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Cinco carros de uma empresa, numerados de 1 a 5, estão estacionados na garagem em uma única fila. A diferença entre a numeração dos dois últimos carros da fila é igual a 2. O carro número 1 é o segundo da fila. Sabe-se, ainda, que a numeração dos carros não coincide com sua ordem na fila. Com relação apenas ao que foi dito, André, Breno e Clara fizeram as seguintes afirmações: André: – O carro 5 pode ser o primeiro da fila; Breno: – O carro 5 está imediatamente atrás do carro 1 na fila; Clara: – O carro 2 pode ser o primeiro da fila. É necessariamente correto o que afirma(m):
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Assinale a alternativa que preenche, respectivamente, as lacunas do texto, de acordo com a norma-padrão de concordância nominal e verbal.
a todos nós oportunidades de refletir acerca do passar do tempo, e constatamos que a idade é o algoz que revela que nós somos finitos. Assim sendo, é bom que os anos que nos são concedidos.
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O velho espelho do meu banheiro
Ao longo dos anos nos ensinaram que o tempo é o soberano dos remédios e o melhor lenitivo para todas as dores. Ele sempre seria um bom amigo e um ótimo conselheiro. Com ele jamais nos preocupamos, mesmo porque o tínhamos como poderoso aliado, e assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude, nos fizemos homem e cidadão do mundo.
Os dias, contudo, foram se escoando rapidamente, mas de forma imperceptível. De repente, em uma cinzenta manhã de inverno, um atordoante despertar: o velho espelho de nosso banheiro nos deu o primeiro alerta: fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro e nossos cabelos se apresentavam rarefeitos.
É claro que nos recusamos a acreditar nas imagens refletidas. O problema certamente se devia ao nosso já velho espelho. Era preciso substituí-lo com urgência. Saímos de casa rapidamente e nos dirigimos à vidraçaria mais próxima e, sem questionar valores, compramos um novo espelho do mais puro cristal importado.
Voltamos sem demora e fomos ao banheiro para instalá- lo. Retiramos a embalagem protetora e, esperançosos, nos preparamos para nele nos mirar. Que amarga decepção! Nosso novo espelho, do mais puro cristal, simplesmente insistia em repetir a mesma imagem já mostrada pelo velho espelho, e nem o velho nem o novo estavam mentindo – ambos refletiam aquele nosso momento, sem retoques.
O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. O homem sempre tentou enfrentá-lo buscando nas panaceias farmacêuticas um medicamento seguro para derrotá-lo, mas tem fracassado. É que nossa vida é finita, e o tempo, infinito.
Assim, só venceremos o tempo, só poderemos subjugar sua voracidade quando abandonarmos a luta pela nossa própria sobrevivência, pois a morte é o único passaporte de que dispomos para chegar à eternidade. E lá, o tempo não poderá mais nos atingir, nem derrotar.
(Adail Vetorazzo, Revista Be Bem-estar, 03.03.2024. Adaptado)
A alternativa que reescreve, nos colchetes, o trecho destacado de acordo com a norma-padrão de emprego do sinal de crase é:
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O velho espelho do meu banheiro
Ao longo dos anos nos ensinaram que o tempo é o soberano dos remédios e o melhor lenitivo para todas as dores. Ele sempre seria um bom amigo e um ótimo conselheiro. Com ele jamais nos preocupamos, mesmo porque o tínhamos como poderoso aliado, e assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude, nos fizemos homem e cidadão do mundo.
Os dias, contudo, foram se escoando rapidamente, mas de forma imperceptível. De repente, em uma cinzenta manhã de inverno, um atordoante despertar: o velho espelho de nosso banheiro nos deu o primeiro alerta: fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro e nossos cabelos se apresentavam rarefeitos.
É claro que nos recusamos a acreditar nas imagens refletidas. O problema certamente se devia ao nosso já velho espelho. Era preciso substituí-lo com urgência. Saímos de casa rapidamente e nos dirigimos à vidraçaria mais próxima e, sem questionar valores, compramos um novo espelho do mais puro cristal importado.
