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Respondida
A terminologia funcional contém em si um ordenamento
jurídico próprio, fundamental ao Estado e à Administração
Pública. Assim, "cargo público" é o conjunto de atribuições
e responsabilidades
Respondida
Segundo a Lei nº 8.666/93, a alienação de bens da
Administração Pública, subordinada à existência de
interesse público devidamente justificado, obedecerá à
seguinte norma, dentre outras, quando se tratar de bens
móveis no que tange à dispensa de licitação:
A
a alienação dependerá de avaliação interministerial
prévia e de licitação (neste caso, se ultrapassar 5
milhões de reais), dispensada esta nos casos de
venda de ações, que poderão ser negociadas em
bolsa diretamente pelo Governo, sem intermediações,
observada a legislação específica.
B
a alienação dependerá de avaliação prévia e de
licitação (neste caso, se ultrapassar 1 milhão de
reais), dispensada esta nos casos de venda de
ações ordinárias, que poderão ser negociadas em
bolsa, observada a legislação específica.
C
a alienação dependerá de avaliação prévia e de
licitação, dispensada esta nos casos de venda de
ações, que poderão ser negociadas em bolsa, observada
a legislação específica.
D
a alienação dependerá de avaliação interministerial
prévia e de licitação, dispensada esta nos casos de
venda de ações ordinárias, que poderão ser negociadas
em bolsa, observada a legislação específica
e as normas vinculantes do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
E
a alienação dependerá de avaliação prévia e de
licitação, dispensada esta nos casos de venda de
ações ordinárias, que poderão ser negociadas em
bolsa diretamente pelo Governo, sem intermediações,
observada a legislação específica e as
normas vinculantes do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Respondida
A criação das chamadas "agências reguladoras" durante o
governo Fernando Henrique Cardoso provoca controvérsia
quanto ao conceito de independência das entidades de
regulação tradicionais (CMN, BACEN e CVM, por exemplo).
Segundo as leis que regulam as novas "agências
reguladoras", estas seriam independentes, diferentemente
das entidades tradicionais, porque possuem atribuição de
competências
A
regulatórias; o Poder Executivo não pode exonerar
seus dirigentes ad nutum, sua organização é
colegiada, há formação técnica de seus quadros,
não se pode interpor recursos hierárquicos.
B
regulatórias e ordenadoras; o Poder Executivo não
pode exonerar seus dirigentes ad nutum, sua
organização é colegiada e representativa dos diversos
ministérios afins, há formação técnica de seus
quadros, não se pode interpor recursos hierárquicos.
C
regulatórias; os Poderes Executivo e Legislativo não
podem exonerar seus dirigentes ad nutum, sua
organização é colegiada e representativa dos diversos
ministérios afins, há formação técnica de seus
quadros, não se pode interpor recursos hierárquicos.
D
regulatórias e hierárquicas; apenas o Conselho de Defesa
do Estado pode exonerar seus dirigentes ad nutum,
sua organização é colegiada, há formação técnica de
seus quadros, não se pode interpor recursos extrajudiciais.
E
regulatórias, ordenadoras e hierárquicas; apenas o
Conselho de Defesa do Estado pode exonerar seus
dirigentes ad nutum, sua organização é colegiada e
representativa dos diversos ministérios afins, há
formação técnica e prática de seus quadros, não se
pode interpor recursos extra-judiciais.
Respondida
São atribuições do Conselho Monetário Nacional na
regulação da economia brasileira:
A
formular a política nacional da moeda e do mercado
de capitais e regular o valor interno e externo da
moeda, a constituição, funcionamento e fiscalização
das instituições financeiras nacionais, a política cambial
e tributária, as taxas de juros, os empréstimos a
serem efetuados pelas instituições financeiras, os
depósitos de curto prazo e a fixação das normas
gerais e específicas de contabilidade pública e
gerencial.
B
formular a política nacional de crédito, da moeda e
do mercado de capitais e regular o valor interno da
moeda, a constituição, funcionamento e fiscalização
das instituições financeiras, a política cambial, as
taxas de juros, os empréstimos a serem efetuados
pelas instituições financeiras, os depósitos de curto
prazo e a fixação das normas gerais de
contabilidade gerencial.
C
formular a política nacional de crédito, da moeda e
do mercado de capitais e regular o valor interno e
externo da moeda, a constituição, funcionamento e
fiscalização das instituições financeiras, a política
cambial e tributária, as taxas de juros, os empréstimos
a serem efetuados pelas instituições financeiras,
os depósitos a prazo e a fixação das normas
gerais de contabilidade pública e privada.
D
formular a política nacional de crédito e da moeda e
regular o valor interno da moeda, a constituição,
funcionamento e fiscalização das instituições
financeiras, a política cambial, as taxas de juros, os
empréstimos a serem efetuados pelas instituições
financeiras, os depósitos a prazo e a fixação das
normas gerais de contabilidade.
E
formular a política nacional de crédito e da moeda e
regular o valor interno e externo da moeda, a constituição,
funcionamento, fiscalização e punição das
instituições financeiras, a política cambial e monetária,
as taxas de juros e a taxa Selic, os empréstimos
a serem efetuados pelas instituições financeiras
nacionais, os depósitos a longo prazo e a
fixação das normas gerais de contabilidade pública.
