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Dentre as sentenças abaixo, aquela em que ambas as formas de colocação do pronome oblíquo estão de acordo com o registro culto e formal da língua é
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A concordância nominal é a concordância, em gênero e em número, entre o substantivo e seus determinantes. A esse respeito, leia os versos de Chico Buarque de Holanda.

(Disponível em: <https://www.pensador.com/frase/MTMzODQ5Nw/>. Acesso em 08 fev. 2018).
Considere o termo “bastantes” na estrutura frasal e informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo.
( ) Foi empregado na frase com valor de adjetivo.
( ) Seu referente é o substantivo masculino “instantes”.
( ) Concorda em número com pronome indefinido “alguns”.
( ) Por se tratar de um advérbio, deveria ser grafado no singular.
( ) Ao ser grafado no plural, caracteriza um erro de concordância nominal.
( ) Seu referente é o substantivo masculino “instantes”.
( ) Concorda em número com pronome indefinido “alguns”.
( ) Por se tratar de um advérbio, deveria ser grafado no singular.
( ) Ao ser grafado no plural, caracteriza um erro de concordância nominal.
A sequência correta é
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Leia o texto a seguir.
“O telefone do cartório tocou, o escrevente atendeu:
– O elefante está?
– Não estou entendendo bem: elefante, a senhora disse?
– Ele não foi aí hoje?
– Ele quem?
– O elefante.
– Que brincadeira é essa?
– Sabe onde posso encontrá-lo?
– Que eu saiba, no circo ou no Jardim Zoológico...
O escrevente se voltou, rindo, para as pessoas presentes:
– Tem uma mulher no telefone querendo falar com o elefante.
Um advogado se adiantou, muito digno:
– É para mim. Com licença.
E tomou o fone:
– Alô? É o Hélio Fontes. Pode falar”.
– O elefante está?
– Não estou entendendo bem: elefante, a senhora disse?
– Ele não foi aí hoje?
– Ele quem?
– O elefante.
– Que brincadeira é essa?
– Sabe onde posso encontrá-lo?
– Que eu saiba, no circo ou no Jardim Zoológico...
O escrevente se voltou, rindo, para as pessoas presentes:
– Tem uma mulher no telefone querendo falar com o elefante.
Um advogado se adiantou, muito digno:
– É para mim. Com licença.
E tomou o fone:
– Alô? É o Hélio Fontes. Pode falar”.
(SABINO, Fernando. Livro aberto. Rio de Janeiro: Record, 2001, p.127).
Na composição do texto, é incorreto afirmar que
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O estudo das significações das palavras é um assunto na língua portuguesa exclusivo da Semântica. Para estudar a Semântica, é necessário interpretar o texto e dominar a sua significação ampla e específica, ou seja, saber o que o texto quer dizer com aquela construção.
A esse respeito, observe os textos a seguir.

(Disponível em: <http://entaojf.blogspot.com.br/2013/06/ diproma.html>. Acesso em 10 fev. 2018).

