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2967005 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém

Tecnologia em tempos de pandemia

Cornelia Belliero Martini, Psicóloga Clínica - Membro do Programa para Dependentes de Internet do Programa Ambulatorial Integrado dos Transtornos do Impulso (Pro-Amiti) do IPQ-HC-FMUSP.

Desde o final de 2019, o mundo já não é mais o mesmo com a chegada inesperada da pandemia do coronavírus (Covid-19), que seguramente modificou, e muito, nossos hábitos e comportamentos, e a tecnologia como a conhecemos tem mostrado sua outra face diante desse cenário, passando a ser o cerne das comunicações e a agregar a sociedade de forma sem igual.

Atualmente, as pessoas não necessitam mais se deslocar de suas residências para trabalhar, estudar, fazer compras, pedir refeições, transportes, acompanhar os noticiários e acontecimentos, independentemente do lugar e hora em que os fatos aconteçam; tudo pode ser acompanhado instantaneamente através dos smartphones conectados à Internet e a outros dispositivos tecnológicos. [...]

Funcionários de empresas começaram a utilizar práticas de trabalho remoto (home office). Ao mesmo tempo, ocorreu o fechamento temporário de creches, instituições educacionais, locais culturais e de entretenimento. O futuro ficou nebuloso e passou a ser vislumbrado com altos níveis de incerteza [A] e insegurança, aumentando sensivelmente entre as pessoas o estresse, a ansiedade e a depressão e, desde então, o mundo tem assistido a um acentuado impacto na saúde mental da população.

A ansiedade e o estresse ganharam nova dimensão, e a tecnologia tem ocupado importante espaço no dia a dia de muitos indivíduos como forma de abrandar sentimentos desconfortáveis.

Em tempos de pandemia, tem-se percebido que indivíduos com baixos níveis de resiliência encontram, em algumas substâncias psicoativas e/ou em outros comportamentos de reforço (jogos de azar, jogos de vídeo, séries de TV, mídias sociais ou acesso à Internet), formas para amenizar o estresse, a ansiedade e o abrandamento do humor deprimido.

As tecnologias da informação e comunicação (TIC) têm aumentado a conectividade, proporcionando entre tantos benefícios os contatos familiares e com amigos, que passaram do modo off-line para o modo on-line, encurtando o afastamento e o distanciamento entre as pessoas e, assim, reduzindo o impacto psicológico do isolamento social. [...]

Em substituição às aulas presenciais, que foram obrigatoriamente suspensas durante a pandemia [B], visando à proteção em massa de alunos, professores e todo contingente humano que envolve o funcionamento das escolas, foram implantadas aulas remotas (on-line) em grande escala como alternativa momentânea para que os alunos e as escolas pudessem cumprir o calendário [C] escolar anual, sem prejuízo ou perdas tanto para os alunos quanto para as instituições de ensino. [...]

De maneira geral, as famílias tiveram que se reinventar e estabelecer novas regras para o bom andamento e engajamento do núcleo familiar. Algumas práticas baseadas em um cronograma de atividades para cada dia da semana ajudaram a amenizar e abrandar o período de quarentena e/ou confinamento. [...]

O tempo em família deve ser pautado em um relacionamento saudável, incluindo conversas produtivas, a fim de estabelecer e respeitar limites, evitando conflitos. [D] São pequenos detalhes que farão a diferença e favorecerão o bem-estar do grupo familiar. É importante destacar que, no período de confinamento, deve-se ter um olhar cuidadoso para com as crianças, em especial as que se encontram em idade escolar.

O afastamento do ambiente escolar poderá resultar em períodos estressantes, pois sabemos que a escola se configura como um espaço [E] para brincadeiras, relações de amizade e carinho. A ausência de todos esses atrativos poderá acarretar sintomas como estresse, desânimo, irritabilidade, sentimento de abandono e de não pertencimento ao grupo.

Com maior tempo disponível em casa, é provável que as crianças e/ou adolescentes façam uso maior das tecnologias de informação e comunicação (TIC), no intuito de preencher o tempo ocioso. Diante desse cenário, envolvendo especialmente o universo infantojuvenil, cabe aos pais a função de monitorar e regular o comportamento dos filhos, formulando regras adequadas para uma rotina diária saudável, inclusive para a navegação on-line. [...]

Em uma era mediada pela tecnologia, cabe aos pais e/ou cuidadores monitorar e observar o que os filhos estão acessando nos chamados ciberespaços. A família é considerada uma instituição responsável por promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento deles no meio social.

O papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo é de fundamental importância. É no seio familiar que são transmitidos os valores morais e sociais que servirão de base para o processo de socialização, bem como as tradições e os costumes perpetuados através de gerações. O ambiente familiar é o local onde deve existir harmonia, afetos, proteção e todo tipo de apoio necessário aos seus membros.

(Texto adaptado) Disponível em: <https://www.dependenciadeinternet.eom.br/tec_pandemia.pdf>. Acesso em: 14 ago. 2021.

Nos trechos a seguir transcritos, marque a alternativa correta quanto à semântica dos termos destacados.

 

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2967004 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém

Tecnologia em tempos de pandemia

Cornelia Belliero Martini, Psicóloga Clínica - Membro do Programa para Dependentes de Internet do Programa Ambulatorial Integrado dos Transtornos do Impulso (Pro-Amiti) do IPQ-HC-FMUSP.

Desde o final de 2019, o mundo já não é mais o mesmo com a chegada inesperada da pandemia do coronavírus (Covid-19), que seguramente modificou, e muito, nossos hábitos e comportamentos [A], e a tecnologia como a conhecemos tem mostrado sua outra face diante desse cenário, passando a ser o cerne das comunicações e a agregar a sociedade de forma sem igual.

Atualmente, as pessoas não necessitam mais se deslocar de suas residências para trabalhar, estudar, fazer compras, pedir refeições, transportes, acompanhar os noticiários e acontecimentos, independentemente do lugar e hora em que os fatos aconteçam; tudo pode ser acompanhado instantaneamente através dos smartphones conectados à Internet e a outros dispositivos tecnológicos. [...]

Funcionários de empresas começaram a utilizar práticas de trabalho remoto (home office). Ao mesmo tempo, ocorreu o fechamento temporário de creches, instituições educacionais, locais culturais e de entretenimento. O futuro ficou nebuloso e passou a ser vislumbrado com altos níveis de incerteza e insegurança, aumentando sensivelmente entre as pessoas o estresse, a ansiedade e a depressão e, desde então, o mundo tem assistido a um acentuado impacto na saúde mental da população.

A ansiedade e o estresse ganharam nova dimensão, e a tecnologia tem ocupado importante espaço no dia a dia de muitos indivíduos como forma de abrandar sentimentos desconfortáveis.

Em tempos de pandemia, tem-se percebido que indivíduos com baixos níveis de resiliência encontram, em algumas substâncias psicoativas e/ou em outros comportamentos de reforço (jogos de azar, jogos de vídeo, séries de TV, mídias sociais ou acesso à Internet), formas para amenizar o estresse, a ansiedade e o abrandamento do humor deprimido.

As tecnologias da informação e comunicação (TIC) têm aumentado a conectividade, proporcionando entre tantos benefícios os contatos familiares e com amigos, que passaram do modo off-line para o modo on-line [B], encurtando o afastamento e o distanciamento entre as pessoas e, assim, reduzindo o impacto psicológico do isolamento social. [...]

Em substituição às aulas presenciais, que foram obrigatoriamente suspensas durante a pandemia [C], visando à proteção em massa de alunos, professores e todo contingente humano que envolve o funcionamento das escolas [D], foram implantadas aulas remotas (on-line) em grande escala como alternativa momentânea para que os alunos e as escolas pudessem cumprir o calendário escolar anual, sem prejuízo ou perdas tanto para os alunos quanto para as instituições de ensino. [...]

De maneira geral, as famílias tiveram que se reinventar e estabelecer novas regras para o bom andamento e engajamento do núcleo familiar. Algumas práticas baseadas em um cronograma de atividades para cada dia da semana ajudaram a amenizar e abrandar o período de quarentena e/ou confinamento. [...]

O tempo em família deve ser pautado em um relacionamento saudável, incluindo conversas produtivas, a fim de estabelecer e respeitar limites, evitando conflitos. São pequenos detalhes que farão a diferença e favorecerão o bem-estar do grupo familiar. É importante destacar que, no período de confinamento, deve-se ter um olhar cuidadoso para com as crianças, em especial as que se encontram em idade escolar.

O afastamento do ambiente escolar poderá resultar em períodos estressantes, pois sabemos que a escola se configura como um espaço para brincadeiras, relações de amizade e carinho. A ausência de todos esses atrativos poderá acarretar sintomas como estresse, desânimo, irritabilidade, sentimento de abandono e de não pertencimento ao grupo.

