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O instrumento de medição denominado de Refletômetro Óptico no Domínio do Tempo (OTDR) é utilizado para avaliar as características de um enlace óptico. Ele permite a verificação de vários itens com um único traço de medição, incluindo a localização de um evento, como a fibra quebrada.
Dentre os itens listados a seguir, indique qual deles é possível obter com o OTDR.
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Um sistema óptico com 8 km de distância com taxa de transmissão de 100 Mbits/s deve ser instalado operando no comprimento de onda de 850 nm, utilizando fibra do tipo multimodo de dispersão gradual. O foto emissor disponível é um LED com potência de saída (injetada na fibra óptica) de -10 dBm. O fotorreceptor é um diodo PIN com sensibilidade de -42 dBm. A fibra oferece 3 dB/km de atenuação nesse comprimento de onda e já estão inclusas as perdas por emendas por fusão. Os conectores nos extremos do sistema óptico oferecem uma atenuação total de 1dB.
Nessas condições, a margem de operação do sistema será de:
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A telefonia IP pode utilizar diversos protocolos alocados em várias camadas do modelo OSI, por exemplo os protocolos RTP, UDP, SIP, H.323 e MGCP.
Os protocolos a seguir utilizam pacotes UDP na rede IP.
Funcionalidades
(1) Protocolo definido pelo IETF para o transporte fim a fim, em tempo real, de pacotes de voz da rede de pacotes, não reserva recursos na rede nem garante qualidade do serviço para tempo real
(2) Representa um conjunto de protocolos do ITU-T para sinalização e controle da comunicação entre terminais com aplicações de áudio, vídeo ou comunicação de dados multimídia. Define padrões para comunicação multimídia em redes que não oferecem qualidade de serviço garantida.
(3) Protocolo definido pelo IETF que estabelece padrão de sinalização para chamadas entre terminais. Estabelece as recomendações para serviços tais como: transferência e redirecionamento de chamadas, identificação de chamadas, autenticação, conferências. Utiliza o modelo requisição-resposta similar ao HTTP para iniciar sessões entre os usuários
(4) Protocolo definido pelo IETF usado para controlar as conexões nos Gateways (GWs) presentes no sistema VoIP. Estabelece uma interface de controle usando um conjunto de transações tipo comando-resposta que criam, controlam e auditam as conexões nos GWs.
Sigla do Protocolo
( ) MGCP
( ) RTC
( ) H.323
( ) SIP
A sequência correta dessa classificação é:
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No sistema telefônico é necessária a troca de mensagens entre as centrais envolvidas numa chamada telefônica. Originalmente, utilizava-se a sinalização por canal associado. Posteriormente, passou-se a utilizar a sinalização por canal comum. A sinalização por canal comum nº 7 (SS#7) tornou-se um padrão.
Sobre a sinalização por canal comum, analise as assertivas a seguir
I. O protocolo deve ser otimizado para operar tanto em redes analógicas como digitais;
II. O protocolo deve ser confiável na presença de distúrbios de transmissão e falhas na rede;
III. O protocolo deve separar as informações telefônicas e de sinalização;
É correto o que se afirma apenas em:
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No final dos anos 80 foi criado o conceito da Rede Digital de Serviços Integrados (RDSI), para que todos os sinais de comunicação pudessem ser reduzidos a uma base comum digital, permitindo uma integração de serviços com vantagens para os usuários e para as operadoras. Primeiramente, foram lançados os serviços de RDSI em Faixa Estreita (RDSI-FE). Posteriormente, para acomodar taxas de transmissão muito maiores, foram lançados os serviços de RDSI em Faixa Larga (RDSI-FL).
Sobre os serviços da RDSI-FL, analise as assertivas a seguir.
