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(Disponível em http://www.blog.saude.gov.br/)
A palavra ''bebê'' é acentuada pelo mesmo motivo de:
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Sobre a forma verbal ''é'', que aparece no anúncio (em ''SUS é mais acolhimento para a mulher e o bebê''), analise as afirmações.
I. Está no presente.
II. Está na terceira pessoa do singular.
III. É forma de um verbo de ligação.
Pode-se afirmar que:
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Modelo alemão
Governo mobiliza indústria, universidades e startups para revolucionar tecnologias médicas
30 de julho de 2012 Simone lwasso, enviada especial a Munique, Alemanha
Com orçamento garantido e apoio governamental, Christoph Alexiou não esconde o entusiasmo ao falar dos avanços em sua pesquisa: um tratamento que leva quimioterápicos em nanopartículas magnéticas injetadas na artéria do paciente diretamente para o centro do tumor, guiadas por um aparelho de ressonância magnética. O tratamento tem 200 vezes mais potência que o tradicional, sem efeitos colaterais como espalhar o medicamento pelo organismo, diluindo seu efeito e matando tanto células doentes quanto saudáveis.
Os resultados em animais até agora foram animadores e a equipe de Alexiou, formada por médicos, engenheiros, físicos, bioquímicos e especialistas em programação, aguarda ansiosamente a autorização para começar os primeiros estudos em humanos. O projeto,desenvolvido num dos laboratórios da Universidade de Erlangen, é mais um entre as centenas de iniciativas promissoras desenvolvidas no sudeste da Alemanha, centro de excelência e inovação no desenvolvimento de tecnologias médicas.
Os números da região impressionam: são 45 mil estudantes, pesquisadores, professores e técnicos trabalhando em 500 empresas, 65 hospitais, 60 departamentos de universidades e 20 institutos independentes de pesquisa, todos voltados para as tecnologias médicas. Lá são desenvolvidos aparelhos de diagnóstico e tratamento de doenças; softwares para cirurgias minimamente invasivas; chips para implantes cerebrais; lasers portáteis que funcionam como bisturis; próteses e implantes com materiais biossintéticos que substituem órgãos, tecidos e válvulas; roupas que monitoram funções do corpo; e qualquer outra invenção que ajude a enxergar, compreender e reparar lesões, tumores e todos os tipos de desgastes do organismo.
O cluster é financiado pelo governo alemão - que traçou um plano de desenvolvimento para a região até 2020 - e por inúmeras empresas privadas, entre elas gigantes no seu setor, como a Siemens. Envolve a participação de mais de cem startups, lideradas por estudantes, recém-formados e jovens pesquisadores.
''Nosso objetivo é ver as tecnologias que desenvolvemos se transformarem em tratamentos convencionais, seja daqui a 1, 5, 10 ou 20 anos'', explica Alexiou, médico especializado em gastroenterologia que migrou para a área oncológica. ''Temos um ambiente único, de convívio entre pesquisadores experientes e jovens estudantes, e precisamos estar à frente na nossa área'', diz.
O discurso do pesquisador é bastante semelhante ao que se ouve nos corredores de qualquer um dos institutos e departamentos desse conglomerado, formado por vários consórcios e por estudantes e pesquisadores de todo o mundo.
Há um intenso apoio a pesquisa e 1novaçao que transformou a Alemanha num país líder na área de tecnologias médicas. Nosso desafio é garantir essa posição e promover uma cooperação mais forte entre a pesquisa e a indústria, com uma transição eficiente do estudo clínico para o mercado'', explica Richard Mittreiter, representante do Ministério da Educação alemão. ''Há estímulo para que jovens pesquisadores se transformem também em jovens empreendedores."
O governo traçou um mapeamento da área e identificou os campos com maior interesse para a pesquisa: nanotecnologia, diagnóstico e tratamento oncológico, próteses e implantes, entre outros (veja lista nesta página). Para isso, desde a graduação há um grande estímulo à inovação e a transformação da pesquisa em produtos para a indústria. Além disso, os empreendedores recebem apoio para registrar patentes, abrir empresas ou submeter produtos à aprovação das agências de regulação.