Com maior tempo disponível em casa, é provável que as crianças e/ou adolescentes façam uso maior das tecnologias de informação e comunicação (TIC), no intuito de preencher o tempo ocioso. Diante desse cenário, envolvendo especialmente o universo infantojuvenil, cabe aos pais a função de monitorar e regular o comportamento dos filhos, formulando regras adequadas para uma rotina diária saudável, inclusive para a navegação on-line. [...]

Em uma era mediada pela tecnologia, cabe aos pais e/ou cuidadores monitorar e observar o que os filhos estão acessando nos chamados ciberespaços [E]. A família é considerada uma instituição responsável por promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento deles no meio social.

O papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo é de fundamental importância. É no seio familiar que são transmitidos os valores morais e sociais que servirão de base para o processo de socialização, bem como as tradições e os costumes perpetuados através de gerações. O ambiente familiar é o local onde deve existir harmonia, afetos, proteção e todo tipo de apoio necessário aos seus membros.

(Texto adaptado) Disponível em: <https://www.dependenciadeinternet.eom.br/tec_pandemia.pdf>. Acesso em: 14 ago. 2021.

Indique a alternativa em que a correspondência entre o pronome relativo (sublinhado) e o seu referente está corretamente assinalada.

 

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2967003 Ano: 2021
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Desde o final de 2019, o mundo já não é mais o mesmo com a chegada inesperada da pandemia do coronavírus (Covid-19), que seguramente modificou, e muito, nossos hábitos e comportamentos, e a tecnologia como a conhecemos tem mostrado sua outra face diante desse cenário, passando a ser o cerne das comunicações e a agregar a sociedade de forma sem igual.

Atualmente, as pessoas não necessitam mais se deslocar de suas residências para trabalhar, estudar, fazer compras, pedir refeições, transportes, acompanhar os noticiários e acontecimentos, independentemente do lugar e hora em que os fatos aconteçam; tudo pode ser acompanhado instantaneamente através dos smartphones conectados à Internet e a outros dispositivos tecnológicos. [...]

Funcionários de empresas começaram a utilizar práticas de trabalho remoto (home office). Ao mesmo tempo, ocorreu o fechamento temporário de creches, instituições educacionais, locais culturais e de entretenimento. O futuro ficou nebuloso e passou a ser vislumbrado com altos níveis de incerteza e insegurança, aumentando sensivelmente entre as pessoas o estresse, a ansiedade e a depressão e, desde então, o mundo tem assistido a um acentuado impacto na saúde mental da população.

A ansiedade e o estresse ganharam nova dimensão, e a tecnologia tem ocupado importante espaço no dia a dia de muitos indivíduos como forma de abrandar sentimentos desconfortáveis.

Em tempos de pandemia, tem-se percebido que indivíduos com baixos níveis de resiliência encontram, em algumas substâncias psicoativas e/ou em outros comportamentos de reforço (jogos de azar, jogos de vídeo, séries de TV, mídias sociais ou acesso à Internet), formas para amenizar o estresse, a ansiedade e o abrandamento do humor deprimido.

As tecnologias da informação e comunicação (TIC) têm aumentado a conectividade, proporcionando entre tantos benefícios os contatos familiares e com amigos, que passaram do modo off-line para o modo on-line, encurtando o afastamento e o distanciamento entre as pessoas e, assim, reduzindo o impacto psicológico do isolamento social. [...]

Em substituição às aulas presenciais, que foram obrigatoriamente suspensas durante a pandemia, visando à proteção em massa de alunos, professores e todo contingente humano que envolve o funcionamento das escolas, foram implantadas aulas remotas (on-line) em grande escala como alternativa momentânea para que os alunos e as escolas pudessem cumprir o calendário escolar anual, sem prejuízo ou perdas tanto para os alunos quanto para as instituições de ensino. [...]

De maneira geral, as famílias tiveram que se reinventar e estabelecer novas regras para o bom andamento e engajamento do núcleo familiar. Algumas práticas baseadas em um cronograma de atividades para cada dia da semana ajudaram a amenizar e abrandar o período de quarentena e/ou confinamento. [...]

O tempo em família deve ser pautado em um relacionamento saudável, incluindo conversas produtivas, a fim de estabelecer e respeitar limites, evitando conflitos. São pequenos detalhes que farão a diferença e favorecerão o bem-estar do grupo familiar. É importante destacar que, no período de confinamento, deve-se ter um olhar cuidadoso para com as crianças, em especial as que se encontram em idade escolar.

O afastamento do ambiente escolar poderá resultar em períodos estressantes, pois sabemos que a escola se configura como um espaço para brincadeiras, relações de amizade e carinho. A ausência de todos esses atrativos poderá acarretar sintomas como estresse, desânimo, irritabilidade, sentimento de abandono e de não pertencimento ao grupo.

