] Acho que uma das grandes dificuldades para a aprendizagem é a falta de talento, de pessoas sem embasamento. [...] Falta interesse dos alunos, às vezes eu acho que eles estão indo pegar um diploma e sair fazendo qualquer coisa depois [...]. Então, preencho o formulário do plano de ensino com a sequência do programa de Direito para o primeiro ano, entrego na coordenação e não me preocupo. Dou questionários, estudos dirigidos e provas observando essa sequência. Depois cobro na prova. Também, com os alunos que tenho não vou fazer muita coisa mesmo e este é o meio mais eficaz para assegurar a atenção e o silêncio.
(BECKER, 2002, p. 138 - Adaptado).
Qual concepção está expressa na prática de planejamento relatada?
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A questão se refere ao texto a seguir.
Cumulonimbus-informáticos
Há, pairando sobre nossas cabeças, gigantescas nuvens informacionais, ameaçando-nos com seus raios, trovões e ventanias. As tormentas já iniciam suas precipitações e começam a cair sobre nós. Nós somos o seu elemento. A faísca que produz o ribombar do trovão e a própria tempestade.
1. Que estamos fazendo com nossos sistemas cibernético-informacionais? Acaso paramos de pensar autonomamente com nossas próprias cabeças? Quiçá cessamos de procurar e manter o conhecimento por nós mesmos, intuitivamente, sensivelmente, abdutivamente, humanamente – como sempre fizemos, indagamos –, de buscar o sentido, o significado, a importância e a razão seminal de tudo que há à nossa volta? Daquilo que foi concebido, refletido e significado axiologicamente através dos tempos imemoriais, entregando tudo isso “de bandeja” – o melhor de nós e de nossa civilização – às máquinas e aos sistemas informacionais que nós mesmos construímos e usamos? Seria isso – resumidamente – o que está a ocorrer conosco nesses dias velozes e acríticos que vivemos na atualidade?
2. Você que me lê, por exemplo, nesse exato momento, não tem mais sequer que pensar, raciocinar, localizar-se por si, com livre arbítrio e autonomia, pois há – certamente – um aplicativo muito prático e conveniente fazendo isso por você, e muito mais, o tempo todo. Substituindo-nos acintosamente, explicitamente, trivialmente, das tarefas mais banais até às mais complexas, delicadas e especializadas. E nós ainda nos tranquilizamos em saber que, se ocorrer algo de fato importante no nosso planeta, e até fora dele, seremos informados de imediato.
3. O sistema faz isso quase que automaticamente. Do mesmo modo que não é mais necessário também guardar, anotar ou memorizar nomes e sobrenomes do dia a dia das relações societais, ou ainda direções e caminhos a serem trilhados nas urbes ou fora delas. O mesmo acontece com os dados e as imagens, pois certamente seu celular ou seu tablet pretensamente inteligentes, grandes feras no assunto, fazem isso e muito mais por você.
4. Uma delícia – convenhamos – e uma tragédia também. Sim, pois na cibercultura, a verdade, a notícia, o valor, a relevância – e, no extremo, o significado, não têm caráter único, sofrem alterações e são ditados pelo sistema e seus incontáveis aparatos. Todavia, o fato refutável que não pode ser ignorado é que estamos completamente deslumbrados com o que criamos, e que acolhemos essas novas tecnologias sem o menor sacrifício.
5. Não sabemos praticamente quase nada acerca desse novo modo de viver que começamos a cristalizar. Mas é em rede que nos reconhecemos, mensuramos nossas necessidades. E quem não souber decifrar os seus sinais e signos será, simplesmente, tragado por suas imposições, contingências e ressignificações cada vez mais presentes. O que não pode deixar de ser percebido é que uma ubiquidade onipresente está transformando significativamente as relações sociais. E o faz rapidamente. Não é algo simplesmente bom ou ruim, é simplesmente diferente e está marcando a nossa época, os nossos hábitos, a nossa cultura e os nossos tempos.
