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A síndrome dolorosa complexa regional (SDCR) é uma condição dolorosa e debilitante caracterizada por alterações sensitivas, vasomotoras, sudomotoras e tróficas. Os tratamentos tradicionais de fisioterapia têm sido direcionados a sintomas periféricos, geralmente com eficácia limitada. À luz da crescente evidência científica sobre o sistema nervoso central na patogênese da SDCR, houve uma mudança de intervenções para modular o processamento central. As técnicas que apresentam promessas incluem terapia com espelho, imagens com motor graduado, treinamento sobre discriminação tátil.
Tendo como referência essas informações, julgue o item a seguir.
Com o desenvolvimento da tecnologia, as teorias foram expandidas para o mundo virtual. A realidade virtual consegue melhorar o padrão de movimento do membro afetado, porém não alivia a dor de pacientes com SDCR.
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A síndrome dolorosa complexa regional (SDCR) é uma condição dolorosa e debilitante caracterizada por alterações sensitivas, vasomotoras, sudomotoras e tróficas. Os tratamentos tradicionais de fisioterapia têm sido direcionados a sintomas periféricos, geralmente com eficácia limitada. À luz da crescente evidência científica sobre o sistema nervoso central na patogênese da SDCR, houve uma mudança de intervenções para modular o processamento central. As técnicas que apresentam promessas incluem terapia com espelho, imagens com motor graduado, treinamento sobre discriminação tátil.
Tendo como referência essas informações, julgue o item a seguir.
A discriminação tátil é mais rápida em um membro afetado pela SDCR do que em um não afetado, em razão do aumento da sensibilidade causada pela SDCR.
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A síndrome dolorosa complexa regional (SDCR) é uma condição dolorosa e debilitante caracterizada por alterações sensitivas, vasomotoras, sudomotoras e tróficas. Os tratamentos tradicionais de fisioterapia têm sido direcionados a sintomas periféricos, geralmente com eficácia limitada. À luz da crescente evidência científica sobre o sistema nervoso central na patogênese da SDCR, houve uma mudança de intervenções para modular o processamento central. As técnicas que apresentam promessas incluem terapia com espelho, imagens com motor graduado, treinamento sobre discriminação tátil.
Tendo como referência essas informações, julgue o item a seguir.
O programa de imagem motora graduada vem sendo usado para o tratamento de pacientes com SDCR e possui três estágios. No primeiro, os participantes veem uma série de fotografias e são convidados a identificar, o mais rápido possível, se a representação é de um membro esquerdo ou direito. No segundo, os participantes imaginam mover o membro afetado para a posição mostrada na fotografia. O último estágio envolve terapia com espelho, em que ambos os membros são movidos para adotar posturas simples, como as mostradas na fotografia.
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A síndrome dolorosa complexa regional (SDCR) é uma condição dolorosa e debilitante caracterizada por alterações sensitivas, vasomotoras, sudomotoras e tróficas. Os tratamentos tradicionais de fisioterapia têm sido direcionados a sintomas periféricos, geralmente com eficácia limitada. À luz da crescente evidência científica sobre o sistema nervoso central na patogênese da SDCR, houve uma mudança de intervenções para modular o processamento central. As técnicas que apresentam promessas incluem terapia com espelho, imagens com motor graduado, treinamento sobre discriminação tátil.
Tendo como referência essas informações, julgue o item a seguir.
A terapia com espelho, que visa criar uma ilusão de normalidade no membro afetado e gera efeito analgésico prolongado, pode ajudar na redução da dor e melhorar a função nos estágios iniciais da SDCR, mas não nos mais tardios.
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Um homem com cinquenta e dois anos de idade, pedreiro de construção civil, chega ao hospital queixando-se de muita dor no braço direito. Ele conta que, há seis meses, sofreu queda de um andaime, que estava a três metros do solo, e contundiu o braço direito. Logo depois, desenvolveu, no braço e antebraço direito, uma dor que perdura até o momento. Na época da queda, o paciente foi avaliado em um pronto atendimento, onde fez uma radiografia do braço, a qual não apresentou anormalidades e, por isso, ele não foi tratado. Desde a lesão, a dor e o inchaço persistem. O exame físico revela que o braço direito é mais úmido e peludo que o esquerdo; não há fraqueza específica ou mudança sensorial, e a dor não melhora ao elevar o braço, no entanto, o braço direito é claramente mais edemaciado que o esquerdo, e a pele parece brilhante e fria.
