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Foram encontradas 415 questões.

83595 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

O sentimento de insegurança que, no atual cenário da economia mundial tem assaltado os trabalhadores, não deriva da dificuldade para a obtenção do emprego nem da garantia da renda a ser auferida, já que salário não se vincula à produtividade e ao lucro da empresa, mas em garantir a manutenção do posto de trabalho.

 

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83594 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

A OMS, citada no texto, integra o sistema das Nações Unidas, sendo um de seus órgãos especializados mais conhecidos, como são os casos, por exemplo, da UNESCO, do UNICEF e da OIT (Organização Internacional do Trabalho).

 

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Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

Quando o texto fala em “estratégias de sobrevivência no limite do desespero”, para mencionar o caso brasileiro, possivelmente se refere às diversas modalidades de trabalho informal que se multiplicam pelo país, ou seja, aquele em que o trabalhador, embora munido de uma carteira profissional devidamente assinada, aceita submeter-se a salário aviltante.

 

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83592 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

Ao mesmo tempo em que a economia aprofunda seu processo de mundialização, a questão do desemprego ganha contornos mundiais. Na Europa, as diversas formas de reação — algumas, aliás, de inegável inspiração fascista — aos imigrantes também é reflexo da disputa por postos de trabalho em um contexto de escassez.

 

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83591 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

Os baixos índices de crescimento da economia brasileira, fenômeno que adquiriu feições expressivas a partir de meados da década passada, é fator decisivo para a redução dos postos de trabalho e, conseqüentemente, do aumento do número de desempregados no país.

 

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Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

Infere-se do texto que, em face das condições impostas pela atual economia globalizada, sustentada pela sofisticação da tecnologia e voltada para um mercado mundial de acentuada competitividade, os trabalhadores — independentemente dos países a que pertençam — costumam apresentar reações comportamentais bastante semelhantes.

 

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83589 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

No atual estágio da economia mundial, cada vez mais dependente das inovações tecnológicas, a crescente necessidade de se encontrar mão-de-obra abundante e barata leva as grandes corporações transnacionais a montar seus empreendimentos em vários locais do planeta.

 

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Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

O neoliberalismo traduz, no campo das idéias políticas e econômicas, a nova realidade da globalização. Em linhas gerais, ele propõe o fortalecimento do Estado como executor de políticas sociais e, principalmente, como regulador das relações entre capital e trabalho.

 

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Com o alastramento, a partir das últimas décadas do século passado, da terceira Revolução Industrial, aliada ao neoliberalismo, um número crescente de indivíduos mundo a fora se vê entre a cruz e a espada. De um lado, o desemprego, do outro, um trabalho a cada dia mais absorvente, exigente, instável, estressante.

No Japão, dezenas de famílias de vítimas de karoshi, a morte por excesso de trabalho, são indenizadas pelo governo todo ano. Os ingleses batem recordes de faltas ao trabalho em razão do estresse e gastam bilhões com terapias para combater o problema. No Brasil, a grande maioria das ocupações criadas nos últimos anos não é apenas precária e estressante: resulta de estratégias de sobrevivência no limite do desespero. No mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% dos trabalhadores têm sintomas de depressão, transtornos de ansiedade (como a síndrome do pânico) ou estresse.

Flavio Lobo. Vida e morte no trabalho. In: Carta Capital,
ano X, n.o 263, 22/10/2003, p. 12-3 (com adaptações).

Tendo o texto acima por referência inicial, julgue o item a seguir, relativos a aspectos sociais e econômicos da sociedade contemporânea.

A terceira etapa da Revolução Industrial é assinalada por novos modelos de produção e de gestão e se baseia na difusão de novas tecnologias, de que seriam exemplos significativos a microeletrônica, a robótica e a informática.

 

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83586 Ano: 2003
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CNPq

A política externa dos Estados Unidos da América (EUA), na administração do presidente George Walker Bush, caracteriza-se pelo unilateralismo, pela imposição do pensamento e dos objetivos da direita fundamentalista do Partido Republicano. O gigantesco poder nacional adquirido pelo país, inédito na História Contemporânea, permitiu à administração Bush recusar-se, por exemplo, a ratificar o Tratado de Kyoto. Na recente invasão do Iraque, da qual participaram como sócios menores a Grã-Bretanha e forças simbólicas de outras
nacionalidades, esse unilateralismo foi mais além, transgredindo o Direito Internacional, ao ignorar a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual os EUA são signatários. A ONU foi criada em 1945, sob o trauma causado pela mortandade e sofrimento resultantes da Segunda Guerra Mundial. O Capítulo VII de sua Carta estipulou caber ao Conselho de Segurança zelar pela paz.

Francisco Fernando Monteoliva Doratioto. A guerra no Iraque e o futuro
da ONU. In: UnB revista, ano III, n.o 8, jul.-out./2003, p. 11 (com adaptações).

A partir do texto acima e considerando as relações internacionais contemporâneas, julgue o item a seguir.

O unilateralismo que, conforme o texto, caracteriza a atual política externa norte-americana, pode ser entendido como uma ação deliberada de imposição da vontade da grande potência, onde e quando for de seu interesse, independentemente da anuência de aliados ou de organismos de deliberação coletiva.

 

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