Foram encontradas 90 questões.
Os números reais e positivos 'x' e 'y' são tais que !$ x^2+y^2=21 !$ e !$ (x-y)^2=9 !$. Nessas condições, determine o valor de !$ 16^P !$, onde 'P' é o produto das possíveis soluções da expressão !$ \left( {\large{1 \over \sqrt x}}+ {\large{1 \over \sqrt y}}\right)\left( {\large{1 \over \sqrt x}}- {\large{1 \over \sqrt y}}\right) !$
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Os elementos do conjunto X são números naturais distintos formados apenas por algarismos iguais a 1, ou seja, !$ X=\{1,11,111,1111,11111 \cdots \} !$, onde o maior elemento é formado por 2018 algarismos iguais a 1. Sabendo que 111111=15873 x7, determine a quantidade de elementos do conjunto x que são divisíveis por 7 e marque a opção correta.
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O maior valor inteiro de 'k' para que !$ x^2+2018x+2018k=0 !$ tenha soluções reais é:
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Read the sentence in order to do the question below.
This is my friends' car and that one is my car.
Mark the option which rewrites the sentence using the correct possessive.
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Texto para a questão.
Correndo risco de vida
Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo Pisca-Pisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá pelas tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão "fulano não corre mais risco de vida". Qualquer falante normal decodificava a expressão "risco de vida" como "ter a vida em risco". E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: "'não é risco de vida, é risco de morte". Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis. É: o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam "o grande Iíder sicrano ainda corre o risco de morte". E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão "risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de "João comeu o bolo", como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial "correr o risco de cair do cavalo", a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. "Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.
LUCCHESI, Dante, Correndo risco de vida. A Tarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.
Em "Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica." (§1°), o vocábulo destacado pode ser substituído com equivalência semântica por:
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Texto para a questão.
Palavra
Peguei meu filho no colo (naquele tempo ainda dava), apertei-o com força e disse que só o soltaria se ele dissesse a palavra mágica.
E ele disse: - Mágica.
Foi solto em seguida.
Um adulto teria procurado outra palavra, em encantação que o libertasse.
Ele não teve dúvida. Me entendeu mal, mas acertou. Disse o que eu pedi. (Não, não hoje ele não se dedica às ciências exatas. É cantor compositor)
Nenhuma palavra era mais mágica do que a palavra "mágica".
Quem tem o chamado dom da palavra cedo ou tarde se descobre um impostor. Ou se regenera, e passa a usar a palavra com economia e precisão, ou se refestela na impostura: Nabokov e seus borboleteios, Borges e seus labirintos.
Impostura no bom sentido, claro - nada mais fascinante do que ver um bom mágico em ação. Você está ali pelos truques, não pelo seu desmascaramento.
Mas quem quer usar a palavra não para fascinar, mas para transmitir um pensamento ou apenas contar uma história, tem um desafio maior, o de fazer mágica sem truques. Não transformar o lenço em pomba, mas usar o lenço para dar o recado, um " lençocorreio". Cuidando o tempo todo, para que as palavras não se tornem mais importante do que o recado e o artifício - a impostura não apareça e não atrapalhe.
( ... )
Noblat.oglobo.globo.com/crônicas/notícia/2017/02/palavra.html - adaptado.
Assinale a opção em que o termo destacado pode ser substituído por um pronome demonstrativo, sem prejuízo ao sentido veiculado, retomando um termo já apresentado.
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Considere os três operadores matemáticos !$ \# !$, !$ \Delta !$ e !$ \Box !$ tais que !$ a \# b=a^b !$, !$ a \Delta b= \large{a \over b} !$ e !$ a \Box b \Box c=a+b+c !$. Sabendo que 'x' é um número real, pode-se afirmar que o valor máximo inteiro que a expressão !$ [2(x \# 2) \Box 8 \,x \Box23] \Delta[2(x \# 2) \Box 8 \, x\, \Box 11] !$ assume é:
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Texto para a questão.
Correndo risco de vida
Em uma de suas histórias geniais, Monteiro Lobato nos apresenta o reformador da natureza, Américo Pisca-Pisca. Questionando o perfeito equilíbrio do mundo natural, Américo Pisca-Pisca apontava um desequilíbrio flagrante no fato de uma enorme árvore, como a jabuticabeira, sustentar frutos tão pequeninos, enquanto a colossal abóbora é sustentada pelo caule fino de uma planta rasteira. Satisfeito com sua grande descoberta, Américo deita-se sob a sombra de uma das jabuticabeiras e adormece. Lá pelas tantas, uma frutinha lhe cai bem na ponta do seu nariz. Aturdido, o reformador se dá conta de sua lógica.
Se os reformadores da natureza, como Américo Pisca-Pisca, já caíram no ridículo, os reformadores da língua ainda gozam de muito prestígio. Durante muito tempo era possível usar a expressão "fulano não corre mais risco de vida". Qualquer falante normal decodificava a expressão "risco de vida" como "ter a vida em risco". E tudo ia muito bem, até que um desses reformadores da língua sentenciou, do alto da sua vã inteligência: "'não é risco de vida, é risco de morte". Quer dizer que só ele teve essa brilhante percepção, todos os outros falantes da língua não passavam de obtusos irrecuperáveis. É: o tipo de sujeito que acredita ter inventado a roda. E impressiona a fortuna crítica de tal asneira. Desde então, todos os jornais propalam "o grande Iíder sicrano ainda corre o risco de morte". E me desculpem, mas risco de morte é muito pernóstico.
