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Foram encontradas 155 questões.

668670 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Considerando o Microsoft Excel 2007, a empresa Olimpo Veículos elaborou uma planilha para calcular a média de vendas de seus funcionários, com base nos seguintes critérios:
A – Caso as somas de vendas no período fossem iguais ou superiores a 40 unidades, a meta seria considerada “Atingida”.
B – Caso as somas de vendas no período fossem inferiores a 40 unidades, a meta seria considerada “baixa”.
C – Caso as somas de vendas no período fossem iguais ou superiores a 60 unidades, a meta seria considerada “Superada”.
Assim, temos a seguinte planilha:
Enunciado 668670-1
Com base nas informações apresentadas, para se obter a informação correta na célula C18, qual fórmula deveríamos utilizar?
 

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653827 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Na demonstração das variações patrimoniais, o registro contábil do cancelamento de restos a pagar, provoca uma
 

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653802 Ano: 2014
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Alternativa de segurança para preservar informações importantes, as cópias de arquivos informatizados para manutenção do sistema, ou a simples cópia de um arquivo para um pendrive, são procedimentos de:
 

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653796 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
A questão baseia no texto apresentado abaixo
Medo da eternidade
Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade. Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas. Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou: – Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira. – Como não acaba? – parei um instante na rua, perplexa. – Não acaba nunca, e pronto. Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta. Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca. – E agora que é que eu faço? – Perguntei para não errar no ritual certamente deveria haver. – Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários. Perder a eternidade? Nunca. O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamonos para a escola. – Acabou-se o docinho. E agora? – Agora mastigue para sempre. Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da idéia de eternidade ou de infinito. Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar. Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia. – Olha só o que me aconteceu! – Disse eu em fingidos espanto e tristeza. Agora não posso mastigar mais! A bala acabou! – Já lhe disse, repetiu minha irmã, que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá. – Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso. Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.
LISPECTOR, Clarice. Medo da eternidade. In: SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. P. 223-224.
A palavra chicle foi usada diversas vezes no texto. Mas foram usadas outras palavras que substituem chicle. Em qual alternativa não contém uma delas?
 

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653774 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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A questão baseia no texto apresentado abaixo
Gramática
Sou feliz pelos amigos que tenho. Um deles muito sofre pelo meu descuido com o vernáculo. Por alguns anos ele sistematicamente me enviava missivas eruditas com precisas informações sobre as regras da gramática, que eu não respeitava, e sobre a grafia correta dos vocábulos, que eu ignorava. Fi-lo sofrer pelo uso errado que fiz de uma palavra no último “Quarto de badulaques”. Acontece que eu, acostumado a conversar com a gente das Minas Gerais, falei em “varreção” – do verbo “varrer”. De fato, trata-se de um equívoco que, num vestibular, poderia me valer uma reprovação. Pois o meu amigo, paladino da língua portuguesa, se deu ao trabalho de fazer um xerox da página 827 do dicionário, aquela que tem, no topo, a fotografia de uma “varroa”(sic!) (você não sabe o que é uma “varroa”?) para corrigir-me do meu erro. E confesso: ele está certo. O certo é “varrição” e não “varreção”. Mas estou com medo de que os mineiros da roça façam troça de mim porque nunca os vi falar de “varrição”. E se eles rirem de mim não vai me adiantar mostrar-lhes o xerox da página do dicionário com a “varroa” no topo. Porque, para eles, não é o dicionário que faz a língua. É o povo. E o povo, lá nas montanhas de Minas Gerais, fala “varreção”, quando não “barreção”. O que me deixa triste sobre esse amigo oculto é que nunca tenha dito nada sobre o que eu escrevo, se é bonito ou se é feio. Toma a minha sopa, não diz nada sobre ela, mas reclama sempre que o prato está rachado. A esse respeito, vou lhes contar sobre o homem que confundiu a mulher com um chapéu, caso clínico relatado por Oliver Sacks. Tem tudo a ver. Depois. ALVES, Rubem. Gramática. In: ______. Pimentas: para provocar um incêndio, não é preciso fogo. São Paulo: Planeta, 2012. p. 156-157.
A língua se desenvolve numa região de acordo com a necessidade de comunicação dos falantes que a ela pertencem, conforme se pode perceber no texto Gramática. Neste, subentende-se sobre as implicações do fator língua:
I – A convivência de Rubem Alves com a variante da língua portuguesa falada pelos mineiros interferiu na construção textual de “Quarto de badulaques”.
II – A norma culta da língua – ou normas gramaticais – interferiu em como um leitor avaliou determinado texto de Rubem Alves.
III – Mesmo estando cristalizada a variante linguística falada pelos mineiros da roça, eles aceitariam a indicação das normas gramaticais para adequarem sua fala. Aponte a(s) afirmativa(s) correta(s):
 

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641901 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Seja a proposição: “Todas as lojas estavam lotadas na época do Natal”. Assinale a alternativa que contem a negação correta dessa proposição:
 

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641815 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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Ao construir um texto, devemos nos certificar se há ou não ambiguidade na mensagem que queremos transmitir. Quanto a esse assunto, não há ambiguidade em qual alternativa?
 

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641784 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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André aprendeu plano cartesiano em uma aula de matemática e então desenhou nele um triângulo de vértices (–1, 4); (8, 3); (4, -9). Calcule a área do triângulo que ele desenhou e assinale a alternativa correta.
 

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641621 Ano: 2014
Disciplina: Direito Processual do Trabalho
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE
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A possibilidade de o juiz converter o pedido de reintegração de empregado estável em indenização compensatória, nos termos do art. 496 da CLT, é decorrência do princípio:
 

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641588 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: CORE-PE

Após a realização de um concurso, foi feita a seguinte tabela de frequência das notas obtidas pelos alunos na prova de matemática:

Nota Número de candidatos
0 2
1 12
2 50
3 76
4 65
5 203
6 89
7 315
8 129
9 42
10 17

Todos os candidatos com nota maior ou igual a 5 serão convocados para a 2ª fase do concurso. Escolhido um candidato ao acaso, a probabilidade de ele ser convocado para a 2ª fase é:

 

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