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Foram encontradas 100 questões.

3743363 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Assinale a alternativa correta quanto à função sintática do termo em destaque na frase a seguir.

O livreiro, sobrecarregado de tanto trabalho, decidiu que precisava contratar novos funcionários para a sua loja.

 

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3743362 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Quanto às possibilidades de aplicação das regras de concordância nominal, assinale a alternativa em que uma das frases está incorreta.

 

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3743361 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Assinale a alternativa em que a conjunção coordenativa "e" apresenta valor aditivo.

 

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3743360 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Considerando a locução adjetiva dada para os adjetivos em destaque, marque V para verdadeiro e F para falso. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Mesmo após a tempestade, o pássaro inerme permaneceu em seu ninho, demonstrando uma coragem silenciosa. (sem forças)

( ) Apesar do seu sorriso viperino, ele tinha um bom caráter que só era revelado em momentos de necessidade. (de víbora)

( ) Com a aproximação das nuvens plúmbeas, o dia se tornou sombrio e a tempestade parecia iminente. (de chumbo)

( ) Aquela senhora apresentava um sorriso jovial e estava sempre rodeada de pessoas. (de jovem)

 

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3743359 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

A questão abaixo referem-se ao texto abaixo.

Caetés - Capítulo 6

Graciliano Ramos

[...]

Dedicava-me às minhas ocupações singelas — e as ideias esvoaçavam em redor da Marta Varejão.

Realmente não era feia, com aquele rostinho moreno, grandes olhos pretos, boca vermelha de beiços carnudos, cabelos tenebrosos, mãos de mulher que vive a rezar. E alta, airosa, simpática, sim senhor, ótima fêmea. Se ela me quisesse, eu não tinha razão para considerar-me infeliz.

Queria. Na segunda-feira do carnaval, defronte do cinema, fora muito amável comigo. Olhadelas, sorrisos, um provérbio embaraçado, em francês. Aquilo prometia. Estava acabado, ia atirar-me a ela, como diz o Pinheiro. E se a D. Engrácia lhe deixasse a fortuna, bom casamento, negócio magnífico. Não que me preocupe exclusivamente com o dinheiro, pois se Marta fosse vesga e coxa, não a aceitaria por preço nenhum. Mas era bonita, e os bens da viúva davam-lhe encantos que a princípio eu não tinha descoberto.

Tocava piano. Naquele momento reconheci no piano um caminho seguro para a perfeição. Falava francês. Não havia certamente exercício mais honesto que falar francês, língua admirável. Fazia flores de parafina. Compreendi que as flores de parafina eram na realidade os únicos objetos úteis. O resto não valia nada.

Não seria difícil travar na igreja um namoro com ela, na missa das sete, e mandar-lhe, por intermédio de Casimira, umas cartas cheias de inflamações alambicadas, versos de Olavo Bilac e frases estrangeiras, dessas que vêm nas folhas cor-de-rosa do pequeno Larousse. Talvez, com algum trabalho, conseguisse completar para ela um soneto que andei compondo aos quinze anos e que teria saído bom se não emperrasse no fim. Depois obteria umas entrevistas à noite, à janela, e, conversa puxa conversa, pregava-lhe, ao cabo de uma semana, meia dúzia de beijos. Ficávamos noivos, casávamos, D. Engrácia morria.

Imaginei-me proprietário, vendendo tudo, arredondando aí uns quinhentos contos, indo viver no Rio de Janeiro com Marta, entre romances franceses, papéis de música e flores de parafina. Onde iria morar? Na Tijuca, em Santa Teresa, ou em Copacabana, um dos bairros que vi nos jornais. […]

Caetés.

Uma fina ironia se manifesta em vários momentos do texto, ressaltando-se um jogo de palavras em que se diz o contrário do que se pretende dizer. Considerando isso, observe as seguintes passagens do texto:

I- “Mas era bonita, e os bens da viúva davam-lhe encantos que a princípio eu não tinha descoberto.”

II- “Fazia flores de parafina. Compreendi que as flores de parafina eram na realidade os únicos objetos úteis.”

III- “Talvez, com algum trabalho, conseguisse completar para ela um soneto que andei compondo aos quinze anos.”

IV- “Onde iria morar? Na Tijuca, em Santa Teresa, ou em Copacabana, um dos bairros que vi no jornal.”