Com maior tempo disponível em casa, é provável que as crianças e/ou adolescentes façam uso maior das tecnologias de informação e comunicação (TIC), no intuito de preencher o tempo ocioso. Diante desse cenário, envolvendo especialmente o universo infantojuvenil, cabe aos pais a função de monitorar e regular o comportamento dos filhos, formulando regras adequadas para uma rotina diária saudável, inclusive para a navegação on-line. [...]

Em uma era mediada pela tecnologia, cabe aos pais e/ou cuidadores monitorar e observar o que os filhos estão acessando nos chamados ciberespaços. A família é considerada uma instituição responsável por promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento deles no meio social.

O papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo é de fundamental importância. É no seio familiar que são transmitidos os valores morais e sociais que servirão de base para o processo de socialização, bem como as tradições e os costumes perpetuados através de gerações. O ambiente familiar é o local onde deve existir harmonia, afetos, proteção e todo tipo de apoio necessário aos seus membros.

(Texto adaptado) Disponível em: <https://www.dependenciadeinternet.eom.br/tec_pandemia.pdf>. Acesso em: 14 ago. 2021.

Leia os fragmentos a seguir, extraídos do texto.

"[...] tem-se percebido que indivíduos com baixos níveis de resiliência encontram, em algumas substâncias psicoativas e/ou em outros comportamentos de reforço [...]"

"[...] sabemos que a escola se configura como um espaço para brincadeiras, relações de amizade e carinho."

As orações em destaque exercem, respectivamente, função sintática de

 

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2967002 Ano: 2021
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Cornelia Belliero Martini, Psicóloga Clínica - Membro do Programa para Dependentes de Internet do Programa Ambulatorial Integrado dos Transtornos do Impulso (Pro-Amiti) do IPQ-HC-FMUSP.

Desde o final de 2019, o mundo já não é mais o mesmo com a chegada inesperada da pandemia do coronavírus (Covid-19), que seguramente modificou, e muito, nossos hábitos e comportamentos, e a tecnologia como a conhecemos tem mostrado sua outra face diante desse cenário, passando a ser o cerne das comunicações e a agregar a sociedade de forma sem igual.

Atualmente, as pessoas não necessitam mais se deslocar de suas residências para trabalhar, estudar, fazer compras, pedir refeições, transportes, acompanhar os noticiários e acontecimentos, independentemente do lugar e hora em que os fatos aconteçam; tudo pode ser acompanhado instantaneamente através dos smartphones conectados à Internet e a outros dispositivos tecnológicos. [...]

Funcionários de empresas começaram a utilizar práticas de trabalho remoto (home office). Ao mesmo tempo, ocorreu o fechamento temporário de creches, instituições educacionais, locais culturais e de entretenimento. O futuro ficou nebuloso e passou a ser vislumbrado com altos níveis de incerteza e insegurança, aumentando sensivelmente entre as pessoas o estresse, a ansiedade e a depressão e, desde então, o mundo tem assistido a um acentuado impacto na saúde mental da população.

A ansiedade e o estresse ganharam nova dimensão, e a tecnologia tem ocupado importante espaço no dia a dia de muitos indivíduos como forma de abrandar sentimentos desconfortáveis.

Em tempos de pandemia, tem-se percebido que indivíduos com baixos níveis de resiliência encontram, em algumas substâncias psicoativas e/ou em outros comportamentos de reforço (jogos de azar, jogos de vídeo, séries de TV, mídias sociais ou acesso à Internet), formas para amenizar o estresse, a ansiedade e o abrandamento do humor deprimido.

As tecnologias da informação e comunicação (TIC) têm aumentado a conectividade, proporcionando entre tantos benefícios os contatos familiares e com amigos, que passaram do modo off-line para o modo on-line, encurtando o afastamento e o distanciamento entre as pessoas e, assim, reduzindo o impacto psicológico do isolamento social. [...]

Em substituição às aulas presenciais, que foram obrigatoriamente suspensas durante a pandemia, visando à proteção em massa de alunos, professores e todo contingente humano que envolve o funcionamento das escolas, foram implantadas aulas remotas (on-line) em grande escala como alternativa momentânea para que os alunos e as escolas pudessem cumprir o calendário escolar anual, sem prejuízo ou perdas tanto para os alunos quanto para as instituições de ensino. [...]

De maneira geral, as famílias tiveram que se reinventar e estabelecer novas regras para o bom andamento e engajamento do núcleo familiar. Algumas práticas baseadas em um cronograma de atividades para cada dia da semana ajudaram a amenizar e abrandar o período de quarentena e/ou confinamento. [...]

