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Foram encontradas 225 questões.

221161 Ano: 2018
Disciplina: Química
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
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A tabela periódica do químico russo Dimitri Mendeleiev (1834-1907) foi a mais famosa tentativa de colocar os elementos químicos numa classificação ordenada. Nela, o autor ordenou os elementos em ordem crescente de massa atômica e colocava aqueles com propriedades semelhantes numa mesma coluna. A genialidade do químico russo estava em prever que novos elementos seriam descobertos e reservar espaços vazios para eles. As propriedades semelhantes resultam de configurações eletrônicas semelhantes da camada de valência dos elementos.
Acerca das configurações eletrônicas e das propriedades periódicas dos elementos, é INCORRETO afirmar que a
 

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221151 Ano: 2018
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
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A estreia de O rei da vela, em 1968, marcou um momento importante na história do teatro brasileiro, muito embora tivesse sido escrita trinta anos antes, por Oswald de Andrade. A montagem, que sofreu muitas críticas positivas e negativas do público, mexeu com as estruturas do pensamento teatral da época, por ter sido considerada ousada e atual. Recentemente, mais precisamente em abril de 2018, o espetáculo voltou à cena carioca e recebeu o seguinte comentário da atriz Fernanda Montenegro, que assistia ao espetáculo da oitava fileira:

A cultura teatral brasileira está no fundo de um precipício. […] Há muito tempo os nossos palcos não apresentam nada igual. Há uma comoção geral na plateia, silenciosa, porque há uma necessidade de renascermos. Nós temos que renascer nos nossos palcos.

Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em: 1 ago. 2018.

Este espetáculo teve direção assinada por

 

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221150 Ano: 2018
Disciplina: Artes Plásticas
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
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Nelson Triunfo, um dos precursores da cultura hip-hop no Brasil e um dos principais dançarinos de soul e breaking no país, comenta:

Espero que o Hip Hop se mantenha como um movimento social, musical, educacional, politizado e transformador também. E que as pessoas envolvidas não tenham medo de interagir com outras manifestações culturais e artísticas, ou com os esportes, por exemplo. Não podemos ter medo de diversificar, mudar, evoluir, parar no tempo.

NELSON TRIUNFO apud ALESSANDRO BUZU. Hip Hop: dentro do movimento. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2010, p. 30.

Considerando o contexto do autor e que as danças urbanas trazem possibilidades para o corpo se tornar ainda mais expressivo, é correto afirmar que
 

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221149 Ano: 2018
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
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Augusto Boal afirma que o corpo humano deve ser a primeira palavra do vocabulário teatral, uma vez que é nossa principal fonte de som e movimento. Para o autor, precisamos conhecer primeiramente nosso corpo, para somente depois sermos capazes de torná-lo expressivo. Esse conhecimento deve ser dominado pelo “espectador”, que somente depois de ter este autoconhecimento corporal estará habilitado a praticar formas teatrais que, por etapas, ajudem-no a liberar-se de sua condição de espectador.

BOAL, Augusto. Teatro do Oprimido e outras poéticas políticas. Rio de Janeiro: Civilização, 2010, p.138.

Partindo desse pressuposto, Boal elaborou um plano geral de conversão do espectador em ator que consiste, sistematicamente, no seguinte esquema geral:
 

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221148 Ano: 2018
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
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As pedagogias do teatro de muitos autores dialogam fortemente no que se refere ao fato de repensar o lugar do espectador, mas diferem na forma como ele deve agir em relação ao personagem. A seguir destacamos a poética de alguns desses pensadores/fazedores de teatro, que chamamos de X, Y e Z, cada um com seu jeito peculiar de pensar e fazer arte:

• X propõe uma poética em que os espectadores delegam poderes ao personagem para que este atue e pense em seu lugar;

• Y propõe uma poética em que o espectador delega poderes ao personagem para que este atue em seu lugar, mas se reserva o direito de pensar por si mesmo, muitas vezes em oposição ao personagem;

• Z propõe uma poética em que o espectador não delega poderes ao personagem para que atue nem para que pense em seu lugar. Ao contrário, ele mesmo assume um papel protagônico, transforma a ação dramática inicialmente proposta, ensaia soluções possíveis, preparando-se para a ação real.

