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Texto para os itens de 1 a 18.
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1 Estudo recente da Embrapa comprovou que o uso de tecnologias sustentáveis na agricultura é capaz de gerar
economia de terras de cultivo da ordem de milhões de hectares. Somente no caso da soja, o uso dessas tecnologias, que
incluem sistemas integrados lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, fixação biológica de nitrogênio, uso de bioinsumos,
4 controle biológico de pragas, entre várias outras, foi capaz de gerar uma economia de 71 milhões de hectares de áreas
plantadas, que correspondem à soma dos territórios de Irlanda e França. Outros exemplos aliam-se a esse, como a
avicultura de corte e a produção de suínos, nas quais o progresso tecnológico obtido entre as décadas de 1970 e 2000
7 levou à economia de 1,55 e 1 milhão de hectares, respectivamente.
O estudo, capitaneado pela Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, contou com a participação de
mais de 50 pesquisadores e analistas representando nove unidades de pesquisa da Empresa. Os dados, oriundos de
10 pesquisas e estudos desenvolvidos ao longo das últimas décadas, geraram a publicação Tecnologias Poupa-Terra 2021,
lançada em comemoração ao 48.º aniversário da Embrapa.
Na avicultura e suinocultura, o progresso tecnológico contínuo nas últimas quatro décadas garantiu às atividades
13 lugar cativo no ranking das melhores do mundo. Grande parte desse sucesso se deve ao processo de conversão alimentar,
a quantidade de ração que um animal precisa consumir para cada quilo de peso que ganha. Essa tecnologia é o resultado
direto dos progressos obtidos ao longo dos anos em vários segmentos, como melhoramento genético, nutrição, sanidade
16 animal, manejo e ambiência.
No caso da avicultura de corte, em 1975, o frango precisava de 2,1 kg de ração para ganhar um quilo de peso vivo.
Em 2020, esse mesmo quilo de peso foi obtido com 1,7 kg de ração. Considerada a produtividade atual do milho e da soja
19 no País, caso o desenvolvimento tecnológico não tivesse dotado os frangos de maior capacidade de conversão de ração
em ganho de peso, a avicultura de corte demandaria um adicional de 1.551.056,40 ha de terra para a entrega dos mesmos
16,4 milhões de toneladas de peso vivo de frango produzidos em 2020. Essa economia de terra equivale a três vezes o
22 tamanho do Distrito Federal.
Na suinocultura comercial brasileira, a melhora na conversão alimentar entre os anos de 1975 e 2020 permitiu
reduzir o consumo de ração de 3,5 kg para 2,6 kg. Sem o aporte tecnológico, seria necessário 1.007.745,70 ha de terra para
25 produzir os 5,3 milhões de toneladas de carne suína produzidos hoje. A terra poupada corresponde ao território inteiro da
República do Chipre.
As tecnologias desenvolvidas pela Embrapa e parceiros garantem à agricultura um efeito poupa-terra nas mais
28 diversas cadeias do agronegócio brasileiro. O diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Guy de Capdeville relata
que os dados apresentados na publicação foram obtidos ao longo de décadas, o que traz robustez aos resultados
divulgados no documento.
31 A expectativa, segundo o diretor, é evidenciar que, graças ao uso da ciência em suporte à agricultura brasileira, o
País continuará seu crescimento sustentável no setor nas áreas ambiental, social e econômica, além de figurar entre os
principais atores da agropecuária mundial nas próximas décadas.
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Internet: <www.nutrinewsbrasil.com> (com adaptações).
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Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens de 1 a 8.
Na linha 21, o emprego do termo “produzidos” no masculino plural justifica-se pela concordância com “milhões”.
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Julgue os itens 19 e 20, considerando a correção gramatical dos trechos apresentados e a adequação da linguagem à correspondência oficial.
Vimos solicitar, pelo presente, a visita de uma equipe de inspeção veterinária na Clínica XY por que não têm as condições mínimas para tratar dos animais e nem pessoas qualificadas para o mesmo, sendo que as instalações também são péssimas.
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Texto para os itens de 1 a 18.