O tempo em família deve ser pautado em um relacionamento saudável, incluindo conversas produtivas, a fim de estabelecer e respeitar limites, evitando conflitos. São pequenos detalhes que farão a diferença e favorecerão o bem-estar do grupo familiar. É importante destacar que, no período de confinamento, deve-se ter um olhar cuidadoso para com as crianças, em especial as que se encontram em idade escolar.

O afastamento do ambiente escolar poderá resultar em períodos estressantes, pois sabemos que a escola se configura como um espaço para brincadeiras, relações de amizade e carinho. A ausência de todos esses atrativos poderá acarretar sintomas como estresse, desânimo, irritabilidade, sentimento de abandono e de não pertencimento ao grupo.

Com maior tempo disponível em casa, é provável que as crianças e/ou adolescentes façam uso maior das tecnologias de informação e comunicação (TIC), no intuito de preencher o tempo ocioso. Diante desse cenário, envolvendo especialmente o universo infantojuvenil, cabe aos pais a função de monitorar e regular o comportamento dos filhos, formulando regras adequadas para uma rotina diária saudável, inclusive para a navegação on-line. [...]

Em uma era mediada pela tecnologia, cabe aos pais e/ou cuidadores monitorar e observar o que os filhos estão acessando nos chamados ciberespaços. A família é considerada uma instituição responsável por promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento deles no meio social.

O papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo é de fundamental importância. É no seio familiar que são transmitidos os valores morais e sociais que servirão de base para o processo de socialização, bem como as tradições e os costumes perpetuados através de gerações. O ambiente familiar é o local onde deve existir harmonia, afetos, proteção e todo tipo de apoio necessário aos seus membros.

(Texto adaptado) Disponível em: <https://www.dependenciadeinternet.eom.br/tec_pandemia.pdf>. Acesso em: 14 ago. 2021.

O texto apresenta, como objetivo principal,

 

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2967001 Ano: 2021
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Desde o final de 2019, o mundo já não é mais o mesmo com a chegada inesperada da pandemia do coronavírus (Covid-19), que seguramente modificou, e muito, nossos hábitos e comportamentos, e a tecnologia como a conhecemos tem mostrado sua outra face diante desse cenário, passando a ser o cerne das comunicações e a agregar a sociedade de forma sem igual.

Atualmente, as pessoas não necessitam mais se deslocar de suas residências para trabalhar, estudar, fazer compras, pedir refeições, transportes, acompanhar os noticiários e acontecimentos, independentemente do lugar e hora em que os fatos aconteçam; tudo pode ser acompanhado instantaneamente através dos smartphones conectados à Internet e a outros dispositivos tecnológicos. [...]

Funcionários de empresas começaram a utilizar práticas de trabalho remoto (home office). Ao mesmo tempo, ocorreu o fechamento temporário de creches, instituições educacionais, locais culturais e de entretenimento. O futuro ficou nebuloso e passou a ser vislumbrado com altos níveis de incerteza e insegurança, aumentando sensivelmente entre as pessoas o estresse, a ansiedade e a depressão e, desde então, o mundo tem assistido a um acentuado impacto na saúde mental da população.

A ansiedade e o estresse ganharam nova dimensão, e a tecnologia tem ocupado importante espaço no dia a dia de muitos indivíduos como forma de abrandar sentimentos desconfortáveis.

Em tempos de pandemia, tem-se percebido que indivíduos com baixos níveis de resiliência encontram, em algumas substâncias psicoativas e/ou em outros comportamentos de reforço (jogos de azar, jogos de vídeo, séries de TV, mídias sociais ou acesso à Internet), formas para amenizar o estresse, a ansiedade e o abrandamento do humor deprimido.

As tecnologias da informação e comunicação (TIC) têm aumentado a conectividade, proporcionando entre tantos benefícios os contatos familiares e com amigos, que passaram do modo off-line para o modo on-line, encurtando o afastamento e o distanciamento entre as pessoas e, assim, reduzindo o impacto psicológico do isolamento social. [...]

Em substituição às aulas presenciais, que foram obrigatoriamente suspensas durante a pandemia, visando à proteção em massa de alunos, professores e todo contingente humano que envolve o funcionamento das escolas, foram implantadas aulas remotas (on-line) em grande escala como alternativa momentânea para que os alunos e as escolas pudessem cumprir o calendário escolar anual, sem prejuízo ou perdas tanto para os alunos quanto para as instituições de ensino. [...]

