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Foram encontradas 190 questões.

2478699 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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O ato administrativo pode criar unilateralmente obrigações aos particulares, independentemente da anuência destes. É uma capacidade de vincular terceiros a deveres jurídicos derivada do chamado poder extroverso.
O conceito posto acima se refere a um dos atributos do ato administrativo. Indique qual.
 

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2478656 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
Assinale, dentre as alternativas seguintes, aquela que relaciona plural composto incorreto.
 

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2478549 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
Você dispõe de três equipes de trabalho. A primeira realiza um certo trabalho em 10 dias; a segunda equipe, sozinha, realiza o mesmo trabalho em 12 dias e a terceira equipe, sozinha, realiza a mesma tarefa em 15 dias. Você junta as três equipes para, juntas, realizar a mesma tarefa. Em quanto tempo essas três equipes, juntas, realizarão a mesma tarefa?
 

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2478493 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
Determinado número pode ser escrito na seguinte forma
!$ N = 2^3. 3^2. 7 !$
Quantos divisores tem esse número?
 

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2478409 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
Se !$ 2\dfrac{3}{5} !$ de determinado valor é igual a 208. A raiz quadrada desse valor é igual a
 

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2478362 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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A ratazana com PhD
Luiz Felipe Pondé
A produção na universidade é industrial, do tipo produção de salsichas. Puro capitalismo chinês
01. Imagine que você está numa reunião de colegiado de qualquer universidade brasileira. Desafio você a contar quantas vezes ouvirá a palavra "alunos" ao longo da reunião. Provavelmente, nenhuma ou quase nenhuma. Refiro-me aqui especificamente ao universo do mestrado e do doutorado.
02. Perguntará o leitor assustado: "Como assim? A universidade não foi feita para os alunos??!!". Responderá o professor: "Coitadinho dele, ingênuo. Não: a universidade existe para fazer relatórios burocráticos que supostamente medem a qualidade da pós-graduação. Servimos a burocracia da produtividade e só isso".
03. Se Kafka vivesse hoje, escreveria um conto no qual nós, acadêmicos, seríamos representados como ratos aterrorizados pela grande ratazana "empoderada" (essa palavra horrível que alguém inventou em alguma noite em que vomitava continuamente...), rainha de todos os burocratas, seres nascidos para tornar qualquer criatividade real inviável. A originalidade é perseguida a pauladas nos corredores das universidades.
04. O aluno é a variável menor porque ele não "conta" ponto nenhum para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), apenas como médias quantitativas que medem a rapidez com a qual mestrados e doutorados são concluídos.
05. Se for uma universidade pública, então, em que o salário não depende do número de orientandos e de alunos em sua disciplina, o aluno é menos importante do que banheiros limpos. Se for numa privada, ele contará, é claro, nos contratos dos professores como números que garantem salários. E só.
06. E o aluno, como todo miserável numa cadeia alimentar em que é a parte mais fraca, sonha virar predador: submete-se ao matadouro porque quer passar em algum concurso. Mas, se quiser, trate de arranjar alguém que manipule uma banca a seu favor. Além, claro, de atender às exigências da ratazana rainha.
07. Todo professor sabe que deve correr atrás de pontuar nos relatórios porque, inclusive, se não o fizer, derruba a nota do seu departamento, e isso será punido das mais diversas formas. Você até pode dar uma aula medíocre, repetindo conteúdos ou fazendo o aluno dar seminários no seu lugar. Isso em nada impacta a "produtividade". A ratazana rainha só enxerga números.
08. Mas ainda é possível pensar a educação a sério. Livros como o da jornalista Amanda Ripley "As Crianças Mais Inteligentes do Mundo e como Elas Chegaram Lá", do selo editorial Três Estrelas, do Grupo Folha, mostra que, no ensino médio, nem sempre quantidades implicam qualidades (vale muito a pena ler esse livro se você está interessado em superar as bobagens de autoajuda e as tecnobobagens aplicadas à educação, na moda aqui no Brasil). Ainda que o livro se ocupe do ensino médio, ele pode servir de luz para o tema em geral.
09. Espero que um dia superemos esse paradigma vazio das "listas qualis" que, na realidade, aferem nada, em termos de conteúdo, do que significa a relação com a formação do aluno. Por quê? Simples: porque, mesmo que publiquemos muito segundo parâmetros qualis, a qualidade do ensino de pós-graduação no Brasil é cada vez mais burocrática.
10. O problema é que ficamos tão atolados com medo dos relatórios contínuos (todas as plataformas X, Y e Z) que pouco importa o desejo de conhecimento dos alunos. Sei: cometi um pecado romântico ao dizer isso. A produção na universidade é industrial do tipo salsichas. Puro capitalismo chinês. E capitalismo chinês é assim: TVs, carros baratos e gente estúpida, correndo da ratazana devoradora de almas.
(In Folha de São Paulo: 17.11.2014)
No texto, em destaque, no terceiro parágrafo, o vocábulo “empoderada”. Sobre esse vocábulo, em destaque no texto, é INCORRETO afirmar que:
 

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2478189 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA

Foi o primeiro governador do Maranhão eleito pelo voto direto após a implantação do Regime Militar no Brasil, em abril de 1964.

