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MORTAL KOMBAT: O FILME
Mortal Kombat nasceu em 1992 como uma das franquias mais lucrativas e polêmicas da história dos games. Foi o primeiro jogo a conseguir transpor captura de movimentos de atores reais para dentro de uma máquina de fliperama, fazendo dele um título realista em meio a jogos que eram basicamente pontos sugestivos em tela. Por conta disso, é até irônico que haja a vontade de fazer o caminho inverso e levar tais personagens para a telona. Já em 1995, o primeiro filme de Mortal Kombat foi lançado com o desafio de manter o nível do Jogo, mas ainda focado na audiência jovem (quase infantil) dos arcades, É por isso que ele é mais uma comédia com artes marciais que uma ação propriamente dita. Agora, em, 2021, o diretor Simon McQuoid quer fazer algo completamente diferente disso.
O diretor está estreando no mundo dos longas- metragens, mas já é um velho conhecido de quem curte games, ao menos nos Estados Unidos. Isso porque ele fez uma série de comerciais para grandes empresas de jogos como PlayStation, da série Halo e também de Call of Duty. Já Garner e Wan são fichas carimbadas de grandes produções. O primeiro trabalhou em nomes como Armagedor, Conair, Pearl Harbor e XXX. Já o segundo é conhecido por trabalhar em grandes séries de filmes de terror como o Jogos Mortais e, fora do gênero, Aquaman. Diante de tanto conteúdo, é possível saber bem do que se trata Mortal Kombat de 2021.
Um dos pontos mais visíveis é que aquele cenário mais cômico do filme de 1995 não aparece por aqui. A trama começa mais introspectiva, emotiva, focada na narrativa dos personagens. Não que fuja das boas cenas de ação, mas, sinceramente, minha expectativa era de ver mais pulos e movimentos. O que não foi, nem de longe, um problema. Inclusive, este é um ponto bastante positivo do início do filme: a preocupação em apresentar as pessoas que guiam a narrativa. Aliás, espaço para que todas as histórias tenham tempo de tela em um longa de aproximadamente duas horas foi um dos principais desafios da produção. "Era algo que estava na nossa cabeça o tempo todo. Que cada personagem tivesse tempo para ser introduzido da forma que merece. Foi um desafio balancear isso", Jem bra McQuoid.
De fato, a série tem mais de dezenas de personagens, sendo uns mais cruciais para a trama, como Scorpion, Sub-Zero, Raiden e Sanya, que outros. Nesse filme de 2021, ainda há m novo nome: Cole Young. O personagem é um at e a e artes marciais que descobre fazer parte de uma linhagem de lutadores. Tecnicamente, ele funciona como um mecanismo de roteiro que representa o espectador desavisado no filme. Ou seja, é pelos olhos de Young que os roteiristas explicam cada conceito, apresentam personagens e ditam o ritmo da trama. "Contudo, ele é mais que isso". aponta Garner. Há um mistério cm redor de Young que também segura a atenção da audiência.
Os 13 primeiros minutos são voltados para um olhar mais intimista e emotivo de todos eles, mesclados com ·cenas de ação em um bom ritmo. Algo que lembra a produções do Universo Cinematográfico da Marvel. Aliás, o MCU é uma inspiração para os produtores, que querem fazer algo parecido com a franquia Mortal Kombat (quem não quer copiar uma ideia como o MCU que se tornou a mais rentável do cinema?). "Eu trabalhei por 10 anos na Disney, admiro demais o trabalho do Kevin [Feige]. Ele trouxe uma expansão para o cinema, com Thor, Pantera Negra, Falcão. Personagens que não tinham espaço. Antes era Homem-Aranha e pronto. Eu quero que outros personagens também tenham projeção , aponta Garner.
O "universo cinemático" de Mortal Kombat já tem projeto, ele explica. Entretanto, é relutante em dizer que um mundo como o de Vingadores, todo interligado com vários filmes, vai acontecer. A impressão, pelos trejeitos dos entrevistados é de que esta primeira produção é um experimento da vontade da audiência por mais. Ou seja, se for rentável, certamente a ideia sairá do papel.
Mortal Kombat estreia nos cinemas brasileiros em 15 de abril. O filme não terá lançamento por aqui em plataformas de streaming.