Respondida
A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) é importante
entidade de regulação mobiliária. Sua incumbência
fundamental e a entidade a qual suas ações estão
condicionadas são, respectivamente:
Respondida
Nas sociedades capitalistas, as Bolsas de Valores possuem
um papel fundamental ao negociar ações de empresas
privadas e governamentais e títulos públicos, exercendo
assim uma atividade de interesse público. A definição
de Bolsas de Valores e o órgão federal que normatiza e
disciplina seu funcionamento são, respectivamente:
A
pessoas jurídicas de direito público que integram a
Administração, exercendo relevante função no
desenvolvimento do mercado de títulos mobiliários,
posto que constituem o cenário no qual os
compradores e vendedores, representados por
corretoras, se contratam livremente; Comissão
Administrativa de Defesa Econômica (CADE).
B
pessoas jurídicas de direito público que não
integram a Administração, mas exercem relevante
função no desenvolvimento do mercado de títulos
mobiliários, posto que constituem o cenário no qual
os compradores e vendedores, representados por
corretoras, se contratam livremente; Comissão de
Valores Mobiliários (CVM).
C
pessoas jurídicas de direito privado que não
integram a Administração, mas exercem relevante
função no desenvolvimento do mercado de títulos
mobiliários, posto que constituem o cenário no qual
os compradores e vendedores, representados por
corretoras, se contratam livremente; Comissão de
Valores Mobiliários (CVM).
D
organizações sociais (OS) de direito privado que não
integram a Administração, mas exercem relevante
função no desenvolvimento do mercado de títulos
mobiliários, embora de forma não exclusiva, posto
que constituem um dos cenários no qual os
compradores e vendedores, representados por
corretoras, se contratam livremente; Comissão
Administrativa de Defesa Econômica (CADE).
E
organizações sociais (OS) de direito público que
integram a Administração, e exercem relevante
função no desenvolvimento do mercado de títulos
mobiliários, embora de forma não exclusiva, posto
que constituem um dos cenários no qual os
compradores e vendedores, representados por corretoras,
se contratam livremente; Comissão de
Valores Mobiliários (CVM).
Respondida
A Administração Pública deve fiscalizar e regular a atividade
econômica privada. O princípio geral e os princípios
derivados deste que norteiam essa regulação são:
A
geral: progressividade; derivados: subsidiariedade,
razão pública e privada, diferença jurídica.
B
geral: proporcionalidade; derivados: concessão,
razão pública, diferença jurídica.
C
geral: proporcionalidade; derivados: concessão,
interesse público e privado, diferença jurídica.
D
geral: progressividade; derivados: subsidiariedade,
razão pública, diferença.
E
geral: proporcionalidade; derivados: subsidiariedade,
razão pública, diferença.
Respondida
A concorrência é modalidade de licitação voltada para
contratos
A
de valor médio, definidos em lei, sendo facultada a
participação de interessados já cadastrados.
B
vultosos em termos econômicos, definidos em lei.
C
vultosos em termos econômicos, definidos em lei, e válido
com a convocação de cinco interessados no mínimo,
desde que os interessados já estejam cadastrados.
D
vultosos em termos econômicos, definidos em lei, e válido
com a convocação de cinco interessados apenas.
E
a valores menores, definidos em lei, e válido com a
convocação de três interessados no mínimo.
Respondida
São fases do processo administrativo a instauração,
A
a nomeação, a instrução, a defesa, o relatório, a
decisão, o pedido de reconsideração e o recurso.
B
a instrução, a nomeação, a defesa, o relatório, a
decisão e o recurso.
C
a nomeação, o relatório, a decisão e o recurso.
D
a instrução, a defesa, o relatório, a decisão, o pedido
de reconsideração e o recurso.
E
a nomeação, a instrução, o relatório e o pedido de
reconsideração.
Respondida
Os controles internos da Administração Pública: homologação,
aprovação, revogação e anulação se caracterizam,
respectivamente, por:
A
controle da legalidade e das formalidades, controle
da conveniência e oportunidade do ato
administrativo, supressão do ato administrativo por
conveniência ou oportunidade, e defeito do ato
jurídico ou vício de legalidade.
B
controle da legalidade e da legitimidade, controle da
conveniência e oportunidade do ato administrativo,
supressão do ato administrativo por conveniência ou
oportunidade, e defeito do ato jurídico ou vício de
legalidade e da legitimidade.
C
controle das formalidades, controle da conveniência
e oportunidade do ato administrativo, supressão do
ato administrativo por conveniência ou oportunidade,
e defeito do ato jurídico ou vício de legalidade.
D
controle das formalidades, controle da conveniência
e oportunidade do ato administrativo, defeito do ato
jurídico ou vício de legalidade, e supressão do ato
administrativo por conveniência ou oportunidade.
E
controle da legalidade, controle da conveniência e
oportunidade do ato administrativo, supressão do ato
administrativo por conveniência ou oportunidade, e
defeito do ato jurídico ou vício de legalidade.