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Foram encontradas 50 questões.

2420088 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Tributária Estadual
Banca: IBFC
Orgão: CRA-SP
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Os Governos Estaduais e o Distrito Federal estabeleceram a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF -e) em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, pelo critério de CNAE, e operações com os destinatários que especifica.
Além das situações da NF-e até ser autorizada pela SEFAZ, a NF-e poderá encontrar-se em outros estágios diferentes do ciclo básico da autorização. São alguns deles:
I. Rejeitada- Condição que ocorre quando a NF- e é enviada para a SEFAZ e, durante o processamento da nota no sistema da Fazenda, verifica-se que o emitente está em situação de pendência perante o Fisco. Neste caso, não será permitida a impressão do DANF-e e nem tão pouco o seu cancelamento.
II. Cancelada- Após o envio e processamento da NF-e na SEFAZ, o arquivo poderá ser rejeitado caso haja alguma pendência ou problema com a NF-e. Neste caso, o sistema da SEFAZ não autorizará a NF-e, disponibilizando o motivo da rejeição..
Das situações acima:
 

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2419839 Ano: 2011
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IBFC
Orgão: CRA-SP
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A Lei 4320/1964 estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para a elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal Considere o texto desta lei para responder a questão.
De acordo com o Artigo 12º (§ 3º), consideram-se subvenções, para os efeitos desta lei, as transferências destinadas a cobrir despesas de custeio das entidades beneficiadas, distinguindo-se como:
I. subvenções sociais as que se destinem a instituições públicas ou privadas de caráter assistencial ou cultural, sem finalidade lucrativa.
II. subvenções econômicas as que destinem a empresas públicas ou privadas de caráter industrial, comercial, agrícola ou pastoril.
Das afirmações acima:
 

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2419836 Ano: 2011
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: IBFC
Orgão: CRA-SP
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Das afirmações abaixo:
I. Com a implantação do SPB, ainda poderão ser emitidos cheques de qualquer valor. A diferença é que para cheques a partir de R$ 5.000,00 poderá haver uma tarifa adicional.
II. Com a implantação do SPB, os depósitos em cheques ou DOC sofrerão alteração nos prazos de bloqueio, passando para três dias a compensação de cheques menores que R$ 5.000,00 e um dia para os maiores que R$ 5.000,00.
 

