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Foram encontradas 70 questões.

2378167 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor, é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem diante dos problemas.
Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que, gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importante que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queria escrever romances de fundo social. Leiam-se, então livros do gênero que se pretende explorar, verificando nele o que funciona e o não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [ ... ] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [ ... ]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar idéias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira 60 impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leia-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais idéias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura. Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência, ou se poderia ser dispensado da trama.
A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas - os nossos leitores - também terão.
Geraldo Galvão 111, N°28, 2008 Ferraz, in Revista Língua Portuguesa - Ano - com adaptações.
Assinale a opção em que a palavra melhor possui significação diferente das demais.
 

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2378151 Ano: 2008
Disciplina: Biologia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Analise o gráfico abaixo, em que se mostra a preferência na escolha do tipo de método anticoncepcional.
Enunciado 2877416-1
Com base nos dados apresentados, assinale a opção correta.
 

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2378108 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor, é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem diante dos problemas.
Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que, gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importante que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queria escrever romances de fundo social. Leiam-se, então livros do gênero que se pretende explorar, verificando nele o que funciona e o não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [ ... ] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [ ... ]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar idéias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira 60 impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leia-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais idéias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura. Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência, ou se poderia ser dispensado da trama.
A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas - os nossos leitores - também terão.
Geraldo Galvão 111, N°28, 2008 Ferraz, in Revista Língua Portuguesa - Ano - com adaptações.
Assinale a opção em que o sentido da palavra destacada difere das outras ocorrências.
 

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2378094 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Analise o climograma abaixo, assinalando a opção que faz uma correlação correta entre o tipo climático e a região brasileira de ocorrência.
Enunciado 2865488-1
 

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2378068 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Leia o texto abaixo.
EFEITO GARRAFA TÉRMICA
Uma nova geração de usinas solares, chamadas de térmicas, vem se firmando como uma opção para produzir eletricidade com a ajuda do Sol. Ao contrário das convencionais, que usam a luz para ativar painéis fotovoltaicos, as usinas térmicas utilizam o calor dos raios solares, refletidos por espelhos dispostos em forma circular e captados por uma torre receptora. Esse calor é usado para aquecer um fluído, geralmente sal liquefeito, que permanece estocado em reservatórios em alta temperatura - como café quente numa garrafa térmica. Quando há demanda por eletricidade, o fluído é conduzido até um gerador, e o vapor que ele desprende move uma turbina, produzindo eletricidade.
(Veja, 14/05/2008.)
A partir do texto apresentado, analise as seguintes afirmativas.
I -O calor dos raios solares chega à Terra por irradiação.
II - O aquecimento do fluído se dá por um único processo chamado condução.
III- A luz solar usada para ativar os painéis fotovoltaicos é uma onda mecânica.
IV - No gerador ocorre uma mudança de estado físico chamada vaporização.
V - Os espelhos dispostos de forma circular funcionam como um dispositivo óptico côncavo.
Quais afirmativas são verdadeiras?
I, IV e V.
II, III e IV.
 

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2378038 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Analise as afirmativas abaixo.
I Dois números consecutivos positivos são sempre primos entre si.
II - Se o inteiro x é múltiplo do inteiro y e x é múltiplo do inteiro z, então x é múltiplo do inteiro yz.
III- A igualdade (1/a)+(1/b)=2/(a+b), é possível no campo dos reais.
Assinale a opção correta.
 

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2378031 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Assinale a opção correta, de acordo com a variedade padrão da língua, em relação ao emprego do pronome oblíquo átono.
 

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2377956 Ano: 2008
Disciplina: Química
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Leia o texto a seguir.

A cocaína, um alcalóide extraído das folhas do arbusto da coca (Erythroxylon coca), com fórmula molecular !$ C_{17}H_{21}NO4 !$ , empregada ainda hoje na Medicina como um eficaz anestésico local, acabou tendo seu uso desvirtuado por usuários de drogas. Consumida mais comumente pela aspiração, já que normalmente se apresenta na forma de pó, alguns consumidores chegam a injetar a droga diretamente na corrente sanguínea, o que eleva consideravelmente o risco de uma parada cardíaca irreversível, causada por uma "overdose". O seu consumo crônico leva à aceleração do envelhecimento e, a danos cerebrais irreversíveis, entre outros problemas de saúde.

A fórmula percentual, usada principalmente em Química orgânica, quantifica a percentagem em massa de cada elemento, face à massa total da molécula. Baseando-se nas informações fornecidas, assinale a opção que apresenta a correta classificação da referida fórmula e a porcentagem em massa aproximada de cada um dos elementos da cocaína.

 

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2377921 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor, é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem diante dos problemas.
Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que, gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importante que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queria escrever romances de fundo social. Leiam-se, então livros do gênero que se pretende explorar, verificando nele o que funciona e o não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [ ... ] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [ ... ]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar idéias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira 60 impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leia-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais idéias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura. Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência, ou se poderia ser dispensado da trama.
A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas - os nossos leitores - também terão.
Geraldo Galvão 111, N°28, 2008 Ferraz, in Revista Língua Portuguesa - Ano - com adaptações.
Assinale a opção na qual, em todo o trecho transcrito, só ocorre sentido literal.
 

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2377914 Ano: 2008
Disciplina: Química
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Segundo uma publicação da revista científica American Science, de setembro de 2006, modernos sensores de toque contêm películas extremamente finas, nas quais se alternam películas de ouro e de sulfeto de cádmio, separadas por filmes isolantes. Ao serem submetidas a uma diferença de potencial, estas películas tornam-se sensíveis à pressão, já que esta força faz com que os elétrons deixem o ouro. Isto se deve ao fato de que átomos de ouro estabelecem entre si ligações metálicas, as quais estão presentes em estruturas onde há

 

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