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- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomes
Texto 01
Leia o texto a seguir:
ALERJ terá procuradoria especial da mulher
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro terá uma
Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto
de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos
deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada
pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e
publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.
A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do
Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber
e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar
programas do governo para igualdade de gênero, promover
audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.
O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP),
Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza
(PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira
Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas
explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado
Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.
“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita
com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao
contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão
que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma
função extensiva, função essa que será de competência da
Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às
mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.
Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai
permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da
Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários
estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são
incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos
deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante
que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”,
comentou.
Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da
Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação
ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar
ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa
tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas
deputadas que não são presidentes de comissão podem
apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.
Fonte: https://www.jb.com.br/rio/2023/03/1042972-alerj-tera-procuradoriaespecial-da-mulher.html. Acesso em 31/03/2023
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Texto 01
Leia o texto a seguir:
ALERJ terá procuradoria especial da mulher
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro terá uma
Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto
de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos
deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada
pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e
publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.
A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do
Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber
e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar
programas do governo para igualdade de gênero, promover
audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.
O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP),
Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza
(PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira
Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas
explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado
Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.
“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita
com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao
contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão
que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma
função extensiva, função essa que será de competência da
Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às
mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.
Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai
permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da
Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários
estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são
incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos
deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante
que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”,
comentou.
Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da
Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação
ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar
ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa
tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas
deputadas que não são presidentes de comissão podem
apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.
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ALERJ terá procuradoria especial da mulher
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro terá uma
Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto
de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos
deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada
pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e
publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.
A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do
Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber
e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar
programas do governo para igualdade de gênero, promover
audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.
O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP),
Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza
(PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira
Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas
explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado
Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.
“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita
com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao
contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão
que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma
função extensiva, função essa que será de competência da
Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às
mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.
Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai
permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da
Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários
estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são
incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos
deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante
que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”,
comentou.
Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da
Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação
ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar
ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa
tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas
deputadas que não são presidentes de comissão podem
apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.
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Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto
de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos
deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada
pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e
publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.
A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do
Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber
e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar
programas do governo para igualdade de gênero, promover
audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.
O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP),
Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza
(PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira
Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas
explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado
Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.
“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita
com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao
contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão
que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma
função extensiva, função essa que será de competência da
Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às
mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.
Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai
permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da
Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários
estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são
incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos
deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante
que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”,
comentou.
Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da
Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação
ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar
ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa
tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas
deputadas que não são presidentes de comissão podem
apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.
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Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto
de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos
deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada
pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e
publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.
A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do
Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber
e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar
programas do governo para igualdade de gênero, promover
audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.
O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP),
Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza
(PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira
Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas
explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado
Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.
“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita
com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao
contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão
que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma
função extensiva, função essa que será de competência da
Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às
mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.
Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai
permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da
Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários
estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são
incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos
deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante
que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”,
comentou.
Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da
Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação
ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar
ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa
tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas
deputadas que não são presidentes de comissão podem
apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.
Fonte: https://www.jb.com.br/rio/2023/03/1042972-alerj-tera-procuradoriaespecial-da-mulher.html. Acesso em 31/03/2023
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Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto
de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos
deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada
pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e
publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.
A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do
Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber
e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar
programas do governo para igualdade de gênero, promover
audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.
O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP),
Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza
(PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira
Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas
explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado
Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.
“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita
com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao
contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão
que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma
função extensiva, função essa que será de competência da
Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às
mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.
Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai
permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da
Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários
estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são
incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos
deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante
que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”,
comentou.
Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da
Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação
ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar
ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa
tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas
deputadas que não são presidentes de comissão podem
apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.
Fonte: https://www.jb.com.br/rio/2023/03/1042972-alerj-tera-procuradoriaespecial-da-mulher.html. Acesso em 31/03/2023
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Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto
de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos
deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada
pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e
publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.
A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do
Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber
e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar
programas do governo para igualdade de gênero, promover
audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.
O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP),
Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza
(PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira
Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas
explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado
Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.
“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita
com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao
contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão
que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma
função extensiva, função essa que será de competência da
Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às
mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.
Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai
permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da
Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários
estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são
incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos
deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante
que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”,
comentou.
Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da
Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação
ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar
ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa
tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas
deputadas que não são presidentes de comissão podem
apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.
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ALERJ terá procuradoria especial da mulher
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro terá uma
Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto
de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos
deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada
pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e
publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.
A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do
Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber
e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar
programas do governo para igualdade de gênero, promover
audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.
O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP),
Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza
(PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira
Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas
explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado
Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.
“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita
com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao
contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão
que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma
função extensiva, função essa que será de competência da
Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às
mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.
Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai
permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da
Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários
estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são
incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos
deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante
que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”,
comentou.
Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da
Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação
ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar
ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa
tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas
deputadas que não são presidentes de comissão podem
apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.
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A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro terá uma
Procuradoria Especial da Mulher. A medida é prevista no Projeto
de Resolução 772/21, aprovado em discussão única pelos
deputados nessa quarta-feira (29). A norma será promulgada
pelo presidente da Casa, deputado Rodrigo Bacellar (PL), e
publicada no Diário Oficial do Legislativo nos próximos dias.
