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A política externa dos Estados Unidos da América (EUA), na administração do presidente George Walker Bush, caracteriza-se pelo unilateralismo, pela imposição do pensamento e dos objetivos da direita fundamentalista do Partido Republicano. O gigantesco poder nacional adquirido pelo país, inédito na História Contemporânea, permitiu à administração Bush recusar-se, por exemplo, a ratificar o Tratado de Kyoto. Na recente invasão do Iraque, da qual participaram como sócios menores a Grã-Bretanha e forças simbólicas de outras
nacionalidades, esse unilateralismo foi mais além, transgredindo o Direito Internacional, ao ignorar a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual os EUA são signatários. A ONU foi criada em 1945, sob o trauma causado pela mortandade e sofrimento resultantes da Segunda Guerra Mundial. O Capítulo VII de sua Carta estipulou caber ao Conselho de Segurança zelar pela paz.
Francisco Fernando Monteoliva Doratioto. A guerra no Iraque e o futuro
da ONU. In: UnB revista, ano III, n.o 8, jul.-out./2003, p. 11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as relações internacionais contemporâneas, julgue o item a seguir.
O gigantesco e historicamente inédito poder concentrado hoje pelos EUA tem, entre outras, bases vigorosas: o incontrastável poderio militar, o controle sobre organismos financeiros multilaterais e a importância de seu mercado consumidor para as exportações dos demais países.
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A política externa dos Estados Unidos da América (EUA), na administração do presidente George Walker Bush, caracteriza-se pelo unilateralismo, pela imposição do pensamento e dos objetivos da direita fundamentalista do Partido Republicano. O gigantesco poder nacional adquirido pelo país, inédito na História Contemporânea, permitiu à administração Bush recusar-se, por exemplo, a ratificar o Tratado de Kyoto. Na recente invasão do Iraque, da qual participaram como sócios menores a Grã-Bretanha e forças simbólicas de outras
nacionalidades, esse unilateralismo foi mais além, transgredindo o Direito Internacional, ao ignorar a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual os EUA são signatários. A ONU foi criada em 1945, sob o trauma causado pela mortandade e sofrimento resultantes da Segunda Guerra Mundial. O Capítulo VII de sua Carta estipulou caber ao Conselho de Segurança zelar pela paz.
Francisco Fernando Monteoliva Doratioto. A guerra no Iraque e o futuro
da ONU. In: UnB revista, ano III, n.o 8, jul.-out./2003, p. 11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as relações internacionais contemporâneas, julgue o item a seguir.
O Tratado de Kyoto, que o governo Bush se recusa a ratificar, como informa o texto, é de crucial interesse para o conjunto da humanidade na medida em que prevê menores emissões de gases causadores do efeito estufa.
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A política externa dos Estados Unidos da América (EUA), na administração do presidente George Walker Bush, caracteriza-se pelo unilateralismo, pela imposição do pensamento e dos objetivos da direita fundamentalista do Partido Republicano. O gigantesco poder nacional adquirido pelo país, inédito na História Contemporânea, permitiu à administração Bush recusar-se, por exemplo, a ratificar o Tratado de Kyoto. Na recente invasão do Iraque, da qual participaram como sócios menores a Grã-Bretanha e forças simbólicas de outras
nacionalidades, esse unilateralismo foi mais além, transgredindo o Direito Internacional, ao ignorar a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual os EUA são signatários. A ONU foi criada em 1945, sob o trauma causado pela mortandade e sofrimento resultantes da Segunda Guerra Mundial. O Capítulo VII de sua Carta estipulou caber ao Conselho de Segurança zelar pela paz.
Francisco Fernando Monteoliva Doratioto. A guerra no Iraque e o futuro
da ONU. In: UnB revista, ano III, n.o 8, jul.-out./2003, p. 11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as relações internacionais contemporâneas, julgue o item a seguir.
O secretário-geral da ONU, principal executivo da organização e que atualmente é Kofi Annan, é sempre escolhido entre os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança.
