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Os acidentes vasculares cerebrais (AVC) são as causas mais comuns das hemiplegias, quadros clínicos para os quais os fisioterapeutas comumente são indicados a tratar. Com relação aos aspectos clínicos que direcionam o tratamento das hemiplegias e às práticas aplicadas nesse tratamento, julgue o item subsecutivo.
Durante o início do treinamento de marcha do paciente hemiplégico, pode-se permitir que ele descarregue o peso corporal sobre o membro parético, ainda que o joelho permaneça hiperestendido e o pé permaneça em equino, uma vez que, nessa etapa do tratamento, o treinamento da fase de oscilação da marcha é o mais relevante.
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Os acidentes vasculares cerebrais (AVC) são as causas mais comuns das hemiplegias, quadros clínicos para os quais os fisioterapeutas comumente são indicados a tratar. Com relação aos aspectos clínicos que direcionam o tratamento das hemiplegias e às práticas aplicadas nesse tratamento, julgue o item subsecutivo.
Durante uma atividade terapêutica proposta ao paciente hemiplégico, o aparecimento de reações associadas pode ser indicativo de que tal atividade esteja acima da capacidade momentânea do paciente.
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Os acidentes vasculares cerebrais (AVC) são as causas mais comuns das hemiplegias, quadros clínicos para os quais os fisioterapeutas comumente são indicados a tratar. Com relação aos aspectos clínicos que direcionam o tratamento das hemiplegias e às práticas aplicadas nesse tratamento, julgue o item subsecutivo.
O ombro doloroso, uma ocorrência comum em pacientes que sofreram AVC, decorre de mecanismos biomecânicos alterados que lesam tecidos moles do complexo articular do ombro, e seu tratamento pode ser promovido com exercícios que estimulem os movimentos de rotação medial da escápula e do úmero.
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Os acidentes vasculares cerebrais (AVC) são as causas mais comuns das hemiplegias, quadros clínicos para os quais os fisioterapeutas comumente são indicados a tratar. Com relação aos aspectos clínicos que direcionam o tratamento das hemiplegias e às práticas aplicadas nesse tratamento, julgue o item subsecutivo.
Durante o tratamento fisioterapêutico, é importante que o paciente hemiplégico seja treinado a mover seletivamente o tronco e as extremidades, porque há uma tendência de ele passar a realizar movimentos estereotipados conhecidos como sinergias em massa, que dificultam a realização de tarefas funcionais.
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Um homem de sessenta e cinco anos de idade foi internado com diagnóstico de síndrome de Guillain-Barré (SGB), com sintomas de parestesia e fraqueza muscular nos dois pés e na porção inferior das pernas, que evoluíram para as mãos e para os braços três dias após a internação.
Considerando essa situação hipotética, julgue o próximo item.
Caso esse paciente apresente fadiga, sintoma frequente na SGB, será necessário que o fisioterapeuta estabeleça um programa de exercícios de baixa intensidade, com poucas repetições e com múltiplas séries.
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Um homem de sessenta e cinco anos de idade foi internado com diagnóstico de síndrome de Guillain-Barré (SGB), com sintomas de parestesia e fraqueza muscular nos dois pés e na porção inferior das pernas, que evoluíram para as mãos e para os braços três dias após a internação.
Considerando essa situação hipotética, julgue o próximo item.
O quadro de parestesia e fraqueza muscular verificado no momento da internação do paciente descrito tem sua fisiopatologia explicada pela lesão traumática dos nervos periféricos, o que afeta a função dos axônios sensoriais e motores que inervam as regiões corporais acometidas.
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Um homem de sessenta e cinco anos de idade foi internado com diagnóstico de síndrome de Guillain-Barré (SGB), com sintomas de parestesia e fraqueza muscular nos dois pés e na porção inferior das pernas, que evoluíram para as mãos e para os braços três dias após a internação.
Considerando essa situação hipotética, julgue o próximo item.
O diagnóstico de SGB pode ser feito a partir da associação de achados do exame físico com os resultados de exames complementares, como a punção na coluna e testes de velocidade de condução nervosa.
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O exame neurológico do paciente, quando corretamente realizado e interpretado, proporciona ao fisioterapeuta elementos importantes para a adequada programação do tratamento. Acerca desse exame, julgue o item seguinte.
A avaliação da paralisia facial de origem central se diferencia da de origem periférica, pois, na central, verifica-se paralisia do quadrante facial inferior contralateral à lesão, enquanto, na periférica, verifica-se paralisia de toda a hemiface homolateral à lesão.
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O exame neurológico do paciente, quando corretamente realizado e interpretado, proporciona ao fisioterapeuta elementos importantes para a adequada programação do tratamento. Acerca desse exame, julgue o item seguinte.
Uma hipertonia elástica ou espástica do músculo quadríceps femoral caracteriza-se pela presença de resistência contrária ao movimento passivo de flexão do joelho, que varia com a velocidade desse movimento e, em seguida, cede rápida e totalmente.
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O exame neurológico do paciente, quando corretamente realizado e interpretado, proporciona ao fisioterapeuta elementos importantes para a adequada programação do tratamento. Acerca desse exame, julgue o item seguinte.
Quando a percussão de uma área do membro superior, com o martelo de reflexos, causa a flexão do cotovelo associada à pronação do antebraço, foi deflagrado o reflexo tendinoso bicipital.
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