A procuradora terá o trabalho de intensificar a participação do
Parlamento nas ações em defesa das mulheres, além de receber
e encaminhar denúncias de violência e discriminação, fiscalizar
programas do governo para igualdade de gênero, promover
audiências públicas e auxiliar as comissões da Casa.
O texto é assinado pelas deputadas Zeidan (PT), Tia Ju (REP),
Franciane Motta (União), Martha Rocha (PDT), Renata Souza
(PSol), Lucinha (PSD), além das ex-deputadas Enfermeira
Rejane e Monica Francisco. Na justificativa do projeto, elas
explicam que iniciativas semelhantes foram feitas pelo Senado
Federal e pelas Assembleias Legislativas do Ceará e do Paraná.
“A instituição da Procuradoria Especial da Mulher não conflita
com a existência da Comissão dos Direitos da Mulher. Ao
contrário, soma-se ao trabalho desenvolvido pela comissão
que, ao fim, além de se dedicar aos projetos de lei, exerce uma
função extensiva, função essa que será de competência da
Procuradoria, com advogados para atendimento e orientação às
mulheres”, justificam as autoras no texto da Resolução.
Em plenário, a deputada Tia Ju afirmou que a medida vai
permitir a participação do Estado do Rio no Observatório da
Violência Contra a Mulher do Congresso Nacional. “Vários
estados já fazem parte e o Rio de Janeiro não, porque só são
incluídas nesse observatório as procuradorias. Não podemos
deixar o Rio fora desse debate, dessa discussão tão importante
que é o combate às violências que as mulheres vêm sofrendo”,
comentou.
Já a deputada Zeidan (PT) ressaltou que a Procuradoria da
Mulher também pode ser um espaço para dar mais divulgação
ao trabalho das deputadas. “Nós temos aqui um papel de dar
ainda mais visibilidade ao que fazemos na Alerj. Nossa Casa
tem hoje uma composição de mulheres muito grande, e nossas
deputadas que não são presidentes de comissão podem
apresentar seus nomes para compor a Procuradoria”, disse.
Fonte: https://www.jb.com.br/rio/2023/03/1042972-alerj-tera-procuradoriaespecial-da-mulher.html. Acesso em 31/03/2023
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Texto 01
ChatGPT eleva desafio da UE para regular inteligência artificial
Chatbot transformou a forma como tecnologia é vista e usada
O robô conversacional ChatGPT colocou a UE (União Europeia)
diante de uma encruzilhada em seu esforço de regular o uso
da IA (Inteligência Artificial), já que deve criar uma forma de
proteger os usuários de uma tecnologia em constante mudança.
A UE trabalha há mais de um ano em um regulamento que põe
ordem no uso da IA e que, ao mesmo tempo, permite proteger os
usuários, embora o ChatGPT tenha transformado a forma como
esta tecnologia é vista por quem recorre a ela.
Criado pela empresa americana OpenAI, o ChatGPT surgiu em
novembro e rapidamente passou a ser utilizado por usuários
assombrados com sua capacidade de responder perguntas com
clareza, escrever sonetos e fornecer informações sobre temas
complicados.
Produtos obtidos com o ChatGPT conseguiram, inclusive,
ser aprovados em testes médicos e legais projetados para
estudantes humanos, obtendo notas altas.
A tecnologia também traz, no entanto, riscos, uma vez que seu
sistema de aprendizado e modelos similares da concorrência já
estão integrados aos aplicativos comerciais.
Por esse motivo, a UE teve de voltar à estaca zero em seu
esforço de desenvolver um marco regulatório, até encontrar uma
maneira de regular a IA de forma efetiva.
A Comissão Europeia, o braço executivo da UE, anunciou em
abril de 2021, pela primeira vez, um plano para um conjunto de
regras de IA. O Parlamento Europeu espera finalizar um projeto
de lei de IA neste mês.
O comissário europeu para a Indústria, Thierry Breton, antecipou
que os eurodeputados, a Comissão e os governos do bloco
trabalham para "esclarecer mais as regras" sobre a tecnologia
ChatGPT, conhecida como IA de uso geral.
DESAFIOS REAIS
Os usuários das redes sociais se divertiram, experimentando o
ChatGPT quando foi lançado, mas a tecnologia usada não é um
jogo.
Professores temem que os alunos usem o recurso para
trapacear, já que o ChatGPT pode "escrever" redações inteiras,
enquanto os legisladores temem que seja usado para fins de
desinformação.
As preocupações sobre os riscos foram reconhecidas por
funcionários de alto escalão da UE.
"Como demonstrado pelo ChatGPT, as soluções de IA podem
oferecer grandes oportunidades para empresas e cidadãos, mas
também podem apresentar riscos. É por isso que precisamos de
um marco regulatório sólido para garantir uma IA confiável com
base em dados de alta qualidade", disse Breton.
[...]
Usando o que é conhecido como um "modelo de linguagem
extenso", o ChatGPT é um exemplo de IA generativa que,
operando sem orientação, pode criar conteúdo original mediante
análise de dados prévios.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/tec/2023/03/chatgpt-eleva-desafio-da-uepara-regular-inteligencia-artificial.shtml. Adaptado. Acesso em 31/03/2023
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