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A política externa dos Estados Unidos da América (EUA), na administração do presidente George Walker Bush, caracteriza-se pelo unilateralismo, pela imposição do pensamento e dos objetivos da direita fundamentalista do Partido Republicano. O gigantesco poder nacional adquirido pelo país, inédito na História Contemporânea, permitiu à administração Bush recusar-se, por exemplo, a ratificar o Tratado de Kyoto. Na recente invasão do Iraque, da qual participaram como sócios menores a Grã-Bretanha e forças simbólicas de outras
nacionalidades, esse unilateralismo foi mais além, transgredindo o Direito Internacional, ao ignorar a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual os EUA são signatários. A ONU foi criada em 1945, sob o trauma causado pela mortandade e sofrimento resultantes da Segunda Guerra Mundial. O Capítulo VII de sua Carta estipulou caber ao Conselho de Segurança zelar pela paz.
Francisco Fernando Monteoliva Doratioto. A guerra no Iraque e o futuro
da ONU. In: UnB revista, ano III, n.o 8, jul.-out./2003, p. 11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as relações internacionais contemporâneas, julgue o item a seguir.
Reflexo do resultado da Segunda Guerra Mundial, os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU são EUA, Rússia, Reino Unido, França e China.
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A política externa dos Estados Unidos da América (EUA), na administração do presidente George Walker Bush, caracteriza-se pelo unilateralismo, pela imposição do pensamento e dos objetivos da direita fundamentalista do Partido Republicano. O gigantesco poder nacional adquirido pelo país, inédito na História Contemporânea, permitiu à administração Bush recusar-se, por exemplo, a ratificar o Tratado de Kyoto. Na recente invasão do Iraque, da qual participaram como sócios menores a Grã-Bretanha e forças simbólicas de outras
nacionalidades, esse unilateralismo foi mais além, transgredindo o Direito Internacional, ao ignorar a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual os EUA são signatários. A ONU foi criada em 1945, sob o trauma causado pela mortandade e sofrimento resultantes da Segunda Guerra Mundial. O Capítulo VII de sua Carta estipulou caber ao Conselho de Segurança zelar pela paz.
Francisco Fernando Monteoliva Doratioto. A guerra no Iraque e o futuro
da ONU. In: UnB revista, ano III, n.o 8, jul.-out./2003, p. 11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as relações internacionais contemporâneas, julgue o item a seguir.
Na recente invasão do Iraque pela coalizão comandada pelos EUA, a decisão de invadir o país de Saddam Hussein somente foi tomada depois de obtida a aprovação do Conselho de Segurança da ONU.
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A política externa dos Estados Unidos da América (EUA), na administração do presidente George Walker Bush, caracteriza-se pelo unilateralismo, pela imposição do pensamento e dos objetivos da direita fundamentalista do Partido Republicano. O gigantesco poder nacional adquirido pelo país, inédito na História Contemporânea, permitiu à administração Bush recusar-se, por exemplo, a ratificar o Tratado de Kyoto. Na recente invasão do Iraque, da qual participaram como sócios menores a Grã-Bretanha e forças simbólicas de outras
nacionalidades, esse unilateralismo foi mais além, transgredindo o Direito Internacional, ao ignorar a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual os EUA são signatários. A ONU foi criada em 1945, sob o trauma causado pela mortandade e sofrimento resultantes da Segunda Guerra Mundial. O Capítulo VII de sua Carta estipulou caber ao Conselho de Segurança zelar pela paz.
Francisco Fernando Monteoliva Doratioto. A guerra no Iraque e o futuro
da ONU. In: UnB revista, ano III, n.o 8, jul.-out./2003, p. 11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as relações internacionais contemporâneas, julgue o item a seguir.
O temor de que o interesse das grandes potências pudesse influir na decisão é a razão pela qual a ONU, pelo seu Conselho de Segurança, não pode aprovar missões de força de paz e deslocá-las para regiões em conflito.
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A política externa dos Estados Unidos da América (EUA), na administração do presidente George Walker Bush, caracteriza-se pelo unilateralismo, pela imposição do pensamento e dos objetivos da direita fundamentalista do Partido Republicano. O gigantesco poder nacional adquirido pelo país, inédito na História Contemporânea, permitiu à administração Bush recusar-se, por exemplo, a ratificar o Tratado de Kyoto. Na recente invasão do Iraque, da qual participaram como sócios menores a Grã-Bretanha e forças simbólicas de outras
nacionalidades, esse unilateralismo foi mais além, transgredindo o Direito Internacional, ao ignorar a Carta da Organização das Nações Unidas (ONU), da qual os EUA são signatários. A ONU foi criada em 1945, sob o trauma causado pela mortandade e sofrimento resultantes da Segunda Guerra Mundial. O Capítulo VII de sua Carta estipulou caber ao Conselho de Segurança zelar pela paz.
