Foram encontradas 100 questões.
Respondida
Sobre as prisões processuais, conforme o Código de
Processo Penal e a jurisprudência do STF, é correto
afirmar que
Respondida
Após a devida instrução processual e a apresentação de
memoriais, o juiz de direito condena o réu a 5 anos e
4 meses por crime de roubo cometido com arma de fogo.
A sentença é publicada no dia 17 de julho, uma sexta-feira,
da qual o advogado constituído toma ciência na
própria audiência. O réu é intimado no dia 21 de julho, e o
mandado juntado aos autos no dia 23, do mesmo mês. A
defesa interpõe recurso de apelação no dia 28 de julho.
Neste caso, o juiz
Respondida
Sobre direito societário, é correto afirmar:
Respondida
Sobre direito falimentar, é correto afirmar:
Respondida
Sobre a posse injusta, é INCORRETO afirmar que
Respondida
Sobre a pluralidade do conceito de família, a Constituição
da República Federativa do Brasil de 1988, em sua redação original, reconheceu expressamente como entidades
familiares
A
as uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo,
chamadas pela doutrina de famílias homoafetivas,
conforme decidiu o Supremo Tribunal Federal no
ano de 2011.
B
apenas as matrimoniais, informais e monoparentais,
mas não impede o reconhecimento de outros possíveis arranjos familiares como decorrência dos princípios e direitos fundamentais.
C
apenas as matrimoniais e informais, equiparando-as
expressamente pelo princípio da igualdade entre
cônjuges e companheiros, de modo que qualquer
distinção que a lei estabeleça entre o casamento e a
união estável é inconstitucional.
D
as famílias anaparentais, que são aquelas formadas
por pessoas sem ascendência ou descendência entre
si, mas que se reúnem com base no afeto e no
objetivo de juntos constituírem uma família.
E
as famílias pluriparentais ou recompostas, como
aquelas decorrentes de vários casamentos, uniões
estáveis ou outros relacionamentos afetivos de seus
membros.
Respondida
Humberto devia a Teobaldo a importância de dez mil
reais. Entretanto, realizou o pagamento desta dívida a
Petronílio. Nesta hipótese, o pagamento
A
somente terá eficácia liberatória caso o devedor comprove
que o pagamento foi feito de boa-fé em favor de
credor putativo, como decorrência da boa-fé objetiva e
da teoria da aparência, sendo irrelevante no caso
relatado verificar se houve a anuência ou a reversão
do valor em favor do credor originário (accipiens )
B
somente será válido com a aceitação de Teobaldo,
uma vez que a legitimidade é elemento de validade
do negócio jurídico, e, neste caso, o pagamento não
foi feito ao credor originário (accipiens ).
C
é válido e eficaz, sendo absolutamente irrelevante o
fato de ter sido feito a pessoa diversa do credor, pois
a cobrança em duplicidade de um débito já pago não
é admitida no ordenamento jurídico brasileiro.
D
não tem validade, uma vez que o pagamento feito a
terceiro estranho à relação obrigacional não admite
ratificação.
E
poderá ter eficácia liberatória caso Teobaldo ratifique
o pagamento ou que o devedor comprove que o pagamento
foi feito de boa-fé em favor de credor putativo,
ou, ainda, que o devedor prove que o valor reverteu
em favor do verdadeiro credor.
Respondida
A presunção de paternidade
A
da forma como prevista no Código Civil não tem
mais nenhuma utilidade, uma vez que diante de
qualquer dúvida quanto à paternidade, o exame de
DNA permitirá o conhecimento da origem genética e,
portanto, estabelecer a paternidade, diante da prevalência
do verdade biológica.
B
decorrente do uso de técnicas de reprodução assistida
não foi prevista pelo Código Civil de 2002.
C
decorrente do casamento é relativa (juris tantum ), de
modo que o marido pode ilidir tal presunção caso a
mulher confesse o adultério.
D
decorrente do casamento se estende até 300 dias
após a dissolução da sociedade conjugal, mas a lei
não previu expressamente a mesma presunção
quanto à união estável, de modo que a aplicação ao
companheiro somente se alcança mediante analogia
ou interpretação extensiva.
E
decorrente da fertilização heteróloga consentida,
permite que o marido ou o companheiro revogue a
autorização, desde que antes do nascimento com vida
e, após este, deverá impugnar a paternidade mediante
ação negatória fundamentada em exame de
DNA negativo.