(Retirado e adaptado de: https://canaltech.com.br/entretenimento/mortal-kombat-filmeo-que-esperar-180758/. Acesso em 20.03.2021.)
Considere as seguintes afirmações sobre as informações contidas no texto acima:
I- Mortal Kombat e Aquaman são jogos de ação.
II- Mortal Kombat e Jogos Mortais são filmes de terror
II- Jogos Mortais e Mortal Kombat são jogos de videogame.
IV- Thor, Raiden, Sub-Zero e Falcão são personagens de Mortal Kombat,
Assinale a alternativa CORRETA.
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- Instrumentos da Política NacionalAvaliação de Impacto Ambiental, EIA e RIMA
- Lei 12.651/2012: Novo Código Florestal
- Outros Normativos
Os apicuns e salgados podem ser utilizados em atividades de carcinicultura e salinas. Assinale a alternativa, conforme a Lei n.º 12.651, que indica a área máxima em que novos empreendimentos não estão sujeitos à apresentação de Estudo Prévio de Impacto Ambiental (EPIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), caso os mesmos não sejam potencialmente causadores de significativa degradação do meio ambiente ou localizados em região com adensamento de empreendimentos de carcinicultura ou salinas cujo impacto afete áreas comuns.
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MORTAL KOMBAT: O FILME
Mortal Kombat nasceu em 1992 como uma das franquias mais lucrativas e polêmicas da história dos games. Foi o primeiro jogo a conseguir transpor captura de movimentos de atores reais para dentro de uma máquina de fliperama, fazendo dele um título realista em meio a jogos que eram basicamente pontos sugestivos em tela. Por conta disso, é até irônico que haja a vontade de fazer o caminho inverso e levar tais personagens para a telona. Já em 1995, o primeiro filme de Mortal Kombat foi lançado com o desafio de manter o nível do Jogo, mas ainda focado na audiência jovem (quase infantil) dos arcades, É por isso que ele é mais uma comédia com artes marciais que uma ação propriamente dita. Agora, em, 2021, o diretor Simon McQuoid quer fazer algo completamente diferente disso.
O diretor está estreando no mundo dos longas- metragens, mas já é um velho conhecido de quem curte games, ao menos nos Estados Unidos. Isso porque ele fez uma série de comerciais para grandes empresas de jogos como PlayStation, da série Halo e também de Call of Duty. Já Garner e Wan são fichas carimbadas de grandes produções. O primeiro trabalhou em nomes como Armagedor, Conair, Pearl Harbor e XXX. Já o segundo é conhecido por trabalhar em grandes séries de filmes de terror como o Jogos Mortais e, fora do gênero, Aquaman. Diante de tanto conteúdo, é possível saber bem do que se trata Mortal Kombat de 2021.
Um dos pontos mais visíveis é que aquele cenário mais cômico do filme de 1995 não aparece por aqui. A trama começa mais introspectiva, emotiva, focada na narrativa dos personagens. Não que fuja das boas cenas de ação, mas, sinceramente, minha expectativa era de ver mais pulos e movimentos. O que não foi, nem de longe, um problema. Inclusive, este é um ponto bastante positivo do início do filme: a preocupação em apresentar as pessoas que guiam a narrativa. Aliás, espaço para que todas as histórias tenham tempo de tela em um longa de aproximadamente duas horas foi um dos principais desafios da produção. "Era algo que estava na nossa cabeça o tempo todo. Que cada personagem tivesse tempo para ser introduzido da forma que merece. Foi um desafio balancear isso", Jem bra McQuoid.
De fato, a série tem mais de dezenas de personagens, sendo uns mais cruciais para a trama, como Scorpion, Sub-Zero, Raiden e Sanya, que outros. Nesse filme de 2021, ainda há m novo nome: Cole Young. O personagem é um at e a e artes marciais que descobre fazer parte de uma linhagem de lutadores. Tecnicamente, ele funciona como um mecanismo de roteiro que representa o espectador desavisado no filme. Ou seja, é pelos olhos de Young que os roteiristas explicam cada conceito, apresentam personagens e ditam o ritmo da trama. "Contudo, ele é mais que isso". aponta Garner. Há um mistério cm redor de Young que também segura a atenção da audiência.
