Foram encontradas 155 questões.
A questão baseia no texto apresentado abaixo
Coisas & Pessoas
Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: “Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!” Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: – Pois é! Não vê que eu sou o sereno... E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, decerto para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente. QUINTANA, Mario. Coisas & pessoas. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. P. 204-205.
Sobre o texto Coisas & Pessoas, é correto afirmar:
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Podemos classificar o lixo como: “Lixo orgânico” – é todo o lixo que tem origem animal ou vegetal, “Lixo inorgânico” – é todo lixo que não vem de origem animal ou vegetal. Com base nessa classificação, analise os tipos de lixo da relação abaixo e assinale a alternativa correta.
I) restos de alimentos
II)folhas
III) sementes
IV) plásticos
V) metais
VI)papéis
VII) madeira
VIII) vidros
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No Word 2010, em qual guia as galerias incluem itens do documento?
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- Organização dos PoderesPoder ExecutivoPresidente e Vice-Presidente da RepúblicaAtribuições do Presidente da República
Sobre decretos, não é correta a alternativa
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- Fatos JurídicosDos Negócios Jurídicos (Art. 104 ao 184)Teoria da Invalidade dos Negócios Jurídicos (Art. 166 ao 184)
Em relação aos negócios jurídicos, assinale a alternativa correta.
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A questão 25 deve ser respondida com base nos dados de um determinado ente público, conforme discriminadosa seguir:
Receita de impostos, 2.000.
Receita de alienação de bens, 1.500.
Despesas de serviços, 800.
Despesa de amortização da dívida, 350.
Despesa de aquisição de bens permanentes, 700.
Restos a pagar processados, referentes a bens móveis, 50.
Restos a pagar processados, referentes a bens imóveis, 100.
Em relação à demonstração de fluxos de caixa, a alternativa correta que apresenta o resultado do fluxo líquido dos investimentos é a:
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672281
Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
Provas:
Com base na Lei nº 12.514, de 28 de outubro de 2011, que dá nova redação ao art. 4° da Lei n° 6.932, de 7 de julho de 1981, marque a alternativa correta.
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672195
Ano: 2014
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
Provas:
- Ataques e Golpes e AmeaçasMalwaresCavalo de Troia (Trojan)
- Ataques e Golpes e AmeaçasMalwaresSpywareKeyloggers
- Ataques e Golpes e AmeaçasMalwaresSpywareScreenloggers
Com respeito aos vírus de computador, associe a Coluna I com a Coluna II:
Coluna I
1. Cavalo de Troia
2. Screenlogger
3. Keylogger
4. Spyware
Coluna II
( ) Armazena em forma de imagem a área que circunda a posição em que o mouse é clicado, capturando senhas e informações pessoais importantes.
( ) Tem o objetivo de enviar informações da máquina do usuário para outras máquinas. Existem aqueles que apenas monitoram a atividade on-line do usuário até aqueles que roubam senhas e informações pessoais.
( ) São vírus ou outros malwares que dependem de uma ação do usuário para se instalar no computador. Costumam chegar por e-mails disfarçados de algo interessante ou curioso, como fotos, vídeos e apresentações de PowerPoint. Passam a ideia de “um presente”.
( ) Armazenam as teclas digitadas pelos usuários. Normalmente, sua execução está condicionada a uma ação prévia do usuário, como entrar em uma página de comércio eletrônico ou internet banking, capturando senhas e informações pessoais importantes.
Assinale a alternativa que representa a sequência correta.
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A questão baseia no texto apresentado abaixo
Coisas & Pessoas
Desde pequeno, tive tendência para personificar as coisas. Tia Tula, que achava que mormaço fazia mal, sempre gritava: “Vem pra dentro, menino, olha o mormaço!” Mas eu ouvia o mormaço com M maiúsculo. Mormaço, para mim, era um velho que pegava crianças! Ia pra dentro logo. E ainda hoje, quando leio que alguém se viu perseguido pelo clamor público, vejo com estes olhos o Sr. Clamor Público, magro, arquejante, de preto, brandindo um guarda-chuva, com um gogó protuberante que se abaixa e levanta no excitamento da perseguição. E já estava devidamente grandezinho, pois devia contar uns trinta anos, quando me fui, com um grupo de colegas, a ver o lançamento da pedra fundamental da ponte Uruguaiana-Libres, ocasião de grandes solenidades, com os presidentes Justo e Getúlio, e gente muita, tanto assim que fomos alojados os do meu grupo num casarão que creio fosse a Prefeitura, com os demais jornalistas do Brasil e Argentina. Era como um alojamento de quartel, com breve espaço entre as camas e todas as portas e janelas abertas, tudo com os alegres incômodos e duvidosos encantos de uma coletividade democrática. Pois lá pelas tantas da noite, como eu pressentisse, em meu entredormir, um vulto junto à minha cama, sentei-me estremunhado e olhei atônito para um tipo de chiru, ali parado, de bigodes caídos, pala pendente e chapéu descido sobre os olhos. Diante da minha muda interrogação, ele resolveu explicar-se, com a devida calma: – Pois é! Não vê que eu sou o sereno... E eis que, por um milésimo de segundo, ou talvez mais, julguei que se tratasse do silêncio noturno em pessoa. Coisas do sono? Além disso, o vulto, aquele penumbroso e todo em linhas descendentes, ajudava a ilusão. Mas por que desculpar-me? Quase imediatamente compreendi que o “sereno” era um vigia noturno, uma espécie de anjo da guarda crioulo e municipal. Por que desculpar-me, se os poetas criaram os deuses e semideuses para personificar as coisas, visíveis e invisíveis... E o sereno da Fronteira deve andar mesmo de chapéu desabado, bigode, pala e de pé no chão... sim, ele estava mesmo de pés descalços, decerto para não nos perturbar o sono mais ou menos inocente. QUINTANA, Mario. Coisas & pessoas. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. P. 204-205.
Quanto ao processo de formação das palavras a seguir, e com base no texto, considere V(Verdadeiro) ou F(Falso) e assinale a alternativa correta.
I- ( ) entredormir – derivação imprópria
II- ( ) anjo da guarda – composição por justaposição
III- ( ) penumbroso – derivação por sufixação
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Assinale a alternativa na qual se usa incorretamente o Pronome de Tratamento.
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