''A vantagem desse convívio é que aprendemos com os outros especialistas, convivemos com profissionais que têm formações muito diversas, que vieram de outros países. Durante um café na lanchonete você pode ter uma ideia, desenvolver um projeto, ajudar um colega e começar uma startup'', diz lng Kurt Hõller, diretor do Instituto de Engenharia da Saúde da Universidade Friedrich-Alexander, em Nuremberg, que recentemente criou uma graduação em tecnologias médicas, uma mistura de ciências biológicas com engenharia. ''Eu me formei aqui, fundei mais de uma startup com outros colegas quando estava saindo da graduação, e fui estimulado a fazer isso. Experimentei participar de vários projetos e quero criar um ambiente para que os alunos se sintam compelidos a fazer o mesmo."
O bioquímico francês Nicolas Beziére experimenta esse convívio: em seu projeto, ele trabalha com médicos, biólogos e físicos. ''Estamos testando um marcador que, acionado por um tipo de laser, permita ao cirurgião visualizar todas as células de um tumor; é um projeto que precisa do conhecimento de áreas diferentes, de físicos, de programadores, de médicos, e isso nós encontramos facilmente aqui'', diz Beziére, lotado no Instituto Helmholtz Zentrum, de Munique. A proposta do grupo é injetar o contraste no paciente e acionar o laser no momento da cirurgia, fazendo com que todas as células cancerígenas brilhem e permitindo que sejam todas removidas - o que envolve novos softwares, novos produtos químicos e novas técnicas cirúrgicas. ''Trabalhamos para um dia ver isso usado nos centros cirúrgicos de qualquer hospital."
{Disponível em www.estadao.com.br)
Releia o trecho abaixo, extraído do texto. '
'A proposta do grupo é injetar o contraste no paciente e acionar o laser no momento da cirurgia, fazendo com que todas as células cancerígenas brilhem e permitindo que sejam todas removidas - o que envolve novos softwares, novos produtos químicos e novas técnicas cirúrgicas.''
O trecho em destaque é uma oração reduzida, que exerce a função sintática de:
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Modelo alemão
Governo mobiliza indústria, universidades e startups para revolucionar tecnologias médicas
30 de julho de 2012 Simone lwasso, enviada especial a Munique, Alemanha
Com orçamento garantido e apoio governamental, Christoph Alexiou não esconde o entusiasmo ao falar dos avanços em sua pesquisa: um tratamento que leva quimioterápicos em nanopartículas magnéticas injetadas na artéria do paciente diretamente para o centro do tumor, guiadas por um aparelho de ressonância magnética. O tratamento tem 200 vezes mais potência que o tradicional, sem efeitos colaterais como espalhar o medicamento pelo organismo, diluindo seu efeito e matando tanto células doentes quanto saudáveis.
Os resultados em animais até agora foram animadores e a equipe de Alexiou, formada por médicos, engenheiros, físicos, bioquímicos e especialistas em programação, aguarda ansiosamente a autorização para começar os primeiros estudos em humanos. O projeto,desenvolvido num dos laboratórios da Universidade de Erlangen, é mais um entre as centenas de iniciativas promissoras desenvolvidas no sudeste da Alemanha, centro de excelência e inovação no desenvolvimento de tecnologias médicas.
Os números da região impressionam: são 45 mil estudantes, pesquisadores, professores e técnicos trabalhando em 500 empresas, 65 hospitais, 60 departamentos de universidades e 20 institutos independentes de pesquisa, todos voltados para as tecnologias médicas. Lá são desenvolvidos aparelhos de diagnóstico e tratamento de doenças; softwares para cirurgias minimamente invasivas; chips para implantes cerebrais; lasers portáteis que funcionam como bisturis; próteses e implantes com materiais biossintéticos que substituem órgãos, tecidos e válvulas; roupas que monitoram funções do corpo; e qualquer outra invenção que ajude a enxergar, compreender e reparar lesões, tumores e todos os tipos de desgastes do organismo.