Os 13 primeiros minutos são voltados para um olhar mais intimista e emotivo de todos eles, mesclados com ·cenas de ação em um bom ritmo. Algo que lembra a produções do Universo Cinematográfico da Marvel. Aliás, o MCU é uma inspiração para os produtores, que querem fazer algo parecido com a franquia Mortal Kombat (quem não quer copiar uma ideia como o MCU que se tornou a mais rentável do cinema?). "Eu trabalhei por 10 anos na Disney, admiro demais o trabalho do Kevin [Feige]. Ele trouxe uma expansão para o cinema, com Thor, Pantera Negra, Falcão. Personagens que não tinham espaço. Antes era Homem-Aranha e pronto. Eu quero que outros personagens também tenham projeção , aponta Garner.
O "universo cinemático" de Mortal Kombat já tem projeto, ele explica. Entretanto, é relutante em dizer que um mundo como o de Vingadores, todo interligado com vários filmes, vai acontecer. A impressão, pelos trejeitos dos entrevistados é de que esta primeira produção é um experimento da vontade da audiência por mais. Ou seja, se for rentável, certamente a ideia sairá do papel.
Mortal Kombat estreia nos cinemas brasileiros em 15 de abril. O filme não terá lançamento por aqui em plataformas de streaming.
(Retirado e adaptado de: https://canaltech.com.br/entretenimento/mortal-kombat-filmeo-que-esperar-180758/. Acesso em 20.03.2021.)
“Ou seja, é pelos olhos de Young que es roteiristas explicam cada conceito, apresentam personagens e ditam o ritmo da trama”,
Assinale a alternativa em que o trecho acima ganha uma nova redação, na qual se mantêm a coesão e a coerência e se respeita a norma-padrão da língua.
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MORTAL KOMBAT: O FILME
Mortal Kombat nasceu em 1992 como uma das franquias mais lucrativas e polêmicas da história dos games. Foi o primeiro jogo a conseguir transpor captura de movimentos de atores reais para dentro de uma máquina de fliperama, fazendo dele um título realista em meio a jogos que eram basicamente pontos sugestivos em tela. Por conta disso, é até irônico que haja a vontade de fazer o caminho inverso e levar tais personagens para a telona. Já em 1995, o primeiro filme de Mortal Kombat foi lançado com o desafio de manter o nível do Jogo, mas ainda focado na audiência jovem (quase infantil) dos arcades, É por isso que ele é mais uma comédia com artes marciais que uma ação propriamente dita. Agora, em, 2021, o diretor Simon McQuoid quer fazer algo completamente diferente disso.
O diretor está estreando no mundo dos longas- metragens, mas já é um velho conhecido de quem curte games, ao menos nos Estados Unidos. Isso porque ele fez uma série de comerciais para grandes empresas de jogos como PlayStation, da série Halo e também de Call of Duty. Já Garner e Wan são fichas carimbadas de grandes produções. O primeiro trabalhou em nomes como Armagedor, Conair, Pearl Harbor e XXX. Já o segundo é conhecido por trabalhar em grandes séries de filmes de terror como o Jogos Mortais e, fora do gênero, Aquaman. Diante de tanto conteúdo, é possível saber bem do que se trata Mortal Kombat de 2021.
Um dos pontos mais visíveis é que aquele cenário mais cômico do filme de 1995 não aparece por aqui. A trama começa mais introspectiva, emotiva, focada na narrativa dos personagens. Não que fuja das boas cenas de ação, mas, sinceramente, minha expectativa era de ver mais pulos e movimentos. O que não foi, nem de longe, um problema. Inclusive, este é um ponto bastante positivo do início do filme: a preocupação em apresentar as pessoas que guiam a narrativa. Aliás, espaço para que todas as histórias tenham tempo de tela em um longa de aproximadamente duas horas foi um dos principais desafios da produção. "Era algo que estava na nossa cabeça o tempo todo. Que cada personagem tivesse tempo para ser introduzido da forma que merece. Foi um desafio balancear isso", Jem bra McQuoid.