Respondida
José de Oliveira era casado, pelo regime da comunhão
parcial de bens, com Josefina Ribeiro de Oliveira. Juntos,
tiveram quatro filhos, Abelardo, Bernardo, Clodoaldo e
Donaldo. Cada um de seus filhos teve dois filhos, somando
o total de oito netos do casal. Abelardo faleceu no ano
de 2010. José de Oliveira, morreu em julho de 2015. A viúva, Josefina, juntamente com seus filhos Bernardo,
Clodoaldo e Donaldo, sendo que este último desejava renunciar
à herança, compareceu à Defensoria com dúvidas
quanto à sucessão de José de Oliveira. Considerando
essa situação e em conformidade com as disposições legais
e orientação do Superior Tribunal de Justiça:
A
Josefina concorrerá com os filhos comuns quanto aos
bens exclusivos de José de Oliveira, mas não quanto
aos bens comuns do casal, sendo-lhe reservado o
quinhão mínimo de 1/4 (um quarto); Abelardo, pré-
morto, será representado por seus filhos, que sucederão
por estirpe; caso Donaldo renuncie à herança,
seus filhos não poderão receber por representação.
B
Josefina concorrerá com os filhos comuns quanto aos
bens exclusivos de José de Oliveira, mas não quanto
aos bens comuns do casal, não lhe sendo reservado
o quinhão mínimo de 1/4 (um quarto); Abelardo, pré-
morto, será representado por seus filhos, que sucederão
por estirpe; caso Donaldo renuncie à herança,
seus filhos receberão por representação.
C
Josefina concorrerá com os filhos comuns tanto em
relação aos bens exclusivos de José de Oliveira
como em relação aos bens comuns do casal, sendo-lhe
reservado o quinhão mínimo de 1/4 (um quarto);
Abelardo, pré-morto, será representado por seus filhos,
que sucederão por estirpe; caso Donaldo renuncie
à herança, seus filhos não poderão receber
por representação.
D
Josefina concorrerá com os filhos comuns quanto
aos bens exclusivos de José de Oliveira, mas não
quanto aos bens comuns do casal, sendo-lhe reservado
o quinhão mínimo de 1/4 (um quarto); Abelardo,
pré-morto, será representado por seus filhos,
que sucederão por estirpe; caso Donaldo renuncie à
herança, seus filhos receberão por representação.
E
Josefina concorrerá com os filhos comuns somente
quanto aos bens comuns do casal, mas não quanto
aos bens exclusivos de José de Oliveira, sendo-lhe
reservado o quinhão mínimo de 1/4 (um quarto);
Abelardo, pré-morto, será representado por seus filhos,
que sucederão por cabeça; caso Donaldo renuncie
à herança, seus filhos não poderão receber
por representação.
Respondida
João Roberto, que completou 18 anos no dia 1° de julho
de 2015, comparece à Defensoria Pública na data de hoje,
com uma sentença que condenou o seu pai a pagar alimentos
no valor de um salário mínimo ao mês, desde a citação,
ocorrida em 1° de julho de 1999. Os documentos
apresentados pelo jovem revelam que o alimentante nunca
pagou qualquer valor a título de alimentos, desde que
foram fixados até a presente data, razão pela qual João
Roberto deseja que seu pai pague todas as prestações,
sob pena de prisão. João nunca foi emancipado e também
não houve causa extintiva do poder familiar antes do atingimento
da maioridade. Diante deste pedido do autor e
considerando as informações constantes da narrativa acima,
o defensor deverá:
A
ajuizar uma ação de execução de alimentos cobrando
os últimos dois últimos anos, únicas parcelas que
não foram atingidas pela prescrição bienal, além de
ajuizar ação revisional de alimentos, para comprovar
que, apesar de atingida a maioridade, João ainda
tem necessita dos alimentos.
B
informar João Roberto que não mais é possível a cobrança
dos alimentos, uma vez que após atingida a
maioridade, ocorre a exoneração do encargo alimentar
e, além disso, embora o direito aos alimentos seja
imprescritível, a cobrança das parcelas já prescreve
no prazo de dois anos a partir do momento em
que João Roberto atingiu os 16 anos e, portanto,
passou a ser relativamente incapaz.
C
ajuizar duas ações de execução de alimentos: uma
cobrando as três últimas parcelas vencidas e as que
se vencerem no curso do processo, sob pena de prisão,
e a outra cobrando as demais parcelas desde o
mês de julho de 1999, requerendo que o alimentante
faça o pagamento das parcelas vencidas, sob pena
de penhora.
D
ajuizar uma única ação de execução de alimentos,
pedindo que o alimentante pague todas as prestações
desde o mês de julho de 1999, sob pena de
prisão civil, diante do caráter da imprescritibilidade
dos alimentos.
E
ajuizar duas ações de execução de alimentos, cobrando
as três últimas parcelas vencidas e as que se
vencerem no curso do processo, sob pena de prisão,
e a outra cobrando as demais parcelas, mas somente
as que não estejam prescritas, respeitado o
prazo prescricional de 02 anos em relação às parcelas
vencidas.