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1 Estudo recente da Embrapa comprovou que o uso de tecnologias sustentáveis na agricultura é capaz de gerar
economia de terras de cultivo da ordem de milhões de hectares. Somente no caso da soja, o uso dessas tecnologias, que
incluem sistemas integrados lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, fixação biológica de nitrogênio, uso de bioinsumos,
4 controle biológico de pragas, entre várias outras, foi capaz de gerar uma economia de 71 milhões de hectares de áreas
plantadas, que correspondem à soma dos territórios de Irlanda e França. Outros exemplos aliam-se a esse, como a
avicultura de corte e a produção de suínos, nas quais o progresso tecnológico obtido entre as décadas de 1970 e 2000
7 levou à economia de 1,55 e 1 milhão de hectares, respectivamente.
O estudo, capitaneado pela Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, contou com a participação de
mais de 50 pesquisadores e analistas representando nove unidades de pesquisa da Empresa. Os dados, oriundos de
10 pesquisas e estudos desenvolvidos ao longo das últimas décadas, geraram a publicação Tecnologias Poupa-Terra 2021,
lançada em comemoração ao 48.º aniversário da Embrapa.
Na avicultura e suinocultura, o progresso tecnológico contínuo nas últimas quatro décadas garantiu às atividades
13 lugar cativo no ranking das melhores do mundo. Grande parte desse sucesso se deve ao processo de conversão alimentar,
a quantidade de ração que um animal precisa consumir para cada quilo de peso que ganha. Essa tecnologia é o resultado
direto dos progressos obtidos ao longo dos anos em vários segmentos, como melhoramento genético, nutrição, sanidade
16 animal, manejo e ambiência.
No caso da avicultura de corte, em 1975, o frango precisava de 2,1 kg de ração para ganhar um quilo de peso vivo.
Em 2020, esse mesmo quilo de peso foi obtido com 1,7 kg de ração. Considerada a produtividade atual do milho e da soja
19 no País, caso o desenvolvimento tecnológico não tivesse dotado os frangos de maior capacidade de conversão de ração
em ganho de peso, a avicultura de corte demandaria um adicional de 1.551.056,40 ha de terra para a entrega dos mesmos
16,4 milhões de toneladas de peso vivo de frango produzidos em 2020. Essa economia de terra equivale a três vezes o
22 tamanho do Distrito Federal.
Na suinocultura comercial brasileira, a melhora na conversão alimentar entre os anos de 1975 e 2020 permitiu
reduzir o consumo de ração de 3,5 kg para 2,6 kg. Sem o aporte tecnológico, seria necessário 1.007.745,70 ha de terra para
25 produzir os 5,3 milhões de toneladas de carne suína produzidos hoje. A terra poupada corresponde ao território inteiro da
República do Chipre.
As tecnologias desenvolvidas pela Embrapa e parceiros garantem à agricultura um efeito poupa-terra nas mais
28 diversas cadeias do agronegócio brasileiro. O diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Guy de Capdeville relata
que os dados apresentados na publicação foram obtidos ao longo de décadas, o que traz robustez aos resultados
divulgados no documento.
31 A expectativa, segundo o diretor, é evidenciar que, graças ao uso da ciência em suporte à agricultura brasileira, o
País continuará seu crescimento sustentável no setor nas áreas ambiental, social e econômica, além de figurar entre os
principais atores da agropecuária mundial nas próximas décadas.
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Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens de 1 a 8.
Na linha 17, o vocábulo “caso” tem a mesma classificação gramatical que o empregado à linha 19.
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Texto para os itens de 1 a 18.
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1 Estudo recente da Embrapa comprovou que o uso de tecnologias sustentáveis na agricultura é capaz de gerar
economia de terras de cultivo da ordem de milhões de hectares. Somente no caso da soja, o uso dessas tecnologias, que
incluem sistemas integrados lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, fixação biológica de nitrogênio, uso de bioinsumos,
4 controle biológico de pragas, entre várias outras, foi capaz de gerar uma economia de 71 milhões de hectares de áreas
plantadas, que correspondem à soma dos territórios de Irlanda e França. Outros exemplos aliam-se a esse, como a
avicultura de corte e a produção de suínos, nas quais o progresso tecnológico obtido entre as décadas de 1970 e 2000
7 levou à economia de 1,55 e 1 milhão de hectares, respectivamente.
O estudo, capitaneado pela Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, contou com a participação de
mais de 50 pesquisadores e analistas representando nove unidades de pesquisa da Empresa. Os dados, oriundos de
10 pesquisas e estudos desenvolvidos ao longo das últimas décadas, geraram a publicação Tecnologias Poupa-Terra 2021,
lançada em comemoração ao 48.º aniversário da Embrapa.
