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Texto VI
Sobre o texto VI responda ao item 20.

(rozanew.pbworks.com/Acesso em 20.09.2014)
O uso do diminutivo “mundinho” indica
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
Numere os fatos do texto V, na ordem em que foram narrados.
( ) A professora fica feliz com a agitação das crianças.
( ) As tintas esclarecem sobre a importância de cada cor.
( ) As crianças compreendem a forma como as tintas explicam.
( ) Paulina faz o questionamento a sua professora.
( ) As crianças levam um susto, mas depois ficam encantadas.
( ) A professora indica o armário onde as tintas se encontram.
A sequência correta é
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
O texto apresenta relação de causa e consequência resumida nos fatos expostos em todas as alternativas, exceto
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
No trecho “Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!” O vocábulo destacado, de acordo com o contexto, indica
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
Leia atentamente o trecho “Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar...”.
Considere as afirmações:
I. As expressões “ver a vida cor-de-rosa” e “é preciso abrir o coração” estão empregadas em sentido figurado.
II. O vocábulo “porque” inicia oração com ideia de explicação.
III. As formas verbais “pararam” e “olharam” precedidas da palavra “Depois” dão ideia de ação anterior simultânea.
Acerca das afirmações, observa-se que apenas
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
A alternativa cujo sentido da oração em destaque está corretamente identificado nos parênteses encontra-se em
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
Ao obedecerem à ordem para encontrarem o próprio arco-íris, as crianças descobrem que suas ações e sentimentos são representados por cores. Marque a alternativa que relaciona corretamente a cor à ação e/ou sentimento.
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Texto V
Sobre o texto V responda aos itens13 a 19
A cor da pele
Certo dia, Paulina chegou à escola com uma pergunta esquisita na cabeça. No dia anterior tinha ouvido as pessoas grandes falarem da cor do seu tio. Elas tinham dito que o seu tio era negro. Paulina, no entanto, olhou atentamente para o seu tio e achou-o normal. Então, perguntou à sua professora:
— É mau ser negro, senhora professora?
A professora ficou espantada, sem voz, procurando uma resposta para a pergunta da Paulina. E foi assim que tudo começou.
Quando a professora se levantou, apontou para o armário no fundo da sala de aula. Como que por magia, as tintas guardadas no armário acordaram e, todas juntas, começaram a falar das cores. As crianças olhavam espantadas. Depois, as tintas aproximaram-se das crianças e começaram a dançar. Colaram-se ao grande quadro negro e misturaram-se formando mil e uma cores cada vez mais variadas e mais bonitas, como que para fazer o rosto da alegria. Todas as crianças estavam maravilhadas e fizeram uma grande roda à volta das cores. E as cores murmuraram:
— Nós somos as cores, as cores da vida! E para ver a vida cor-de-rosa é preciso abrir o coração, porque nada nem ninguém é completamente negro ou branco. As crianças, então, dançaram e cantaram as cores da vida. Depois pararam, olharam à sua volta e as cores voltaram a murmurar:
— Cada um tem a sua cor, cada um tem a sua beleza, as cores da vida vivem em cada um de vós, encontrai o vosso arco-íris!
A primeira a começar foi a Camila. Ficou com a cara vermelha ao pensar no Sebastião em segredo. Depois o Pedro pôs-se a dançar como um louco; girava, girava, girava numa dança encantada e quando parou sentiu-se mal e ficou com a cara verde! O Cláudio riu tanto que quase se engasgou e ficou com a cara azul! A Maria, ao ver que o Cláudio quase se engasgava, ficou com a cara branca de susto. As bochechas cor-de-rosa do Quim mostravam que ele estava bem-humorado.
Diante desta excitação geral, a professora poderia ter ficado com a cara negra de irritação e parecer-se com a Paulina, mas não, ela estava feliz. As crianças olharam umas para as outras: eram todas diferentes mas, de mãos dadas, elas eram apenas crianças de todas as cores que tinham acabado de compreender que o rosto da felicidade só se desenha com cores.
A professora agradeceu às cores e elas partiram para os seus lugares no armário ao fundo da sala. Depois sorriu para a Paulina e disse-lhe:
— A verdadeira cor do homem é aquela que ele tem no seu coração!
(Sandrine Monnier-Murariu Histórias para sonhar.Porto, Civilização Editora, 2004)
(http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/11/03/a-cor-da-pele/Acesso em 24.08.2014.)
A respeito dos fatos narrados no texto V, é correto afirmar que
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A partir da leitura dos textos III e IV responda aos itens 11 e 12
Texto III
Moda da menina trombuda
Cecília Meireles
É a moda
da menina muda
da menina trombuda
que muda de modos
e dá medo.
(A menina mimada!)
É a moda
da menina muda
que muda
de modos
e já não é trombuda.
(A menina amada!)
(versosdecriança.blogspot.com.br/ Acesso em 18.09.2014)

(www. canstockphoto.com.br/ Acesso em 18.09.2014)
Texto IV
Pessoas são diferentes
Ruth Rocha São
duas crianças lindas,
Mas são muito diferentes!
Uma é toda desdentada,
A outra é cheia de dentes...
Uma anda descabelada,
A outra é cheia de pentes!
Uma delas usa óculos,
E a outra só usa lentes.
Uma gosta de gelados,
A outra gosta de quentes.
Uma tem cabelos longos,
A outra corta eles rentes.
Não queira que sejam iguais,
Aliás, nem mesmo tentes!
São duas crianças lindas,
Mas são muito diferentes!
(bazardapoesia.blogspot.com.br/Acesso em 18.09.2014)

(www.imagui.com/ Acesso em 18.09.2014)
Sobre os versos: “... da menina muda” e “que muda de modos”, considere as afirmações a respeito das palavras destacadas.
I. Na primeira ocorrência, expressa ideia de mudança efetuada na menina.
II. Na segunda, indica uma ação feita pela menina.
III. Tanto na primeira quanto na segunda ocorrência, caracterizam o substantivo “menina”.
Considera-se correta a alternativa
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A partir da leitura dos textos III e IV responda aos itens 11 e 12
Texto III
Moda da menina trombuda
Cecília Meireles
É a moda
da menina muda
da menina trombuda
que muda de modos
e dá medo.
(A menina mimada!)
É a moda
da menina muda
que muda
de modos
e já não é trombuda.
(A menina amada!)
(versosdecriança.blogspot.com.br/ Acesso em 18.09.2014)

(www. canstockphoto.com.br/ Acesso em 18.09.2014)
Texto IV
Pessoas são diferentes
Ruth Rocha São
duas crianças lindas,
Mas são muito diferentes!
Uma é toda desdentada,
A outra é cheia de dentes...
Uma anda descabelada,
A outra é cheia de pentes!
Uma delas usa óculos,
E a outra só usa lentes.
Uma gosta de gelados,
A outra gosta de quentes.
Uma tem cabelos longos,
A outra corta eles rentes.
Não queira que sejam iguais,
Aliás, nem mesmo tentes!
São duas crianças lindas,
Mas são muito diferentes!
(bazardapoesia.blogspot.com.br/Acesso em 18.09.2014)

(www.imagui.com/ Acesso em 18.09.2014)
De acordo com a leitura dos textos III e IV, só não é permitido afirmar que
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