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O passado é um lugar seguro
Maria Rita Kehl
A família de minha mãe, no passado, teve uma pequena fazenda vendida quando eu tinha sete anos. Ali passei as férias da primeira infância. Ali minha mãe passou todas as férias da vida dela. Ao deixar de ser nossa, a fazenda do Tatu virou mito. Durante muitos anos minha mãe me contava as aventuras da infância dela. Imaginada através de la neblina delajer a infância de minha mãe incorporou-se à minha própria memória em um escaninho paradisíaco, tanto mais meu quanto perdido para ela. Até hoje, diante de paisagens de terra vermelha ou do cheiro do capim -gordura na beira da estrada sou tomada pela inquietante nostalgia de um passado que não me pertence: sinto saudades da infância de minha mãe. A qual por sua vez terá chegado a mim atravessada por vagas lembranças da infância da mãe dela, nascida em uma fazenda ainda mais remota em um interior perdido de Minas Gerais. Só muito recentemente eu me dei conta de que a doce vidinha de meus bisavôs na lendária Pacau, matéria da nostalgia rural acalentada por minha família materna, teria sido sustentada à custa de trabalho escravo. Não que eu não soubesse nada disso. Achávamos muita graça no episódio em que alguns escravos de estimação de minha bisavó viúva vieram uma tarde lhe contar, candidamente: "sinhá, o feitor não vai mais trabalhar por aqui porque nóis matemo ele". Complacente ou indolente, sinhá contratou outro feitor e manteve os escravos a que estava habituada. A violência cotidiana da escravidão que culminou no justiçamento de um feitor anônimo e certamente cruel não impediu que a geração de minha mãe nos transmitisse uma saudade imensa dos "bons tempos" da vida no Pacau.
Bons tempos é nome que damos ao passado- qualquer passado. São os bons tempos, é o nosso tempo. Passei a adolescência e parte da juventude sob a ditadura militar, e isto não impede que me pegue com frequência a acalentar uma estranha utopia em retrospecto, de que "no meu tempo" a vida tinha mais graça. De todas as formas de escapismo inventadas pelos homens para suportar o osso duro da vida real, talvez o mais inconsciente seja a idealização do passado. Direita e esquerda, conservadores e progressistas cultivam, cada um à sua maneira, o mito de seus bons tempos. Isto é mais grave para a esquerda, que se arrisca a cultivar as utopias que já (não) foram. Mas não é de hoje que tudo fica cada vez pior aos olhos das gerações presentes. "Esse mundo tá perdido, sinhá"! -era o bordão da ex-escrava "tia Anastácia" nos livros infantis de Monteiro Lobato.
O mundo globalizado volta-se todo para o futuro. A vida imita a urgência das apostas antecipadas que cria as tais bolhas de não- riqueza do capital financeiro. A tecnologia aponta para a superação de todas as descobertas, que já nascem com os dias contados, fadadas à obsolescência. Chamamos de progresso a essa forma de vida breve das coisas, fruto do trabalho humano que envelhece tão rapidamente quanto elas.
O presente é uma partícula mínima de tempo, cada vez mais comprimida entre o que já foi e o que será. A rigor, pensem bem: o presente não existe. O futuro é um lugar gelado onde não vive ninguém, de onde só nos acenam promessas de velocidade. A depender das tecnociências hoje, no futuro nos deslocaremos ainda mais depressa, nos comunicaremos mais depressa, ganharemos e perderemos dinheiro mais depressa - e tentaremos envelhecer mais devagar.
O passado tornou-se o único terreno seguro onde a imaginação pode armar sua tenda e contemplar o mundo em relativa tranquilidade. Na vida em retrospecto, todas as nossas escolhas teriam sido corretas. Teríamos sido abolicionistas no século XIX, modernistas nos anos 1920, resistentes antifascistas em 1930-40, os opositores firmes contra as duas ditaduras brasileiras. O passado nos poupa da dimensão trágica escolha.
Mas é no presente que o corpo está vivo. No presente é que se jogam os lances de dados do destino. Ele é tudo o que temos- e nos escapa.
Ainda em relação ao período transcrito na questão anterior, considere as afirmações que seguem.
I. A palavra "dados" é usada no sentido conotativo.
II. A expressão "é que" é comum na oralidade, mas, de acordo com a norma culta, o correto seria "são", para haver concordância com o substantivo.
Está correto o que se afirma em:
 

