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Foram encontradas 270 questões.

1381713 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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De acordo com o Artigo 5º do Código de Ética dos Jornalistas, é direito do jornalista
 

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1381553 Ano: 2012
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
O comando SQL para listar o conteúdo de todos os campos da tabela PRODUTO é
 

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1381242 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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No modelo de programação orientada a objetos, o fato de se delimitar o escopo dos atributos de uma classe para acesso apenas pela própria classe, escondendo a estrutura interna da classe, é conhecido como:
 

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1381120 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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A prática da assessoria de comunicação conhecida por “mídia espontânea” consiste em
 

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1380705 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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NÃO é um método de ordenação:
 

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1380483 Ano: 2012
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
Sobre sistemas de arquivos, é correto afirmar que
 

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1380268 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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Apenas 6,2% dos municípios têm bons serviços de saúde
De todos os 5.563 municípios brasileiros, apenas 347 oferecem um bom atendimento na área da saúde. Eles representam apenas 6,2% do total e atendem a 3,6 milhões de brasileiros. A maioria está em Estados das regiões Sul (200 municípios) e Sudeste (145). As regiões Norte e Nordeste possuem, cada uma, apenas uma cidade nas condições consideradas ideais pelo Ministério da Saúde (MS). Feito não alcançado por nenhum município da região Centro-Oeste.
O cenário nada animador foi traçado pelo próprio ministério a partir de um novo indicador de qualidade da saúde: o Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde, o IDSUS. Promessa desde a posse do atual ministro Alexandre Padilha, o IDSUS pretende avaliar a 9 atuação das redes públicas de saúde nos municípios brasileiros, em todos os níveis de assistência à população: atenção básica, ambulatorial e hospitalar especializada, e de urgência e emergência.
O índice é composto, basicamente, de duas grandes variáveis: o acesso aos serviços e a efetividade do atendimento. Ao todo, 24 indicadores já conhecidos (como taxa de mortalidade materna e quantidade de mamografias feitas a cada ano) foram usados no 15 cálculo da nota dada a cada cidade, ao Estado e ao próprio País. Os conceitos variam em uma escala de 0 a 10, e a média brasileira de desempenho do SUS ficou em 5,47. Todas as notas do País podem ser conferidas no site do ministério.
Digamos que cinco é uma nota razoável. O SUS deveria ter de 7 em diante na nossa opinião”, afirma Paulo de Tarso Ribeiro de Oliveira, diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS. De acordo com as metodologias estatísticas aplicadas aos dados, garantir o acesso aos serviços ainda é o maior problema do Brasil.
Para Oliveira, o índice é “exigente”. Os cálculos são baseados na quantidade de pessoas que residem em cada município. Isso significa que as pessoas com plano de saúde, que 24 não usariam o serviço público, são incluídas na totalidade da população a ser atendida em cada cidade. “O SUS é e tem de ser para todos”, diz.
A maioria dos municípios ficou em situação mediana, de acordo com a avaliação do 27 ministério. Na faixa de notas entre 5 e 5,9, estão 2616 cidades (47% do total) responsáveis pelo atendimento de 88.673.765 brasileiros. Outros 1.450 municípios (26,1% do total) ficaram com notas entre 6 e 6,9. Eles atendem a uma população de 46.683.510 pessoas Apenas seis cidades têm nota superior a 8. Quatro delas estão em São Paulo (Arco-Íris, Barueri, Rosana e Cássia dos Coqueiros). As outras duas – Pinhal e Paulo Bento – são do Rio Grande do Sul.
Durante todo o ano passado, técnicos do Ministério da Saúde, especialistas de universidades, representantes de associações, gestores e usuários do SUS discutiram critérios para medir situações tão diversas quanto o País. “Não podemos comparar Belo 36 Horizonte com uma cidade do interior da Amazônia. Por isso, dividimos os municípios em grupos de características semelhantes para darmos visibilidade às diferenças do País”, pondera Oliveira.
Os técnicos do ministério contam que os indicadores foram escolhidos de acordo com a relevância, a confiabilidade, a viabilidade e a validade dos dados disponíveis. São 14 variáveis relacionadas à acessibilidade e 10, à efetividade. Oliveira reconhece que há fragilidade nas bases estatísticas de municípios e estados, mas vê na criação do índice um estímulo à melhoria da informação em todas as cidades brasileiras.
“O mais importante agora é colocar os dados em uma discussão mais ampla e melhorar a sua qualidade”, comenta Renato Assunção, professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que participou da elaboração do índice.
O IDSUS foi calculado com as bases de dados referentes aos anos de 2007, 2008, 2009 e 2010, dependendo do indicador. As estatísticas de 2011 ainda não estavam prontas. A proposta do ministério é divulgar um novo índice de cada cidade a cada três anos. Os gestores locais, no entanto, serão acompanhados pela pasta e receberão atualizações anuais das notas.
A proposta do Ministério da Saúde é utilizar os dados com o objetivo de definir estratégias para os serviços junto com os gestores municipais e estaduais, utilizando as notas do IDSUS. É com base nesses conceitos que os pactos e os contratos da pasta serão feitos a partir de agora. A estratégia é semelhante à do Ministério da Educação, que criou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB.) para avaliar a qualidade de ensino nas escolas e propôs metas a cada gestor.
O próximo passo será ouvir os usuários sobre o acesso aos serviços e sobre a qualidade do atendimento prestado pela rede pública de saúde. Oliveira garante que a meta é definir um programa de avaliação e monitoramento do SUS até o fim do ano. As primeiras a participar da pesquisa serão as gestantes. Foram enviadas 1,4 mil cartas às mulheres que deram à luz entre outubro e novembro de 2011.
Texto adaptado.
Disponível em: http://www.pbagora.com.br/conteudo.
php?id=20120301223229&cat=saude&keys=apenas-municipios-tem-bons servicos-saude
Leia o trecho abaixo:
“Digamos que cinco é uma nota razoável. O SUS deveria ter de 7 em diante na nossa opinião”, afirma Paulo de Tarso Ribeiro de Oliveira [...]
Nesse trecho, as aspas são usadas para indicar
 

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1380175 Ano: 2012
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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Úlceras de pressão são lesões da pele ou de estruturas mais profundas, que geralmente resultam de períodos prolongados de contato da pele com outra superfície que exerce pressão sobre essa área, decorrente, na maioria das vezes, do repouso prolongado no leito. Sobre a úlcera de pressão, é correto afirmar:
 

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1380172 Ano: 2012
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
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Um homem foi empregado como enfermeiro de um hospital e devidamente inscrito como segurado junto ao INSS, perante o qual declarou a vontade de que seu enteado fosse equiparado a filho seu. Em relação a essa situação, é correto afirmar:
 

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1380044 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFRN
Orgão: COREN-RN
Considerando uma lâmpada L1 (acesa=1; apagada=0) e duas chaves S1 e S2 (ligada=1; desligada=0), a funcionalidade de uma porta lógica AND (E em português) equivale ao circuito mostrado em
 

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