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75655 Ano: 2006
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.

O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.

Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico

de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves

Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).

Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.

O desejo de situar a capital no interior do território brasileiro é antigo, remontando ao período colonial. A idéia foi defendida pelos inconfidentes mineiros e chegou a ser inscrita na primeira constituição republicana.

 

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75654 Ano: 2006
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.

O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.

Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico

de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves

Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).

Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.

Sob o ponto de vista da economia, a grande crítica à “operação Brasília”, a que o texto alude, é que ela estava voltada para o setor industrial urbano, omitindo-se por completo a economia rural, razão pela qual os setores políticos ruralistas opuseram-se radicalmente ao projeto de JK.

 

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75653 Ano: 2006
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.

O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.

Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico

de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves

Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).

Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.

A expressão “grande meta de integração nacional”, citada no texto, sugere o duplo papel a ser representado por Brasília no contexto histórico de sua criação: de um lado, a integração territorial de um país-continente; de outro, a integração do sistema produtivo nacional.

 

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75652 Ano: 2006
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.

O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.

Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico

de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves

Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).

Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.

Diferentemente do que se poderia supor, o Entorno de Brasília apresenta notável autonomia econômica, pouco se relacionando com o DF, menos ainda, com os estados de Goiás e Minas Gerais. Isso se deve aos investimentos feitos na região, em grande parte financiados por organismos internacionais, dirigidos para setores básicos, como educação, saúde, saneamento e geração de postos de trabalho.

 

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75651 Ano: 2006
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.

O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.

Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico

de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves

Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o item que se segue.

Infere-se do texto que a construção de Brasília não se traduziu apenas na mera transferência da capital, mas obedeceu ao propósito de promover a interiorização do desenvolvimento, o que possibilitou a abertura de vias de comunicação entre as regiões industrializadas do Sudeste e as áreas agroprodutoras do interior do país.

 

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75650 Ano: 2006
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.

O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.

Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico

de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves

Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o item que se segue.

A importância conferida por JK à construção de Brasília pode ser medida pelo fato de que, ao se lançar candidato à presidência da República, ele fez do projeto da nova capital a síntese das metas de seu governo.

 

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75649 Ano: 2006
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.

O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.

Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico

de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves

Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o item que se segue.

A transferência da capital brasileira para o interior foi uma das poucas ações do governo JK que não sofreu cerrada oposição, como se depreende da leitura do texto. Isso se explica pela convicção generalizada, à época, de que o pleno desenvolvimento nacional requeria a integração de todas as regiões do país.

 

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75648 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.

O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.

Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico

de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves

Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o item que se segue.

A construção de Brasília inscreve-se no projeto desenvolvimentista que, impulsionado pela administração JK a partir de meados dos anos 50 do século XX, integra um contexto histórico de rápidas transformações políticas, sociais e econômicas vividas pelo país.

 

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Questão presente nas seguintes provas
75647 Ano: 2006
Disciplina: História
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.

O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.

Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico

de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves

Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.

Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).

Tendo o texto acima como referência inicial e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o item que se segue.

Na estratégia desenvolvida pelo governo JK, na qual Brasília desempenharia papel relevante, era fundamental a existência de uma infra-estrutura que permitisse a circulação de produtos alimentícios do interior para os centros urbanos e de produtos industrializados para as áreas mais afastadas dos grandes centros urbanos.

 

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75646 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

Folha: O prazer no trabalho depende do reconhecimento ao trabalhador?

Dejours: Sim. As pessoas desejam trazer contribuições às empresas e até reclamam esse direito. Tudo vai depender da forma como os superiores respondem.

Folha: A gestão participativa e as equipes de trabalho transformam o sofrimento em prazer?

Dejours: O sofrimento está sempre presente, inclusive nessas relações de trabalho. Não existe organização do trabalho perfeita. Mesmo que as situações de trabalho sejam duras, as pessoas se sentirão bem se houver reconhecimento. Da mesma forma, as equipes de trabalho podem resultar em prazer desde que a empresa reconheça a criatividade dos empregados.

Folha: O reconhecimento é a chave para o incentivo das pessoas ao trabalho?

Dejours: Parece que o reconhecimento proporciona uma resistência física muito superior. Uma pessoa que decide atravessar o oceano Atlântico, sozinha, em um barco, sabe que vai submeter-se a um trabalho duro e perigoso. Mas a expectativa de reconhecimento lhe confere capacidade de resistir a tal ponto que ela se sente melhor trabalhando que parada.

Denise C. Marin. Trabalho traz pouco prazer, diz médico. São

Paulo: Folha de S. Paulo, 1.º/5/1994, p. 3, cad. 7. Apud Sônia

Maria Ribeiro de Souza. Op. cit., p. 145-6 (com adaptações).

Com relação aos sentidos e às estruturas lingüísticas do texto acima, que apresenta trecho de entrevista, concedida pelo médico do trabalho e psiquiatra francês Christophe Dejours, julgue o item que se segue.

A locução verbal “vai submeter-se” é semanticamente equivalente à forma se submeterá.

 

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