O cluster é financiado pelo governo alemão - que traçou um plano de desenvolvimento para a região até 2020 - e por inúmeras empresas privadas, entre elas gigantes no seu setor, como a Siemens. Envolve a participação de mais de cem startups, lideradas por estudantes, recém-formados e jovens pesquisadores.
''Nosso objetivo é ver as tecnologias que desenvolvemos se transformarem em tratamentos convencionais, seja daqui a 1, 5, 10 ou 20 anos'', explica Alexiou, médico especializado em gastroenterologia que migrou para a área oncológica. ''Temos um ambiente único, de convívio entre pesquisadores experientes e jovens estudantes, e precisamos estar à frente na nossa área'', diz.
O discurso do pesquisador é bastante semelhante ao que se ouve nos corredores de qualquer um dos institutos e departamentos desse conglomerado, formado por vários consórcios e por estudantes e pesquisadores de todo o mundo.
Há um intenso apoio a pesquisa e 1novaçao que transformou a Alemanha num país líder na área de tecnologias médicas. Nosso desafio é garantir essa posição e promover uma cooperação mais forte entre a pesquisa e a indústria, com uma transição eficiente do estudo clínico para o mercado'', explica Richard Mittreiter, representante do Ministério da Educação alemão. ''Há estímulo para que jovens pesquisadores se transformem também em jovens empreendedores."
O governo traçou um mapeamento da área e identificou os campos com maior interesse para a pesquisa: nanotecnologia, diagnóstico e tratamento oncológico, próteses e implantes, entre outros (veja lista nesta página). Para isso, desde a graduação há um grande estímulo à inovação e a transformação da pesquisa em produtos para a indústria. Além disso, os empreendedores recebem apoio para registrar patentes, abrir empresas ou submeter produtos à aprovação das agências de regulação.
''A vantagem desse convívio é que aprendemos com os outros especialistas, convivemos com profissionais que têm formações muito diversas, que vieram de outros países. Durante um café na lanchonete você pode ter uma ideia, desenvolver um projeto, ajudar um colega e começar uma startup'', diz lng Kurt Hõller, diretor do Instituto de Engenharia da Saúde da Universidade Friedrich-Alexander, em Nuremberg, que recentemente criou uma graduação em tecnologias médicas, uma mistura de ciências biológicas com engenharia. ''Eu me formei aqui, fundei mais de uma startup com outros colegas quando estava saindo da graduação, e fui estimulado a fazer isso. Experimentei participar de vários projetos e quero criar um ambiente para que os alunos se sintam compelidos a fazer o mesmo."
O bioquímico francês Nicolas Beziére experimenta esse convívio: em seu projeto, ele trabalha com médicos, biólogos e físicos. ''Estamos testando um marcador que, acionado por um tipo de laser, permita ao cirurgião visualizar todas as células de um tumor; é um projeto que precisa do conhecimento de áreas diferentes, de físicos, de programadores, de médicos, e isso nós encontramos facilmente aqui'', diz Beziére, lotado no Instituto Helmholtz Zentrum, de Munique. A proposta do grupo é injetar o contraste no paciente e acionar o laser no momento da cirurgia, fazendo com que todas as células cancerígenas brilhem e permitindo que sejam todas removidas - o que envolve novos softwares, novos produtos químicos e novas técnicas cirúrgicas. ''Trabalhamos para um dia ver isso usado nos centros cirúrgicos de qualquer hospital."
{Disponível em www.estadao.com.br)
Releia o trecho abaixo, extraído do texto: ''Eu me formei aqui, fundei mais de uma startup com outros colegas quando estava saindo da graduação, e fui estimulado a fazer isso. Experimentei participar de vários projetos e quero criar um ambiente para que os alunos se sintam compelidos a fazer o mesmo.''
Sobre as formas verbais em destaque, analise as afirmações.