Assim como o reformador da natureza não entende nada da dinâmica do mundo natural, esses gramáticos que pretendem reformar o uso linguístico invocando sua pretensa racionalidade não percebem coisa alguma da lógica de funcionamento da língua. Como bem ensinou Saussure, fundador da linguística moderna, tudo na língua é convenção. A expressão "risco de vida", estava consagrada pelo uso e não se criava problemas na comunicação, porque nenhum falante, ao ouvir tal expressão, pensava que o sujeito corra risco de viver.
A relação entre as formas linguísticas e o seu conteúdo é arbitrária e convencionada socialmente. Em Japonês, por exemplo, o objeto precede o verbo. Diz-se "João o bolo comeu" em vez de "João comeu o bolo", como em português. Se o nosso reformador da língua baixasse por lá, tentaria convencer os japoneses de que o verbo preceder o seu objeto é muito mais lógico!
Mas os ingênuos poderiam argumentar: o nosso oráculo gramatical não melhorou a língua tornando-a mais lógica? Não, meus caros, ele a empobreceu. Pois, ao lado da expressão mais trivial "correr o risco de cair do cavalo", a língua tem uma expressão mais sofisticada: correr risco de vida. Tal construção dissonante amplia as possibilidades expressivas da língua, criando um veio que pode vir a ser explorado por poetas e demais criadores da língua. "Corrigir" risco de vida por risco de morte é substituir uma expressão mais sutil e sofisticada por sua versão mais imediata, trivial e óbvia. E um recurso expressivo passou a correr risco de vida pela ação nefanda dos fariseus no templo democrático da língua.
LUCCHESI, Dante, Correndo risco de vida. A Tarde, 17 set.2006, p.3, Opinião - adaptado.
Assinale a opção em que o pronome átono exerce função pleonástica.
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Read the text below to do question.
TEXT III
STEPHEN HAWKING
Stephen Hawking, one of the most famous scientists of the 21st century, died on MArch 14th, 2018. But his ideas on gravity, black holes and the Big Bang are the greatest legacy he left to the world.
Early Life and College
On January 8th, 1942, Stephen Hawking was born to a successful family in Oxford, England. He was not the best student at fundamental or high school, but he was very smart. His dad wanted him to become a medical doctor, but Stephen really wanted to study math.
Despite his poor grades at school, Stephen aced his exams for college. He was admitted to Oxford University, but they didn´t have math as a major. So, he decided to study physics and chemistry instead.
Stephen became a member of a rowing team when he was in college. After he graduated, he decided to continue his education and went to graduate school.
Graduate School, Marriage and Health Problems
While in graduate school, he had some health problems. He began tripping for no reason, and his speech became hard to understand. His family encouraged him to go to the doctor. Stephen was diagnosed with a disease called ALS, or Lou Gehrig´s disease, which affects the brain and spine. He was only twenty one, and the doctors initially gave him only a few years to live. Luckily, his condition progressed more slowly than is often the case.
During this time, Stephen had a relationship with a woman named Jane. He said she and his work were his inspiration for living. Stephen earned his Ph.D degree in 1965. He started to get worse, and eventually became confined to a wheelchair. Nonetheless, he and Jane married in 1965 and were able to have three children.
He studied how space and time are related, including scientific studies of black holes in space and how they work in the universe. He also had a lot of success in his work as a college professor.
A New Voice
In 1985, Stephen got really sick and doctors were able to save him, but he was unable to speak. He could only use his eyebrows to communicate. Eventually, he was able to use a special voice synthesizer, allowing him to talk by moving his cheek muscles and using a mouse pad.
Famous Works and Prizes
His most notorious theory is that black holes can emit radiation; also known as Hawking radiation. He received numerous awards but never won the Nobel Prize.
Stephen always enjoyed writing books. His best seller, "A Brief History in Time" made terms like the Big Bang and black holes easy to understand. Other famous Stephen Hawking books include: "A Briefer History in Time", "On the Shoulders of Giants" and "The Universe in a Nutshell". He also wrote many books for children along with his daughter Lucy. His famous books for children include "George's Cosmic Treasure Hunt" and "George and the Big Bang".
His last work, submitted only two weeks before his death, reveals the universe will come to an end when stars run out of energy. However, his theory suggests that scientists will be able to find parallel universes using probes on spaceships.
Say if the following statements are T (true) or F (false) about Hawking's disease. Then mark the correct option, from top to bottom.
( ) It confined him to a wheelchair.
( ) It affected his ability to speak.
( ) It was diagnosed when he was 21 years old.
( ) It progressed more quickly than expected.
( ) It made him stumble for no reason.
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Observe a figura a seguir.

O triângulo ABC acima é equilátero de lado igual a 2cm, BDEF é um retângulo de medidas 2cm x 5cm. Além disso, A, B e D estão alinhados. Sendo assim, é correto afirmar que a medida do segmento GB, em centímetros, é:
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Cadernos
Caderno Container