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Respondida
A respeito da participação da Defensoria Pública na condição de amicus curiae em um processo que trate de matéria de
interesse institucional,
Respondida
O Recurso Especial NÃO
Respondida
Secretário de Segurança Pública e policial militar de determinado Estado da federação são acusados, como mandante e executor,
respectivamente, pela prática de crime doloso contra a vida de um servidor público civil, que meses antes havia denunciado
ambos por prática de irregularidades na aquisição de equipamentos de uso privativo das corporações militares estaduais.
Consoante o que estabelece a Constituição Federal e o entendimento consagrado pelo Supremo Tribunal Federal na matéria,
A
o Secretário de Estado será processado e julgado perante o Tribunal de Justiça do Estado, se assim previr a Constituição
estadual, e o policial militar, perante o órgão competente da Justiça Militar estadual.
B
o Secretário de Estado será processado e julgado perante o Tribunal do Júri, ainda que a Constituição do Estado
estabeleça prerrogativa de foro para o julgamento de Secretários de Estado nos crimes comuns; e o policial militar, perante
o órgão competente da Justiça Militar estadual.
C
ambos serão processados e julgados perante o órgão competente da Justiça Militar estadual, caso a Constituição do
Estado não estabeleça prerrogativa de foro para o julgamento de Secretários de Estado nos crimes comuns, em função da
conexão das condutas.
D
ambos serão processados e julgados perante o Tribunal de Justiça do Estado, caso a Constituição do Estado estabeleça
prerrogativa de foro para o julgamento de Secretários de Estado nos crimes comuns, em função da conexão das condutas.
E
ambos serão processados e julgados perante o Tribunal do Júri, ainda que a Constituição do Estado estabeleça prerrogativa
de foro para o julgamento de Secretários de Estado nos crimes comuns.
Respondida
Em matéria de nulidades e conforme o entendimento dos tribunais superiores, é correto afirmar que
A
a superveniência da decisão que decretou a prisão preventiva não tem o condão de afastar a análise da tese de nulidade
do flagrante baseada na violação da Súmula Vinculante n° 11 do STF.
B
o Superior Tribunal de Justiça não admite que os dados sigilosos obtidos diretamente pela Secretaria da Receita Federal
sejam repassados ao Ministério Público ou à autoridade policial, para fins de investigação criminal ou instrução processual
penal, pois não precedida de autorização judicial.
C
é pacífico o entendimento acerca da imprescindibilidade da prévia instauração de inquérito ou ação penal para a decretação
da quebra do sigilo telefônico, uma vez que tal providência tem natureza de medida cautelar preparatória, bastando
a existência de indícios razoáveis de autoria ou participação em infração penal punida com reclusão.
D
realizada após a resposta à acusação, a ratificação do recebimento da denúncia dispensa a expensão de fundamentos exaurientes
e plenos, mas não pode o magistrado limitar-se a expressões como "o aduzido pela defesa confunde-se com o mérito" e que "para verificar tais preliminares seria exigido deste Juízo uma análise perfunctória, o que não pode ocorrer nesta
fase, já que seria adentrar em sede meritória".
E
a entrada forçada em domicílio sem mandado judicial só é lícita, mesmo em período noturno, quando amparada em fundadas
razões, devidamente justificadas a priori e nunca a posteriori , que indiquem que dentro da casa ocorre situação de
flagrante delito, sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade dos atos
praticados.
Respondida
Sobre o Tribunal do Júri, é correto afirmar:
A
Nos casos de desaforamento previstos em lei para outra comarca da mesma região, onde não existam aqueles motivos,
preferindo-se as mais próximas, o relator determinará de imediato a suspensão do julgamento pelo Júri.
B
No procedimento dos crimes dolosos contra a vida, a lei processual penal não admite a juntada de documentos pelas
partes após a sentença de pronúncia, a teor do art. 422 do Código de Processo Penal.
C
Se houver indícios de autoria ou de participação de outras pessoas não incluídas na acusação, o juiz, não deverá pronunciar
ou impronunciar o acusado, e determinará o retorno dos autos ao Ministério Público, por 15 dias.
D
O jurado que tiver integrado a lista geral nos 12 meses que antecederem à publicação da nova lista fica dela excluído.
E
Ainda que preclusa a decisão de pronúncia, havendo circunstância superveniente que altere a classificação do crime, o juiz
ordenará a remessa dos autos ao Ministério Público.
Respondida
Conforme a lei penal e processual penal vigente, é correto afirmar:
A
Quando a testemunha não conhecer a língua nacional, se o juiz não dominar o idioma estrangeiro correspondente, será
nomeado intérprete para traduzir as perguntas e respostas.
B
O ato de indiciamento formal, embora complexo e privativo da Autoridade Policial, pode ser determinado por requisição do
juiz e/ou do MP.
C
O ofendido será comunicado dos atos processuais relativos ao ingresso e à saída do acusado da prisão, à designação de
data para audiência e à sentença e respectivos acórdãos que a mantenham ou modifiquem. As comunicações ao ofendido
deverão ser feitas no endereço por ele indicado, pessoalmente, e, no caso de não ser encontrado, por edital.
D
O Presidente e o Vice-Presidente da República, os Senadores e Deputados Federais, os Ministros de Estado, os Governadores
de Estados e Territórios, os Secretários de Estado, os Prefeitos do Distrito Federal e dos Municípios, os Deputados
das Assembleias Legislativas Estaduais, os membros do Poder Judiciário, os ministros e juízes dos Tribunais de
Contas da União, dos Estados, do Distrito Federal, bem como os do Tribunal Marítimo serão inquiridos em local, dia e hora
previamente ajustados entre eles e o juiz quando servirem de testemunhas, mas não quando forem investigados.