(Disponível em: <https://tretageek.wordpress.com/category/nerd/>. Acesso em 10 fev. 2018).
Avalie as informações sobre os efeitos de sentido presentes nos dois textos.
I. No Texto I, o efeito de sentido não está diretamente relacionado à fala caipira, mas, sim, na suposta sinonímia entre “diproma” e “menino”.
II. O Texto I exemplifica um caso de polissemia, pois a palavra “Diproma” adquiriu uma multiplicidade de sentidos no seu contexto de uso.
III. No Texto II, ao se interpretar a composição sintagmática “bloco de notas” descarta-se a presença da ambiguidade na produção dos sentidos.
IV. No Texto II, ‘bloco’ na sua especificidade semântica (=de carnaval) diz respeito à composição sintagmática ‘bloco de notas’, normalmente utilizada para linguagens de programação, alusiva ao que seria o passatempo do ‘nerd’ trabalhando no computador durante o carnaval.
V. Nos dois textos, o processo discursivo, sua intencionalidade específica, as condições de produção, o momento enunciativo, a interface semântico- cognitivo-lexical para a produção e a compreensão desse discurso, tudo isso interfere no sentido e no efeito ocasionado por ele.
Está correto apenas o que se afirma em
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Instrução: Para responder à questão, leia o texto a seguir.
Texto I
Sete anos de pastor Jacob servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
Mas não servia ao pai, servia a ela,
E a ela só por prêmio pretendia.
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
Mas não servia ao pai, servia a ela,
E a ela só por prêmio pretendia.
Os dias, na esperança de um só dia,
Passava, contentando-se com vê-la;
Porém o pai, usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe dava Lia.
Passava, contentando-se com vê-la;
Porém o pai, usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe dava Lia.
Vendo o triste pastor que com enganos
Lhe fora assim negada a sua pastora,
Como se a não tivera merecida,
Lhe fora assim negada a sua pastora,
Como se a não tivera merecida,
Começa de servir outros sete anos,
Dizendo: – Mais servira, se não fora
Para tão longo amor tão curta a vida!
Dizendo: – Mais servira, se não fora
Para tão longo amor tão curta a vida!
(CAMÕES, Luís de. Lírica. Belo Horizonte: Crisálida, 2005, p.51).
Texto II
Ora, Jacó sete ano já fazia
Que pastorava o gado de Labão.
Pai da linda Raqué; por ele, não:
Mais, por ela que em paga lhe cabia.
Que pastorava o gado de Labão.
Pai da linda Raqué; por ele, não:
Mais, por ela que em paga lhe cabia.
Passando os dia, doido por um dia,
Se alegrava de vê seu coração.
E aconteceu que o pai, espertaião,
Ruendo a corda, lhe entregô a Lia.
Se alegrava de vê seu coração.
E aconteceu que o pai, espertaião,
Ruendo a corda, lhe entregô a Lia.
Quando o pobre Jacó caiu no engano
E deu, de boa-fé a boca doce,
Pela troca da prenda prometida,
E deu, de boa-fé a boca doce,
Pela troca da prenda prometida,
Tratô de se ajustá por mais sete ano
Falando: Isto era nada, se num fosse
Pra tanto bemquerê tão poca a vida.
Falando: Isto era nada, se num fosse
Pra tanto bemquerê tão poca a vida.
(LACERDA, Abel Tavares de. Apud Fernando Sabino. Livro Aberto. Rio de Janeiro: Record, 2001, p.86).
Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
Fernando Sabino comenta que seu tio, Dr. Abel Tavares, médico do Serviço de Febre Amarela, gostava de traduzir poemas clássicos em linguagem de matuto. Nessa paródia do soneto de Camões, entre as várias , ao escrever “Raqué”, “espertaião” e “tratô”, houve uma mudança da , ao passo que ao escrever “sete ano” e “os dia”, tal situação ocorreu na .
A sequência correta é
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Reparos anatômicos podem induzir a erro diagnóstico, por apresentarem aspectos radiográficos semelhantes a alterações. Qual reparo anatômico corresponde a imagem radiolúcida situada abaixo dos ápices de molares inferiores, comumente confundido com patologia?
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“O poeta Alphonsus de Guimaraens Filho me conta como o filhinho de um amigo(C) seu esperava conseguir entrar no céu ao morrer, segundo um processo(D) digno de meditação.
– Papai, alma tem mão? – perguntou um dia(A) o garoto.
– Deve ter sim. Por quê? – respondeu o pai, distraído.
– Porque quando eu morrer quero levar um queijo(B) para Deus.
– Deve ter sim. Por quê? – respondeu o pai, distraído.
– Porque quando eu morrer quero levar um queijo(B) para Deus.
(SABINO, Fernando. Livro aberto. Rio de Janeiro: Record, 2001, p.93).
Nesse texto, o termo “um” aparece quatro vezes. Ele só não pode ser interpretado apenas como artigo em
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Leia o texto seguinte.
A crase é um fenômeno fonético ( ` ) que representa a junção da preposição “a” com o artigo feminino “a”. Além disso, pode haver crase também na combinação da mesma preposição com pronomes demonstrativos que se iniciem com a letra “a”.
(Disponível em <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/gramatica/crase.htm>. Acesso em 10 fev. 2018).
Considerando essa definição, a frase que exige o acento indicativo de crase é
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Radiação eletromagnética é o movimento de energia através do espaço, pela combinação de campos elétrico e magnético, gerada quando a velocidade de uma partícula eletricamente carregada é alterada, sendo capaz de ionizar a matéria. Um exemplo de radiação eletromagnética é
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leia um fragmento do romance O passo-bandeira: uma história de aviadores, de Oswaldo França Júnior, que narra a história de um ex-piloto da Aeronáutica.
“E o piloto olhava a cidade, o Rio de Janeiro, por exemplo, e toda a grandiosidade do Rio transformava-se numa pequena miniatura. O azul do mar ia até bem longe confundir-se com o azul mais claro do céu. As serras, os rios, as represas, tudo era visto na dimensão daquela altura. E muitas vezes, disse Paulo César, quando estava com algum problema e lembrava-se dele lá em cima, o problema perdia a grande importância de antes. E era um vooque servia também para isto.
Servia para mostrar a real importância das coisas. E isso sempre os levava a colocar as coisas em suas devidas proporções. E Paulo César falou que regressava desses voos com uma certa humildade. E que havia também uma estranha sensação. Por um motivo que ele não sabia explicar, no silêncio lá de cima a mente da pessoa iniciava um processo de expansão”.
(FRANÇA JÚNIOR, Oswaldo. O passo-bandeira: uma história de aviadores. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984, p.40. Adaptado).
A narrativa está na terceira pessoa, contudo é possível perceber que o ponto de vista centra-se no ex-piloto Paulo César que, nessa passagem, busca realçar o/a
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