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No mundo todo, apenas 40% das pessoas têm a mais vaga ideia do que é mudança climática. Índia (35%), Egito (25%) e África do Sul (31%) ficam abaixo da média. O Brasil não está mal. Aqui, 79% das pessoas sabem que existe a mudança climática, dos quais 80% acreditam que é causada pela atividade humana e 76% a tomam por uma ameaça séria.
Apenas países ricos marcam mais de 90% no quesito consciência. Curiosamente, mais pessoas neles é cética quanto à causa humana. Nos Estados Unidos, apenas 49% atribuem a nós a culpa pela mudança climática. O campeão em ceticismo entre os ricos é a Holanda, onde apenas 44% das pessoas acreditam que a causa seja humana. O quesito ameaça também tem suas curiosidades: na Rússia, onde 85% sabem do aquecimento e 52% não são céticos, apenas 39% o consideram uma ameaça.
Como explicar essas discrepâncias? De acordo com Anthony Leiserowitz, principal cientista por trás do estudo, “o mais importante é a realização educacional, que é o fator mais associado com consciência [do aquecimento] mundialmente". Depois disso, entram em jogo coisas como o acesso à mídia e como ela trata as questões. Em países como os Estados Unidos e a Holanda, opiniões céticas encontram mais divulgação que aqui. E, neles, a questão é politizada: conservadores tendem ao ceticismo quanto às causas humanas, progressistas, à aceitação. Um tanto obviamente, quem demonstra mais preocupação com o ambiente em geral também tende a considerar o aquecimento como algo causado pelos seres humanos e um grande perigo.
MARTON, Fábio. Como o Mundo enxerga a mudança climática? Super Interessante. Disponível em:<http://super.abril.com.br/ciencia/como-o-mundo-enx...ça-climatica> . Acesso em: 5 ago. 2015. Adaptado.
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A escuna de guerra inglesa Fair Rosamond adentrou o rio Benim e começou a atirar em um navio negreiro ancorado. Foi um salve-se quem puder. O capitão Antonio Gomes da Silva pulou na água do jeito que estava: foi preso completamente nu, agarrado às correntes do leme. O mesmo aconteceu com João Batista Cezar, chefe dos traficantes no local, detido sem roupas enquanto nadava rumo à praia. Não era a primeira vez que os ingleses capturavam um navio negreiro no litoral africano. O surpreendente, nesse episódio ocorrido em 1837, foram as circunstâncias: eles chegaram sem aviso e atirando, o que permitiu a apreensão de documentos preciosos para se entender as rotinas de uma “feitoria” do tráfico de escravos.
CARVALHO, Marcus J. M. Peões do tráfico. Revista de História. Disponível em:
<http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos-revista/peoes-do-trafico>
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Baseado em um caso real de eutanásia, filme italiano “A Bela Adormecida" discute os conflitos morais e religiosos que cercam a decisão de um pai em pôr fim à vida da filha em coma
Um dramático caso da sociedade italiana atual, envolvendo consciência individual e razão de Estado, convicções religiosas e pertencimentos políticos, constitui o pano de fundo no qual se movem as personagens, fictícias, mas suficientemente verossímeis, do último longa de Marco Bellocchio, A Bela Adormecida (2012). O diretor já acostumara o público a obras nas quais os dilemas internos dos protagonistas se sobrepunham a eventos marcantes da história de seu país: assim foi, para ficar somente na filmografia mais recente, com Bom Dia, Noite (2003) - no qual o fato histórico do sequestro e o sucessivo assassinato do presidente do partido da Democracia Cristã em 1978 pelas temidas Brigadas Vermelhas se entrelaça com as angústias e os dilemas de uma jovem que pertence ao grupo dos sequestradores e carcereiros do político. Nesta nova performance, o diretor acompanha uma semana da história política e social da Itália, no começo de fevereiro de 2009. Na ocasião, o país concentrou sua atenção nos fatos ligados à vida e morte de Eluana Englaro, uma mulher que estava em estado vegetativo numa clínica havia 17 anos. Eluana sofrera um acidente de carro e, durante aquele ano, seu pai entrara com pedido na justiça, a fim de obter o direito de suspender hidratação e alimentação, para permitir à filha uma morte digna.
SCARRONE, Marcelo. Dignidade de morrer. Revista de História. Disponível em: <http://www.revistadehistoria.com. br/secao/cine-historia/dignidade-de-morrer> . Adaptado.
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A trajetória de Gilgamesh o mostra como um grande conhecedor das coisas do mundo, inclusive de sua origem e de coisas existentes nas profundezas dos mares. Mas o rei Gilgamesh era despótico e, dentre as várias obrigações que impunha a seu povo, encontravase a construção de uma gigantesca muralha fortificada ao longo da cidade de Uruk. O povo amedrontado com o trabalho imensamente fatigante clamou pela ajuda da deusa Ishtar, que os ouviu e enviou Enkidu. Este, que era protegido da deusa e vivia nas florestas de cedros, deveria desafiar e vencer Gilgamesh em um duelo, matando-o em seguida. Ao chegar ao palácio do rei, iniciou o combate. Entretanto, não houve vitorioso, sendo que Gilgamesh e Enkidu se tornaram amigos. A amizade os levou a diversas aventuras, destruindo monstros e harmonizando o mundo.
Esse trecho da Epopeia de Gilgamesh é um dos mais conhecidos e influenciou várias lendas na antiguidade oriental. A epopeia se tornou famosa no mundo pela sua antiguidade e pela semelhança com a lenda do dilúvio bíblico hebreu.
PINTO, Tales dos Santos. A epopeia de Gilgamesh e o dilúvio. Mundo Educação. Disponível em:<http://www.mundoeducacao.com/historiageral/a-epopeia-gilgamesh-diluvio.htm?> . Acesso em: 14 ago. 2015. Adaptado.
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I. Enquanto a pessoa for viva, sua herança só poderá ser negociada por seus herdeiros necessários, sob pena de anulação do contrato.
II. Os contratos inominados são lícitos, desde que observadas as normas gerais fixadas pelo Código Civil.
III. A liberdade de contratar será exercida em razão e nos limites da função social do contrato.
Conforme ordenamento pátrio, estão CORRETAS as afirmativas:
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