I. Todas estão no passado.
II. Todas estão no Pretérito Perfeito.
III. Todas são formas de verbos regulares.
IV. ''Fui'' é uma forma de passado do verbo ''ser''.
Está correto o que se afirma em:
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Governo mobiliza indústria, universidades e startups para revolucionar tecnologias médicas
30 de julho de 2012 Simone lwasso, enviada especial a Munique, Alemanha
Com orçamento garantido e apoio governamental, Christoph Alexiou não esconde o entusiasmo ao falar dos avanços em sua pesquisa: um tratamento que leva quimioterápicos em nanopartículas magnéticas injetadas na artéria do paciente diretamente para o centro do tumor, guiadas por um aparelho de ressonância magnética. O tratamento tem 200 vezes mais potência que o tradicional, sem efeitos colaterais como espalhar o medicamento pelo organismo, diluindo seu efeito e matando tanto células doentes quanto saudáveis.
Os resultados em animais até agora foram animadores e a equipe de Alexiou, formada por médicos, engenheiros, físicos, bioquímicos e especialistas em programação, aguarda ansiosamente a autorização para começar os primeiros estudos em humanos. O projeto,desenvolvido num dos laboratórios da Universidade de Erlangen, é mais um entre as centenas de iniciativas promissoras desenvolvidas no sudeste da Alemanha, centro de excelência e inovação no desenvolvimento de tecnologias médicas.
Os números da região impressionam: são 45 mil estudantes, pesquisadores, professores e técnicos trabalhando em 500 empresas, 65 hospitais, 60 departamentos de universidades e 20 institutos independentes de pesquisa, todos voltados para as tecnologias médicas. Lá são desenvolvidos aparelhos de diagnóstico e tratamento de doenças; softwares para cirurgias minimamente invasivas; chips para implantes cerebrais; lasers portáteis que funcionam como bisturis; próteses e implantes com materiais biossintéticos que substituem órgãos, tecidos e válvulas; roupas que monitoram funções do corpo; e qualquer outra invenção que ajude a enxergar, compreender e reparar lesões, tumores e todos os tipos de desgastes do organismo.
O cluster é financiado pelo governo alemão - que traçou um plano de desenvolvimento para a região até 2020 - e por inúmeras empresas privadas, entre elas gigantes no seu setor, como a Siemens. Envolve a participação de mais de cem startups, lideradas por estudantes, recém-formados e jovens pesquisadores.
''Nosso objetivo é ver as tecnologias que desenvolvemos se transformarem em tratamentos convencionais, seja daqui a 1, 5, 10 ou 20 anos'', explica Alexiou, médico especializado em gastroenterologia que migrou para a área oncológica. ''Temos um ambiente único, de convívio entre pesquisadores experientes e jovens estudantes, e precisamos estar à frente na nossa área'', diz.
O discurso do pesquisador é bastante semelhante ao que se ouve nos corredores de qualquer um dos institutos e departamentos desse conglomerado, formado por vários consórcios e por estudantes e pesquisadores de todo o mundo.
Há um intenso apoio a pesquisa e 1novaçao que transformou a Alemanha num país líder na área de tecnologias médicas. Nosso desafio é garantir essa posição e promover uma cooperação mais forte entre a pesquisa e a indústria, com uma transição eficiente do estudo clínico para o mercado'', explica Richard Mittreiter, representante do Ministério da Educação alemão. ''Há estímulo para que jovens pesquisadores se transformem também em jovens empreendedores."
O governo traçou um mapeamento da área e identificou os campos com maior interesse para a pesquisa: nanotecnologia, diagnóstico e tratamento oncológico, próteses e implantes, entre outros (veja lista nesta página). Para isso, desde a graduação há um grande estímulo à inovação e a transformação da pesquisa em produtos para a indústria. Além disso, os empreendedores recebem apoio para registrar patentes, abrir empresas ou submeter produtos à aprovação das agências de regulação.
''A vantagem desse convívio é que aprendemos com os outros especialistas, convivemos com profissionais que têm formações muito diversas, que vieram de outros países. Durante um café na lanchonete você pode ter uma ideia, desenvolver um projeto, ajudar um colega e começar uma startup'', diz lng Kurt Hõller, diretor do Instituto de Engenharia da Saúde da Universidade Friedrich-Alexander, em Nuremberg, que recentemente criou uma graduação em tecnologias médicas, uma mistura de ciências biológicas com engenharia. ''Eu me formei aqui, fundei mais de uma startup com outros colegas quando estava saindo da graduação, e fui estimulado a fazer isso. Experimentei participar de vários projetos e quero criar um ambiente para que os alunos se sintam compelidos a fazer o mesmo."