Voltamos sem demora e fomos ao banheiro para instalá- lo. Retiramos a embalagem protetora e, esperançosos, nos preparamos para nele nos mirar. Que amarga decepção! Nosso novo espelho, do mais puro cristal, simplesmente insistia em repetir a mesma imagem já mostrada pelo velho espelho, e nem o velho nem o novo estavam mentindo – ambos refletiam aquele nosso momento, sem retoques.
O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. O homem sempre tentou enfrentá-lo buscando nas panaceias farmacêuticas um medicamento seguro para derrotá-lo, mas tem fracassado. É que nossa vida é finita, e o tempo, infinito.
Assim, só venceremos o tempo, só poderemos subjugar sua voracidade quando abandonarmos a luta pela nossa própria sobrevivência, pois a morte é o único passaporte de que dispomos para chegar à eternidade. E lá, o tempo não poderá mais nos atingir, nem derrotar.
(Adail Vetorazzo, Revista Be Bem-estar, 03.03.2024. Adaptado)
Para responder a esta questão, considere a seguinte passagem do sexto parágrafo: O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. Tendo em vista o contexto em que a palavra “deletéria” está empregada, conclui-se, com correção, que ela informa que a ação do tempo é
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O velho espelho do meu banheiro
Ao longo dos anos nos ensinaram que o tempo é o soberano dos remédios e o melhor lenitivo para todas as dores. Ele sempre seria um bom amigo e um ótimo conselheiro. Com ele jamais nos preocupamos, mesmo porque o tínhamos como poderoso aliado, e assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude, nos fizemos homem e cidadão do mundo.
Os dias, contudo, foram se escoando rapidamente, mas de forma imperceptível. De repente, em uma cinzenta manhã de inverno, um atordoante despertar: o velho espelho de nosso banheiro nos deu o primeiro alerta: fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro e nossos cabelos se apresentavam rarefeitos.
É claro que nos recusamos a acreditar nas imagens refletidas. O problema certamente se devia ao nosso já velho espelho. Era preciso substituí-lo com urgência. Saímos de casa rapidamente e nos dirigimos à vidraçaria mais próxima e, sem questionar valores, compramos um novo espelho do mais puro cristal importado.
Voltamos sem demora e fomos ao banheiro para instalá- lo. Retiramos a embalagem protetora e, esperançosos, nos preparamos para nele nos mirar. Que amarga decepção! Nosso novo espelho, do mais puro cristal, simplesmente insistia em repetir a mesma imagem já mostrada pelo velho espelho, e nem o velho nem o novo estavam mentindo – ambos refletiam aquele nosso momento, sem retoques.
O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. O homem sempre tentou enfrentá-lo buscando nas panaceias farmacêuticas um medicamento seguro para derrotá-lo, mas tem fracassado. É que nossa vida é finita, e o tempo, infinito.
Assim, só venceremos o tempo, só poderemos subjugar sua voracidade quando abandonarmos a luta pela nossa própria sobrevivência, pois a morte é o único passaporte de que dispomos para chegar à eternidade. E lá, o tempo não poderá mais nos atingir, nem derrotar.
(Adail Vetorazzo, Revista Be Bem-estar, 03.03.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o pronome destacado poderia também ser colocado depois do verbo a que se vincula.
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O velho espelho do meu banheiro
Ao longo dos anos nos ensinaram que o tempo é o soberano dos remédios e o melhor lenitivo para todas as dores. Ele sempre seria um bom amigo e um ótimo conselheiro. Com ele jamais nos preocupamos, mesmo porque o tínhamos como poderoso aliado, e assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude, nos fizemos homem e cidadão do mundo.
Os dias, contudo, foram se escoando rapidamente, mas de forma imperceptível. De repente, em uma cinzenta manhã de inverno, um atordoante despertar: o velho espelho de nosso banheiro nos deu o primeiro alerta: fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro e nossos cabelos se apresentavam rarefeitos.
É claro que nos recusamos a acreditar nas imagens refletidas. O problema certamente se devia ao nosso já velho espelho. Era preciso substituí-lo com urgência. Saímos de casa rapidamente e nos dirigimos à vidraçaria mais próxima e, sem questionar valores, compramos um novo espelho do mais puro cristal importado.