 

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2478112 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
Provas:
A ratazana com PhD
Luiz Felipe Pondé
A produção na universidade é industrial, do tipo produção de salsichas. Puro capitalismo chinês
01. Imagine que você está numa reunião de colegiado de qualquer universidade brasileira. Desafio você a contar quantas vezes ouvirá a palavra "alunos" ao longo da reunião. Provavelmente, nenhuma ou quase nenhuma. Refiro-me aqui especificamente ao universo do mestrado e do doutorado.
02. Perguntará o leitor assustado: "Como assim? A universidade não foi feita para os alunos??!!". Responderá o professor: "Coitadinho dele, ingênuo. Não: a universidade existe para fazer relatórios burocráticos que supostamente medem a qualidade da pós-graduação. Servimos a burocracia da produtividade e só isso".
03. Se Kafka vivesse hoje, escreveria um conto no qual nós, acadêmicos, seríamos representados como ratos aterrorizados pela grande ratazana "empoderada" (essa palavra horrível que alguém inventou em alguma noite em que vomitava continuamente...), rainha de todos os burocratas, seres nascidos para tornar qualquer criatividade real inviável. A originalidade é perseguida a pauladas nos corredores das universidades.
04. O aluno é a variável menor porque ele não "conta" ponto nenhum para a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), apenas como médias quantitativas que medem a rapidez com a qual mestrados e doutorados são concluídos.
05. Se for uma universidade pública, então, em que o salário não depende do número de orientandos e de alunos em sua disciplina, o aluno é menos importante do que banheiros limpos. Se for numa privada, ele contará, é claro, nos contratos dos professores como números que garantem salários. E só.
06. E o aluno, como todo miserável numa cadeia alimentar em que é a parte mais fraca, sonha virar predador: submete-se ao matadouro porque quer passar em algum concurso. Mas, se quiser, trate de arranjar alguém que manipule uma banca a seu favor. Além, claro, de atender às exigências da ratazana rainha.
07. Todo professor sabe que deve correr atrás de pontuar nos relatórios porque, inclusive, se não o fizer, derruba a nota do seu departamento, e isso será punido das mais diversas formas. Você até pode dar uma aula medíocre, repetindo conteúdos ou fazendo o aluno dar seminários no seu lugar. Isso em nada impacta a "produtividade". A ratazana rainha só enxerga números.
08. Mas ainda é possível pensar a educação a sério. Livros como o da jornalista Amanda Ripley "As Crianças Mais Inteligentes do Mundo e como Elas Chegaram Lá", do selo editorial Três Estrelas, do Grupo Folha, mostra que, no ensino médio, nem sempre quantidades implicam qualidades (vale muito a pena ler esse livro se você está interessado em superar as bobagens de autoajuda e as tecnobobagens aplicadas à educação, na moda aqui no Brasil). Ainda que o livro se ocupe do ensino médio, ele pode servir de luz para o tema em geral.
09. Espero que um dia superemos esse paradigma vazio das "listas qualis" que, na realidade, aferem nada, em termos de conteúdo, do que significa a relação com a formação do aluno. Por quê? Simples: porque, mesmo que publiquemos muito segundo parâmetros qualis, a qualidade do ensino de pós-graduação no Brasil é cada vez mais burocrática.
10. O problema é que ficamos tão atolados com medo dos relatórios contínuos (todas as plataformas X, Y e Z) que pouco importa o desejo de conhecimento dos alunos. Sei: cometi um pecado romântico ao dizer isso. A produção na universidade é industrial do tipo salsichas. Puro capitalismo chinês. E capitalismo chinês é assim: TVs, carros baratos e gente estúpida, correndo da ratazana devoradora de almas.
(In Folha de São Paulo: 17.11.2014)
Leia os versos seguintes, de música de Chico Anysio.
Tanto verso, e eu sem rima
Tanta missa, e eu sem fé
Tanto tempo, e eu sem clima.
Tanta frente, e eu sem ré.
No texto se observa para a existência de uma figura de linguagem denominada
 

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2478057 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
Leia o texto seguinte
Nesta quarta-feira (12/novembro/2014), a sonda Philae, da missão Rosetta, aterrizou com sucesso na superfície do cometa67P/Churyumov-Gerasimenko. E, em uma das pesquisas realizadas até o momento, cientistas descobriram algo surpreendente - um som vindo do corpo celeste.
A “música” é inaudível para ouvidos humanos - para escutá-la, técnicos precisaram aumentar seu volume em 10 mil vezes. "Isso é emocionante porque é completamente novo para nós. Não esperávamos isso e ainda estamos tentando entender a física do que está acontecendo", disse Karl-Heinz Glaßmeier, chefe do departamento de Física Espacial na Technische Universität Braunschweig, da Alemanha, em artigo no blog RESA Rosetta.
A frequência foi detectada pela primeira vez em agosto e, desde então, está sendo recebida continuamente. A hipótese dos cientistas é que o barulho seja causado pela ionização de partículas neutras de gases do cometa. Quando essas partículas interagem com o campo magnético do 67P/Churyumov-Gerasimenko, causam oscilações responsáveis pelo som. (Revista Galileu: novembro/2014)
Segundo o texto, é incorreto afirmar que
 

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2477971 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Instituto Ludus
Orgão: CRF-MA
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Assinale a alternativa INCORRETA.
Conforme legislação pertinente
 

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