Foram encontradas 110 questões.
Uma plantação requer pulverizações semanais de certo defensivo agrícola. Se uma tonelada desse defensivo
pulveriza 2 alqueires durante 4 semanas, então o número
de toneladas necessárias para pulverizar 3 alqueires
durante 10 semanas será igual a
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Uma professora elaborou um gráfico de setores para
representar a distribuição, em porcentagem, dos cinco
conceitos nos quais foram agrupadas as notas obtidas
pelos alunos de uma determinada classe em uma prova
de matemática. Observe que, nesse gráfico, as porcentagens
referentes a cada conceito foram substituídas por x
ou por múltiplos e submúltiplos de x.

Analisando o gráfico, é correto afirmar que a medida do ângulo interno correspondente ao setor circular que representa o conceito BOM é igual a

Analisando o gráfico, é correto afirmar que a medida do ângulo interno correspondente ao setor circular que representa o conceito BOM é igual a
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Um retângulo R, cujas medidas dos lados são expressas
por dois números naturais consecutivos, e um quadrado Q,
mostrados nas figuras, com dimensões indicadas em
centímetros, têm áreas iguais.

A equação que permite calcular corretamente as dimensões do retângulo R é:

A equação que permite calcular corretamente as dimensões do retângulo R é:
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Um jardim de formato triangular foi dividido em dois canteiros,
C1
e C2
, conforme mostra a figura, cujas dimensões
estão indicadas em metros.

A área, em m², do canteiro C1 é igual a

A área, em m², do canteiro C1 é igual a
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De um reservatório com formato de paralelepípedo reto
retângulo, totalmente cheio, foram retirados 3 m³ de água.
Após a retirada, o nível da água restante no reservatório
ficou com altura igual a 1 m, conforme mostra a figura.

Desse modo, é correto afirmar que a medida da altura total do reservatório, indicada por h na figura, é, em metros, igual a

Desse modo, é correto afirmar que a medida da altura total do reservatório, indicada por h na figura, é, em metros, igual a
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Um painel retangular ABCD, com área de 2,4 m², foi totalmente dividido em cinco regiões retangulares de mesma
medida, de largura x e comprimento y, conforme mostra
a figura.

Sabendo-se que y = 3x, é correto afirmar que a medida, em metros, do perímetro do painel ABCD é igual a

Sabendo-se que y = 3x, é correto afirmar que a medida, em metros, do perímetro do painel ABCD é igual a
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Uma sorveteria vende os sorvetes em copinhos pequenos,
médios ou grandes, cuja soma dos respectivos preços unitários é igual a R$ 42,00. Sabe-se que os preços
unitários dos copinhos médio e grande correspondem,
respectivamente, a 7/4 e 5/2 do preço do copinho pequeno.
Desse modo, é correto afirmar que cada copinho grande
é vendido por
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Leia o texto, de Adriana Lui, e observe a ilustração para responder
à questão.
Fazer uma vaquinha
No século 20, o ato de juntar algumas pessoas para coletar
um dinheirinho passou a ser conhecido como “fazer uma
vaquinha” por causa do futebol. Nas décadas de 20 e 30,
quase nenhum jogador ganhava salário – luxo só garantido
aos atletas do Vasco da Gama.
Nesses tempos bicudos, muitas vezes a própria torcida
reunia-se a fim de arrecadar, entre si, um prêmio para agraciar
os craques, e a grana era paga de acordo com o resultado
do time em campo.
Os valores dessas coletas associavam-se aos números
do jogo do bicho, loteria criada nos fins do Império. Se arrecadassem
5 mil-réis, por exemplo, chamavam o prêmio de
“um cachorro”, já que 5 é o número do cachorro no jogo. Dez
mil-réis eram “um coelho”; quinze mil-réis, “um jacaré”; vinte
mil, “um peru”.
Vinte e cinco mil, o prêmio máximo, era chamado de
“uma vaca”. Nascia a expressão “fazer uma vaquinha”.

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Leia a crônica de Walcyr Carrasco para responder à questão.
Febre de fama
Há uma inflação de candidatos a astro e estrela. Toda
família tem um aspirante aos holofotes. Desde que comecei
a escrever para televisão, sou acossado por gênios indomáveis.
Dias desses, fui ouvir as mensagens do celular. Uma voz
aflita de mulher:
– Preciso falar urgentemente com o senhor.
“É desgraça!”, assustei-me. Digitei o número.
– Quero trabalhar em novela – disse a voz.
Perguntei (já pensando em trucidar quem havia dado o
número do meu celular) se tinha experiência como atriz. Não.
Nem curso de interpretação. Apenas uma certeza inabalável de ter nascido para a telinha mágica. Com calma, tentei
explicar que, antes de mais nada, era preciso estudar para
ser atriz. Estudar? Ofendeu-se:
– Obrigada por ser tão grosseiro! e desligou o telefone.
Incrível também é a reação dos familiares. Conheci a
mãe de uma moça que dança em um dos inúmeros conjuntos
em que as integrantes rebolam em trajes mínimos. Bastante
orgulhosa da pimpolha, a mãe revelou:
– Quando pequena ela queria ser professora, mas escolheu
a carreira artística. Ainda bem!
Comentei, muito discreto:
– É... ela vai longe...
– Nem me fale. Daqui a pouco, vai estar numa novela!
Essa febre de fama me dá calafrios. Fico pensando na
reação de grandes artistas como Marília Pêra, Tony Ramos,
Juca de Oliveira diante desse vale-tudo, desse desejo insano
por ser famoso a qualquer preço.
(Veja SP, 21.10.1998. Adaptado)
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Leia a crônica de Walcyr Carrasco para responder à questão.
Febre de fama
Há uma inflação de candidatos a astro e estrela. Toda
família tem um aspirante aos holofotes. Desde que comecei
a escrever para televisão, sou acossado por gênios indomáveis.
Dias desses, fui ouvir as mensagens do celular. Uma voz
aflita de mulher:
– Preciso falar urgentemente com o senhor.
“É desgraça!”, assustei-me. Digitei o número.
– Quero trabalhar em novela – disse a voz.
Perguntei (já pensando em trucidar quem havia dado o
número do meu celular) se tinha experiência como atriz. Não.
Nem curso de interpretação. Apenas uma certeza inabalável de ter nascido para a telinha mágica. Com calma, tentei
explicar que, antes de mais nada, era preciso estudar para
ser atriz. Estudar? Ofendeu-se:
– Obrigada por ser tão grosseiro! e desligou o telefone.
Incrível também é a reação dos familiares. Conheci a
mãe de uma moça que dança em um dos inúmeros conjuntos
em que as integrantes rebolam em trajes mínimos. Bastante
orgulhosa da pimpolha, a mãe revelou:
– Quando pequena ela queria ser professora, mas escolheu
a carreira artística. Ainda bem!
Comentei, muito discreto:
– É... ela vai longe...
– Nem me fale. Daqui a pouco, vai estar numa novela!
Essa febre de fama me dá calafrios. Fico pensando na
reação de grandes artistas como Marília Pêra, Tony Ramos,
Juca de Oliveira diante desse vale-tudo, desse desejo insano
por ser famoso a qualquer preço.
(Veja SP, 21.10.1998. Adaptado)
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