Voltamos sem demora e fomos ao banheiro para instalá- lo. Retiramos a embalagem protetora e, esperançosos, nos preparamos para nele nos mirar. Que amarga decepção! Nosso novo espelho, do mais puro cristal, simplesmente insistia em repetir a mesma imagem já mostrada pelo velho espelho, e nem o velho nem o novo estavam mentindo – ambos refletiam aquele nosso momento, sem retoques.
O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. O homem sempre tentou enfrentá-lo buscando nas panaceias farmacêuticas um medicamento seguro para derrotá-lo, mas tem fracassado. É que nossa vida é finita, e o tempo, infinito.
Assim, só venceremos o tempo, só poderemos subjugar sua voracidade quando abandonarmos a luta pela nossa própria sobrevivência, pois a morte é o único passaporte de que dispomos para chegar à eternidade. E lá, o tempo não poderá mais nos atingir, nem derrotar.
(Adail Vetorazzo, Revista Be Bem-estar, 03.03.2024. Adaptado)
A alternativa em que uma das vírgulas sinaliza a omissão de um termo é:
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O velho espelho do meu banheiro
Ao longo dos anos nos ensinaram que o tempo é o soberano dos remédios e o melhor lenitivo para todas as dores. Ele sempre seria um bom amigo e um ótimo conselheiro. Com ele jamais nos preocupamos, mesmo porque o tínhamos como poderoso aliado, e assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude, nos fizemos homem e cidadão do mundo.
Os dias, contudo, foram se escoando rapidamente, mas de forma imperceptível. De repente, em uma cinzenta manhã de inverno, um atordoante despertar: o velho espelho de nosso banheiro nos deu o primeiro alerta: fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro e nossos cabelos se apresentavam rarefeitos.
É claro que nos recusamos a acreditar nas imagens refletidas. O problema certamente se devia ao nosso já velho espelho. Era preciso substituí-lo com urgência. Saímos de casa rapidamente e nos dirigimos à vidraçaria mais próxima e, sem questionar valores, compramos um novo espelho do mais puro cristal importado.
Voltamos sem demora e fomos ao banheiro para instalá- lo. Retiramos a embalagem protetora e, esperançosos, nos preparamos para nele nos mirar. Que amarga decepção! Nosso novo espelho, do mais puro cristal, simplesmente insistia em repetir a mesma imagem já mostrada pelo velho espelho, e nem o velho nem o novo estavam mentindo – ambos refletiam aquele nosso momento, sem retoques.
O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. O homem sempre tentou enfrentá-lo buscando nas panaceias farmacêuticas um medicamento seguro para derrotá-lo, mas tem fracassado. É que nossa vida é finita, e o tempo, infinito.
Assim, só venceremos o tempo, só poderemos subjugar sua voracidade quando abandonarmos a luta pela nossa própria sobrevivência, pois a morte é o único passaporte de que dispomos para chegar à eternidade. E lá, o tempo não poderá mais nos atingir, nem derrotar.
(Adail Vetorazzo, Revista Be Bem-estar, 03.03.2024. Adaptado)
As expressões destacadas nas passagens – assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude (2o parágrafo) / fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro (3o parágrafo) – exprimem, correta e respectivamente, as circunstâncias de
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O velho espelho do meu banheiro
Ao longo dos anos nos ensinaram que o tempo é o soberano dos remédios e o melhor lenitivo para todas as dores. Ele sempre seria um bom amigo e um ótimo conselheiro. Com ele jamais nos preocupamos, mesmo porque o tínhamos como poderoso aliado, e assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude, nos fizemos homem e cidadão do mundo.
Os dias, contudo, foram se escoando rapidamente, mas de forma imperceptível. De repente, em uma cinzenta manhã de inverno, um atordoante despertar: o velho espelho de nosso banheiro nos deu o primeiro alerta: fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro e nossos cabelos se apresentavam rarefeitos.
É claro que nos recusamos a acreditar nas imagens refletidas. O problema certamente se devia ao nosso já velho espelho. Era preciso substituí-lo com urgência. Saímos de casa rapidamente e nos dirigimos à vidraçaria mais próxima e, sem questionar valores, compramos um novo espelho do mais puro cristal importado.
