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Cachorro se parece mesmo é com criança: vive o
agora, alegra-se com o simples prazer de uma caminhada,
corre, pula, brinca, diariamente. Aliás, o que mais incomoda o
homem no comportamento canino é a constante alegria do seu
melhor amigo. Em geral, não estamos acostumados a viver
horas por dia de puro prazer, ainda mais quando levamos
uma vida de cachorro. Sentimo-nos, talvez, desrespeitados
pela impertinência de um contentamento desmesurado,
principalmente quando algo ou alguém patrocinou-nos alguma
desventura.
Laudimiro Almeida Filho. Vida de cachorro. In: Acontessências. Brasília: Gráfica e Editora Positiva, 1999, p. 37 (com adaptações)
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Cachorro se parece mesmo é com criança: vive o
agora, alegra-se com o simples prazer de uma caminhada,
corre, pula, brinca, diariamente. Aliás, o que mais incomoda o
homem no comportamento canino é a constante alegria do seu
melhor amigo. Em geral, não estamos acostumados a viver
horas por dia de puro prazer, ainda mais quando levamos
uma vida de cachorro. Sentimo-nos, talvez, desrespeitados
pela impertinência de um contentamento desmesurado,
principalmente quando algo ou alguém patrocinou-nos alguma
desventura.
Laudimiro Almeida Filho. Vida de cachorro. In: Acontessências. Brasília: Gráfica e Editora Positiva, 1999, p. 37 (com adaptações)
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Durante o período imperial, os Correios do Brasil
foram reorganizados, dando-se início ao processo de criação de
administrações de correios nas províncias. Sob as ordens de
D. Pedro II, as reformas postais instituíram o pagamento prévio
de franquia unificada, lançaram os primeiros selos postais,
criaram o quadro de carteiros, as caixas postais e de coleta e o
serviço de distribuição domiciliária de correspondência na
corte e nas províncias. Foi estabelecido o serviço telegráfico,
e o Brasil aderiu, por tratados, aos organismos internacionais
de telecomunicações recém-criados.
Idem, ibidem.
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Rio de Janeiro, 2 de março de 1869.
Minha Carola.
Já a esta hora deves ter em mão a carta que te mandei
hoje mesmo, em resposta às duas que ontem recebi. Nela foi
explicada a razão de não teres carta no domingo; deves ter
recebido duas na segunda-feira.
Queres saber o que fiz no domingo? Trabalhei e estive
em casa. Saudades de minha C., tive-as como podes imaginar,
e mais ainda, estive aflito, como te contei, por não ter tido
cartas tuas durante dois dias. Afirmo-te que foi um dos mais
tristes que tenho passado.
Contou-me hoje o Araújo que, encontrando-se, num
dos carros que fazem viagem para Botafogo e Laranjeiras, com
o Miguel, este lhe dissera que andava procurando casa por ter
alugado a outra. Não sei se essa casa que ele procura é só para
ele ou se para toda a família. Achei conveniente comunicar-te
isto; não sei se já sabes alguma coisa a este respeito. No
entanto, espero também a tua resposta ao que te mandei dizer
na carta de ontem, relativamente à mudança.
Dizes que, quando lês algum livro, ouves unicamente
as minhas palavras, e que eu te apareço em tudo e em toda a
parte? É então certo que eu ocupo o teu pensamento e a tua
vida? Já mo disseste tanta vez, e eu sempre a perguntar-te a
mesma cousa, tamanha me parece esta felicidade. Pois, olha; eu
queria que lesses um livro que eu acabei de ler há dias; intitula-
se: A Família. Hei de comprar um exemplar para lermos em
nossa casa como uma espécie de Bíblia sagrada. É um livro
sério, elevado e profundo; a simples leitura dele dá vontade de
casar.
Faltam quatro dias; daqui a quatro dias terás lá
a melhor carta que eu te poderei mandar, que é a minha própria
pessoa, e ao mesmo tempo lerei o melhor...
MACHADINHO
Museu da República. Arquivo histórico. Versão digitada do manuscrito original. Internet: www.revistaepoca.globo.com (com adaptações).
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— Carta para o 9.326!!!
Um louco pega o envelope, abre-o e vê que a carta está em branco, e um outro pergunta:
— Quem te mandou essa carta?
— Minha irmã.
— Mas por que não está escrito nada?
— Ah, porque nós brigamos e não estamos nos falando!

O efeito surpresa e de humor que se extrai do texto acima decorre
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Cachorro se parece mesmo é com criança: vive o
agora, alegra-se com o simples prazer de uma caminhada,
corre, pula, brinca, diariamente. Aliás, o que mais incomoda o
homem no comportamento canino é a constante alegria do seu
melhor amigo. Em geral, não estamos acostumados a viver
horas por dia de puro prazer, ainda mais quando levamos
uma vida de cachorro. Sentimo-nos, talvez, desrespeitados
pela impertinência de um contentamento desmesurado,
principalmente quando algo ou alguém patrocinou-nos alguma
desventura.
Laudimiro Almeida Filho. Vida de cachorro. In: Acontessências. Brasília: Gráfica e Editora Positiva, 1999, p. 37 (com adaptações)
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