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Foram encontradas 70 questões.

2376946 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor, é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem diante dos problemas.
Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que, gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importante que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queria escrever romances de fundo social. Leiam-se, então livros do gênero que se pretende explorar, verificando nele o que funciona e o não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [ ... ] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [ ... ]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar idéias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira 60 impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leia-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais idéias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura. Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência, ou se poderia ser dispensado da trama.
A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas - os nossos leitores - também terão.
Geraldo Galvão 111, N°28, 2008 Ferraz, in Revista Língua Portuguesa - Ano - com adaptações.
Assinale a opção que contém um significado diferente para o termo destacado em "O escritor iniciante, por mais talento que tenha ... " (2º §)
 

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2376315 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Duas tangentes a uma circunferência, de raio igual a dois centímetros, partem de um mesmo ponto P e são perpendiculares entre si. A área, em centímetros quadrados, da figura limitada pelo conjunto de todos os pontos P do plano, que satisfazem as condições dadas, é um número entre
 

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2376219 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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A maior parte do potencial energético instalado nas usinas do país provém de geradores hidráulicos. paralelo a isso, encontramos vários problemas que dificultam o seu maior aproveitamento. Com base nesta realidade, assinale a opção que contém a informação correta sobre a produção nacional de energia hidrelétrica e um problema que vem contribuindo para dificultar tal aproveitamento.
 

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2376163 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Assinale a opção em que a concordância verbal está correta.
 

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2376154 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor, é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem diante dos problemas.
Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que, gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importante que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queria escrever romances de fundo social. Leiam-se, então livros do gênero que se pretende explorar, verificando nele o que funciona e o não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [ ... ] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [ ... ]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar idéias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira 60 impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leia-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais idéias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura. Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência, ou se poderia ser dispensado da trama.
A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas - os nossos leitores - também terão.
Geraldo Galvão 111, N°28, 2008 Ferraz, in Revista Língua Portuguesa - Ano - com adaptações.
Os sinais de pontuação marcam, na escrita, as diferenças de entonação, contribuindo para tornar mais preciso o sentido que se quer dar ao texto. Com relação ao emprego dos sinais de pontuação no texto, é correto afirmar que
 

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2376152 Ano: 2008
Disciplina: História
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Observa a imagem abaixo, relacionada a um grupo político que, nos anos de 1930, reproduzia o fascismo e o nacionalismo no Brasil e responda a questão a seguir.
Enunciado 2713870-1
Assinale a opção cuja representação da imagem apresenta, respectivamente, o grupo político e suas respectivas ações políticas.
 

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2376150 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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De uma determinada quantidade entre 500 e 1000 DVDs, se forem feitos lotes de 5 DVDs sobram 2; se forem feitos lotes com 12 DVDs sobram 9 e se forem feitos lotes com 14 DVDs sobram 11. Qual é a menor quantidade, acima de 5 DVDs por lote, de modo a não haver sobra?
 

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2376095 Ano: 2008
Disciplina: Biologia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Leia o trecho da música a seguir.
Salve As Folhas
(Gerônimo / Ildásio Tavares)
Sem folha não tem sonho
Sem folha não tem vida
Sem folha não tem nada
o trecho da música retrata a importância das folhas. Assinale a opção que, ressalta essa importância.
 

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2379881 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
Provas:
considere um'triângulo acutângulo ABC, e um ponto P coplanar com ABC. Sabendo-se que P é equidistante das retas suportes de AB e de BC e que o ângulo BPC tem medida igual a 25°, pode-se afirmar que um dos ângulos de ABC mede
Questão Anulada e Desatualizada

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2378172 Ano: 2008
Disciplina: Química
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Observe a figura e a explicação a seguir.

Enunciado 2881097-1

Dependendo de suas características físico-químicas, os elementos químicos podem ser denominados como representação, de transição e gases nobres, e esta denominação se reflete na localização deles.

Assinale a opção que relaciona corretamente as regiões da classificação periódica apresentada acima, identificadas com as letras A, B, C, D e E, com a seguinte seqüência: elementos de transição externa, elementos de transição interna, gases nobres, metais, semimetais e não metais.

III, I, V, II e IV.

IV, III, I, II e V.

Questão Anulada e Desatualizada

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