Na avicultura e suinocultura, o progresso tecnológico contínuo nas últimas quatro décadas garantiu às atividades
13 lugar cativo no ranking das melhores do mundo. Grande parte desse sucesso se deve ao processo de conversão alimentar,
a quantidade de ração que um animal precisa consumir para cada quilo de peso que ganha. Essa tecnologia é o resultado
direto dos progressos obtidos ao longo dos anos em vários segmentos, como melhoramento genético, nutrição, sanidade
16 animal, manejo e ambiência.
No caso da avicultura de corte, em 1975, o frango precisava de 2,1 kg de ração para ganhar um quilo de peso vivo.
Em 2020, esse mesmo quilo de peso foi obtido com 1,7 kg de ração. Considerada a produtividade atual do milho e da soja
19 no País, caso o desenvolvimento tecnológico não tivesse dotado os frangos de maior capacidade de conversão de ração
em ganho de peso, a avicultura de corte demandaria um adicional de 1.551.056,40 ha de terra para a entrega dos mesmos
16,4 milhões de toneladas de peso vivo de frango produzidos em 2020. Essa economia de terra equivale a três vezes o
22 tamanho do Distrito Federal.
Na suinocultura comercial brasileira, a melhora na conversão alimentar entre os anos de 1975 e 2020 permitiu
reduzir o consumo de ração de 3,5 kg para 2,6 kg. Sem o aporte tecnológico, seria necessário 1.007.745,70 ha de terra para
25 produzir os 5,3 milhões de toneladas de carne suína produzidos hoje. A terra poupada corresponde ao território inteiro da
República do Chipre.
As tecnologias desenvolvidas pela Embrapa e parceiros garantem à agricultura um efeito poupa-terra nas mais
28 diversas cadeias do agronegócio brasileiro. O diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Guy de Capdeville relata
que os dados apresentados na publicação foram obtidos ao longo de décadas, o que traz robustez aos resultados
divulgados no documento.
31 A expectativa, segundo o diretor, é evidenciar que, graças ao uso da ciência em suporte à agricultura brasileira, o
País continuará seu crescimento sustentável no setor nas áreas ambiental, social e econômica, além de figurar entre os
principais atores da agropecuária mundial nas próximas décadas.
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Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens de 1 a 8.
Em “que incluem” (linhas 2 e 3), a forma verbal está flexionada na terceira pessoa do plural porque o vocábulo “que”, que se classifica como pronome relativo, está empregado em referência ao antecedente “tecnologias” (linha 2), sendo correta, portanto, a substituição do referido vocábulo por as quais.
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Texto para os itens de 1 a 18.
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1 Estudo recente da Embrapa comprovou que o uso de tecnologias sustentáveis na agricultura é capaz de gerar
economia de terras de cultivo da ordem de milhões de hectares. Somente no caso da soja, o uso dessas tecnologias, que
incluem sistemas integrados lavoura-pecuária-floresta, plantio direto, fixação biológica de nitrogênio, uso de bioinsumos,
4 controle biológico de pragas, entre várias outras, foi capaz de gerar uma economia de 71 milhões de hectares de áreas
plantadas, que correspondem à soma dos territórios de Irlanda e França. Outros exemplos aliam-se a esse, como a
avicultura de corte e a produção de suínos, nas quais o progresso tecnológico obtido entre as décadas de 1970 e 2000
7 levou à economia de 1,55 e 1 milhão de hectares, respectivamente.
O estudo, capitaneado pela Diretoria de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, contou com a participação de
mais de 50 pesquisadores e analistas representando nove unidades de pesquisa da Empresa. Os dados, oriundos de
10 pesquisas e estudos desenvolvidos ao longo das últimas décadas, geraram a publicação Tecnologias Poupa-Terra 2021,
lançada em comemoração ao 48.º aniversário da Embrapa.
Na avicultura e suinocultura, o progresso tecnológico contínuo nas últimas quatro décadas garantiu às atividades
13 lugar cativo no ranking das melhores do mundo. Grande parte desse sucesso se deve ao processo de conversão alimentar,
a quantidade de ração que um animal precisa consumir para cada quilo de peso que ganha. Essa tecnologia é o resultado
direto dos progressos obtidos ao longo dos anos em vários segmentos, como melhoramento genético, nutrição, sanidade
16 animal, manejo e ambiência.
