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Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).
Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.
Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.
Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.
O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.
Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.
Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).
Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.
No texto, “mas” e “Todavia” diferenciam-se quanto à função sintático-semântica.
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Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).
Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.
Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.
Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.
O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.
Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.
Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).
Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.
Na construção sintática do período que inicia o segundo parágrafo, emprega-se o pronome “o” em referência a um termo que o sucede.
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Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).
Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.
Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.
Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.
O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.
Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.
Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).
Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.
Nas expressões “poder calorífico” e “poder de absorção”, ambas na linha 2, o termo “poder” poderia ser substituído, sem prejuízo do sentido do texto, pela palavra efeito.
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Em seu significado mais geral, 1 a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).
Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.
Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.
Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.
O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.
Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.
Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).
Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.
O texto, em cujo parágrafo inicial identifica-se uma definição conceitual, caracteriza-se como dissertativoargumentativo.
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Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O recurso de tiras de controle aplicado em impressos é útil para acertos de máquinas e maior controle da qualidade e fidelidade das reproduções durante as etapas de pré-impressão e impressão. A figura acima mostra uma simulação de parte dos elementos de uma tira de controle. Supondo que essa tira de controle tivesse sido impressa na borda de refile de um impresso em policromia, julgue o próximo item.
Nesse fragmento de tira de controle, é possível identificar alguns alvos, entre eles: área de meias-tintas, para avaliação de ganho de ponto; área de sombras, para avaliação da subexposição da chapa e impressão de sombras profundas; área de altas-luzes, para verificação de sobre exposição.
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Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

O recurso de tiras de controle aplicado em impressos é útil para acertos de máquinas e maior controle da qualidade e fidelidade das reproduções durante as etapas de pré-impressão e impressão. A figura acima mostra uma simulação de parte dos elementos de uma tira de controle. Supondo que essa tira de controle tivesse sido impressa na borda de refile de um impresso em policromia, julgue o próximo item.
Na figura em questão, observa-se que há um alvo com microlinhas, o que permite a verificação de espalhamento dos pontos.
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Julgue o próximo item, acerca de arquivo e avaliação de documentos.
Denomina-se índice geral a lista de documentos ou de unidades arquivísticas criadas para fins de identificação e de controle de documentos.
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Julgue o próximo item, acerca de arquivo e avaliação de documentos.
Denomina-se arquivo público o conjunto de documentos custodiados em caráter definitivo, em razão de seu valor.
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Com relação aos serviços auxiliares para o usuário, julgue o item a seguir.
O empréstimo de documentos pertencentes ao acervo de obras raras deve ser restrito a leitores inscritos na biblioteca.
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Julgue o item seguinte, que trata de serviços técnicos auxiliares.
Na ordenação alfabética, a regra básica é considerar palavra por palavra, alfabetando-se letra por letra, até o final de cada palavra.
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