De maneira geral, as famílias tiveram que se reinventar e estabelecer novas regras para o bom andamento e engajamento do núcleo familiar. Algumas práticas baseadas em um cronograma de atividades para cada dia da semana ajudaram a amenizar e abrandar o período de quarentena e/ou confinamento. [...]

O tempo em família deve ser pautado em um relacionamento saudável, incluindo conversas produtivas, a fim de estabelecer e respeitar limites, evitando conflitos. São pequenos detalhes que farão a diferença e favorecerão o bem-estar do grupo familiar. É importante destacar que, no período de confinamento, deve-se ter um olhar cuidadoso para com as crianças, em especial as que se encontram em idade escolar.

O afastamento do ambiente escolar poderá resultar em períodos estressantes, pois sabemos que a escola se configura como um espaço para brincadeiras, relações de amizade e carinho. A ausência de todos esses atrativos poderá acarretar sintomas como estresse, desânimo, irritabilidade, sentimento de abandono e de não pertencimento ao grupo.

Com maior tempo disponível em casa, é provável que as crianças e/ou adolescentes façam uso maior das tecnologias de informação e comunicação (TIC), no intuito de preencher o tempo ocioso. Diante desse cenário, envolvendo especialmente o universo infantojuvenil, cabe aos pais a função de monitorar e regular o comportamento dos filhos, formulando regras adequadas para uma rotina diária saudável, inclusive para a navegação on-line. [...]

Em uma era mediada pela tecnologia, cabe aos pais e/ou cuidadores monitorar e observar o que os filhos estão acessando nos chamados ciberespaços. A família é considerada uma instituição responsável por promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento deles no meio social.

O papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo é de fundamental importância. É no seio familiar que são transmitidos os valores morais e sociais que servirão de base para o processo de socialização, bem como as tradições e os costumes perpetuados através de gerações. O ambiente familiar é o local onde deve existir harmonia, afetos, proteção e todo tipo de apoio necessário aos seus membros.

(Texto adaptado) Disponível em: <https://www.dependenciadeinternet.eom.br/tec_pandemia.pdf>. Acesso em: 14 ago. 2021.

No trecho "Algumas práticas baseadas em um cronograma de atividades para cada dia da semana ajudaram a amenizar e abrandar o período de quarentena e/ou confinamento.", foram empregados os verbos "amenizar" e "abrandar". Dessa forma, a autora

 

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Desde o final de 2019, o mundo já não é mais o mesmo com a chegada inesperada da pandemia do coronavírus (Covid-19), que seguramente modificou, e muito, nossos hábitos e comportamentos, e a tecnologia como a conhecemos tem mostrado sua outra face diante desse cenário, passando a ser o cerne das comunicações e a agregar a sociedade de forma sem igual.

Atualmente, as pessoas não necessitam mais se deslocar de suas residências para trabalhar, estudar, fazer compras, pedir refeições, transportes, acompanhar os noticiários e acontecimentos, independentemente do lugar e hora em que os fatos aconteçam; tudo pode ser acompanhado instantaneamente através dos smartphones conectados à Internet e a outros dispositivos tecnológicos. [...]

Funcionários de empresas começaram a utilizar práticas de trabalho remoto (home office). Ao mesmo tempo, ocorreu o fechamento temporário de creches, instituições educacionais, locais culturais e de entretenimento. O futuro ficou nebuloso e passou a ser vislumbrado com altos níveis de incerteza e insegurança, aumentando sensivelmente entre as pessoas o estresse, a ansiedade e a depressão e, desde então, o mundo tem assistido a um acentuado impacto na saúde mental da população.

A ansiedade e o estresse ganharam nova dimensão, e a tecnologia tem ocupado importante espaço no dia a dia de muitos indivíduos como forma de abrandar sentimentos desconfortáveis.

Em tempos de pandemia, tem-se percebido que indivíduos com baixos níveis de resiliência encontram, em algumas substâncias psicoativas e/ou em outros comportamentos de reforço (jogos de azar, jogos de vídeo, séries de TV, mídias sociais ou acesso à Internet), formas para amenizar o estresse, a ansiedade e o abrandamento do humor deprimido.

As tecnologias da informação e comunicação (TIC) têm aumentado a conectividade, proporcionando entre tantos benefícios os contatos familiares e com amigos, que passaram do modo off-line para o modo on-line, encurtando o afastamento e o distanciamento entre as pessoas e, assim, reduzindo o impacto psicológico do isolamento social. [...]