6. Bem depois, quando tudo se autodeterminar e se acalmar, em conformidade diametral com as sensibilidades sociais, é que nós poderemos – talvez – verificar o que sobrou do nosso antigo e milenarizado mundo não informatizado, analógico e enciclopédico, aquele ao qual estávamos tão confortavelmente acostumados, e, também, sermos capazes de mensurar que outro mundo novo é esse – cibertecnologizado – que edificamos em seu lugar, mesmo que sejamos críticos em relação a ele ou que nos cause desconforto. O resto são arbitrariedades ou especulações.
(QUARESMA, Alexandre. Cumulonimbus-Informáticos. Revista Sociologia, ano VII, edição 67, p. 65 – Adaptado)
Assinale o segmento em que foram empregadas, enfaticamente, palavras ou expressões conotativas.
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Segundo Libâneo, Oliveira e Toschi (2003), a escola precisa não apenas conviver com outras modalidades de educação não formal, informal e profissional, mas também articular-se e integrar-se a elas, a fim de formar cidadãos mais preparados e qualificados para um novo tempo.
Avalie as afirmações a respeito da necessária formação dos cidadãos para um novo tempo.
I. Formação de indivíduos capazes de pensar e de aprender permanentemente em um contexto de avanço das tecnologias.
II. Provisão de uma formação limitada e restrita que constitua um patamar para atender à necessidade de qualificação profissional.
III. Desenvolvimento de uma formação baseada em conhecimentos, capacidades e qualidade para o exercício autônomo, consciente e crítico da cidadania.
IV. Formação de cidadãos resistentes ao sistema dominante, sem exigência de serem éticos e solidários.
Está correto apenas o que se afirma em
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Avalie as afirmações sobre a concepção democrático-participativa de gestão e organização.
I – Enfatiza que todos dirigem e são dirigidos, todos avaliam e são avaliados numa organização.
II – Baseia-se na relação burocrática e hierárquica entre a direção e a participação do pessoal da escola.
III – Defende que as decisões sejam tomadas pela direção, que tem autoridade, e sejam obedecidas coletivamente por todos.
IV – Acentua a importância da busca de objetivos comuns serem assumidos por todos participantes da equipe.
II – Baseia-se na relação burocrática e hierárquica entre a direção e a participação do pessoal da escola.
III – Defende que as decisões sejam tomadas pela direção, que tem autoridade, e sejam obedecidas coletivamente por todos.
IV – Acentua a importância da busca de objetivos comuns serem assumidos por todos participantes da equipe.
Está correto apenas o que se afirma em
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Analise o quadro de referências dos direitos imprescritíveis do aprendiz descritos por Perrenoud (2000).
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1. O direito de não estar constantemente atento. 2. O direito a seu foro íntimo. 3. O direito de só aprender o que tem sentido. 4. O direito de não obedecer seis a oito horas por dia. 5. O direito de se movimentar. 6. O direito de não manter todas as promessas. 7. O direito de não gostar da escola e de dizê-lo. 8. O direito de escolher com quem quer trabalhar. 9. O direito de não cooperar para seu próprio processo. 10. O direito de existir como pessoa. |
(Fonte: PERRENOUD, 2000, p. 73).
Considerando que os direitos possuem forte orientação atitudinal, como a escola deve compreender as regras na atualidade?
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O estudo das significações das palavras é um assunto na língua portuguesa exclusivo da Semântica. Quanto ao aspecto semântico da língua, destacam-se a polissemia e a sinonímia.
A esse respeito, associe as duas colunas, relacionando as propriedades semânticas aos termos destacados nas frases.
| Propriedades | Termos destacados |
| 1 - Polissemia | ( ) O tecido alvo da renda contrastava com a cor do seu rosto. |
| 2 - Sinonímia | ( ) A garota vela pelo calmo sono da avó, em silêncio e contrição. |
| ( ) Uma saliência em formato de bola apareceu na barriga do homem. | |
| ( ) Meu lar, depois de longos anos, tornou-se a morada dos meus sonhos. |
A sequência correta dessa associação é
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A questão se refere ao texto a seguir.