Voltamos sem demora e fomos ao banheiro para instalá- lo. Retiramos a embalagem protetora e, esperançosos, nos preparamos para nele nos mirar. Que amarga decepção! Nosso novo espelho, do mais puro cristal, simplesmente insistia em repetir a mesma imagem já mostrada pelo velho espelho, e nem o velho nem o novo estavam mentindo – ambos refletiam aquele nosso momento, sem retoques.
O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. O homem sempre tentou enfrentá-lo buscando nas panaceias farmacêuticas um medicamento seguro para derrotá-lo, mas tem fracassado. É que nossa vida é finita, e o tempo, infinito.
Assim, só venceremos o tempo, só poderemos subjugar sua voracidade quando abandonarmos a luta pela nossa própria sobrevivência, pois a morte é o único passaporte de que dispomos para chegar à eternidade. E lá, o tempo não poderá mais nos atingir, nem derrotar.
(Adail Vetorazzo, Revista Be Bem-estar, 03.03.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada está empregada em sentido figurado, no contexto.
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O velho espelho do meu banheiro
Ao longo dos anos nos ensinaram que o tempo é o soberano dos remédios e o melhor lenitivo para todas as dores. Ele sempre seria um bom amigo e um ótimo conselheiro. Com ele jamais nos preocupamos, mesmo porque o tínhamos como poderoso aliado, e assim caminhamos tranquilamente para a nossa juventude, nos fizemos homem e cidadão do mundo.
Os dias, contudo, foram se escoando rapidamente, mas de forma imperceptível. De repente, em uma cinzenta manhã de inverno, um atordoante despertar: o velho espelho de nosso banheiro nos deu o primeiro alerta: fios prateados invadiam sem cerimônia nosso decantado bigode negro e nossos cabelos se apresentavam rarefeitos.
É claro que nos recusamos a acreditar nas imagens refletidas. O problema certamente se devia ao nosso já velho espelho. Era preciso substituí-lo com urgência. Saímos de casa rapidamente e nos dirigimos à vidraçaria mais próxima e, sem questionar valores, compramos um novo espelho do mais puro cristal importado.
Voltamos sem demora e fomos ao banheiro para instalá- lo. Retiramos a embalagem protetora e, esperançosos, nos preparamos para nele nos mirar. Que amarga decepção! Nosso novo espelho, do mais puro cristal, simplesmente insistia em repetir a mesma imagem já mostrada pelo velho espelho, e nem o velho nem o novo estavam mentindo – ambos refletiam aquele nosso momento, sem retoques.
O tempo, não nos avisaram, era também terrível vilão, extremamente agressivo na sua permanente ação deletéria. O homem sempre tentou enfrentá-lo buscando nas panaceias farmacêuticas um medicamento seguro para derrotá-lo, mas tem fracassado. É que nossa vida é finita, e o tempo, infinito.
Assim, só venceremos o tempo, só poderemos subjugar sua voracidade quando abandonarmos a luta pela nossa própria sobrevivência, pois a morte é o único passaporte de que dispomos para chegar à eternidade. E lá, o tempo não poderá mais nos atingir, nem derrotar.
(Adail Vetorazzo, Revista Be Bem-estar, 03.03.2024. Adaptado)
O narrador da crônica conta uma experiência com o espelho como forma de
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Considere as informações a seguir, prestadas por uma indústria metalúrgica, relativas à aquisição de um equipamento para seu parque industrial.
• Equipamento: corte laser de última geração.
• Valor do equipamento: R$ 4.500.000.
• Data da aquisição: 23.2.2023.
• Valor da obra civil base para apoio do equipamento: R$ 570.000.
• Início de funcionamento do equipamento: 10.6.2023
• Método de depreciação: linear.
• Valor residual estimado: 5% do valor bruto do equipamento.
• Valor do frete: 10% do valor do bem, pago pelo vendedor.
• Valor do ICMS recuperável: 17% do valor do bem.
O valor da depreciação acumulada em 31 de dezembro de 2023, em reais, desprezando os centavos, é igual a
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