Francisco Fernando Monteoliva Doratioto. A guerra no Iraque e o futuro
da ONU. In: UnB revista, ano III, n.o 8, jul.-out./2003, p. 11 (com adaptações).
A partir do texto acima e considerando as relações internacionais contemporâneas, julgue o item a seguir.
Entre as medidas que o Conselho de Segurança pode tomar estão sanções econômicas e embargo de armas.
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A institucionalização das atividades científicas no Brasil vem da década de 50 do século passado, com a criação de agências como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Junto com o fomento à pesquisa, também foram introduzidos instrumentos de incentivos para a formação de recursos humanos.
Na década de 60 do século passado, iniciaram-se os primeiros cursos de pós-graduação stricto sensu, que sofreram uma grande expansão. Atualmente, mais de 2.500 cursos, reconhecidos pelo MEC, formam aproximadamente seis mil doutores por ano. Mas, apesar da expansão quantitativa de grupos de pesquisa e do aumento na produtividade científica, um conjunto de fatores torna bastante difícil aos pesquisadores brasileiros desenvolveram projetos de fronteira que, por sua natureza, enfrentam uma grande competitividade internacional.
Isaac Roitman. O que fazer para alcançar a
vanguarda. In: UnB revista, ano III, n.o 8,
jul.-out./2003, p. 32 (com adaptações).
Tendo o texto acima por referência inicial e considerando as múltiplas implicações relativas ao cenário científico no Brasil e no mundo dos dias atuais, julgue o item a seguir.
O apoio unânime da comunidade acadêmica, inclusive da que atua na área das ciências humanas e sociais, faz do Brasil, na atualidade, um dos países em que mais solidamente se mani festa a interação universidade-empresa.
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A institucionalização das atividades científicas no Brasil vem da década de 50 do século passado, com a criação de agências como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Junto com o fomento à pesquisa, também foram introduzidos instrumentos de incentivos para a formação de recursos humanos.
Na década de 60 do século passado, iniciaram-se os primeiros cursos de pós-graduação stricto sensu, que sofreram uma grande expansão. Atualmente, mais de 2.500 cursos, reconhecidos pelo MEC, formam aproximadamente seis mil doutores por ano. Mas, apesar da expansão quantitativa de grupos de pesquisa e do aumento na produtividade científica, um conjunto de fatores torna bastante difícil aos pesquisadores brasileiros desenvolveram projetos de fronteira que, por sua natureza, enfrentam uma grande competitividade internacional.
Isaac Roitman. O que fazer para alcançar a
vanguarda. In: UnB revista, ano III, n.o 8,
jul.-out./2003, p. 32 (com adaptações).
Tendo o texto acima por referência inicial e considerando as múltiplas implicações relativas ao cenário científico no Brasil e no mundo dos dias atuais, julgue o item a seguir.
Doações de pessoas físicas e jurídicas destinadas ao financiamento de projetos de pesquisa ainda é uma prática muito rara no Brasil, mas comum nos países que lideram a produção do conhecimento científico.
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A institucionalização das atividades científicas no Brasil vem da década de 50 do século passado, com a criação de agências como o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Junto com o fomento à pesquisa, também foram introduzidos instrumentos de incentivos para a formação de recursos humanos.
Na década de 60 do século passado, iniciaram-se os primeiros cursos de pós-graduação stricto sensu, que sofreram uma grande expansão. Atualmente, mais de 2.500 cursos, reconhecidos pelo MEC, formam aproximadamente seis mil doutores por ano. Mas, apesar da expansão quantitativa de grupos de pesquisa e do aumento na produtividade científica, um conjunto de fatores torna bastante difícil aos pesquisadores brasileiros desenvolveram projetos de fronteira que, por sua natureza, enfrentam uma grande competitividade internacional.
Isaac Roitman. O que fazer para alcançar a
vanguarda. In: UnB revista, ano III, n.o 8,
jul.-out./2003, p. 32 (com adaptações).
Tendo o texto acima por referência inicial e considerando as múltiplas implicações relativas ao cenário científico no Brasil e no mundo dos dias atuais, julgue o item a seguir.
No Brasil dos dias de hoje, embora o ensino fundamental esteja praticamente universalizado em termos de acesso à escola, no ensino médio — que completa a educação básica — o número de matriculados ainda está muito aquém do que deveria. Em ambos os caso, contudo, prevalece, em larga medida, o problema da má qualidade do ensino.
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