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Folha: O prazer no trabalho depende do reconhecimento ao trabalhador?
Dejours: Sim. As pessoas desejam trazer contribuições às empresas e até reclamam esse direito. Tudo vai depender da forma como os superiores respondem.
Folha: A gestão participativa e as equipes de trabalho transformam o sofrimento em prazer?
Dejours: O sofrimento está sempre presente, inclusive nessas relações de trabalho. Não existe organização do trabalho perfeita. Mesmo que as situações de trabalho sejam duras, as pessoas se sentirão bem se houver reconhecimento. Da mesma forma, as equipes de trabalho podem resultar em prazer desde que a empresa reconheça a criatividade dos empregados.
Folha: O reconhecimento é a chave para o incentivo das pessoas ao trabalho?
Dejours: Parece que o reconhecimento proporciona uma resistência física muito superior. Uma pessoa que decide atravessar o oceano Atlântico, sozinha, em um barco, sabe que vai submeter-se a um trabalho duro e perigoso. Mas a expectativa de reconhecimento lhe confere capacidade de resistir a tal ponto que ela se sente melhor trabalhando que parada.
Denise C. Marin. Trabalho traz pouco prazer, diz médico. São
Paulo: Folha de S. Paulo, 1.º/5/1994, p. 3, cad. 7. Apud Sônia
Maria Ribeiro de Souza. Op. cit., p. 145-6 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e às estruturas lingüísticas do texto acima, que apresenta trecho de entrevista, concedida pelo médico do trabalho e psiquiatra francês Christophe Dejours, julgue o item que se segue.
Altera-se o sentido original do texto caso o adjetivo “sozinha” seja deslocado para imediatamente após o substantivo “pessoa”: Uma pessoa sozinha que decide atravessar o oceano Atlântico em um barco (...).
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Folha: O prazer no trabalho depende do reconhecimento ao trabalhador?
Dejours: Sim. As pessoas desejam trazer contribuições às empresas e até reclamam esse direito. Tudo vai depender da forma como os superiores respondem.
Folha: A gestão participativa e as equipes de trabalho transformam o sofrimento em prazer?
Dejours: O sofrimento está sempre presente, inclusive nessas relações de trabalho. Não existe organização do trabalho perfeita. Mesmo que as situações de trabalho sejam duras, as pessoas se sentirão bem se houver reconhecimento. Da mesma forma, as equipes de trabalho podem resultar em prazer desde que a empresa reconheça a criatividade dos empregados.
Folha: O reconhecimento é a chave para o incentivo das pessoas ao trabalho?
Dejours: Parece que o reconhecimento proporciona uma resistência física muito superior. Uma pessoa que decide atravessar o oceano Atlântico, sozinha, em um barco, sabe que vai submeter-se a um trabalho duro e perigoso. Mas a expectativa de reconhecimento lhe confere capacidade de resistir a tal ponto que ela se sente melhor trabalhando que parada.
Denise C. Marin. Trabalho traz pouco prazer, diz médico. São
Paulo: Folha de S. Paulo, 1.º/5/1994, p. 3, cad. 7. Apud Sônia
Maria Ribeiro de Souza. Op. cit., p. 145-6 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e às estruturas lingüísticas do texto acima, que apresenta trecho de entrevista, concedida pelo médico do trabalho e psiquiatra francês Christophe Dejours, julgue o item que se segue.
A oração iniciada pela locução “desde que” tem valor adjetivo e poderia ser substituída pelo adjetivo criativo, o que garantiria maior concisão ao texto.
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Folha: O prazer no trabalho depende do reconhecimento ao trabalhador?
Dejours: Sim. As pessoas desejam trazer contribuições às empresas e até reclamam esse direito. Tudo vai depender da forma como os superiores respondem.
Folha: A gestão participativa e as equipes de trabalho transformam o sofrimento em prazer?
Dejours: O sofrimento está sempre presente, inclusive nessas relações de trabalho. Não existe organização do trabalho perfeita. Mesmo que as situações de trabalho sejam duras, as pessoas se sentirão bem se houver reconhecimento. Da mesma forma, as equipes de trabalho podem resultar em prazer desde que a empresa reconheça a criatividade dos empregados.
Folha: O reconhecimento é a chave para o incentivo das pessoas ao trabalho?
Dejours: Parece que o reconhecimento proporciona uma resistência física muito superior. Uma pessoa que decide atravessar o oceano Atlântico, sozinha, em um barco, sabe que vai submeter-se a um trabalho duro e perigoso. Mas a expectativa de reconhecimento lhe confere capacidade de resistir a tal ponto que ela se sente melhor trabalhando que parada.
Denise C. Marin. Trabalho traz pouco prazer, diz médico. São
Paulo: Folha de S. Paulo, 1.º/5/1994, p. 3, cad. 7. Apud Sônia
Maria Ribeiro de Souza. Op. cit., p. 145-6 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e às estruturas lingüísticas do texto acima, que apresenta trecho de entrevista, concedida pelo médico do trabalho e psiquiatra francês Christophe Dejours, julgue o item que se segue.
De acordo com o texto, prazer e reconhecimento no trabalho estão em relação de interdependência: o primeiro condiciona o segundo e vice-versa.
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Folha: O prazer no trabalho depende do reconhecimento ao trabalhador?
Dejours: Sim. As pessoas desejam trazer contribuições às empresas e até reclamam esse direito. Tudo vai depender da forma como os superiores respondem.
Folha: A gestão participativa e as equipes de trabalho transformam o sofrimento em prazer?