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O passado é um lugar seguro
Maria Rita Kehl
A família de minha mãe, no passado, teve uma pequena fazenda vendida quando eu tinha sete anos. Ali passei as férias da primeira infância. Ali minha mãe passou todas as férias da vida dela. Ao deixar de ser nossa, a fazenda do Tatu virou mito. Durante muitos anos minha mãe me contava as aventuras da infância dela. Imaginada através de la neblina delajer a infância de minha mãe incorporou-se à minha própria memória em um escaninho paradisíaco, tanto mais meu quanto perdido para ela. Até hoje, diante de paisagens de terra vermelha ou do cheiro do capim -gordura na beira da estrada sou tomada pela inquietante nostalgia de um passado que não me pertence: sinto saudades da infância de minha mãe. A qual por sua vez terá chegado a mim atravessada por vagas lembranças da infância da mãe dela, nascida em uma fazenda ainda mais remota em um interior perdido de Minas Gerais. Só muito recentemente eu me dei conta de que a doce vidinha de meus bisavôs na lendária Pacau, matéria da nostalgia rural acalentada por minha família materna, teria sido sustentada à custa de trabalho escravo. Não que eu não soubesse nada disso. Achávamos muita graça no episódio em que alguns escravos de estimação de minha bisavó viúva vieram uma tarde lhe contar, candidamente: "sinhá, o feitor não vai mais trabalhar por aqui porque nóis matemo ele". Complacente ou indolente, sinhá contratou outro feitor e manteve os escravos a que estava habituada. A violência cotidiana da escravidão que culminou no justiçamento de um feitor anônimo e certamente cruel não impediu que a geração de minha mãe nos transmitisse uma saudade imensa dos "bons tempos" da vida no Pacau.
Bons tempos é nome que damos ao passado- qualquer passado. São os bons tempos, é o nosso tempo. Passei a adolescência e parte da juventude sob a ditadura militar, e isto não impede que me pegue com frequência a acalentar uma estranha utopia em retrospecto, de que "no meu tempo" a vida tinha mais graça. De todas as formas de escapismo inventadas pelos homens para suportar o osso duro da vida real, talvez o mais inconsciente seja a idealização do passado. Direita e esquerda, conservadores e progressistas cultivam, cada um à sua maneira, o mito de seus bons tempos. Isto é mais grave para a esquerda, que se arrisca a cultivar as utopias que já (não) foram. Mas não é de hoje que tudo fica cada vez pior aos olhos das gerações presentes. "Esse mundo tá perdido, sinhá"! -era o bordão da ex-escrava "tia Anastácia" nos livros infantis de Monteiro Lobato.
O mundo globalizado volta-se todo para o futuro. A vida imita a urgência das apostas antecipadas que cria as tais bolhas de não- riqueza do capital financeiro. A tecnologia aponta para a superação de todas as descobertas, que já nascem com os dias contados, fadadas à obsolescência. Chamamos de progresso a essa forma de vida breve das coisas, fruto do trabalho humano que envelhece tão rapidamente quanto elas.
O presente é uma partícula mínima de tempo, cada vez mais comprimida entre o que já foi e o que será. A rigor, pensem bem: o presente não existe. O futuro é um lugar gelado onde não vive ninguém, de onde só nos acenam promessas de velocidade. A depender das tecnociências hoje, no futuro nos deslocaremos ainda mais depressa, nos comunicaremos mais depressa, ganharemos e perderemos dinheiro mais depressa - e tentaremos envelhecer mais devagar.
O passado tornou-se o único terreno seguro onde a imaginação pode armar sua tenda e contemplar o mundo em relativa tranquilidade. Na vida em retrospecto, todas as nossas escolhas teriam sido corretas. Teríamos sido abolicionistas no século XIX, modernistas nos anos 1920, resistentes antifascistas em 1930-40, os opositores firmes contra as duas ditaduras brasileiras. O passado nos poupa da dimensão trágica escolha.
Mas é no presente que o corpo está vivo. No presente é que se jogam os lances de dados do destino. Ele é tudo o que temos- e nos escapa.
Considere as afirmações que seguem.
I. A autora defende os regimes autoritários, pois considera que o período da ditadura militar, no qual passou sua infância, foi bom.
II. A tendência a idealizar o passado faz com que as pessoas, muitas vezes, não reparem no que de mau havia na época .
Está correto o que se afirma em:
 

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São atribuições do Presidente do Conselho Federal de Administração, exceto:
 

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O exercício da profissão de Administrador é privativo:
 

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São finalidades do Conselho Federal de Administração exceto:
 

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2415642 Ano: 2011
Disciplina: Legislação Tributária Estadual
Banca: IBFC
Orgão: CRA-SP
Provas:
Os Governos Estaduais e o Distrito Federal estabeleceram a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NF -e) em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, pelo critério de CNAE, e operações com os destinatários que especifica.
O inicio da obrigatoriedade de emissão foi escalonado pelo código CNAE e passou a vigorar a partir do ano de:
 

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2415526 Ano: 2011
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: IBFC
Orgão: CRA-SP
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A Lei de Responsabilidade Fiscal -Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000 - visa a regulamentar a Constituição Federal, na parte da Tributação e do Orçamento (Título VI), cujo Capítulo II estabelece as normas gerais de finanças públicas a serem observadas pelos três níveis de governo: Federal, Estadual e Municipal. Em particular, a LRF vem atender à prescrição do artigo 163 da CF de 1988. Para responder a questão sobre LRF-Lei Complementar 101.
A Lei 101/2000 -Lei de Responsabilidade Fiscal dispõe- sobre:
I.dívida pública externa e interna da administração direta, excluindo-se a duas autarquias, fundações e demais entidades controladas pelo poder público.
II. concessão de garantias pelas entidades públicas.
Das afirmações acima:
 

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