Considerando esse caso clínico, julgue o item subsequente.
A lesão do plexo braquial é a provável causa da dor do paciente.
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Um homem com cinquenta e dois anos de idade, pedreiro de construção civil, chega ao hospital queixando-se de muita dor no braço direito. Ele conta que, há seis meses, sofreu queda de um andaime, que estava a três metros do solo, e contundiu o braço direito. Logo depois, desenvolveu, no braço e antebraço direito, uma dor que perdura até o momento. Na época da queda, o paciente foi avaliado em um pronto atendimento, onde fez uma radiografia do braço, a qual não apresentou anormalidades e, por isso, ele não foi tratado. Desde a lesão, a dor e o inchaço persistem. O exame físico revela que o braço direito é mais úmido e peludo que o esquerdo; não há fraqueza específica ou mudança sensorial, e a dor não melhora ao elevar o braço, no entanto, o braço direito é claramente mais edemaciado que o esquerdo, e a pele parece brilhante e fria.
Considerando esse caso clínico, julgue o item subsequente.
A dor do paciente é decorrente da radiculopatia cervical.
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Um homem com cinquenta e dois anos de idade, pedreiro de construção civil, chega ao hospital queixando-se de muita dor no braço direito. Ele conta que, há seis meses, sofreu queda de um andaime, que estava a três metros do solo, e contundiu o braço direito. Logo depois, desenvolveu, no braço e antebraço direito, uma dor que perdura até o momento. Na época da queda, o paciente foi avaliado em um pronto atendimento, onde fez uma radiografia do braço, a qual não apresentou anormalidades e, por isso, ele não foi tratado. Desde a lesão, a dor e o inchaço persistem. O exame físico revela que o braço direito é mais úmido e peludo que o esquerdo; não há fraqueza específica ou mudança sensorial, e a dor não melhora ao elevar o braço, no entanto, o braço direito é claramente mais edemaciado que o esquerdo, e a pele parece brilhante e fria.
Considerando esse caso clínico, julgue o item subsequente.
A dor do paciente é decorrente da síndrome dolorosa complexa regional.
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Um homem com cinquenta e dois anos de idade, pedreiro de construção civil, chega ao hospital queixando-se de muita dor no braço direito. Ele conta que, há seis meses, sofreu queda de um andaime, que estava a três metros do solo, e contundiu o braço direito. Logo depois, desenvolveu, no braço e antebraço direito, uma dor que perdura até o momento. Na época da queda, o paciente foi avaliado em um pronto atendimento, onde fez uma radiografia do braço, a qual não apresentou anormalidades e, por isso, ele não foi tratado. Desde a lesão, a dor e o inchaço persistem. O exame físico revela que o braço direito é mais úmido e peludo que o esquerdo; não há fraqueza específica ou mudança sensorial, e a dor não melhora ao elevar o braço, no entanto, o braço direito é claramente mais edemaciado que o esquerdo, e a pele parece brilhante e fria.
Considerando esse caso clínico, julgue o item subsequente.
A trombose da veia subclávia é a causa da dor do paciente.
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Os acidentes vasculares cerebrais (AVC) são as causas mais comuns das hemiplegias, quadros clínicos para os quais os fisioterapeutas comumente são indicados a tratar. Com relação aos aspectos clínicos que direcionam o tratamento das hemiplegias e às práticas aplicadas nesse tratamento, julgue o item subsecutivo.
A terapia de contenção induzida, uma das modalidades de tratamento indicado para os comprometimentos do membro superior plégico de pacientes vítimas de AVC, baseia-se na restrição dos movimentos do braço não afetado e na realização de exercícios ou envolvimento do braço afetado em atividades de vida diária, por muitas horas durante o dia.
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Os acidentes vasculares cerebrais (AVC) são as causas mais comuns das hemiplegias, quadros clínicos para os quais os fisioterapeutas comumente são indicados a tratar. Com relação aos aspectos clínicos que direcionam o tratamento das hemiplegias e às práticas aplicadas nesse tratamento, julgue o item subsecutivo.
Um paciente vítima de AVC e que tenha desenvolvido a síndrome de Pusher deve ser tratado com ampla oferta de estímulos sensoriais externos, considerando-se que o sistema de retroalimentação interna é deficiente nessa síndrome e que, portanto, apenas o uso de um comando verbal para sua correção postural seria pouco eficaz.
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