E
É sempre possível a internação provisória do acusado que os peritos concluírem ser inimputável ou semi-imputável e
houver risco de reiteração
Respondida
Em relação aos títulos de crédito, é correto afirmar:
A
O título de crédito, enquanto documento necessário ao exercício do direito literal e autônomo nele contido, produz efeitos
se preenchidos ou não os requisitos legais.
B
Consideram-se não escritas no título a cláusula de juros, a proibitiva de endosso, a excludente de responsabilidade pelo
pagamento ou por despesas, a que dispense a observância de termos e formalidades prescritas, e a que, além dos limites
fixados em lei, exclua ou restrinja direitos e obrigações.
C
A omissão de qualquer requisito legal, que tire ao escrito a sua validade como título de crédito, implica a invalidade do
negócio jurídico que lhe deu origem.
D
Enquanto o título de crédito estiver em circulação, tanto ele poderá ser dado em garantia e ser objeto de medidas judiciais,
como também, em conjunto, os direitos ou mercadorias que representa.
E
O pagamento de título de crédito, que contenha obrigação de pagar soma determinada, não admite garantia por aval,
embora possa ser concedido aval parcial.
Respondida
No tocante às disposições gerais das sociedades e à sociedade em comum, é correto afirmar que
A
os bens sociais na sociedade em comum como regra não respondem pelos atos de gestão praticados por qualquer dos
sócios, dada sua natureza de sociedade não personificada.
B
a sociedade adquire personalidade jurídica com o início de suas atividades empresárias, ainda que pendentes de registro
seus atos constitutivos.
C
independentemente de seu objeto, considera-se empresária a sociedade de responsabilidade limitada; e são sociedades
civis as cooperativas.
D
a sociedade que tenha por objeto o exercício de atividade própria de empresário rural e seja constituída, ou transformada,
de acordo com um dos tipos de sociedade empresária, pode, observadas as formalidades legais, requerer inscrição no
Registro Público de Empresas Mercantis da sua sede, caso em que, depois de inscrita, ficará equiparada, para todos os
efeitos, à sociedade empresária.
E
na sociedade em comum, todos os sócios respondem subsidiária e limitadamente pelas obrigações sociais, respeitado o
benefício de ordem àquele que contratou em seu nome.
Respondida
O banco Tubarão Monetário celebra contrato de mútuo com três devedores: Roberto, Renato e Olavo. O dinheiro é para um empreendimento
comum e os três tornam-se devedores solidários. Tendo havido a inadimplência, Tubarão Monetário decide exigir
somente de Olavo o valor total, por considerá-lo com patrimônio suficiente para satisfação do crédito. Essa atitude está
A
correta, pois o credor tem o direito de escolha para cobrar de um ou alguns dos devedores, a dívida comum, total ou
parcialmente, sem que isso importe renúncia da solidariedade em relação aos demais.
B
incorreta, uma vez que, em se tratando de empreendimento comum, o débito necessariamente deve ser exigido dos três
devedores em uma única demanda.
C
correta quanto à possibilidade de o credor escolher qualquer um dos devedores para exigir o débito, mas o fato implicará
renúncia em relação aos demais devedores.
D
incorreta, porque inexiste solidariedade senão em decorrência de lei e, no caso, a responsabilização solidária deu-se pela
via convencional, o que é vedado em contratos onerosos.
E
incorreta, pois a escolha do devedor é possível, mas só poderá ser exigido de Olavo um terço do débito, cobrando-se o
remanescente de Renato e Roberto por meio de ações autônomas.
Respondida
Cirilo e Maria Joaquina viveram em regime de união estável desde 1987. Morto Cirilo, Maria Joaquina pede que seja considerada
a única herdeira de seu companheiro, o que é contestado por dois primos-irmãos dele, únicos parentes seus, colaterais em
quarto grau, que pleiteiam dois terços da herança. Nessas circunstâncias, o pedido
A
de Maria Joaquina deverá ser deferido, uma vez que, no sistema constitucional vigente, decidiu-se ser inconstitucional a
diferenciação de regimes sucessórios entre cônjuges e companheiros, devendo ser aplicado em ambos os casos o regime
jurídico estabelecido para os cônjuges.
B
dos primos-irmãos de Cirilo deve ser deferido, cabendo-lhes dois terços da herança e um terço a Maria Joaquina, sem prejuízo
de sua eventual meação, pois os regimes sucessórios entre cônjuges e companheiros são diversos e considerados
constitucionais no atual sistema jurídico.
C
dos primos-irmãos de Cirilo deve ser deferido porque, no caso, temporalmente não se aplica a igualdade jurídica entre cônjuges
e companheiros, uma vez que a união estável do casal teve início em 1987, anteriormente à atual Constituição Federal.
D
de Maria Joaquina deve ser deferido, uma vez que parentes colaterais em quarto grau, caso dos primos-irmãos de Cirilo,
não são sucessíveis, motivo pelo qual, inexistentes outros herdeiros, deve ela ser considerada herdeira única de seu companheiro
falecido.
E
dos primos-irmãos de Cirilo deve ser parcialmente deferido, cabendo-lhes metade da herança deixada, com a outra metade
sendo destinada a Maria Joaquina, sem prejuízo de sua eventual meação, pois a união estável do casal teve início anteriormente
ao atual Código Civil e respectivo regime sucessório dos companheiros.