O bioquímico francês Nicolas Beziére experimenta esse convívio: em seu projeto, ele trabalha com médicos, biólogos e físicos. ''Estamos testando um marcador que, acionado por um tipo de laser, permita ao cirurgião visualizar todas as células de um tumor; é um projeto que precisa do conhecimento de áreas diferentes, de físicos, de programadores, de médicos, e isso nós encontramos facilmente aqui'', diz Beziére, lotado no Instituto Helmholtz Zentrum, de Munique. A proposta do grupo é injetar o contraste no paciente e acionar o laser no momento da cirurgia, fazendo com que todas as células cancerígenas brilhem e permitindo que sejam todas removidas - o que envolve novos softwares, novos produtos químicos e novas técnicas cirúrgicas. ''Trabalhamos para um dia ver isso usado nos centros cirúrgicos de qualquer hospital."
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Assinale a alternativa na qual a palavra ''que'' em destaque não seja um pronome relativo.
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Com orçamento garantido e apoio governamental, Christoph Alexiou não esconde o entusiasmo ao falar dos avanços em sua pesquisa: um tratamento que leva quimioterápicos em nanopartículas magnéticas injetadas na artéria do paciente diretamente para o centro do tumor, guiadas por um aparelho de ressonância magnética. O tratamento tem 200 vezes mais potência que o tradicional, sem efeitos colaterais como espalhar o medicamento pelo organismo, diluindo seu efeito e matando tanto células doentes quanto saudáveis.
Os resultados em animais até agora foram animadores e a equipe de Alexiou, formada por médicos, engenheiros, físicos, bioquímicos e especialistas em programação, aguarda ansiosamente a autorização para começar os primeiros estudos em humanos. O projeto,desenvolvido num dos laboratórios da Universidade de Erlangen, é mais um entre as centenas de iniciativas promissoras desenvolvidas no sudeste da Alemanha, centro de excelência e inovação no desenvolvimento de tecnologias médicas.
Os números da região impressionam: são 45 mil estudantes, pesquisadores, professores e técnicos trabalhando em 500 empresas, 65 hospitais, 60 departamentos de universidades e 20 institutos independentes de pesquisa, todos voltados para as tecnologias médicas. Lá são desenvolvidos aparelhos de diagnóstico e tratamento de doenças; softwares para cirurgias minimamente invasivas; chips para implantes cerebrais; lasers portáteis que funcionam como bisturis; próteses e implantes com materiais biossintéticos que substituem órgãos, tecidos e válvulas; roupas que monitoram funções do corpo; e qualquer outra invenção que ajude a enxergar, compreender e reparar lesões, tumores e todos os tipos de desgastes do organismo.
O cluster é financiado pelo governo alemão - que traçou um plano de desenvolvimento para a região até 2020 - e por inúmeras empresas privadas, entre elas gigantes no seu setor, como a Siemens. Envolve a participação de mais de cem startups, lideradas por estudantes, recém-formados e jovens pesquisadores.
''Nosso objetivo é ver as tecnologias que desenvolvemos se transformarem em tratamentos convencionais, seja daqui a 1, 5, 10 ou 20 anos'', explica Alexiou, médico especializado em gastroenterologia que migrou para a área oncológica. ''Temos um ambiente único, de convívio entre pesquisadores experientes e jovens estudantes, e precisamos estar à frente na nossa área'', diz.
O discurso do pesquisador é bastante semelhante ao que se ouve nos corredores de qualquer um dos institutos e departamentos desse conglomerado, formado por vários consórcios e por estudantes e pesquisadores de todo o mundo.
Há um intenso apoio a pesquisa e 1novaçao que transformou a Alemanha num país líder na área de tecnologias médicas. Nosso desafio é garantir essa posição e promover uma cooperação mais forte entre a pesquisa e a indústria, com uma transição eficiente do estudo clínico para o mercado'', explica Richard Mittreiter, representante do Ministério da Educação alemão. ''Há estímulo para que jovens pesquisadores se transformem também em jovens empreendedores."