Há ironia somente em

 

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3743358 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

A questão abaixo referem-se ao texto abaixo.

Caetés - Capítulo 6

Graciliano Ramos

[...]

Dedicava-me às minhas ocupações singelas — e as ideias esvoaçavam em redor da Marta Varejão.

Realmente não era feia, com aquele rostinho moreno, grandes olhos pretos, boca vermelha de beiços carnudos, cabelos tenebrosos, mãos de mulher que vive a rezar. E alta, airosa, simpática, sim senhor, ótima fêmea. Se ela me quisesse, eu não tinha razão para considerar-me infeliz.

Queria. Na segunda-feira do carnaval, defronte do cinema, fora muito amável comigo. Olhadelas, sorrisos, um provérbio embaraçado, em francês. Aquilo prometia. Estava acabado, ia atirar-me a ela, como diz o Pinheiro. E se a D. Engrácia lhe deixasse a fortuna, bom casamento, negócio magnífico. Não que me preocupe exclusivamente com o dinheiro, pois se Marta fosse vesga e coxa, não a aceitaria por preço nenhum. Mas era bonita, e os bens da viúva davam-lhe encantos que a princípio eu não tinha descoberto.

Tocava piano. Naquele momento reconheci no piano um caminho seguro para a perfeição. Falava francês. Não havia certamente exercício mais honesto que falar francês, língua admirável. Fazia flores de parafina. Compreendi que as flores de parafina eram na realidade os únicos objetos úteis. O resto não valia nada.

Não seria difícil travar na igreja um namoro com ela, na missa das sete, e mandar-lhe, por intermédio de Casimira, umas cartas cheias de inflamações alambicadas, versos de Olavo Bilac e frases estrangeiras, dessas que vêm nas folhas cor-de-rosa do pequeno Larousse. Talvez, com algum trabalho, conseguisse completar para ela um soneto que andei compondo aos quinze anos e que teria saído bom se não emperrasse no fim. Depois obteria umas entrevistas à noite, à janela, e, conversa puxa conversa, pregava-lhe, ao cabo de uma semana, meia dúzia de beijos. Ficávamos noivos, casávamos, D. Engrácia morria.

Imaginei-me proprietário, vendendo tudo, arredondando aí uns quinhentos contos, indo viver no Rio de Janeiro com Marta, entre romances franceses, papéis de música e flores de parafina. Onde iria morar? Na Tijuca, em Santa Teresa, ou em Copacabana, um dos bairros que vi nos jornais. […]

Caetés.

Coloque V para verdadeiro e F para falso, com base no texto, e em seguida assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) O narrador coloca o amor de Marta como o bem mais importante em sua vida naquele momento.

( ) O narrador pretendia continuar morando onde estava, após casar-se com Marta, pois o que mais lhe importava era o amor dela.

( ) No 3.° parágrafo, o narrador coloca pistas que amparam sua afirmação de que Marta o queria.

 

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3743357 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

A questão abaixo referem-se ao texto abaixo.

Caetés - Capítulo 6

Graciliano Ramos

[...]

Dedicava-me às minhas ocupações singelas — e as ideias esvoaçavam em redor da Marta Varejão.

Realmente não era feia, com aquele rostinho moreno, grandes olhos pretos, boca vermelha de beiços carnudos, cabelos tenebrosos, mãos de mulher que vive a rezar. E alta, airosa, simpática, sim senhor, ótima fêmea. Se ela me quisesse, eu não tinha razão para considerar-me infeliz.

Queria. Na segunda-feira do carnaval, defronte do cinema, fora muito amável comigo. Olhadelas, sorrisos, um provérbio embaraçado, em francês. Aquilo prometia. Estava acabado, ia atirar-me a ela, como diz o Pinheiro. E se a D. Engrácia lhe deixasse a fortuna, bom casamento, negócio magnífico. Não que me preocupe exclusivamente com o dinheiro, pois se Marta fosse vesga e coxa, não a aceitaria por preço nenhum. Mas era bonita, e os bens da viúva davam-lhe encantos que a princípio eu não tinha descoberto.

Tocava piano. Naquele momento reconheci no piano um caminho seguro para a perfeição. Falava francês. Não havia certamente exercício mais honesto que falar francês, língua admirável. Fazia flores de parafina. Compreendi que as flores de parafina eram na realidade os únicos objetos úteis. O resto não valia nada.