Em substituição às aulas presenciais, que foram obrigatoriamente suspensas durante a pandemia, visando à proteção em massa de alunos, professores e todo contingente humano que envolve o funcionamento das escolas, foram implantadas aulas remotas (on-line) em grande escala como alternativa momentânea para que os alunos e as escolas pudessem cumprir o calendário escolar anual, sem prejuízo ou perdas tanto para os alunos quanto para as instituições de ensino. [...]

De maneira geral, as famílias tiveram que se reinventar e estabelecer novas regras para o bom andamento e engajamento do núcleo familiar. Algumas práticas baseadas em um cronograma de atividades para cada dia da semana ajudaram a amenizar e abrandar o período de quarentena e/ou confinamento. [...]

O tempo em família deve ser pautado em um relacionamento saudável, incluindo conversas produtivas, a fim de estabelecer e respeitar limites, evitando conflitos. São pequenos detalhes que farão a diferença e favorecerão o bem-estar do grupo familiar. É importante destacar que, no período de confinamento, deve-se ter um olhar cuidadoso para com as crianças, em especial as que se encontram em idade escolar.

O afastamento do ambiente escolar poderá resultar em períodos estressantes, pois sabemos que a escola se configura como um espaço para brincadeiras, relações de amizade e carinho. A ausência de todos esses atrativos poderá acarretar sintomas como estresse, desânimo, irritabilidade, sentimento de abandono e de não pertencimento ao grupo.

Com maior tempo disponível em casa, é provável que as crianças e/ou adolescentes façam uso maior das tecnologias de informação e comunicação (TIC), no intuito de preencher o tempo ocioso. Diante desse cenário, envolvendo especialmente o universo infantojuvenil, cabe aos pais a função de monitorar e regular o comportamento dos filhos, formulando regras adequadas para uma rotina diária saudável, inclusive para a navegação on-line. [...]

Em uma era mediada pela tecnologia, cabe aos pais e/ou cuidadores monitorar e observar o que os filhos estão acessando nos chamados ciberespaços. A família é considerada uma instituição responsável por promover a educação dos filhos e influenciar o comportamento deles no meio social.

O papel da família no desenvolvimento de cada indivíduo é de fundamental importância. É no seio familiar que são transmitidos os valores morais e sociais que servirão de base para o processo de socialização, bem como as tradições e os costumes perpetuados através de gerações. O ambiente familiar é o local onde deve existir harmonia, afetos, proteção e todo tipo de apoio necessário aos seus membros.

(Texto adaptado) Disponível em: <https://www.dependenciadeinternet.eom.br/tec_pandemia.pdf>. Acesso em: 14 ago. 2021.

O texto aborda, de maneira geral, a mudança de comportamento da sociedade a partir da chegada da pandemia provocada pela Covid-19. Assim, entende-se que as pessoas passaram a

 

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2966999 Ano: 2021
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Labirinto labiríntico

De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu totalmente perdido em um labirinto.

Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.

Como sairia dali? Não tinha nem ideia.

O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.

Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.

Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.

Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do passado e o mundo do futuro. Uau!

Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e sonhava do destino estava representado naquela imagem.

Que fantástico, pensou.

Mas o mais fantástico ainda estava por vir.

Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo, reparou que, nessa imagem, havia algo mais.

Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.

E, assustado, percebeu que era ele próprio!

Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha. Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.

Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.

Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.

Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que deveria cruzar para voltar ao seu lar.

O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se surpreendeu com o que viu.

Era um quebra-cabeça infinito.

Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar um quebra-cabeça assim?

Encontrou outra dica do fabricante: "Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo".

Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?

Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo ou um telefonema com ou sem fio.

Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.

Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.

Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.

(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.

No trecho "Aquilo era um simulacro! Um portal que deveria cruzar para voltar ao seu lar.", a palavra em negrito se refere ao

 

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2966998 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Labirinto labiríntico

De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu totalmente perdido em um labirinto.

Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.

Como sairia dali? Não tinha nem ideia.

O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.

Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.

Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.

Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do passado e o mundo do futuro. Uau!

Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e sonhava do destino estava representado naquela imagem.

Que fantástico, pensou.

Mas o mais fantástico ainda estava por vir.

Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo, reparou que, nessa imagem, havia algo mais.

Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.

E, assustado, percebeu que era ele próprio!

Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha. Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.

Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.

Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.

Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que deveria cruzar para voltar ao seu lar.

O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se surpreendeu com o que viu.

Era um quebra-cabeça infinito.

Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar um quebra-cabeça assim?

Encontrou outra dica do fabricante: "Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo".

Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?

Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo ou um telefonema com ou sem fio.

Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.

Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.

Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.

(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.

