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São fatores de risco para câncer de ovário, exceto:
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Paciente de 24 anos, sexualmente ativa, queixa desconforto pélvico inespecífico há cerca de 20 dias. Traz laudo de ultrassonografia transvaginal mostrando aumento de volume do ovário direito à custa de formação de 5 cm, anecóica, sem septo, com fluxo de alta resistência ao Doppler. Foram solicitados marcadores tumorais, com os seguintes resultados: CA-125 - 14 U/mL; CA 19.9 – 29 U/mL.
Qual a conduta a ser adotada diante deste caso?
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Mulher, 28 anos, é encaminhada pelo neurologista para avaliação de troca de método contraceptivo devido ao diagnóstico de enxaqueca com aura. No momento, a paciente faz uso de anticoncepcional oral combinado.
Em relação aos métodos contraceptivos listados abaixo, marque a opção mais adequada para ela.
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Em relação ao câncer de colo uterino em que há acometimento da mucosa da bexiga, assinale a opção correta.
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Em relação ao câncer de colo do útero, uma lesão que está limitada a cérvice uterina e cuja invasão, na maior dimensão, é maior ou igual a 2 cm, mas menor que 4 cm, está em qual estado?
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A hiperprolactinemia pode ser causada por situações fisiológicas, patológicas e também por medicações.
Qual medicamento abaixo pode ser relacionado com a hiperprolactinemia?
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Gestante de 32 anos, primigesta, comparece ao Centro de Saúde para realização de 1a consulta de pré-natal. Está com 9 semanas de gestação, relata ser previamente hígida e nega queixas no momento. Traz resultado de citopatológico de colo do útero coletado há 06 meses, cujo resultado é: células escamosas atípicas de significado indeterminado (ASC-US).
Qual deve ser a conduta correta diante desta situação?
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Paciente de 22 anos comparece à consulta com ginecologista para apresentar resultado do seu último citopatológico de colo do útero.
Resultado: lesão intraepitelial de baixo grau (LSIL)
Qual conduta deve ser tomada pelo profissional de saúde?
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MILITARES DO GRUPO ESPECIAL DE INSPEÇÃO EM VOO (GEIV)
GARANTEM SEGURANÇA DO TRÁFEGO AÉREO BRASILEIRO
Para garantir a segurança do tráfego aéreo brasileiro, uma equipe de militares do Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), da Força Aérea Brasileira (FAB), realiza uma espécie de fiscalização no ar, é a missão de Inspeção em Voo. As atividades acontecem por meio de aeronaves-laboratório, que, junto com radares, sistemas de aproximação, rádios, equipamentos de auxílio à navegação e luzes de orientação, proporcionam a circulação segura das aeronaves.
Subordinado ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), o GEIV é responsável por testar, aferir e avaliar os chamados Auxílios e os Procedimentos de Navegação Aérea e integra o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB). O Grupo participa da homologação e verificação periódica de aproximadamente 2.268 auxílios e procedimentos, realiza inspeções em todo o território nacional e, eventualmente, em outros países da América do Sul, de voo nas fases de decolagem, rota e pouso, principalmente em condições adversas de meteorologia.
Em dezembro de 2021, o GEIV recebeu a terceira aeronave IU-93M, proveniente do Projeto de Modernização. A plataforma da aeronave-laboratório foi atualizada com o Sistema de Display Integrado Pro Line 21, um aviônico da Rockwell Collins que facilita o voo e aumenta a consciência situacional. O sistema faz com que as informações vitais sejam facilmente acessíveis e compreensíveis, contribuindo para o dinamismo das missões de Inspeção em Voo. Ao longo do segundo semestre de 2021, o GEIV realizou a campanha de Avaliação Operacional (AVOP) do Projeto I-X (IU-50 Legacy 500), contribuindo com relevante passo na sedimentação da implantação do projeto na FAB. “Ambos os passos, tanto a AVOP do IU-50 como o recebimento do IU-93M, colocam o GEIV na direção do futuro, tornando o Grupo capaz de inspecionar todos os tipos de auxílios e procedimentos à navegação aérea, contribuindo com a evolução do SISCEAB, conforme prevê o programa SIRIUS BRASIL”, explica o Comandante do GEIV, Tenente-Coronel Aviador Bruno Michel Marcondes Alves.
http://www.portal.intraer/portalintraer/cabine/publicacoes/notaer_fevereiro_2022.pdf (adaptado)
Em “condições adversas de meteorologia”, a palavra grifada
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MILITARES DO GRUPO ESPECIAL DE INSPEÇÃO EM VOO (GEIV)
GARANTEM SEGURANÇA DO TRÁFEGO AÉREO BRASILEIRO
Para garantir a segurança do tráfego aéreo brasileiro, uma equipe de militares do Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), da Força Aérea Brasileira (FAB), realiza uma espécie de fiscalização no ar, é a missão de Inspeção em Voo. As atividades acontecem por meio de aeronaves-laboratório, que, junto com radares, sistemas de aproximação, rádios, equipamentos de auxílio à navegação e luzes de orientação, proporcionam a circulação segura das aeronaves.
Subordinado ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), o GEIV é responsável por testar, aferir e avaliar os chamados Auxílios e os Procedimentos de Navegação Aérea e integra o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB). O Grupo participa da homologação e verificação periódica de aproximadamente 2.268 auxílios e procedimentos, realiza inspeções em todo o território nacional e, eventualmente, em outros países da América do Sul, de voo nas fases de decolagem, rota e pouso, principalmente em condições adversas de meteorologia.
Em dezembro de 2021, o GEIV recebeu a terceira aeronave IU-93M, proveniente do Projeto de Modernização. A plataforma da aeronave-laboratório foi atualizada com o Sistema de Display Integrado Pro Line 21, um aviônico da Rockwell Collins que facilita o voo e aumenta a consciência situacional. O sistema faz com que as informações vitais sejam facilmente acessíveis e compreensíveis, contribuindo para o dinamismo das missões de Inspeção em Voo. Ao longo do segundo semestre de 2021, o GEIV realizou a campanha de Avaliação Operacional (AVOP) do Projeto I-X (IU-50 Legacy 500), contribuindo com relevante passo na sedimentação da implantação do projeto na FAB. “Ambos os passos, tanto a AVOP do IU-50 como o recebimento do IU-93M, colocam o GEIV na direção do futuro, tornando o Grupo capaz de inspecionar todos os tipos de auxílios e procedimentos à navegação aérea, contribuindo com a evolução do SISCEAB, conforme prevê o programa SIRIUS BRASIL”, explica o Comandante do GEIV, Tenente-Coronel Aviador Bruno Michel Marcondes Alves.
http://www.portal.intraer/portalintraer/cabine/publicacoes/notaer_fevereiro_2022.pdf (adaptado)
Assinale a opção em que o trecho retirado do texto apresenta sujeito posposto ao verbo.
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