Cumulonimbus-informáticos
Há, pairando sobre nossas cabeças, gigantescas nuvens informacionais, ameaçando-nos com seus raios, trovões e ventanias. As tormentas já iniciam suas precipitações e começam a cair sobre nós. Nós somos o seu elemento. A faísca que produz o ribombar do trovão e a própria tempestade.
1. Que estamos fazendo com nossos sistemas cibernético-informacionais? Acaso paramos de pensar autonomamente com nossas próprias cabeças? Quiçá cessamos de procurar e manter o conhecimento por nós mesmos, intuitivamente, sensivelmente, abdutivamente, humanamente – como sempre fizemos, indagamos –, de buscar o sentido, o significado, a importância e a razão seminal de tudo que há à nossa volta? Daquilo que foi concebido, refletido e significado axiologicamente através dos tempos imemoriais, entregando tudo isso “de bandeja” – o melhor de nós e de nossa civilização – às máquinas e aos sistemas informacionais que nós mesmos construímos e usamos? Seria isso – resumidamente – o que está a ocorrer conosco nesses dias velozes e acríticos que vivemos na atualidade?
2. Você que me lê, por exemplo, nesse exato momento, não tem mais sequer que pensar, raciocinar, localizar-se por si, com livre arbítrio e autonomia, pois há – certamente – um aplicativo muito prático e conveniente fazendo isso por você, e muito mais, o tempo todo. Substituindo-nos acintosamente, explicitamente, trivialmente, das tarefas mais banais até às mais complexas, delicadas e especializadas. E nós ainda nos tranquilizamos em saber que, se ocorrer algo de fato importante no nosso planeta, e até fora dele, seremos informados de imediato.
3. O sistema faz isso quase que automaticamente. Do mesmo modo que não é mais necessário também guardar, anotar ou memorizar nomes e sobrenomes do dia a dia das relações societais, ou ainda direções e caminhos a serem trilhados nas urbes ou fora delas. O mesmo acontece com os dados e as imagens, pois certamente seu celular ou seu tablet pretensamente inteligentes, grandes feras no assunto, fazem isso e muito mais por você.
4. Uma delícia – convenhamos – e uma tragédia também. Sim, pois na cibercultura, a verdade, a notícia, o valor, a relevância – e, no extremo, o significado, não têm caráter único, sofrem alterações e são ditados pelo sistema e seus incontáveis aparatos. Todavia, o fato refutável que não pode ser ignorado é que estamos completamente deslumbrados com o que criamos, e que acolhemos essas novas tecnologias sem o menor sacrifício.
5. Não sabemos praticamente quase nada acerca desse novo modo de viver que começamos a cristalizar. Mas é em rede que nos reconhecemos, mensuramos nossas necessidades. E quem não souber decifrar os seus sinais e signos será, simplesmente, tragado por suas imposições, contingências e ressignificações cada vez mais presentes. O que não pode deixar de ser percebido é que uma ubiquidade onipresente está transformando significativamente as relações sociais. E o faz rapidamente. Não é algo simplesmente bom ou ruim, é simplesmente diferente e está marcando a nossa época, os nossos hábitos, a nossa cultura e os nossos tempos.
6. Bem depois, quando tudo se autodeterminar e se acalmar, em conformidade diametral com as sensibilidades sociais, é que nós poderemos – talvez – verificar o que sobrou do nosso antigo e milenarizado mundo não informatizado, analógico e enciclopédico, aquele ao qual estávamos tão confortavelmente acostumados, e, também, sermos capazes de mensurar que outro mundo novo é esse – cibertecnologizado – que edificamos em seu lugar, mesmo que sejamos críticos em relação a ele ou que nos cause desconforto. O resto são arbitrariedades ou especulações.
(QUARESMA, Alexandre. Cumulonimbus-Informáticos. Revista Sociologia, ano VII, edição 67, p. 65 – Adaptado)
Com a frase “E quem não souber decifrar os sinais e signos [do novo mundo] será, simplesmente, tragado por suas imposições, contingências e ressignificações cada vez mais presentes” (5º §), é possível inferir que o ciberespaço e a cibercultura são realidades
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