Foram encontradas 225 questões.
BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro. São Paulo: Perspectiva, 2003, p. 522.
Assinale a alternativa correta em relação a um dos principais nomes do Teatro do Absurdo, e também criador dos personagens mencionados acima.
Provas
No trabalho escolar, a coordenação motora é de suma importância. Assim, em dinâmicas de sala de aula, podem ser trabalhadas as expressões artísticas e culturais mencionadas acima. Nesse sentido, sobre as danças urbanas, é correto afirmar que
Provas
“Uma das maiores vedetas de então estava em excursão pelo interior de São Paulo com uma pequena companhia. Sabia o texto de cor, mas gostava de introduzir novas frases todos os dias, dependendo da plateia e de como decorria o espetáculo. O público deliciava-se. Os outros atores, ao contrário, perdiam a sua segurança e alguns riam em cena, pelo que eram imediatamente censurados. No elenco havia um jovem ator que estava a dar os primeiros passos e que se entusiasmava com as novas piadas que a vedeta introduzia no espetáculo. Certa noite, muito estimulado pelo patrão, o jovem ator decidiu imitá-lo de algumas hesitações e largou também a sua improvisação, por certo uma piada muito grosseira. O resultado foi sensacional e todo o público e os seus colegas começaram a rir; só a vedeta ficou muito séria e compenetrada. No fim do espetáculo, os atores esperavam a mais feroz censura para o jovem estreante, mas a vedeta fechou-se no seu camarim e não disse nada, absolutamente nada. No outro dia, quando todos se preparavam já para entrar em cena, a vedeta mandou ir ao seu camarim o jovem ator, morto de medo pela sua ousadia da véspera. Foi recebido com grande amabilidade. A vedeta falou-lhe da sua arte, dos anos que já tinha de palco etc. etc. Após um longo discurso perguntou-lhe:
– Lembras-te da improvisação de ontem?
– Sim, sim – respondeu o jovem. – Não gostou?
– Gostei muitíssimo, parece-me uma piada muito boa.
– Obrigado – suspirou, aliviado, o jovem. – Muito obrigado. Parece-me que o público gostou. Riram-se muito. Os meus colegas felicitaram-me. Foi um êxito.
– Sim, sim – disse a vedeta. O público riu-se muito porque é realmente uma ótima piada. Mas hoje quem a diz sou eu e não tu, porque sou eu o dono da companhia. Compreendido?”
BOAL, Augusto. Jogos para atores e não atores. 11. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2008, p. 30.
O caso contado por Augusto Boal refere-se a um momento importante na história do teatro brasileiro, mas o autor conta essa história para fazer uma crítica à
Provas
Tomando como base essa linha de construção coreográfica, a dinâmica a ser usada por um professor de Dança que deseje praticar um trabalho mais autoral com seus estudantes é
Provas
Questionando-se sobre o valor pedagógico da experiência teatral na escola, o professor de teatro não está a salvo de ouvir definições vagas, apoiadas em chavões como “teatro é cultura”, ou ainda reducionismos que apenas destacam o valor didático no tocante à transmissão de conteúdos e ao desenvolvimento do estudante como indivíduo. Medir a experiência artística como ação pedagógica é um diálogo inconcluso e, portanto, necessário.
Sobre a relação entre a linguagem teatral e a experiência pedagógica em uma perspectiva comunicacional, é correto afirmar que
Provas
FERNANDES, Ciane. Dança cristal: da arte do movimento à abordagem somático-performativa. Salvador: Edufba, 2018.
Tomando como certa a afirmação acima, a forma de atuação que se relaciona a essa visão de dança pretende
Provas
BERTHOLD, Margot. História mundial do teatro. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
Um dado correto no que diz respeito à Ópera de Pequim é o fato de que
Provas
BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Arte. Brasília: MEC/SEF, 1997.
De acordo com o texto, no processo de formação do indivíduo, desenvolver jogos teatrais e encenações que envolvam experimentar os modos de se fazer teatro em época distintas colabora com o(a)
Provas
Com base nesse pensamento, a atitude do professor de Dança na sala de aula é
Provas
“Então, sempre me interessei por aspectos estruturais, de linguagem mesmo. [...] Então, quer dizer, tem aspectos formais de linguagem que sempre me interessaram muito mais que a simples divulgação da informação. Mas claro que ele também se presta, como prestou na época e presta agora, a amplificar uma questão que está na boca e na mente das pessoas. O que eu mais divulgava era sempre o modo de você repetir aquilo, uma espécie de instrução [...] as pessoas continuam sendo mortas pelas mesmas pessoas, os mesmos motivos e quase nos mesmos lugares. Isso é o absurdo do Brasil, essa hipocrisia.”
CILDO MEIRELES. Carbono entrevista Cildo Meireles: entrevista realizada por Marina Fraga e Pedro Urano em agosto de 2013. Carbono, n. 4, 2013.
Observe as imagens a seguir, que representam trabalhos da série Inserções em circuitos ideológicos, de Cildo Meireles:

Nos anos finais da década de 1960 e início dos anos 1970 no Brasil, alguns artistas, dentre eles Cildo Meireles, formularam obras e projetos que visavam unir práticas ou estratégias de arte conceitual e ativismo político. Ao adotar essa postura, questionavam a noção de arte como representação e buscavam maior autonomia para o campo das artes visuais. Inserções em circuitos ideológicos denunciou e problematizou três casos de homicídio, como explicitado nas imagens.
A respeito dessas obras, é correto afirmar que se trata do
Provas
Caderno Container