Dejours: O sofrimento está sempre presente, inclusive nessas relações de trabalho. Não existe organização do trabalho perfeita. Mesmo que as situações de trabalho sejam duras, as pessoas se sentirão bem se houver reconhecimento. Da mesma forma, as equipes de trabalho podem resultar em prazer desde que a empresa reconheça a criatividade dos empregados.
Folha: O reconhecimento é a chave para o incentivo das pessoas ao trabalho?
Dejours: Parece que o reconhecimento proporciona uma resistência física muito superior. Uma pessoa que decide atravessar o oceano Atlântico, sozinha, em um barco, sabe que vai submeter-se a um trabalho duro e perigoso. Mas a expectativa de reconhecimento lhe confere capacidade de resistir a tal ponto que ela se sente melhor trabalhando que parada.
Denise C. Marin. Trabalho traz pouco prazer, diz médico. São
Paulo: Folha de S. Paulo, 1.º/5/1994, p. 3, cad. 7. Apud Sônia
Maria Ribeiro de Souza. Op. cit., p. 145-6 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e às estruturas lingüísticas do texto acima, que apresenta trecho de entrevista, concedida pelo médico do trabalho e psiquiatra francês Christophe Dejours, julgue o item que se segue.
Na expressão “reconhecimento ao trabalhador”, o emprego da preposição “a” anula a possibilidade de ambigüidade, o que não ocorreria caso fosse empregada a preposição de.
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Folha: O prazer no trabalho depende do reconhecimento ao trabalhador?
Dejours: Sim. As pessoas desejam trazer contribuições às empresas e até reclamam esse direito. Tudo vai depender da forma como os superiores respondem.
Folha: A gestão participativa e as equipes de trabalho transformam o sofrimento em prazer?
Dejours: O sofrimento está sempre presente, inclusive nessas relações de trabalho. Não existe organização do trabalho perfeita. Mesmo que as situações de trabalho sejam duras, as pessoas se sentirão bem se houver reconhecimento. Da mesma forma, as equipes de trabalho podem resultar em prazer desde que a empresa reconheça a criatividade dos empregados.
Folha: O reconhecimento é a chave para o incentivo das pessoas ao trabalho?
Dejours: Parece que o reconhecimento proporciona uma resistência física muito superior. Uma pessoa que decide atravessar o oceano Atlântico, sozinha, em um barco, sabe que vai submeter-se a um trabalho duro e perigoso. Mas a expectativa de reconhecimento lhe confere capacidade de resistir a tal ponto que ela se sente melhor trabalhando que parada.
Denise C. Marin. Trabalho traz pouco prazer, diz médico. São
Paulo: Folha de S. Paulo, 1.º/5/1994, p. 3, cad. 7. Apud Sônia
Maria Ribeiro de Souza. Op. cit., p. 145-6 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e às estruturas lingüísticas do texto acima, que apresenta trecho de entrevista, concedida pelo médico do trabalho e psiquiatra francês Christophe Dejours, julgue o item que se segue.
O tema do trecho da entrevista transcrito acima exemplifica um tipo de relação social de poder.
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Folha: O prazer no trabalho depende do reconhecimento ao trabalhador?
Dejours: Sim. As pessoas desejam trazer contribuições às empresas e até reclamam esse direito. Tudo vai depender da forma como os superiores respondem.
Folha: A gestão participativa e as equipes de trabalho transformam o sofrimento em prazer?
Dejours: O sofrimento está sempre presente, inclusive nessas relações de trabalho. Não existe organização do trabalho perfeita. Mesmo que as situações de trabalho sejam duras, as pessoas se sentirão bem se houver reconhecimento. Da mesma forma, as equipes de trabalho podem resultar em prazer desde que a empresa reconheça a criatividade dos empregados.
Folha: O reconhecimento é a chave para o incentivo das pessoas ao trabalho?
Dejours: Parece que o reconhecimento proporciona uma resistência física muito superior. Uma pessoa que decide atravessar o oceano Atlântico, sozinha, em um barco, sabe que vai submeter-se a um trabalho duro e perigoso. Mas a expectativa de reconhecimento lhe confere capacidade de resistir a tal ponto que ela se sente melhor trabalhando que parada.
Denise C. Marin. Trabalho traz pouco prazer, diz médico. São
Paulo: Folha de S. Paulo, 1.º/5/1994, p. 3, cad. 7. Apud Sônia
Maria Ribeiro de Souza. Op. cit., p. 145-6 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e às estruturas lingüísticas do texto acima, que apresenta trecho de entrevista, concedida pelo médico do trabalho e psiquiatra francês Christophe Dejours, julgue o item que se segue.
O pronome “lhe” está empregado em referência a “trabalho”.
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Texto para o item
Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).
Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.
Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.
Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.
O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.
Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.
Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).
Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.
Infere-se do texto que o ser humano corre o risco de submeter-se ao domínio das coisas materiais.
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Texto para o item
Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).
Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.
Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.
Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.
O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.
Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.
Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).
Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.
De acordo com o texto, o poder social, em tese, não deve ser confundido com o poder sobre as coisas, embora a existência de um esteja, por vezes, vinculada à do outro.
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Texto para o item
Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).
Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.
Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.
Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.
O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.
Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.
Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).
Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.
O autor do texto, conforme se constata nos dois parágrafos finais, considera reducionistas as concepções de poder que remontam a Hobbes.
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Texto para o item
Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).
Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.
Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.
Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.
O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.
Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.
Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).
Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.
Identifica-se, no texto, uma contradição no poder social: a de o ser humano assumir, ao mesmo tempo, a função de sujeito e objeto de poder.
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