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Foram encontradas 70 questões.

2377349 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Sabendo-se que que 2x+3y=12 e que mx+4y=16 são equações sempre compatíveis, com x e y reais, quantos são os valores de m que satisfazem essas condições?
 

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2377173 Ano: 2008
Disciplina: Química
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Os ozonizadores são aparelhos capazes de transformar, por meio de descargas elétricas, oxigênio molecular !$ (O_2) !$ gasoso em ozônio !$ (O_3) !$ gasoso. O ozônio produzido é dissolvido em água, e a solução gerada é empregada como oxidante de alto poder bactericida. Sobre o elemento químico oxigênio é INCORRETO afirmar que

 

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2377160 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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A solução de !$ \sqrt {4x^2 - 4x + i} = \sqrt [3] {-1+6x - 12x^2 + 8^3} !$ no campo reais é
 

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2377115 Ano: 2008
Disciplina: Geografia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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O Brasil, especialmente a partir da década de 1950, passou a apresentar uma forte mobilidade populacional interna, em função do seu desenvolvimento econômico. Assinale a opção correta sobre o movimento populacional.
 

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2377098 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Um trinômio do 2° grau tem coeficientes inteiros, distintos e não nulos. Se o termo independente for uma das suas raízes, a outra será o
 

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2377044 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Uma expressão constituída por números de dois algarismos é do tipo Enunciado 2741329-1, no qual cada quadrinho deve ser ocupado por um algarismo, num total de seis algarismos para toda a expressão. Sabendo-se que os algarismos que preencherão os quadrinhos são todos distintos, o menor valor possível para essa expressão é
Observação: números do tipo 07 são considerados de um algarismo)
 

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2377039 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor, é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem diante dos problemas.
Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que, gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importante que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queria escrever romances de fundo social. Leiam-se, então livros do gênero que se pretende explorar, verificando nele o que funciona e o não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [ ... ] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [ ... ]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar idéias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira 60 impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leia-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais idéias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura. Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência, ou se poderia ser dispensado da trama.
A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas - os nossos leitores - também terão.
Geraldo Galvão 111, N°28, 2008 Ferraz, in Revista Língua Portuguesa - Ano - com adaptações.
Assinale a opção em que, pelo contexto, a locução verbal destacada denota uma ideia diferente da que ocorre em "A primeira pergunta que se faz é: deve-se ler, mas o quê?"(4 ° §)
 

