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Paciente feminina, 53 anos, vai à consulta médica com quadro de dificuldade de nomear objetos e construir frases há aproximadamente 2 anos. Mais recentemente, tem estado desorganizada, deixa alimentos estragando na geladeira e às vezes não consegue fazer a comida da forma correta. Quando questionados sobre o comportamento, familiares confirmam que está diferente, estando a paciente se insinuando para o vizinho, o que está gerando conflitos com o marido. A avaliação neuropsicológica evidenciou comprometimento de múltiplos domínios cognitivos, com predomínio de linguagem e funções executivas. Foram excluídas causas tratáveis de demência. Considerando dados demográficos e domínios cognitivos afetados, foi feita uma hipótese etiológica.
Sobre essa doença, é correto afirmar que:
 

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Paciente, 30 anos, sexo feminino, obesa e tabagista, procura avaliação neurológica com queixa de dor em queimação na região palmar da mão direita, que se estende do 1º dedo à metade radial do 4º dedo. A dor é mais intensa à noite. Ao exame, observa-se discreta atrofia da região tenar e incapacidade de realizar a oponência do polegar.
O diagnóstico topográfico é consistente com nervo:
 

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Menino de 5 anos, previamente saudável, é trazido de madrugada à emergência pelos pais. Há 24 horas iniciou quadro de inapetência, cefaleia, vômitos e febre. O quadro foi considerado pelo pediatra como virose. No entanto, o paciente apresentou crise convulsiva generalizada há 1 hora e desde então está sonolento, levantando a suspeita de meningite.
Para confirmação desse diagnóstico, as manobras semiológicas a serem realizadas são:
 

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Mulher de 45 anos de idade, afrodescendente, apresenta quadro de perda visual grave em olho esquerdo de instalação subaguda. Procura oftalmologista, que constata grave comprometimento da acuidade visual e edema de papila em olho esquerdo. Solicita exames, que afastam etiologia isquêmica ou infecciosa. A RM de crânio mostrou hipersinal em FLAIR em nervos ópticos com captação de gadolíneo em T1, sem alterações no parênquima cerebral. Diante da suspeita de síndrome do espectro da neuromielite óptica, realizou pesquisa do anticorpo antiaquaporina 4, que foi negativa. Após 6 meses evoluiu com quadro de soluços e vômitos intratáveis, apesar do uso de vários medicamentos sintomáticos, chegando a perder peso. Esse quadro durou 1 mês e melhorou espontaneamente. Realizou RM de crânio e levou o exame ao neurologista, sendo diagnosticada com neuromielite óptica.
A lesão encontrada que definiu o diagnóstico estava localizada em:
 

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Homem de 78 anos, em uso de AAS por conta de uma coronariopatia, tropeça na rua, cai e sofre trauma frontoparietal à direita com formação de hematoma subgaleal. Na emergência, faz RX de crânio, que se mostra normal, e é liberado. Após 30 dias, passa a apresentar sonolência e confusão mental, e a andar com dificuldade. É levado ao hospital, sendo identificado no exame neurológico Glasgow 13 (abertura ocular = 4, resposta verbal = 4, resposta motora = 5), além de hemiparesia à esquerda. É submetido a TC de crânio, que confirma o diagnóstico de hematoma subdural crônico.
A imagem tomográfica é descrita como:
 

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Homem, 38 anos, sem comorbidades prévias, procura pronto-socorro com queixa de dormência e formigamento nos pés associados a lombalgia iniciados há 3 dias. Foi avaliado e liberado para casa com analgesia. Uma semana depois, ele retorna com incapacidade para deambular e dormência nas mãos há 24 horas. Ao exame, apresenta paraparesia (MRC=2), reflexos aquileus e patelares abolidos, sinal de Lasegue positivo bilateralmente e exame da sensibilidade normal.
Nesse cenário clínico, a confirmação do diagnóstico depende de:
 

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Paciente feminina de 18 anos é levada ao neurologista com quadro de curso progressivo há 2 anos, de desequilíbrio de marcha e incoordenação motora apendicular, dificultando as atividades de vida diária. Ao exame são identificados nistagmo às miradas horizontais, disartria, dismetria nos quatro membros, arreflexia profunda, reflexo cutâneo-plantar em extensão bilateral e apalestesia distal em membros inferiores. Diagnóstico prévio de escoliose, sem outras comorbidades. Não há história familiar. Os pais são primos.
Uma causa genética foi aventada e confirmada com o seguinte exame:
 

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Mulher de 65 anos, hipertensa, apresentou, subitamente, perda de força em dimídio direito. Levada à emergência após duas horas do início dos sintomas, está acordada, não pronuncia nenhuma palavra e obedece a ordens verbais simples como abrir a boca e fechar os olhos. O médico confirma o déficit motor e observa desvio da comissura labial para a esquerda. PA = 210 x 120, FC = 80 bpm e ritmo cardíaco regular. A TC de crânio, realizada após 1 hora da entrada no hospital, evidenciou hipodensidade em região fronto-parietal esquerda (ASPECT = 9). Iniciada medicação anti-hipertensiva venosa e colhido exame de sangue. Após 1 hora, a PA estava 190 X 105 mmHg. Exames laboratoriais em andamento.
Em relação à conduta terapêutica de fase aguda, é correto afirmar que, neste momento:
 

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Criança de 5 anos de idade vem apresentando, na escola, episódios em que não responde quando é chamada, mantendo olhar fixo, com duração de segundos. A professora observa movimentos despropositados nos dedos das mãos e piscamentos. Esses episódios ocorrem 3 ou 4 vezes ao dia. Nascida de parto sem intercorrências, com desenvolvimento psicomotor normal até o momento. O exame neurológico é normal. O EEG mostra paroxismos frequentes de pontas ondas a 3 ciclos por segundo. Iniciou anticonvulsivante (carbamazepina 200 mg/dia) com aumento da frequência das crises.
As crises descritas são sugestivas do seguinte tipo de epilepsia:
 

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Paciente atendida no ambulatório de neurologia aos 23 anos de idade relata que, desde os 13 anos, apresenta crises caracterizadas por automatismos de membros superiores e movimentos mastigatórios, com perda de contato com os familiares. Nessas crises, o quadro rapidamente evolui para perda da consciência e postura tônica simétrica dos 4 membros, seguidas de atividade clônica, liberação esfincteriana, mordedura da língua e confusão mental no período pós-ictal. A frequência das crises é variável, mas elas têm sido mais frequentes nos últimos 2 anos.
Pela classificação da ILAE 2017, é correto classificar as crises epilépticas dessa paciente como:
 

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