Os autores X, Y e Z são, respectivamente,

 

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221145 Ano: 2018
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
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Os termos teatral e teatralidade há algum tempo passaram a fazer parte de vários segmentos, não só do teatro. A partir da década de 1960, a dança passou a se interessar por esse tipo de narrativa. Maguy Marin e Pina Baush são expoentes na busca de uma teatralidade traduzida em corpo e movimento.

A maneira correta de se trabalhar a teatralidade na dança em sala de aula é
 

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221144 Ano: 2018
Disciplina: Educação Artística
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
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“O conceito de motrizes culturais será empregado para definir um conjunto de dinâmicas culturais utilizadas na diáspora africana para recuperar comportamentos ancestrais africanos. A este conjunto chamamos de práticas performativas, e se refere à combinação de elementos como a dança, o canto, a música, o figurino, o espaço, entre outros, agrupados em celebrações religiosas em distintas manifestações do mundo afro-brasileiro.”

LIGIÉRO, Zeca. Corpo a corpo: estudo das performances brasileiras. Rio de Janeiro: Garamond, 2011, p. 108.

Com base nos princípios das motrizes culturais brasileiras, é correto afirmar que

 

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221143 Ano: 2018
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
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Em sua obra Uma cartilha para o dançarino moderno, a bailarina Martha Graham afirma:

Eu não desejo ser uma árvore, uma flor ou uma onda. Quando somos espectadores, no corpo de um dançarino devemos ver nós mesmos, não a ação ilimitada das forças; não os fenômenos da natureza, não as criaturas exóticas de outros planetas, mas algum milagre que é o ser humano, motivado, disciplinado.

GRAHAM apud TAVARES, J.; KEISERMAN, N. O corpo cênico: entre a dança e o teatro. São Paulo: Annablume, 2013, p. 73-74.


Com essas palavras, Martha Graham revela sua

 

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221142 Ano: 2018
Disciplina: Artes Cênicas
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
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Começa aí, portanto, nesse ‘corpo a corpo’ primeiro mantido com o mundo que nos rodeia, a aventura do saber e do conhecer humanos. Sem dúvida há um saber sensível, inelutável, primitivo, fundador de todos os demais conhecimentos, por mais abstratos que estes sejam; um saber direto, corporal, anterior às representações simbólicas que permitem os nossos processos de raciocínio e reflexão... Aqui se insistirá, pois, na necessidade atual e algo urgente de uma educação do sentimento, que poder-se-ia muito bem denominar educação estética. Contudo não nesse sentido um tanto desvirtuado que a expressão parece ter tomado no âmbito escolar, onde vem se resumindo ao repasse de informações teóricas acerca da arte, de artistas consagrados e de objetos estéticos. Trata-se, antes, de um projeto radical: o de retorno à raiz grega da palavra “estética” – aisthesis, indicativa da primordial capacidade do ser humano de sentir a si próprio e ao mundo num todo integrado.”

DUARTE JR., João Francisco. O sentido dos sentidos: a educação (do) sensível. Curitiba: Criar, 2001.

Sobre a ideia de um saber sensível, relacionado à educação estética e inerente ao teatro, podemos concluir que
 

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221138 Ano: 2018
Disciplina: Artes Plásticas
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
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Os momentos festivos da escola, como as festas juninas, podem se constituir em um importante mote para que toda a comunidade apresente seus modos de pensar, sentir e agir corporalmente, de evidenciar sua cultura por meio do movimento, já que não se está entre as quatro paredes da sala de aula e os corpos se misturam nos entrelaces da dança, da música e da teatralidade festiva. As escolas, os professores de modo geral, e não somente os de Educação Física, podem ser importantes aliados nesta luta de conscientização.

Pensar o corpo numa perspectiva multicultural, como mediador de um autoconhecimento emancipatório na escola por meio da corporeidade, significa
 

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