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2377028 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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As lições de outros escritores
Pode parecer um lugar comum, mas é verdade verdadeira: a única arma que se pode usar para aprender a escrever melhor, é ler, ler muito. As lições que se tiram dos textos dos escritores que vieram antes de nós são inúmeras e valem a pena.
O escritor iniciante, por mais talento que tenha, se depara com obstáculos que parecem intransponíveis. Até mais do que no futebol, a inexperiência torna os movimentos desarticulados, faz o praticante gastar esforços inúteis, deixa-o sem diante dos problemas.
Muito disso pode ser evitado com o uso recorrente da leitura. [...] Ler, ler muito, ensina alguns truques do ofício de escritor. Por isso é que todo escritor profissional já revelou que lê muito. [...]
Num mundo marcado pela correria, algumas pessoas acham que a leitura é uma ocupação ultrapassada, que demanda tempo demais. É besteira, claro. Ainda mais quem deseja escrever para ser lido.
[...] A primeira pergunta que se faz é: tudo bem, deve se ler, mas o quê? A resposta é fácil: leia o que, gosta. Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importante que sejam. Se já se tem um gênero planejado, melhor ainda. Digamos que alguém queria escrever romances de fundo social. Leiam-se, então livros do gênero que se pretende explorar, verificando nele o que funciona e o não funciona. Precisa-se analisar o autor, a forma com que ele escreve, como ele desenvolve a ação, constrói os personagens, arma os diálogos, usa o cenário e o tempo, sobretudo como ele transmite sua mensagem.
Todo mundo precisa ler, mas os escritores devem ler. Sobretudo os livros certos. [ ... ] O enfrentamento e a absorção de um livro são coisas extremamente subjetivas. Assim, se um amigo recomendar determinado romance que, além de tudo, está nas listas de best-sellers, talvez seja muito chato para nós. Da mesma forma, se um clássico como Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, se impõe à nossa leitura como um clássico unânime, pode-se achar impossível se interessar por esse mundo e por esses personagens. Não se deve envergonhar. Deixemo-lo de lado e partamos para outro livro. Algum dia se descobrirão os encantos de Guimarães Rosa. E nem sempre o que é clássico incontestável é o livro indicado para o momento. Pode acontecer também que se descubra, meio por acaso, outro clássico: começamos a lê-lo e nos empolgamos, descobrindo o prazer que há em avançar por ele, um livro que nunca abordamos, porque era venerado pela crítica e nos deixava um tanto receosos de enfrentá-lo. [ ... ]
Como escritor em processo, tem-se de ler de um modo diferente. Há quem goste de sublinhar frases ou trechos significativos. É útil também para destacar metáforas ou comparações espertas. Ou ainda para realçar idéias que admiramos, detestamos ou imaginamos que merecem uma reflexão posterior. Como artesão da escrita, deve-se ler e procurar sempre no dicionário uma palavra que não se conheça, incorporando-a em nosso repertório. Afinal, não estamos só lendo um texto como um leitor comum; queremos entender como o escritor fez aquilo. Às vezes, apenas sublinhar não basta. O comentário que surgiu na sua mente deve ser escrito, para não ser esquecida essa primeira 60 impressão.
Se o texto nos impressionou e se ele se ajusta ao que pretendemos escrever, façamos mais um esforço. Leia-lo de novo, depois de saber o que vai acontecer na ação ou quais idéias serão discutidas. Perceber-se-ão com mais clareza os métodos do escritor e, se for o caso, entenderemos melhor o que ficou confuso na primeira leitura. Na ficção, ainda se pode ver melhor nessa segunda leitura se o personagem tem coerência, ou se poderia ser dispensado da trama.
A leitura estimula o pensamento e pode nos tornar mais sensíveis ao que vamos escrever. Com o primeiro rascunho pronto, começa-se a editar. Ou seja, deve-se ler e reler cada palavra e ver se ela está encaixando no todo, até mesmo se está escrita corretamente. Começa-se a encarar melhor o texto, como se fosse escrito por outra pessoa. E se houver dificuldades em entender alguma coisa ou em achar lógico um ou outro desenvolvimento do texto, lembremo-nos de que outras pessoas - os nossos leitores - também terão.
Geraldo Galvão 111, N°28, 2008 Ferraz, in Revista Língua Portuguesa - Ano - com adaptações.
Assinale a opção em que o termo destacado introduz a mesma significação que se evidencia em "Devemos deixar de lado os livros que podem chatear, por importantes que sejam." (4º§)
 

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2377012 Ano: 2008
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Ao dividir-se a fração 3/5 pela fração 2/3 encontrou-se 2/5. Qual é, aproximadamente, o percentual do erro cometido?
 

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2377000 Ano: 2008
Disciplina: Biologia
Banca: Marinha
Orgão: Col. Naval
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Correlacione os componentes celulares às suas respectivas funções e assinale, a seguir, a opção correta.
I - Lisossomo
II - Mitocôndria
III- Retículo Endoplasmático
IV - Ribossomo
V - Complexo de Golgi
( ) Responsável pelo processo de extração da energia química dos alimentos através de uma reação de combustão.
( ) Responsável pelo transporte e distribuição de substâncias no interior da célula.
( ) Contém enzimas que realizam a digestão de partículas englobadas.
( ) Possui a propriedade de armazenar substâncias.
(lI) (III) (I) (V)
(I) (I lI) (IV) (V)
 

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