De fato, a série tem mais de dezenas de personagens, sendo uns mais cruciais para a trama, como Scorpion, Sub-Zero, Raiden e Sanya, que outros. Nesse filme de 2021, ainda há m novo nome: Cole Young. O personagem é um at e a e artes marciais que descobre fazer parte de uma linhagem de lutadores. Tecnicamente, ele funciona como um mecanismo de roteiro que representa o espectador desavisado no filme. Ou seja, é pelos olhos de Young que os roteiristas explicam cada conceito, apresentam personagens e ditam o ritmo da trama. "Contudo, ele é mais que isso". aponta Garner. Há um mistério cm redor de Young que também segura a atenção da audiência.
Os 13 primeiros minutos são voltados para um olhar mais intimista e emotivo de todos eles, mesclados com ·cenas de ação em um bom ritmo. Algo que lembra a produções do Universo Cinematográfico da Marvel. Aliás, o MCU é uma inspiração para os produtores, que querem fazer algo parecido com a franquia Mortal Kombat (quem não quer copiar uma ideia como o MCU que se tornou a mais rentável do cinema?). "Eu trabalhei por 10 anos na Disney, admiro demais o trabalho do Kevin [Feige]. Ele trouxe uma expansão para o cinema, com Thor, Pantera Negra, Falcão. Personagens que não tinham espaço. Antes era Homem-Aranha e pronto. Eu quero que outros personagens também tenham projeção , aponta Garner.
O "universo cinemático" de Mortal Kombat já tem projeto, ele explica. Entretanto, é relutante em dizer que um mundo como o de Vingadores, todo interligado com vários filmes, vai acontecer. A impressão, pelos trejeitos dos entrevistados é de que esta primeira produção é um experimento da vontade da audiência por mais. Ou seja, se for rentável, certamente a ideia sairá do papel.
Mortal Kombat estreia nos cinemas brasileiros em 15 de abril. O filme não terá lançamento por aqui em plataformas de streaming.
(Retirado e adaptado de: https://canaltech.com.br/entretenimento/mortal-kombat-filmeo-que-esperar-180758/. Acesso em 20.03.2021.)
Um dos pontos mais visíveis é que aquele cenário mais cômico do filme de 1995 não aparece por aqui”,
Na sentença acima, a posição ocupada pelo vocábulo sublinhado:
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A respeito do sistema de drenagem para a coleta e a remoção de líquido percolado de aterro de resíduos perigosos, analise os itens abaixo, conforme a NBR 10157 supondo que não há projeto alternativo.
I- O sistema de drenagem para a coleta e a remeção de líquido percolado do aterro deve ser instalado imediatamente abaixo da impermeabilização.
II- O sistema de drenagem para a coleta e a remoção de liquido percolado do aterro deve ser dimensionado de forma a evitar a formação de uma lâmina de liquido percolado superior a 50 em sobre a impermeabilização.
III- O sistema de drenagem para a coleta e a remoção de líquida percolado do aterro deve ser construído de material quimicamente resistente apenas ao líquido percolado, e suficientemente resistente a pressões originárias da estrutura total do aterro e dos equipamentos utilizados em sua operação.
IV- O sistema de drenagem para a coleta e a remoção de líquido percolado do aterro deve ser projetado e operado de forma a não entupir durante o período de vida útil e de pós- fechamento do aterro
Assinale a alternativa CORRETA
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Assinale qual deve ser o período de retomo utilizado na chuva de pico que o sistema de desvio de águas superficiais da área do aterro de resíduos perigosos deve ser capaz de suportar conforme a NBR 10157.
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Supondo que resíduo industrial foi amostrado de forma representativa, segundo a ABNT NBR 10007, e este produziu uma solução com pH de 3. Com base apenas nessa informação e desconsiderando outras possíveis reações que tal resíduo possa realizar, assinale a alternativa mais indicada para a destinação final desse resíduo.
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Assinale a alternativa que NÃO indica uma das propriedades para que o resíduo seja caracterizado como reativo.
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Sobre a classe dos resíduos "Não inerte ", conforme a NBR 10004, assinale a alternativa CORRESPONDENTE.