No caso da avicultura de corte, em 1975, o frango precisava de 2,1 kg de ração para ganhar um quilo de peso vivo.
Em 2020, esse mesmo quilo de peso foi obtido com 1,7 kg de ração. Considerada a produtividade atual do milho e da soja
19 no País, caso o desenvolvimento tecnológico não tivesse dotado os frangos de maior capacidade de conversão de ração
em ganho de peso, a avicultura de corte demandaria um adicional de 1.551.056,40 ha de terra para a entrega dos mesmos
16,4 milhões de toneladas de peso vivo de frango produzidos em 2020. Essa economia de terra equivale a três vezes o
22 tamanho do Distrito Federal.
Na suinocultura comercial brasileira, a melhora na conversão alimentar entre os anos de 1975 e 2020 permitiu
reduzir o consumo de ração de 3,5 kg para 2,6 kg. Sem o aporte tecnológico, seria necessário 1.007.745,70 ha de terra para
25 produzir os 5,3 milhões de toneladas de carne suína produzidos hoje. A terra poupada corresponde ao território inteiro da
República do Chipre.
As tecnologias desenvolvidas pela Embrapa e parceiros garantem à agricultura um efeito poupa-terra nas mais
28 diversas cadeias do agronegócio brasileiro. O diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa, Guy de Capdeville relata
que os dados apresentados na publicação foram obtidos ao longo de décadas, o que traz robustez aos resultados
divulgados no documento.
31 A expectativa, segundo o diretor, é evidenciar que, graças ao uso da ciência em suporte à agricultura brasileira, o
País continuará seu crescimento sustentável no setor nas áreas ambiental, social e econômica, além de figurar entre os
principais atores da agropecuária mundial nas próximas décadas.
....
Internet: <www.nutrinewsbrasil.com> (com adaptações).
...
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens de 1 a 8.
De acordo com o texto, o processo de conversão alimentar representou um importante progresso tecnológico na avicultura e na suinocultura, dado o efeito poupa-terra gerado por seu emprego.
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Texto para os itens de 1 a 18.
1 Quando se pensa em pecuária bovina, é consenso
que o bem-estar dos animais afeta o produto final. Dessa
forma, é importante que o pecuarista esteja ciente de que o
4 _rebanho bovino está sujeito a ser acometido por várias
doenças que provocam grandes prejuízos. Assim, para
alcançarem os objetivos de produção, os produtores que se
7_ dedicam à criação de gado bovino precisam criar um sistema
de controle cuidadoso contra as enfermidades que atingem
os animais, assim como devem estar bem-informados a
10 respeito do melhor método de prevenção de doenças e das
técnicas de manejo adequado dos animais.
Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
13 mais comum e sua principal característica é a inflamação da
glândula mamária, geralmente causada por uma infecção
proveniente de diversos tipos de microrganismos. O contágio
16 ocorre por meio do solo e do contato com utensílios, dejetos,
água contaminados por microrganismos que podem atingir a
extremidade do úbere da vaca.
19 A tristeza parasitária bovina, ou babesiose, infecção
causada pelos parasitas do gênero Babesia sp. e Anaplasma
sp, é outra doença que atinge o rebanho bovino. Devido ao
22 clima tropical quente e úmido do Brasil, a enfermidade
encontra condições ideais para o seu desenvolvimento. Ela
causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois, além de o
25 produtor ter de custear o tratamento, o rendimento do
animal é afetado e há risco de óbito.
Altamente contagiosa, a febre aftosa é também uma
28 doença viral preocupante para os pecuaristas porque, além
de causar a redução da produção de leite devido à perda de
apetite do gado em razão da febre, ela afeta a qualidade da
31 carne.
O manejo, ou seja, a maneira como os produtores
lidam com o rebanho bovino, é fundamental para o controle
34 de doenças e para a garantia do bem-estar animal e, ainda,
proporciona medidas de segurança para todos os
profissionais envolvidos no processo. Quando o manejo é
37 aplicado com exatidão, ou seja, quando se seguem as técnicas
adequadas, e não apenas a intuição, até a relação dos
trabalhadores com os animais melhora. Entre as práticas
40 recomendadas para o manejo do rebanho, incluem-se a
programação de ações de bem-estar animal; adaptações
físicas do local de criação do gado; um cronograma de
43 vacinação do rebanho; fornecimento de alimentação de
qualidade aos animais; e instrução e capacitação da equipe
de manejo.