I. Suporta conexões comutadas, permanentes ou semipermanentes.
II. Os serviços podem ser oferecidos somente no modo pacote.
III. Os serviços somente podem ser do tipo orientados a conexão.
IV. As conexões podem ser ponto a ponto, ponto a multiponto ou multiponto a multiponto.
Está correto apenas o que se afirma em
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Na telefonia digital é necessário converter o sinal de voz do modo analógico para o modo digital. Para isso é feita a amostragem do sinal de voz analógico em intervalos regulares, depois ocorrem os processos de quantização e de codificação das amostras do sinal.
Na entrada do circuito amostrador é colocado um filtro do tipo “passa baixas”. Neste contexto, a finalidade desse filtro é
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- Modelo OSIModelo OSI: Camada de Enlace
- Transmissão de DadosEndereço MAC
- Transmissão de DadosPadrões IEEE 802IEEE 802.3: Ethernet
Numa rede que usa o padrão Ethernet, o endereço de hardware, também chamado de endereço MAC, é utilizado na camada de enlace de dados para identificar um elemento naquele segmento de rede. Ele é padronizado em número de bytes.
Quantos bytes contém o endereço de hardware?
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O modelo OSI divide as tarefas inerentes à transmissão de informação entre máquinas em rede em sete camadas que possuem tarefas ou grupos de tarefas associadas a elas. As tarefas oferecem os serviços para a comunicação entre os elementos de uma rede.
No modelo OSI a camada responsável pela segmentação e reconstrução de fluxos de dados é a camada de
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Uma rede operando na topologia de anel lógico, como do tipo token passin pode ser construída com a topologia física em anel físico, em anel duplo, em anel-barramento e em anel-estrela.
A topologia física na qual existe uma Hub que atua como concentrador e a fiação dentro da hub é que forma o anel é aquela em:
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MILITARES DO GRUPO ESPECIAL DE INSPEÇÃO EM VOO (GEIV)
GARANTEM SEGURANÇA DO TRÁFEGO AÉREO BRASILEIRO
Para garantir a segurança do tráfego aéreo brasileiro, uma equipe de militares do Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), da Força Aérea Brasileira (FAB), realiza uma espécie de fiscalização no ar, é a missão de Inspeção em Voo. As atividades acontecem por meio de aeronaves-laboratório, que, junto com radares, sistemas de aproximação, rádios, equipamentos de auxílio à navegação e luzes de orientação, proporcionam a circulação segura das aeronaves.
Subordinado ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), o GEIV é responsável por testar, aferir e avaliar os chamados Auxílios e os Procedimentos de Navegação Aérea e integra o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB). O Grupo participa da homologação e verificação periódica de aproximadamente 2.268 auxílios e procedimentos, realiza inspeções em todo o território nacional e, eventualmente, em outros países da América do Sul, de voo nas fases de decolagem, rota e pouso, principalmente em condições adversas de meteorologia.
Em dezembro de 2021, o GEIV recebeu a terceira aeronave IU-93M, proveniente do Projeto de Modernização. A plataforma da aeronave-laboratório foi atualizada com o Sistema de Display Integrado Pro Line 21, um aviônico da Rockwell Collins que facilita o voo e aumenta a consciência situacional. O sistema faz com que as informações vitais sejam facilmente acessíveis e compreensíveis, contribuindo para o dinamismo das missões de Inspeção em Voo. Ao longo do segundo semestre de 2021, o GEIV realizou a campanha de Avaliação Operacional (AVOP) do Projeto I-X (IU-50 Legacy 500), contribuindo com relevante passo na sedimentação da implantação do projeto na FAB. “Ambos os passos, tanto a AVOP do IU-50 como o recebimento do IU-93M, colocam o GEIV na direção do futuro, tornando o Grupo capaz de inspecionar todos os tipos de auxílios e procedimentos à navegação aérea, contribuindo com a evolução do SISCEAB, conforme prevê o programa SIRIUS BRASIL”, explica o Comandante do GEIV, Tenente-Coronel Aviador Bruno Michel Marcondes Alves.
http://www.portal.intraer/portalintraer/cabine/publicacoes/notaer_fevereiro_2022.pdf (adaptado)
Em “condições adversas de meteorologia”, a palavra grifada
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