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Foram encontradas 155 questões.

671588 Ano: 2014
Disciplina: Direito Tributário
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Acerca de Domicílio Tributário, assinale a alternativa incorreta.
 

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671547 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
Em qual das alternativas temos o uso adequado do porquê?
 

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671343 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Qual opção de impressão do Word 2010 deve ser selecionada para imprimir as informações resumidas do documento em uma página separada depois que o documento for impresso?
 

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671295 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Em relação aos Direitos Sociais, assinale a alternativa correta.

 

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671269 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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A questão baseia no texto apresentado abaixo
Gramática
Sou feliz pelos amigos que tenho. Um deles muito sofre pelo meu descuido com o vernáculo. Por alguns anos ele sistematicamente me enviava missivas eruditas com precisas informações sobre as regras da gramática, que eu não respeitava, e sobre a grafia correta dos vocábulos, que eu ignorava. Fi-lo sofrer pelo uso errado que fiz de uma palavra no último “Quarto de badulaques”. Acontece que eu, acostumado a conversar com a gente das Minas Gerais, falei em “varreção” – do verbo “varrer”. De fato, trata-se de um equívoco que, num vestibular, poderia me valer uma reprovação. Pois o meu amigo, paladino da língua portuguesa, se deu ao trabalho de fazer um xerox da página 827 do dicionário, aquela que tem, no topo, a fotografia de uma “varroa”(sic!) (você não sabe o que é uma “varroa”?) para corrigir-me do meu erro. E confesso: ele está certo. O certo é “varrição” e não “varreção”. Mas estou com medo de que os mineiros da roça façam troça de mim porque nunca os vi falar de “varrição”. E se eles rirem de mim não vai me adiantar mostrar-lhes o xerox da página do dicionário com a “varroa” no topo. Porque, para eles, não é o dicionário que faz a língua. É o povo. E o povo, lá nas montanhas de Minas Gerais, fala “varreção”, quando não “barreção”. O que me deixa triste sobre esse amigo oculto é que nunca tenha dito nada sobre o que eu escrevo, se é bonito ou se é feio. Toma a minha sopa, não diz nada sobre ela, mas reclama sempre que o prato está rachado. A esse respeito, vou lhes contar sobre o homem que confundiu a mulher com um chapéu, caso clínico relatado por Oliver Sacks. Tem tudo a ver. Depois. ALVES, Rubem. Gramática. In: ______. Pimentas: para provocar um incêndio, não é preciso fogo. São Paulo: Planeta, 2012. p. 156-157.
“A esse respeito, vou lhes contar sobre o homem que confundiu a mulher com um chapéu, [...]”. Sobre o lhes que ocorre nessa frase, aponte C (Certa) ou E (Errada) para as afirmativas e assinale a alternativa correta.
1- ( ) É um recurso empregado pelo autor que recupera o termo “amigos” da primeira linha do texto.
2- ( ) É um pronome oblíquo da 3ª pessoa do singular.
3- ( ) É um pronome que funciona como objeto indireto do verbo contar.
 

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671268 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
A questão baseia no texto apresentado abaixo
Medo da eternidade
Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. – Como não acaba? – parei um instante na rua, perplexa. – Não acaba nunca, e pronto. Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. – E agora que é que eu faço? – Perguntei para não errar no ritual certamente deveria haver. – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamonos para a escola. – Acabou-se o docinho. E agora? – Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da idéia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. – Olha só o que me aconteceu! – Disse eu em fingidos espanto e tristeza. Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! – Já lhe disse, repetiu minha irmã, que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. – Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.
LISPECTOR, Clarice. Medo da eternidade. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. P. 223-224.
Volte ao texto e leia novamente o parágrafo onde esta frase aparece: “Mas me sentia contrafeita”. O vocábulo contrafeita transmite a ideia sobre como a menina se sentia. Isso significa que ela:
 

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670558 Ano: 2014
Disciplina: Direito Civil
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Acerca da execução no Brasil de sentença proferida no estrangeiro, conforme dispõe a Lei de Introdução às Normas de Direito Brasileiro (Lei de Introdução ao Código Civil), assinale a alternativa incorreta.
 

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670518 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
Em conformidade com a Lei nº 4.886 de 9.12.1965 e alterações posteriores, que regula as atividades dos representantes comerciais autônomos, assinale a alternativa correta.
 

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670163 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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A Lei nº 4.320/64 diz que a Contabilidade deverá evidenciar em seus registros o montante dos créditos orçamentários vigentes, a despesa empenhada e a despesa realizada à conta desses mesmos créditos e ainda as dotações disponíveis, dessa forma, assinale a alternativa que representa essas dotações.
 

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670076 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Para responder à questão, considere os saldos a seguir do balanço financeiro de um determinado ente público:
RESTOS A PAGAR - PAGAMENTOS DO EXERCÍCIO:
Restos a pagar processados, 100.
Restos a pagar não processados, 250.
RECEITAS ORCAMENTÁRIAS:
Receitas tributárias, 2.200.
Receita patrimonial, 900.
Receita de serviços, 550.
RECEITAS EXTRA-ORCAMENTÁRIAS:
Consignações, 70.
Depósitos de diversas origens, 30.
DESPESAS DE CAPITAL:
Investimentos, 1.200.
Inversões financeiras, 1.000.
Sabendo que o saldo do exercício seguinte foi no valor de 1.500, assinale a alternativa que apresenta o saldo do exercício anterior.
 

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