Internet: <http://www.revistaeterinaria.com.br/> (com adaptações).
Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue os itens de 14 a 16.
“pois” (linha 24) por porquanto
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Texto para os itens de 1 a 18.
1 Quando se pensa em pecuária bovina, é consenso
que o bem-estar dos animais afeta o produto final. Dessa
forma, é importante que o pecuarista esteja ciente de que o
4 _rebanho bovino está sujeito a ser acometido por várias
doenças que provocam grandes prejuízos. Assim, para
alcançarem os objetivos de produção, os produtores que se
7_ dedicam à criação de gado bovino precisam criar um sistema
de controle cuidadoso contra as enfermidades que atingem
os animais, assim como devem estar bem-informados a
10 respeito do melhor método de prevenção de doenças e das
técnicas de manejo adequado dos animais.
Entre o rebanho bovino leiteiro, a mastite é a doença
13 mais comum e sua principal característica é a inflamação da
glândula mamária, geralmente causada por uma infecção
proveniente de diversos tipos de microrganismos. O contágio
16 ocorre por meio do solo e do contato com utensílios, dejetos,
água contaminados por microrganismos que podem atingir a
extremidade do úbere da vaca.
19 A tristeza parasitária bovina, ou babesiose, infecção
causada pelos parasitas do gênero Babesia sp. e Anaplasma
sp, é outra doença que atinge o rebanho bovino. Devido ao
22 clima tropical quente e úmido do Brasil, a enfermidade
encontra condições ideais para o seu desenvolvimento. Ela
causa grandes prejuízos à bovinocultura, pois, além de o
25 produtor ter de custear o tratamento, o rendimento do
animal é afetado e há risco de óbito.
Altamente contagiosa, a febre aftosa é também uma
28 doença viral preocupante para os pecuaristas porque, além
de causar a redução da produção de leite devido à perda de
apetite do gado em razão da febre, ela afeta a qualidade da
31 carne.
O manejo, ou seja, a maneira como os produtores
lidam com o rebanho bovino, é fundamental para o controle
34 de doenças e para a garantia do bem-estar animal e, ainda,
proporciona medidas de segurança para todos os
profissionais envolvidos no processo. Quando o manejo é
37 aplicado com exatidão, ou seja, quando se seguem as técnicas
adequadas, e não apenas a intuição, até a relação dos
trabalhadores com os animais melhora. Entre as práticas
40 recomendadas para o manejo do rebanho, incluem-se a
programação de ações de bem-estar animal; adaptações
físicas do local de criação do gado; um cronograma de
43 vacinação do rebanho; fornecimento de alimentação de
qualidade aos animais; e instrução e capacitação da equipe
de manejo.
Internet: <http://www.revistaeterinaria.com.br/> (com adaptações).
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue os itens de 1 a 13.
A oração “para alcançarem os objetivos de produção” (linhas 5 e 6) expressa circunstância de finalidade em relação à oração “os produtores [...] precisam criar um sistema de controle cuidadoso contra as enfermidades” (linhas de 6 a 8).
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O médico-veterinário desempenha um papel fundamental na segurança alimentar, trabalhando, entre outras frentes, na investigação e na prevenção de doenças transmitidas por alimentos. No que se refere a esse assunto, julgue os itens de 82 a 85.
A Yersinia enterocolitica, bactéria comumente encontrada no leite e em seus derivados, apresenta alta virulência, frequentemente ocasionando gastroenterites graves e infecções generalizadas.
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Acerca das endemias, das epidemias, dos surtos e das pandemias, julgue os itens de 71 a 74.
A ocorrência de um único caso autóctone, em um local onde nunca tenha ocorrido ou que esteja há muitos anos livre de uma determinada doença, representa uma epidemia, pois demonstra uma alteração substantiva na estrutura epidemiológica relacionada à doença.
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Com relação à administração orçamentária e financeira, julgue os itens de 88 a 120.
Conforme a Constituição Federação de 1988, as operações de crédito por antecipação de receita orçamentária, desde que liquidadas até 10 de dezembro de cada ano, se excederem as despesas de capital, não serão computadas.
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Caderno Container