O governo traçou um mapeamento da área e identificou os campos com maior interesse para a pesquisa: nanotecnologia, diagnóstico e tratamento oncológico, próteses e implantes, entre outros (veja lista nesta página). Para isso, desde a graduação há um grande estímulo à inovação e a transformação da pesquisa em produtos para a indústria. Além disso, os empreendedores recebem apoio para registrar patentes, abrir empresas ou submeter produtos à aprovação das agências de regulação.
''A vantagem desse convívio é que aprendemos com os outros especialistas, convivemos com profissionais que têm formações muito diversas, que vieram de outros países. Durante um café na lanchonete você pode ter uma ideia, desenvolver um projeto, ajudar um colega e começar uma startup'', diz lng Kurt Hõller, diretor do Instituto de Engenharia da Saúde da Universidade Friedrich-Alexander, em Nuremberg, que recentemente criou uma graduação em tecnologias médicas, uma mistura de ciências biológicas com engenharia. ''Eu me formei aqui, fundei mais de uma startup com outros colegas quando estava saindo da graduação, e fui estimulado a fazer isso. Experimentei participar de vários projetos e quero criar um ambiente para que os alunos se sintam compelidos a fazer o mesmo."
O bioquímico francês Nicolas Beziére experimenta esse convívio: em seu projeto, ele trabalha com médicos, biólogos e físicos. ''Estamos testando um marcador que, acionado por um tipo de laser, permita ao cirurgião visualizar todas as células de um tumor; é um projeto que precisa do conhecimento de áreas diferentes, de físicos, de programadores, de médicos, e isso nós encontramos facilmente aqui'', diz Beziére, lotado no Instituto Helmholtz Zentrum, de Munique. A proposta do grupo é injetar o contraste no paciente e acionar o laser no momento da cirurgia, fazendo com que todas as células cancerígenas brilhem e permitindo que sejam todas removidas - o que envolve novos softwares, novos produtos químicos e novas técnicas cirúrgicas. ''Trabalhamos para um dia ver isso usado nos centros cirúrgicos de qualquer hospital."
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Sobre o trecho ''um intenso apoio à pesquisa e inovação'', analise as afirmações.
I. É complemento do verbo haver.
II. Apresenta uma palavra com ortografia incorreta.
III. Não apresenta processo coesivo por meio de pronome demonstrativo.
IV. É incoerente em relação ao restante do texto.
É correto o que se afirma em:
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30 de julho de 2012 Simone lwasso, enviada especial a Munique, Alemanha
Com orçamento garantido e apoio governamental, Christoph Alexiou não esconde o entusiasmo ao falar dos avanços em sua pesquisa: um tratamento que leva quimioterápicos em nanopartículas magnéticas injetadas na artéria do paciente diretamente para o centro do tumor, guiadas por um aparelho de ressonância magnética. O tratamento tem 200 vezes mais potência que o tradicional, sem efeitos colaterais como espalhar o medicamento pelo organismo, diluindo seu efeito e matando tanto células doentes quanto saudáveis.
Os resultados em animais até agora foram animadores e a equipe de Alexiou, formada por médicos, engenheiros, físicos, bioquímicos e especialistas em programação, aguarda ansiosamente a autorização para começar os primeiros estudos em humanos. O projeto,desenvolvido num dos laboratórios da Universidade de Erlangen, é mais um entre as centenas de iniciativas promissoras desenvolvidas no sudeste da Alemanha, centro de excelência e inovação no desenvolvimento de tecnologias médicas.
Os números da região impressionam: são 45 mil estudantes, pesquisadores, professores e técnicos trabalhando em 500 empresas, 65 hospitais, 60 departamentos de universidades e 20 institutos independentes de pesquisa, todos voltados para as tecnologias médicas. Lá são desenvolvidos aparelhos de diagnóstico e tratamento de doenças; softwares para cirurgias minimamente invasivas; chips para implantes cerebrais; lasers portáteis que funcionam como bisturis; próteses e implantes com materiais biossintéticos que substituem órgãos, tecidos e válvulas; roupas que monitoram funções do corpo; e qualquer outra invenção que ajude a enxergar, compreender e reparar lesões, tumores e todos os tipos de desgastes do organismo.