Não seria difícil travar na igreja um namoro com ela, na missa das sete, e mandar-lhe, por intermédio de Casimira, umas cartas cheias de inflamações alambicadas, versos de Olavo Bilac e frases estrangeiras, dessas que vêm nas folhas cor-de-rosa do pequeno Larousse. Talvez, com algum trabalho, conseguisse completar para ela um soneto que andei compondo aos quinze anos e que teria saído bom se não emperrasse no fim. Depois obteria umas entrevistas à noite, à janela, e, conversa puxa conversa, pregava-lhe, ao cabo de uma semana, meia dúzia de beijos. Ficávamos noivos, casávamos, D. Engrácia morria.

Imaginei-me proprietário, vendendo tudo, arredondando aí uns quinhentos contos, indo viver no Rio de Janeiro com Marta, entre romances franceses, papéis de música e flores de parafina. Onde iria morar? Na Tijuca, em Santa Teresa, ou em Copacabana, um dos bairros que vi nos jornais. […]

Caetés.

Os tempos verbais assumem, no texto, um evidente protagonismo gramatical, retratando, na quase totalidade da narrativa, a ideia de hipótese e as incertezas do personagem com relação ao seu provável romance com Marta. Assinale a passagem em que isso não ocorre.

 

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3743356 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

A questão abaixo referem-se ao texto abaixo.

Caetés - Capítulo 6

Graciliano Ramos

[...]

Dedicava-me às minhas ocupações singelas — e as ideias esvoaçavam em redor da Marta Varejão.

Realmente não era feia, com aquele rostinho moreno, grandes olhos pretos, boca vermelha de beiços carnudos, cabelos tenebrosos, mãos de mulher que vive a rezar. E alta, airosa, simpática, sim senhor, ótima fêmea. Se ela me quisesse, eu não tinha razão para considerar-me infeliz.

Queria. Na segunda-feira do carnaval, defronte do cinema, fora muito amável comigo. Olhadelas, sorrisos, um provérbio embaraçado, em francês. Aquilo prometia. Estava acabado, ia atirar-me a ela, como diz o Pinheiro. E se a D. Engrácia lhe deixasse a fortuna, bom casamento, negócio magnífico. Não que me preocupe exclusivamente com o dinheiro, pois se Marta fosse vesga e coxa, não a aceitaria por preço nenhum. Mas era bonita, e os bens da viúva davam-lhe encantos que a princípio eu não tinha descoberto.

Tocava piano. Naquele momento reconheci no piano um caminho seguro para a perfeição. Falava francês. Não havia certamente exercício mais honesto que falar francês, língua admirável. Fazia flores de parafina. Compreendi que as flores de parafina eram na realidade os únicos objetos úteis. O resto não valia nada.

Não seria difícil travar na igreja um namoro com ela, na missa das sete, e mandar-lhe, por intermédio de Casimira, umas cartas cheias de inflamações alambicadas, versos de Olavo Bilac e frases estrangeiras, dessas que vêm nas folhas cor-de-rosa do pequeno Larousse. Talvez, com algum trabalho, conseguisse completar para ela um soneto que andei compondo aos quinze anos e que teria saído bom se não emperrasse no fim. Depois obteria umas entrevistas à noite, à janela, e, conversa puxa conversa, pregava-lhe, ao cabo de uma semana, meia dúzia de beijos. Ficávamos noivos, casávamos, D. Engrácia morria.

Imaginei-me proprietário, vendendo tudo, arredondando aí uns quinhentos contos, indo viver no Rio de Janeiro com Marta, entre romances franceses, papéis de música e flores de parafina. Onde iria morar? Na Tijuca, em Santa Teresa, ou em Copacabana, um dos bairros que vi nos jornais. […]

Caetés.

“Tocava piano. Naquele momento reconheci no piano um caminho para a perfeição. Falava francês. Não havia certamente exercício mais honesto que falar francês, língua admirável.”

Pode-se depreender dessa passagem que o narrador

 

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3743806 Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr
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Assinale a alternativa que não contém um atributo do poder de polícia.

Questão Anulada

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3743805 Ano: 2025
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr
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Assinale a alternativa que apresenta a definição de agentes políticos, segundo Hely Lopes Meirelles.

Questão Anulada

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