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MORTAL KOMBAT: O FILME
Mortal Kombat nasceu em 1992 como uma das franquias mais lucrativas e polêmicas da história dos games. Foi o primeiro jogo a conseguir transpor captura de movimentos de atores reais para dentro de uma máquina de fliperama, fazendo dele um título realista em meio a jogos que eram basicamente pontos sugestivos em tela. Por conta disso, é até irônico que haja a vontade de fazer o caminho inverso e levar tais personagens para a telona. Já em 1995, o primeiro filme de Mortal Kombat foi lançado com o desafio de manter o nível do Jogo, mas ainda focado na audiência jovem (quase infantil) dos arcades, É por isso que ele é mais uma comédia com artes marciais que uma ação propriamente dita. Agora, em, 2021, o diretor Simon McQuoid quer fazer algo completamente diferente disso.
O diretor está estreando no mundo dos longas- metragens, mas já é um velho conhecido de quem curte games, ao menos nos Estados Unidos. Isso porque ele fez uma série de comerciais para grandes empresas de jogos como PlayStation, da série Halo e também de Call of Duty. Já Garner e Wan são fichas carimbadas de grandes produções. O primeiro trabalhou em nomes como Armagedor, Conair, Pearl Harbor e XXX. Já o segundo é conhecido por trabalhar em grandes séries de filmes de terror como o Jogos Mortais e, fora do gênero, Aquaman. Diante de tanto conteúdo, é possível saber bem do que se trata Mortal Kombat de 2021.
Um dos pontos mais visíveis é que aquele cenário mais cômico do filme de 1995 não aparece por aqui. A trama começa mais introspectiva, emotiva, focada na narrativa dos personagens. Não que fuja das boas cenas de ação, mas, sinceramente, minha expectativa era de ver mais pulos e movimentos. O que não foi, nem de longe, um problema. Inclusive, este é um ponto bastante positivo do início do filme: a preocupação em apresentar as pessoas que guiam a narrativa. Aliás, espaço para que todas as histórias tenham tempo de tela em um longa de aproximadamente duas horas foi um dos principais desafios da produção. "Era algo que estava na nossa cabeça o tempo todo. Que cada personagem tivesse tempo para ser introduzido da forma que merece. Foi um desafio balancear isso", Jem bra McQuoid.
De fato, a série tem mais de dezenas de personagens, sendo uns mais cruciais para a trama, como Scorpion, Sub-Zero, Raiden e Sanya, que outros. Nesse filme de 2021, ainda há m novo nome: Cole Young. O personagem é um at e a e artes marciais que descobre fazer parte de uma linhagem de lutadores. Tecnicamente, ele funciona como um mecanismo de roteiro que representa o espectador desavisado no filme. Ou seja, é pelos olhos de Young que os roteiristas explicam cada conceito, apresentam personagens e ditam o ritmo da trama. "Contudo, ele é mais que isso". aponta Garner. Há um mistério cm redor de Young que também segura a atenção da audiência.
Os 13 primeiros minutos são voltados para um olhar mais intimista e emotivo de todos eles, mesclados com ·cenas de ação em um bom ritmo. Algo que lembra a produções do Universo Cinematográfico da Marvel. Aliás, o MCU é uma inspiração para os produtores, que querem fazer algo parecido com a franquia Mortal Kombat (quem não quer copiar uma ideia como o MCU que se tornou a mais rentável do cinema?). "Eu trabalhei por 10 anos na Disney, admiro demais o trabalho do Kevin [Feige]. Ele trouxe uma expansão para o cinema, com Thor, Pantera Negra, Falcão. Personagens que não tinham espaço. Antes era Homem-Aranha e pronto. Eu quero que outros personagens também tenham projeção , aponta Garner.
O "universo cinemático" de Mortal Kombat já tem projeto, ele explica. Entretanto, é relutante em dizer que um mundo como o de Vingadores, todo interligado com vários filmes, vai acontecer. A impressão, pelos trejeitos dos entrevistados é de que esta primeira produção é um experimento da vontade da audiência por mais. Ou seja, se for rentável, certamente a ideia sairá do papel.
Mortal Kombat estreia nos cinemas brasileiros em 15 de abril. O filme não terá lançamento por aqui em plataformas de streaming.
(Retirado e adaptado de: https://canaltech.com.br/entretenimento/mortal-kombat-filmeo-que-esperar-180758/. Acesso em 20.03.2021.)
Na oração “o diretor Simon McQuoid quer fazer algo completamente — diferente disso”, o elemento sublinhado exerce a mesma função sintática que o elemento destacado em:
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