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Foram encontradas 70 questões.

2377847 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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O número a !$ ≠ !$ O tem inverso igual a b. Sabendo-se que a + b = 2, qual é o valor de !$ (a^3 + b^3) (a^4 - b^4) !$?
 

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2377845 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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A figura abaixo representa o circuito interno de um aquecedor, que funciona sob tensão de 120V.
Enunciado 2823101-1
Num determinado dia, esse aquecedor foi utilizado para ferver 2,4 litros de água, desde a temperatura de 68°F até a temperatura de ebulição da água sob pressão normal. Desprezando-se as perdas e sabendo que a potência dissipada se relaciona com a energia térmica através da relação P = Q/ !$ \Delta !$t, é correto afirmar que a potência do aquecedor e o tempo necessário para atingir o ponto de ebulição valem, respectivamente,
 

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2377812 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Seja ABC um triângulo retângulo com catetos !$ AC=12 !$ e !$ AB=5 !$. A bissetriz interna traçada de C intersecta o lado AB e M. Sendo I o incentro de ABC, a razão entre as áreas de BMI e ABC é
 

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2377788 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Qual é a soma dos quadrados das raízes da equação !$ {\large 2 \over x-1} + {\large 3 \over x+1} = 1 !$, com x real e !$ ≠ !$ !$ ± !$ 1?
 

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2377570 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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No Brasil, os telefones celulares se transformaram num dos principais meios de comunicação. Esses aparelhos utilizam ondas eletromagnéticas que podem ser enviadas ou recebidas por uma central equipada com grandes antenas, numa freqüência entre 820 MHz e 850 MHz. Considerando que as ondas eletromagnéticas possuem velocidade, no ar, de aproximadamente !$ 3.10^5 !$ km/s, pode-se afirmar que o comprimento de onda de um celular que opera na freqüência mínima é melhor expresso, em centímetros, por
 

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2377544 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Leia o fragmento a seguir.
Essa cova em que estás com palmos medida, é a conta menor que tiraste em vida. É de bom tamanho, nem largo nem fundo, é a parte que te cabe deste latifúndio. Não é cova grande, é cova medida, é a terra que querias ver dividida.
(Extrato do auto dramático do poeta pernambucano João Cabral de Mello Neto, Morte e Vida Severina.)
o texto narra o enterro de um provável agricultor morto em um conflito pela posse de terra. Escrito na década de 1950, ainda hoje se mantém atual. As ocorrências de tensões e conflitos pela posse da terra são travadas em todas as regiões do Brasil, segundo dados de 2007, apresentados pela Pastoral da Terra. É correto afirmar que a região brasileira com maior incidência de tensões e conflitos atualmente é a região
 

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2377517 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Do vértice Sabendo-se A traçam-se as alturas do paralelogramo ABCD. que essas alturas dividem o ângulo interno do vértice A em três partes iguais, quanto mede o maior ângulo interno desse paralelogramo?
 

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2377479 Ano: 2008
Disciplina: História
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Leia o trecho abaixo e responda a questão a seguir.
Visto como o rei de Espanha, nosso inimigo, possui ilegalmente estas terras e cidades, tendo destituído de modo inconveniente e pouco cristão o verdadeiro dono do reino de Portugal (a qual pertence o Brasil) ( ... ) há razões de sobra para esperar a assistência da Divina Justiça na obra da Companhia no Brasil, que pertence à Coroa Portuguesa. ( ... )
(Ian Moerbeeck, 1624.)
FREIRE, Américo, Marly Silva da Motta e Dora Rocha História em Curso, O Brasil e suas relações com o mundo ocidental - Ed. Do Brasil/ Fundação Getúlio Vargas/ CPDOC pg. 77.
O trecho demonstra um momento da História brasileira, na primeira metade do século XVII, quando o Brasil
 

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2377477 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor, é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem diante dos problemas.
Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que, gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importante que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queria escrever romances de fundo social. Leiam-se, então livros do gênero que se pretende explorar, verificando nele o que funciona e o não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [ ... ] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [ ... ]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar idéias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira 60 impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leia-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais idéias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura. Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência, ou se poderia ser dispensado da trama.
A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas - os nossos leitores - também terão.
Geraldo Galvão 111, N°28, 2008 Ferraz, in Revista Língua Portuguesa - Ano - com adaptações.
As preposições e as conjunções são também chamadas de conectivos ou palavras relacionais, cuja função é conectar as partes do discurso, estabelecendo relações de significado. Qual das opções abaixo está correta?
 

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2377444 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor, é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem diante dos problemas.
Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que, gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importante que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queria escrever romances de fundo social. Leiam-se, então livros do gênero que se pretende explorar, verificando nele o que funciona e o não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [ ... ] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [ ... ]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar idéias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira 60 impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leia-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais idéias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura. Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência, ou se poderia ser dispensado da trama.
A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas - os nossos leitores - também terão.
Geraldo Galvão 111, N°28, 2008 Ferraz, in Revista Língua Portuguesa - Ano - com adaptações.
Leia o seguinte trecho.
" Assim, se um amigo recomendar determinado romance ... talvez seja mui to chato para nós." (5° §)
Assinale a opção em que o conectivo, ao substituir o termo destacado no trecho acima, altera o sentido original.
 

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