No trecho "Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo inteiro", a palavra em destaque é usada para

 

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2966997 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Labirinto labiríntico

De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu totalmente perdido em um labirinto.

Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.

Como sairia dali? Não tinha nem ideia.

O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.

Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.

Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.

Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do passado e o mundo do futuro. Uau!

Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e sonhava do destino estava representado naquela imagem.

Que fantástico, pensou.

Mas o mais fantástico ainda estava por vir.

Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo, reparou que, nessa imagem, havia algo mais.

Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.

E, assustado, percebeu que era ele próprio!

Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha. Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.

Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.

Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.

Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que deveria cruzar para voltar ao seu lar.

O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se surpreendeu com o que viu.

Era um quebra-cabeça infinito.

Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar um quebra-cabeça assim?

Encontrou outra dica do fabricante: "Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo".

Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?

Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo ou um telefonema com ou sem fio.

Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.

Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.

Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.

(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.

Sobre o texto, afirma-se que o narrador

 

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2966996 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Belém
Orgão: Col.Mil. Belém
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Labirinto labiríntico

De repente, como num susto, num soluço ou num sonho, o menino detetive se viu totalmente perdido em um labirinto.

Mas não era um labirinto qualquer. Era um labirinto labiríntico.

Como sairia dali? Não tinha nem ideia.

O detetive menino (é o mesmo que menino detetive?) não viu placas mostrando o melhor caminho a tomar, não viu marcas no chão com dicas ou sugestões e não viu nem paredes nem muros para pular. Só havia um quebra-cabeça misterioso.

Do lado de fora da caixa do quebra-cabeça, havia um desenho intrigante.

Detetivesco, o menino olhou mais de perto e percebeu que era a imagem do mundo inteiro. Com todos os animais, árvores, nuvens, ninhos, flores, folhas, livros e seres humanos.

Prestou bastante atenção e percebeu que a imagem continha também o mundo do passado e o mundo do futuro. Uau!

Tudo o que ele tinha aprendido e ouvido falar da história, e tudo o que imaginava e sonhava do destino estava representado naquela imagem.

Que fantástico, pensou.

Mas o mais fantástico ainda estava por vir.

Entre um piscar e outro, entre um respiro e um suspiro, no breve estalar de um dedo, reparou que, nessa imagem, havia algo mais.

Bem na caixa desse quebra-cabeça, ele viu a figura de um menino investigador (ou de um investigador menino?) olhando para uma caixa de quebra-cabeça.

E, assustado, percebeu que era ele próprio!

Como tudo parecia um sonho, tentou acordar dando um beliscão forte na própria orelha. Estranhamente, o que doeu foi o seu joelho esquerdo.

Soltou um grito alto, porém, nem ele nem o vizinho imaginário despertaram.

Então, o investigativo menino concluiu que não era um sonho.

Vasculhou o manual de instruções e descobriu que para sair dali tinha que montar esse quebra-cabeça, que representava o mundo inteiro. Aquilo era um simulacro! Um portal que deveria cruzar para voltar ao seu lar.

O menino perito abriu a caixa com muito cuidado para não perder nenhuma peça. E se surpreendeu com o que viu.

Era um quebra-cabeça infinito.

Coçou a orelha beliscada e pensou no tanto de tempo que iria demorar para montá-lo. E no tanto de trabalho. E, para piorar, viu que havia apenas peças pretas. Totalmente pretas. Será que alguém, algum dia, mesmo em sonhos (o que não era seu caso), já havia conseguido montar um quebra-cabeça assim?

Encontrou outra dica do fabricante: "Para conseguir montar o quebra-cabeça e sair do labirinto labiríntico é preciso descobrir o nome secreto que deu origem ao universo".

Puxa, que complicação! Como ele ia descobrir algo sobre isso?

Ele não tinha comparecido na inauguração do universo quando certamente mencionaram esse nome. Também, nunca escutou nenhum segredo, fofoca, nem recebeu mensagem, torpedo ou um telefonema com ou sem fio.

Montar esse quebra-cabeça parecia tão difícil quanto voar sem imaginação, sem asas, sem hélices, sem vassouras e sem tapetes mágicos.

Suspirou fundo e refletiu: sair daqui vai ser um problema.

Mas, mesmo com tantas atrapalhações, respirou aliviado. Pelo menos, esse quebra-cabeça não quebra verdadeiramente nenhuma cabeça! Ufa, que sorte.

(Texto adaptado) FUX, Jacques. Um labirinto labiríntico. Curitiba, PR: Biblioteca Pública do Paraná, 2020.

Ao propor como título "Labirinto labiríntico", pode-se afirmar que o autor do texto

 

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