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O secretário é um importante elemento de comunicação e informação, um canal facilitador de contato entre o executivo e seus subordinados, seus superiores, os vários setores da instituição e diferentes instituições. Nesse sentido, do ponto de vista técnico, desconsiderando-se aptidões de caráter pessoal, julgue o item a seguir, relativo a produtos, tarefas e conhecimentos relacionados ao trabalho do secretário.
Entre os objetivos do estudo de layout, incluem-se o de favorecer o fluxo de comunicação e o de manter logística organizacional eficiente.
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É da essência do estado democrático de direito a existência de controles recíprocos entre os órgãos do Estado, em que pese a separação de poderes alçada à categoria de cláusula pétrea constitucional, em face da necessidade de se imprimir, democraticamente, visibilidade, transparência, moralidade e eficiência à atividade daqueles que exercem o poder político estatal, cujo titular é o povo.
Luís Roberto Gomes. O Ministério Público e o controle da
omissão administrativa: o controle da omissão estatal no
direito ambiental. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.
Com relação aos limites do controle judicial dos atos administrativos, julgue o próximo item.
É ilegítima qualquer intervenção judicial sobre atos discricionários da administração pública, pois o princípio da separação dos poderes tem o mesmo valor constitucional da discricionariedade.
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É da essência do estado democrático de direito a existência de controles recíprocos entre os órgãos do Estado, em que pese a separação de poderes alçada à categoria de cláusula pétrea constitucional, em face da necessidade de se imprimir, democraticamente, visibilidade, transparência, moralidade e eficiência à atividade daqueles que exercem o poder político estatal, cujo titular é o povo.
Luís Roberto Gomes. O Ministério Público e o controle da
omissão administrativa: o controle da omissão estatal no
direito ambiental. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.
Com relação aos limites do controle judicial dos atos administrativos, julgue o próximo item.
Tanto a ação como a omissão administrativas podem ser alvo do controle judicial.
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É da essência do estado democrático de direito a existência de controles recíprocos entre os órgãos do Estado, em que pese a separação de poderes alçada à categoria de cláusula pétrea constitucional, em face da necessidade de se imprimir, democraticamente, visibilidade, transparência, moralidade e eficiência à atividade daqueles que exercem o poder político estatal, cujo titular é o povo.
Luís Roberto Gomes. O Ministério Público e o controle da
omissão administrativa: o controle da omissão estatal no
direito ambiental. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2003.
Com relação aos limites do controle judicial dos atos administrativos, julgue o próximo item.
O instituto do controle jurisdicional da administração pública demonstra a possibilidade de interferência hierárquica do Poder Judiciário sobre a condução das políticas da administração pública.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
As cidades que compõem o DF apresentam características próprias, ainda que todas dependentes de Brasília. Assim, enquanto Taguatinga expande seu parque industrial, Brazlândia notabiliza-se como centro urbano economicamente sustentado pelo setor de serviços.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
A área geográfica do atual DF contempla, do ponto de vista hidrográfico, um tripartite divisor: os rios Maranhão, que se dirige para a bacia amazônica; São Bartolomeu, direcionado para o Prata; e Preto, que corre para o São Francisco.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
O processo de demarcação da área onde seria construída a nova capital brasileira iniciou-se ainda no século XIX, realizado pela comissão exploradora liderada por Luís Cruls.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
As singulares feições urbanísticas e arquitetônicas da capital brasileira inaugurada em 1960 levaram a UNESCO, órgão especializado das Nações Unidas para as questões de educação, cultura e ciência, a declarar Brasília patrimônio da humanidade.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
O projeto urbanístico vitorioso que se transformaria em Brasília, saído das pranchetas do mundialmente conhecido e admirado arquiteto Oscar Niemeyer, contemplava um Plano Piloto e algumas cidades ao seu redor, logo batizadas popularmente de satélites, que seriam ocupadas por migrantes oriundos das diversas regiões brasileiras.
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O programa de governo de JK assumiu integralmente a “linguagem do desenvolvimento”. Mais conhecido como Plano de Metas, o programa era, essencialmente, econômico. Dividia-se em 30 metas, distribuídas entre os setores de energia, transporte, alimentação, indústria de base e educação. A construção de Brasília só foi incorporada ao Plano de Metas durante a campanha presidencial, mas rapidamente se transformou em uma das prioridades de Juscelino. Ele situava Brasília, aliás, em lugar de destaque, considerando-a “a grande meta de integração nacional” ou, ainda, a “meta-síntese” de sua administração.
O sucesso de JK na implementação do Plano de Metas ficou particularmente evidente na condução da “operação Brasília”, isto é, na construção e inauguração da nova capital e do “cruzeiro rodoviário”, composto pelas rodovias Belém/Brasília, Acre/Brasília, Fortaleza/Brasília, Belo Horizonte/Brasília e Goiânia/Brasília. Embora a literatura crítica tenda a considerar Brasília uma obra faraônica, sem outra maior relevância do que fazer a propaganda simbólica e ideológica do nacionaldesenvolvimentismo, dificilmente poder-se-á compreender o governo JK sem a consideração da meta que, segundo a própria avaliação de Juscelino, sintetizava o “espírito” de sua administração.
Vânia Maria Losada Moreira. Os anos JK: industrialização e modelo oligárquico
de desenvolvimento rural. In: Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves
Delgado (orgs.). O Brasil republicano (3): o tempo da experiência democrática.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 159-76 (com adaptações).
Tendo o texto anterior como referência e considerando aspectos históricos e geográficos relativos a Brasília, julgue o próximo item.
Marca do pioneirismo de JK, Brasília foi a primeira cidade brasileira construída a partir de um planejamento urbano.
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