O cluster é financiado pelo governo alemão - que traçou um plano de desenvolvimento para a região até 2020 - e por inúmeras empresas privadas, entre elas gigantes no seu setor, como a Siemens. Envolve a participação de mais de cem startups, lideradas por estudantes, recém-formados e jovens pesquisadores.
''Nosso objetivo é ver as tecnologias que desenvolvemos se transformarem em tratamentos convencionais, seja daqui a 1, 5, 10 ou 20 anos'', explica Alexiou, médico especializado em gastroenterologia que migrou para a área oncológica. ''Temos um ambiente único, de convívio entre pesquisadores experientes e jovens estudantes, e precisamos estar à frente na nossa área'', diz.
O discurso do pesquisador é bastante semelhante ao que se ouve nos corredores de qualquer um dos institutos e departamentos desse conglomerado, formado por vários consórcios e por estudantes e pesquisadores de todo o mundo.
Há um intenso apoio a pesquisa e 1novaçao que transformou a Alemanha num país líder na área de tecnologias médicas. Nosso desafio é garantir essa posição e promover uma cooperação mais forte entre a pesquisa e a indústria, com uma transição eficiente do estudo clínico para o mercado'', explica Richard Mittreiter, representante do Ministério da Educação alemão. ''Há estímulo para que jovens pesquisadores se transformem também em jovens empreendedores."
O governo traçou um mapeamento da área e identificou os campos com maior interesse para a pesquisa: nanotecnologia, diagnóstico e tratamento oncológico, próteses e implantes, entre outros (veja lista nesta página). Para isso, desde a graduação há um grande estímulo à inovação e a transformação da pesquisa em produtos para a indústria. Além disso, os empreendedores recebem apoio para registrar patentes, abrir empresas ou submeter produtos à aprovação das agências de regulação.
''A vantagem desse convívio é que aprendemos com os outros especialistas, convivemos com profissionais que têm formações muito diversas, que vieram de outros países. Durante um café na lanchonete você pode ter uma ideia, desenvolver um projeto, ajudar um colega e começar uma startup'', diz lng Kurt Hõller, diretor do Instituto de Engenharia da Saúde da Universidade Friedrich-Alexander, em Nuremberg, que recentemente criou uma graduação em tecnologias médicas, uma mistura de ciências biológicas com engenharia. ''Eu me formei aqui, fundei mais de uma startup com outros colegas quando estava saindo da graduação, e fui estimulado a fazer isso. Experimentei participar de vários projetos e quero criar um ambiente para que os alunos se sintam compelidos a fazer o mesmo."
O bioquímico francês Nicolas Beziére experimenta esse convívio: em seu projeto, ele trabalha com médicos, biólogos e físicos. ''Estamos testando um marcador que, acionado por um tipo de laser, permita ao cirurgião visualizar todas as células de um tumor; é um projeto que precisa do conhecimento de áreas diferentes, de físicos, de programadores, de médicos, e isso nós encontramos facilmente aqui'', diz Beziére, lotado no Instituto Helmholtz Zentrum, de Munique. A proposta do grupo é injetar o contraste no paciente e acionar o laser no momento da cirurgia, fazendo com que todas as células cancerígenas brilhem e permitindo que sejam todas removidas - o que envolve novos softwares, novos produtos químicos e novas técnicas cirúrgicas. ''Trabalhamos para um dia ver isso usado nos centros cirúrgicos de qualquer hospital."
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A palavra ''lá'', em destaque no texto, exerce função sintática de:
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Sobre os processos éticos disciplinares, podemos citar endosso legal da alternativa que prevê:
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A planilha acima foi criada no MS-Excel 2010 BR em sua instalação padrão. Com base nela, assinale a alternativa correta.
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- Ministério da SaúdeCNS: Conselho Nacional de SaúdeResolução CNS 466/2012: Pesquisas Envolvendo Seres Humanos
Sobre a realização de pesquisas consonante à Resolução nº 196/96 do Conselho Nacional de Saúde, é correto afirmar que:
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