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Um paciente de 60 anos queixa-se de parestesias e dor em pés iniciadas há mais de 3 anos, que vêm se agravando lentamente e afetaram as mãos no último ano. O exame neurológico demonstra leve hipoestesia tátil, térmica e dolorosa distalmente abaixo dos cotovelos e joelhos. Apresenta força grau V nos 4 membros com reflexos preservados bilateralmente e propriocepção preservada. Não há comorbidades conhecidas.
Quanto à investigação desse tipo de neuropatia, é correto afirmar que:
 

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Uma paciente de 8 anos é levada pelos pais a consulta com neurologista. Observam que, desde que ela adquiriu marcha, tinha dificuldade principalmente para pular, correr e subir escadas. Relatam que o quadro tem piorado lentamente, e hoje ela tem quedas frequentes e deambula com assistência de terceiros. Negam queixas cognitivas, afirmando que a filha tem bom desempenho escolar. De história familiar, informam que duas tias maternas tiveram pé equino na infância, e uma delas fez alongamento de tendão e tem dificuldade de locomoção. Ao exame neurológico, apresenta pés cavos, tetraparesia de predomínio distal, hipoestesia dolorosa em bota de cano curto, hipopalestesia distal em membros inferiores e marcha escarvante com apoio unilateral. O teste genético detectou duplicação do gene PMP22 no cromossomo 17.
Quanto ao diagnóstico, é correto afirmar que se trata:
 

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Um paciente de 70 anos dá entrada na emergência após queda da própria altura e trauma em região occipital. Familiares informam ao médico que ele tem apresentado quedas nos últimos 12 meses por desequilíbrio, além de alterações comportamentais como impulsividade e anosognosia. Um neurologista é chamado para avaliar o paciente e constata ao exame neurológico: força preservada nos 4 membros, reflexos vivos globalmente, rigidez plástica e bradicinesia bilateral em membros superiores, simétrica, instabilidade postural ao pull-test (paciente cai se não amparado pelo examinador) e restrição do olhar vertical inferior.
Nesse momento, o paciente é encaminhado para acompanhamento ambulatorial com a seguinte hipótese diagnóstica:
 

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Paciente de 68 anos apresenta quadro agudo de dor no olho direito, acompanhado de ptose e paralisia para adução e movimentos verticais desse olho. Ao exame neurológico, observam-se as alterações citadas, estrabismo divergente do olho direito ao repouso e preservação do reflexo fotomotor direto e consensual. Não há outras alterações neurológicas.
Uma hipótese etiológica para este quadro é:
 

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3785593 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
João Alberto, 50 anos, apresenta, desde os 40 anos de idade, quadro de cefaleia recorrente. Essas ocorrem praticamente sempre no mesmo horário, despertando o paciente do sono e deixando-o inquieto. Refere que a dor é excruciante em região orbitofrontal esquerda, dura habitualmente cerca de 45 minutos, e está associada a hiperemia conjuntival, ptose palpebral e rinorreia, ipsilaterais. Ao longo dos anos, teve crises de dor intercaladas por períodos sem dor. No entanto, há 1 ano apresenta dor diariamente tanto à noite quando durante o dia.
Diante desse cenário, deve-se orientar:
 

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3785592 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
Paciente de 25 anos foi diagnosticada com esclerose múltipla remitente-recorrente após apresentar dois surtos, sendo uma neurite óptica e uma síndrome de tronco cerebral, com 6 meses de intervalo entre eles. Houve recuperação completa dos sintomas sem tratamento específico. Ressonância magnética de crânio evidenciou lesões desmielinizantes típicas supra e infratentoriais sem captação de contraste, e, no liquor, foram identificadas bandas oligoclonais. Iniciou tratamento com acetato de glatiramer 40 mg SC, 3 vezes por semana, mas, após 6 meses de uso dessa medicação, apresentou quadro subagudo de dormência e fraqueza no membro superior direito, sendo então prescrita pulsoterapia com metilprednisolona 1.000 mg venoso por 5 dias. Nesse momento, optou-se pela troca do tratamento preventivo para fingolimode 0,5 mg, 1 vez ao dia. Uma contraindicação ao uso do fingolimode é:
 

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3785591 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
Paciente de 68 anos, tabagista e hipertenso, é levado por familiares ao serviço de emergência. Informam que ele apresentou quadro de cefaleia e confusão mental súbitos, seguido de perda de consciência. No momento do atendimento, apresentava pressão arterial = 220 x 120 mmHg, abertura ocular e postura em decorticação e emitia sons incompreensíveis ao estímulo doloroso. Apresentava também pupilas anisocóricas e midríase paralítica à direita.
A pontuação da escala de coma de Glasgow do paciente nesse momento é:
 

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3785590 Ano: 2024
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
Marcia, 26 anos, comparece ao ambulatório de neurologia relatando que apresentou crise convulsiva tônico-clônica generalizada, tendo sido levada por seu marido ao hospital no dia anterior. Nos dias anteriores à crise, não fez nenhuma atividade diferente do habitual, não tomou qualquer medicação nova e não abusou de álcool. O exame neurológico é normal.
Diante desse cenário, a conduta inicial é:
 

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Cláudio, 70 anos, advogado, apresenta, nos últimos 12 meses, quadro de esquecimento de fatos recentes. Relata esquecer onde estão objetos de uso corriqueiro como chaves, óculos e celular; esquece, também, compromissos importantes e tem contas acumuladas por falta de pagamento. Realizou RM de crânio, que evidenciou microangiopatia incipiente. Exames laboratoriais, incluindo sorologias, função tireoidiana e vitamina B12, estão dentro dos parâmetros normais.
Diante da suspeita de doença de Alzheimer, foi solicitado um biomarcador, sendo então confirmado esse diagnóstico com a seguinte alteração:
 

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Paciente de 75 anos tem diagnóstico de doença de Parkinson idiopática há 6 anos. Faz uso de levodopa na dose de 150 mg quatro vezes ao dia com intervalo de 6 horas entre as doses. A latência de efeito é de 30 minutos e a duração do efeito é de 3 horas; assim, cerca de 1 hora e meia antes da dose seguinte, ele evolui com acentuação do tremor e rigidez em membros superiores e dificuldade de marcha.
Diante desse quadro, a conduta terapêutica mais adequada é:
 

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